Mundo Freak Confidencial 131 – Operação Prato – Parte 01

Em uma região pacata do Brasil, uma série de casos estranhos acontece décadas antes da descoberta de um dos maiores casos de ufologia mundial, a Operação Prato. Ataques começam a acontecer e afligem a população ribeirinha a ponto de quase sumir com cidades inteiras do mapa.

Nesse episódio do Mundo Freak Confidencial acompanhe os investigadores Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna, Ramairá, Igor Alcantara, Lucas Balaminut e Henrique Tavares desvendar as misteriosas luzes que roubam vida de moradores e causam o caos em meio a uma época de corrupção, descaso e autoritarismo.

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55 Comentários

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comentários

  • Henrique Tavares

    Nenhum episódio me deu tanto medo quanto esse, maior pesadelo ter que me ouvir.

  • Dollars

    aquele momendo que vc entra no mundo freak pensado em qual podcast baixar e surpresa,podcast quentinho com tema foda

    • Acabou de sair do forno, aproveita e passa manteiga enquanto ainda tá quentinho!

      • Dollars

        ps:quando irão fazer um mundo freak sobre creepypasta

        • Tem vários MFCs sobre várias creepypastas já. Tem sobre Slenderman, Homem Mariposa, e vários menores nos Casos Insólitos.

  • Carol Borges

    “ou é uma invasão do japão com brinquedos novos ou é alienígena, cara” HAHAHHAHAHAAH

  • Carol Borges

    acabei de ouvir tudo agora, até esse ponto parece muito plausível ser coisa dos militares, que deu ruim (ou não, as vezes esse era o intuito da coisa mesmo).

    em um dos livros do dan bown (q não é referencia pra nada né gente, mas essa parte se encaixa nessa teoria) diz-se que é ótimo pros militares que a população pense que aquilo tudo é alienígena, pq aí eles passam despercebidos e podem continuar fazendo td o que querem.

    enfim, um dos melhores episódios esse <3

  • Roberto Botelho

    Olá, sobre a luz que atacava as pessoas em colares que pra mim eram tubos que retiravam sangue das pessoas como é descrito pela população pois sentissem sem forças e anêmicas em alguns relatos, já é descrito na fenomenologia ufo deste antes de colares, o fenômeno da “Luz Solida” como é chamado, é uma luz física que sai dos discos voadores e envolve objetos e pessoas e normalmente descrito como não fazer sombras de objetos projetados em frente desse luz, e tem a capacidade de levitar coisas mesmo que pesem toneladas como se fosse uma folha de papel, é muito descrito em casos de abdução em que a pessoa envolvida pela luz é sugada para dentro do disco voador e até existem casos que carros foram sugados para dentro do disco voador pela essa luz solida, existe uma suposta foto de um disco voador projetando quatro tubos de luz solida feita na França em 1974 http://static.globalnoticias.pt/Storage/TSF/2014/big/ng2967649.jpg,
    acredito tudo que aconteceu em colares e redondezas é para experiências genéticas feita por esses seres de outro mundo.

  • Roberto Botelho

    Olá a todos, sobre a luz que atacava as pessoas em colares que pra mim eram tubos que retiravam sangue das pessoas como é descrito pela população pois sentissem sem forças e anêmicas em alguns relatos, já é descrito no fenomenologia ufo deste antes de colares, o fenômeno da “Luz Solida” como é chamado, é uma luz física que sai dos discos voadores e envolve objetos e pessoas e normalmente descrito como não fazer sombras de objetos projetados em frente desse luz, e tem a capacidade de levitar coisas mesmo que pesem toneladas como se fosse uma folha de papel, é muito descrito em casos de abdução em que a pessoa envolvida pela luz é sugada para dentro do disco voador e até existem casos que carros foram sugados para dentro do disco voador pela essa luz solida, existe uma suposta foto de um disco voador projetando quatro tubos de luz solida feita na França em 1974 h ttp://static.globalnoticias.pt/Storage/TSF/2014/big/ng2967649.jpg,
    acredito tudo que aconteceu em colares e redondezas é para experiências genéticas feita por esses seres de outro mundo.

