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Análise Bayonetta – Parte 3

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Olá, pessoal. Estamos aqui de volta para a última parte da análise de jogo com Bayonetta. No texto anterior eu falei sobre a jogabilidade, focando principalmente nas diversas armas que o jogo oferece.

Outra característica marcante da jogabilidade é o Witch Time. Ao apertar o botão de esquiva bem antes de ser acertado pelo inimigo, este modo é ativado. Aqui todos os inimigos ficam lentos e só Bayonetta pode se deslocar normalmente. Nesse modo, todos os golpes contam como combos, auxiliando na obtenção de medalhas. Embora seja mais uma das features principais da jogabilidade do jogo, o Witch Time fica desabilitado na dificuldade mais alta, chamada Non-Stop Climax. Se o jogador ficou muito dependente do recurso nos níveis anteriores, poderá ter dificuldade no mais difícil.

Pessoalmente acho o jogo realmente divertido. Todo o sistema de combate torna o jogo fluído. Quando jogado pela primeira vez, existe toda expectativa para ver um novo inimigo, para ver como é sua aparência e de qual hierarquia angelical ele pertence. Além disso, vários extras, como as roupas alternativas da personagem tornam o jogo mais divertido, além de experimentar os vários tipos de armas e vários tipos de inimigos.

O fator replay do jogo é garantido pelos cinco diferentes níveis de dificuldade: Very Easy, Easy, Normal, Hard e Non Stop Climax. Nos dois primeiros, o sistema de combos é automaticamente feito pelo computador, então o jogador só precisa ficar apertando os botões, o que é ideal para jogadores muito inexperientes.

Para conquistar todas as conquistas do jogo o jogador jogará umas cinco vezes o game. Na primeira, no Normal, será sua primeira investida no jogo. Depois ele pode voltar no Easy para pegar as demais conquistas (e ao terminar no Easy ou Very Easy, liberar um acessório novo). Depois novamente no Normal para, já estando experiente, fazer o speed run e melhorar as medalhas e troféus obtidos. Depois há a dificuldade Hard e por fim a Non Stop Climax.

Além de tudo isso, se o jogador quiser um desafio maior, há um capítulo extra ou capítulo perdido, que é um modo de sobrevivência onde se deve enfrentar diversos inimigos e ver até onde consegue chegar.

Com tudo isto, afirmo que é realmente um ótimo jogo do gênero e um dos mais divertidos da geração. O game foi bem recebido no mercado oriental tendo recebidos nota 40 (nota máxima) para Xbox 360 e nota 38 para PS3 pela revista Famitsu, uma das mais tradicionais e respeitadas no Japão. A diferença de notas veio por causa da diferença gráfica, visto que a versão de