  • Roberto Botelho

    Olá a todos, sobre a luz que atacava as pessoas em colares que pra mim eram tubos que retiravam sangue das pessoas como é descrito pela população pois sentissem sem forças e anêmicas em alguns relatos, já é descrito no fenomenologia ufo deste antes de colares, o fenômeno da “Luz Solida” como é chamado, é uma luz física que sai dos discos voadores e envolve objetos e pessoas e normalmente descrito como não fazer sombras de objetos projetados em frente desse luz, e tem a capacidade de levitar coisas mesmo que pesem toneladas como se fosse uma folha de papel, é muito descrito em casos de abdução em que a pessoa envolvida pela luz é sugada para dentro do disco voador e até existem casos que carros foram sugados para dentro do disco voador pela essa luz solida, existe uma suposta foto de um disco voador projetando quatro tubos de luz solida feita na França em 1974 h ttp://static.globalnoticias.pt/Storage/TSF/2014/big/ng2967649.jpg,
    acredito tudo que aconteceu em colares e redondezas é para experiências genéticas feita por esses seres de outro mundo.

  • Batman vê Superman

    caramba queria esperar pra ouvir no trem, mas nao vai dar

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô papai, que delícia.

  • Lohran Bentemuller

    O que vocês fizeram com o Lucas cético? Seja o que for deixem ele lá, sou super fã do novo Lucas

    • Ter capacidade de reflexão hipotética é diferente de acreditar em algo. Eu não preciso acreditar no Goku e no Superman pra refletir sobre como seria uma briga entre os dois, por exemplo. Eu sempre fui assim :)

      • Lohran Bentemuller

        E saiba que isso enriqueceu muito o episódio. Parabéns.

  • João

    Estou com medo de ouvir esse episódio…. Não sei se vai ser legal os céticos inventando qualquer argumento para desacreditar o meu caso ufológico favorito ;( .. e eles chegarem a “conclusão no final do ep. que era algo dos militares misturado com histeria coletiva

  • Vagner Aniceto

    Gente, o laser de chaveirinho de 1,99 é laser sim. Inclusive, não se deve apontar para os olhos nem deixar crianças brincarem com ele.

    • Não, o chaveirinho não é laser, em nenhuma definição científica ou de dicionário. Todavia, ele realmente não deve ser apontado para o olho, assim como qualquer fonte de luz direta, como olhar fixamente para uma lâmpada. Quanto menos desenvolvido uma indivíduo (como uma criança), mais sensível à luz. Logo, não é uma boa idéia deixar crianças brincarem com fontes de luz direta. Mas não é tão maléfico quanto o exagero popular prega.

      • Vagner Aniceto

        Velho, é laser mesmo. Na definição mais puramente científica(emite luz de frequência e polarização únicas) e factual(tem um fucking diodo laser lá dentro). Se tivesse uma lâmpada ou um LED tudo bem, mas não é um diodo laser. Eu só tô avisando não é nem pra querer corrigir, é pq é perigoso mesmo.

  • FHC

    Será que agora meu ceticismo cai por terra?

    • MEU CETICISMO ESTÁ MORTO
      ACHAS QUE TENS O QUE É PRECISO PRA ESMAGARES MINHA DESCRENÇA?

  • Victor Hugo

    Operação Prato Parte 2 AMANHÃ

  • Aqualad/Muleque-Piranha

    sinceramente

    eu acho que vocês levam o exercito brasileiro a sério demais

    vc tão ligados é dessa instituição de que estamos falando né:

    https://www.youtube.com/watch?v=z6q1lCUhFeQ

    em 75 não era melhor

  • EsterBN

    Que maravilha de episódio, ansiosa pro próximo. Por favor façam mais a dobradinha believer Rafael e Ramairá. Primeira vez que um mundo freak ufológico me da cagaço kkkk esse caso é muito sinistro.

    1.O primeiro caso parece muito mais fácil ter sido um raio do que qualquer outra coisa, só que pela época foi posto junto dos outros casos.

    2.Só eu notei a estranho fato do cabo citado mais ou menos no minuto 53 ser um cabo branco e ter três fios dentro um vermelho, um verde e um azul? Isso não tá muito sistema de cores RGB ( https://pt.wikipedia.org/wiki/RGB ) pra vcs não?

    3.Acho que houve sim histeria coletiva, mas não que tudo tenha sido. Acho que a partir do momento que o fenômeno ganhou uma repercussão gigantesca dentro da região pode ter havido pessoas que estavam tão assustadas que acabaram “vendo” o que não tinham visto de verdade.

    4.Sobre os números de casos da médica: eu total apoio o que o Andrei disse, se dissessem que não tinha rolado nada ia ficar muito na cara que era uma mentira. Se eu vivesse na região na época pensaria: “Senhora médica e senhores militares então quer dizer que o povo da região simplesmente começou a ficar maluco e em pânico a ponto de se machucar e morrer a partir do nada? ATA”

    5.Na época do ocorrido estava rolando uma coisa no mundo chamada Guerra Fria. Não acredito que o exército brasileiro tivesse ou tenha esse tipo de tecnologia, mas o governo do Brasil era aliado dos EUA, então é possível argumentar que tenha sido um experimento americano em solo brasileiro(se eles faziam coisas tipo MK Ultra e Ilha Plum no próprio país imaginem o que fariam no Brasil). No entanto fico sempre com os dois pés atrás em dizer que esse tipo de coisa
    foi coisa dos militares por causa dos conhecidos Foo Fighters.

    6. Achei impressionante nenhum dos céticos citar fogo fátuo num caso onde se fala em bolas de luz, queimaduras e ser em uma região de muita mata(matéria orgânica).

    • Henrique Tavares

      É que, se baseando nos registros feitos militares, fica bem mais difícil argumentar ser um fogo-fátuo (ou mesmo helicóptero). Eu considero os ataques um pouco mais questionáveis por não terem a mesma base comprovatória, além de haverem certas incongruências que danificam um pouco a credibilidade. Eu ainda acho que houve algo bem, bem estranho nessa época dos ataques, mas que a história talvez não seja exatamente como a que costuma ser contada.

  • João Ricardo Mesquita

    Muito bom esse podcast, ansioso pela continuação!

  • Johnny Grandolfi

    Já sei. Depois dos testes Nucleares os Ets vieram ver quem Tava fazendo isso. Ficaram sem saber com as pessoas simples e rústicas dali, ficaram ‘pesquisando’ até o fim.

  • Lorena Lima

    A operação Prato é um casos ufológicos que mais me encanta. Sou de Belém, e como uma boa Believer, tenho muita vontade de conhecer a ilha de Colares, que não fica tão longe daqui.

    Minha família viveu grande parte da vida em uma mini cidade de interior – como Colares, tendo minha mãe, com seus pais e irmãos vindo para a cidade quando ela tinha apenas 13 anos. Mas essa vida rural nunca nos deixou, pois ainda possuímos a casa e visitamos sempre essa ilha ao qual nasceu a família. Por entender e observar bastante como acontece a vida nesses interiores, eu poderia contestar algumas das hipóteses levantadas pelos convidados céticos do episodio. [risos]

    – Raio bateu no barco de metal e recocheteado para os pescadores. Essa me chamou a atenção porque nessas cidadezinhas [atualmente] é muito difícil de se encontrar barcos de metal, a grande maioria dos barcos são de madeira, e imagino que naquela época isso era ainda mais predominante.

    – Raio lasers [dos vendidos em lojas de 1,99], assim como comentado no pod, esses são produtos difíceis de ser encontrado nessas cidades [atualmente], naquela época menos ainda. Lanternas ja eram comuns, por causa da falta de energia elétrica e tudo mais, porém, por ser um objeto conhecido duvido que a população se deixaria amedrontar por algo provocado por estes objetos.

    – A medica mente o numero real de casos. O fato dela ter citado 4 casos em vez de nenhum para mim fez sentido. Pois eram muitas pessoas que se diziam atacadas e tinham as marcas para mostrar, caso ela negasse todos os casos, qualquer jornalista ou jornal da época poderia fazer uma reportagem com as “vitimas” e isso seria uma contradição muito grande, o que iria aparentar ainda mais ser uma conspiração do exercicito querendo abafar o caso. Citando apenas 4, as outras dezenas de pessoas que se diziam atacadas poderiam ser desacreditas, dizendo que elas estavam confundindo os sintomas ou inventando.

    Enfim. Todos concordamos que o que ocorreu na cidade de Colares não é fácil de explicar, é que pode realmente ser considerando um caso ufológico por existir provas oficiais [vindas dos militares], assim como dezenas de testemunhas oculares, alguns elementos dessa historia podem e devem ser sim, contestados. Acredito que um elemento ou outro pode ter sido aumentando ou mesmo inventando, mas a maior parte deve ser levada a sério.

    Super ansiosa pela parte 2.

    Ótimo episodio. Belo trabalho, pessoal!

  • João P

    Só passei pra dizer que a dicotomia cético-believer não me seduz. Como diz um filósofo bem pop chamado Alan Watts que eu gosto muito, prefiro ouvir estes causos da mesma forma como alguém ouve um Prelúdio de Chopin, só apreciando os sons, as sensações e as emoções transmitidas pela história. Crenças e descrenças pra mim são sem sentido. Muito bom o cast, continuem assim.

  • Cleber Segundo

    Oi Pessoal!

    Excelente terem optado por fazer esta primeira parte, sem ela a Historia não seria completa.
    Confesso que gostei do embate entre Believrs e Ceticos…será que ao final teremos mudanças de lado?

  • João Mauricio

    De todos os episódios que ouvi, este foi o caso que me deixou mais em dúvida. Ansioso pela parte 2. Obrigado galera pelo trabalho!

  • Zlad!Star

    Para aqueles não fazem ideia da referenciado Robot Moster.
    https://www.youtube.com/watch?v=cq9IKsH9BXg

  • Raul Mendonça Siqueira

    Jacaúna strikes back! lol

  • Raul Mendonça Siqueira

    Eu vi esse robot monster no livro do Mago: A Ascensão. Ele está na ilustração dos Filhos do Éter na segunda edição.

  • Denis Bandeira

    Olá investigadores… Muito bom o cast. Tema muito controverso e com muito pouca evidência cientificamente qualificada (embora, perante o tipo tema, possamos julgar ser muita, com os arquivos abertos a público, fotos e entrevistas; visto que em eventos similares os dados são ainda mais escassos). Não sou descrente com a vida fora da terra, muito pelo contrário, acredito em vida extraterrestre, inclusive vida inteligente (creio ser matematicamente possível). Mas quanto a existência de vida inteligente capaz de nos contatar, bom… se existir, creio realmente que será muito difícil de chegar a nosso amplo conhecimento, principalmente no nosso nível atual de desenvolvimento social, afinal, se uma inteligência e tecnologia superiores se apresentassem a público teriam ou de nos subjugar ou acabar por nos destruir com seu input de novas tecnologias (afinal, o ser humano ainda é refém do desejo de poder e capaz de ferir para obter conhecimento – ou como os religiosos costumam definir, o set humano e refém dos seus pecados e desejos). Também vejo que, em relação a classificar toda tecnologia avançada como extraterrestre é, no mínimo, se limitar a crer que o que é acessível ao grande público no presente foi criado recentemente e esquecer de fatos históricos ou mesmo que o muito do que usamos hoje já esteve em teste há muitas décadas. Vemos isso claramente no desenvolvimento computacional. Vemos também na história, como na descoberta da pólvora, que foi tratada como magia pelas nações que não a dominavam. Enfim. Acredito muito mais que este tipo de ocorrência tenha relação com uma espécie de (com muitas aspas) projeto MKULTRA brasileiro, que talvez pudesse estar testando tecnologia alienígena de alguma nave abatida (ou qualquer tecnologia recém descoberta pelos próprios cientistas e que necessitava de testes, afinal, morte e crueldade em testes de tecnologias bélicas ou medicamentos, são historicamente conhecidos e muitos foram feitos de modo oculto por contrariarem as normas dos direitos humanos e tantas outras normas éticas e acordos guerra. Bem… É isso… Vejo muito mais mão humana nestas histórias do que alienígena… Embora acredite que eles existam… kkk ahhh… quanto a ideia de helicóptero, levantada por um dos integrantes da banca deste cast, não se esqueçam que existem muitos veículos de baixa produção sonora (veja por exemplo os carros elétricos que atualmente estão sendo obrigados a emitir ruídos falsos apenas para denunciar sua presença devido ao baixo ruído que emitem, ou os estudos para emissão e desvio de sons para focos específicos, ou até mesmo das técnicas para anular ruídos usada em fones de ouvido mas que com certeza devem ser amplamente estudadas para uso bélico… campos de invisibilidade também já são realidades em estudos científicos… e os NaziUfos ou o avião morcego americano, invisível aos radares? será que tudo isso não são resquícios de tecnologias desenvolvidas durante a segunda guerra e cujos projetos foram destruídos ou classificados pelas nações que venceram a luta? Sinto falta de convidados com conhecimentos técnicos lado dos céticos (médicos, físicos, etc) e também de convidados místicos ao lado dos belivers (religiosos, ufologos, magos, etc)… kkk forte abraço galera. Não sou totalmente cético nem totalmente beliver, mas confesso que muitas vezes evito olhar para trás pelo simples medo do desconhecido…. kkk

    • “Também vejo que, em relação a classificar toda tecnologia avançada como extraterrestre é, no mínimo, se limitar a crer que o que é acessível ao grande público no presente foi criado recentemente e esquecer de fatos históricos ou mesmo que o muito do que usamos hoje já esteve em teste há muitas décadas”.

      Obrigado, cara! :D

  • Waldir Rodrigues Junior

    Eu tenho dois

  • Waldir Rodrigues Junior

    Sobre a mulher que disse um valor pequeno e depois disse que havia acontecido muito mais ataques, eu acredito que ela foi mais inteligente do que imaginam, as pessoas sabiam o que estavam acontecendo, portanto ela não podia apenas dizer que não estava acontecendo e dizer que havia um número baixo satisfazia o que as pessoas gostariam de escutar, que havia algo acontecendo, mas que esse algo não era relevante e que possivelmente poderia ser uma histeria coletiva, a mídia recebia uma resposta e aquilo era o suficiente, eles estavam procurando uma resposta e obtiveram, ok, vamos sensacionalizar com os dados que temos, já que foram poucos eventos vamos dizer que tá rolando uma histeria coletiva.

    Se você está cavando um buraco em busca de um tesouro, você encontra um pequeno baú com várias jóias, pega o baú, fica feliz e vai embora satisfeito encontrando o que procurava, mas você não sabia que se você cavasse mais 2 metros encontraria um tesouro muito maior fazendo com que o anterior não valesse nada, é fácil fazer alguém mudar de rumo quando ela procura algo, mas não sabe exatamente o quê.

  • WSRK

    Que programa massa!!!!

  • João Ricardo Mesquita

    Muito bom! Parbens aos envolvidos!

  • WSRK

    Cara, os céticos usam uns argumentos meio frágeis. No podcast, lá no final, comenta-se algo do tipo “é alguma coisa aconteceu, mas foi desencadeado ou por um raio ou por outra coisa do gênero”. Mas tipo, um raio ser a possível causa, do que, como foi dito, a possível “aniquilação” na região?? Raios são fenômenos atmosféricos comuns. Não ia causar isso. Enfim.

    • Henrique Tavares

      Sobre a aniquilação mencionada, era referente à auto-aniquilação, suicídio em massa gerada pelo pânico. Apesar de haverem duas ou três mortes (que não são comprovadas), os corpos luminosos nunca apresentaram perigo nessa escala. Ainda assim, não lembro de terem comentado que raios são a explicação dos avistamentos em Colares.

      O raio acreditamos ser causa/explicação do caso da Ilha do Caranguejo, que apresenta muitas características de um incidente assim (e lembrando que eles estavam dormindo, então nenhum desses aqui olhou para o raio e confundiu com outra coisa). Como eu até comentei na gravação, é um caso que se convencionou a ser um prólogo do que iria acontecer em Colares, mas em si não tem nem muito a ver com o que ocorre no Pará.

  • WSRK

    Olá. Gostaria muito de parabenizar vocês pelo programa. Foi muito bom!! Mas queria pontuar algumas questões. As explicações do final esquecem o que foi relatado no início. São amplas, dão conta do aspecto geral, mas talvez, justamente por isso, não abrangem pontos importantes que, apesar de específicos, comprometem a integridade da argumentação geral. Por exemplo: Experimentos com radiação que envolvem ‘lasers guiados com precisão’? Que imprimem um padrão reincidente de lesão, comum em diferentes vítimas (com um padrão também na região anatômica em que incide). Como assim, radiação teleguiada e tão localizada? Como o aparelho que emitia essa radiação não foi visto? Algumas explicações dadas pelos céticos no podcast suportam seus raciocínios simplesmente ignorando alguns aspectos falados anteriormente. É um raciocínio muito seletivo. Nesse programa teve muito do “as pessoas não viram o que acham que viram” e se diminuiu muito a importância dos relatos. Enfim. Mais uma vez, obrigado pelo programa, mas fiquei com essas questões no final.

    • Henrique Tavares

      Na verdade, muitos dos relatos em si suportam a ideia de que as pessoas não viram o que viram. Eu comentei, por exemplo, que muitos relatam sintomas dos ataques sem relatar ataques. Entre tudo que existe do caso e de tudo que pesquisei, os ataques são bastante questionáveis, no mínimo acerca da quantidade deles; alguns ufólogos e até pessoas envolvidas no caso veem dessa forma. Talvez alguma das luzes tenha feito algo contra uma alguém, mas isso não impede que possamos achar que nem todos aconteceram. Acho que muita gente viu sim coisas por causa do pânico imenso que sabemos que ocorreu lá. Não podemos subestimar o poder do pânico pra fazer acontecer esse tipo de coisas.

      De qualquer forma, eu concordo com você, esse problema da argumentação dos céticos existe e é um pouco frustrante mesmo. Eu até nem sou exatamente do grupo dos céticos, até porque acho que alguma coisa sinistra aconteceu lá, e mesmo o mais cético não pode simplesmente dar uma simples resposta para o caso que seja satisfatória pra exigência de comprovação deles mesmos. Mesmo se for um experimento militar, estamos falando de um evento que seria tão conspiratório e assustador, do nível MK ULTRA, que seria tão sensacional como a explicação ufológica.

    • Acho que você está confundindo explicação com levantamento de possibilidade. Quando eu falei em radiação, eu não estava usando a mesma para explicar o ocorrido. É impossível explicar o caso com evidências tão contraditórias e facilmente esgotáveis. Estava apenas notando uma semelhança entre as lesões por radiação e as relatas. Pra construir explicações coletivamente, vamos notando as evidências e discutindo elas. Algumas nós descartamos, outras não. Observe que essa linha de raciocínio é abandonada, justamente por não ter mais fundamentos do que uma level semelhança. Aliás, eu fiz questão de contrapor os lasers guiados também.

  • WSRK

    Foi comentado que uma interpretação equivocada de um raio pode ter sido o gatilho para tudo. Luzes no céu, etc. Mas gente, raios são coisas comuns!! Se a população local não confundiu raios com outras coisas antes, por que haveria de fazer agora (na época do incidente)? Esse mesmo raciocínio do raio foi usado para a malária. Ora, se malária é comum na região, e os sintomas coincidem com malária, sugeriu-se que pode ter sido malária. O problema nessa inferência está no próprio enunciado: malária é comum na região!!! Isso não iria fazer a população ficar apreensiva.

    • Um pouco diferente do que você comentou, não dissemos que raios foram gatilhos, mas o caso estranho que se desenrolou com os raios poderia ter sido um gatilho. Uma vez que as pessoas começaram a ter medo, elas poderiam associar algo que antes era comum como uma ameaça estranha, diferente, desconhecida.

      Apesar de que a malária é comum na região, surtos não são. Aliás, quem conhece cidades pequenas de interior sabe que quando surtos começam em uma população que pouco conhece, loco o pronto socorro fica lotado e uma onda de preocupação e incerteza toma conta do local. Hoje em dia, os postos tem mais cuidado em informar a população sobre a doença e como evitá-la. Mas, pra mim pelo menos, é fácil imaginar um posto despreparado que não foi capaz de informar mais rápido do que os boatos foram capazes de se espalharem.

      Acho que é melhor tomar cuidado ao fazer afirmações tão veementes com causalidades não comprovadas. Por ser comum na região, malária pode fazer a população ficar apreensiva. Assim como também não pode. Não temos certeza, então levantamos a possibilidade. Infelizmente, comportamento (especialmente individual ou de pequenas populações) não é tão previsível assim.

  • WSRK

    O único momento em que os imensos furos nas hipóteses dos céticos foram apontados de forma satisfatória, foi no caso do helicóptero, lá no finalzim. Essa amostra ilustra muito bem o equívoco nas explicações dos céticos. Não poderia ser helicóptero, pois foi falado no início, que a luz não fazia barulho! Mas isso foi esquecido, e comentado. O que é comentado no início é meio que ignorado. Não tem problema esquecer, mas a discussão fica meio frágil. E isso aconteceu diversas vezes. As vezes, parece que os céticos tem o mesmo apego emocional pelo ceticismo, que o believer tem pela ideia de ser ET. Minha sugestão, é que no final, antes de cada um dar sua opinião, seja feito um resumo de tudo que foi falado. Assim evitam-se esses ‘esquecimentos’

    • Cara, hipóteses servem para serem testadas, por definição. Nosso trabalho é levantar o máximo de hipóteses possíveis e plausíveis, e então exaurí-las. Claro, com evidências limitadas pelo tempo, não vamos poder testar todas, nem testar as mesmas tantas vezes quanto queremos, mas ainda sim é importante levantar as hipóteses. A maioria não vai passar disso e são abandonadas justamente por que as evidências não permitem elaborar mais profundamente ou mais robustamente testes para aquelas hipóteses.

      Pra você, o que é mais provável que tenha acontecido com os pescadores que faleceram no barco? Ataque alienígena, ou um raio? Acho que temos evidência suficiente pra afirmar que é mais provável ter sido um raio. Mas, claro, você pode achar algo diferente. O importante é apontar o por que :)

      Quando você diz “Mas isso foi esquecido, e comentado”, o que está querendo dizer? Não te entendi. Poderia elaborar melhor? Obrigado.

      Aliás, ashipóteses não são esquecidas. Está tudo gravado. Fazemos um resumo geral no final pois o cast ficaria enorme e repetitivo. Já discutimos cada assunto uma vez, não precisamos repetir as discussões, a menos que novas idéias ou evidências forem apresentadas, precisamos só concluir o episódio. Por exemplo, quantas vezes preciso repetir que eu acho mais provável que o caso dos pescadores foi um raio para que você saiba minha opinião? Acho que uma só, durante essa discussão específica, tá bom.

      • WSRK

        Entendi. Cara, o que falou faz todo sentido. Ia ficar bem ruim repetir a parada toda de novo. Ah, quando eu disse “Mas isso foi esquecido, e comentado”. O “e comentado” deveria ter sido “e relembrado”, por alguém. Enfim.. Tiveram umas horas, tipo na explicação dos raios, que fiz confusão mesmo. Eu devia ter ouvido novamente o trecho.

        Ps. Desculpe o jeito kkkk é um dos problemas que vejo em digitar. Perde-se a entonação da voz e os gestos. (e talvez esse naõ seja o melhor pelo qual me explico)To relendo aqui o que escrevi, e minha empolgação é facilmente confundida com braveza/irritação, mas não foi nada disso kkkkk. Eu fiquei empolgado pra caráio com o caso, e acabei escrevendo meio mal.

        Obrigado pelo episódio, e por esclarecer minha (s) confusão (ões).
        Mais uma vez, desculpe os jeitos de escrever.
        Parabéns à equipe

        • Magina cara, eu adoro conversar, especialmente com comentários mais elaborados :)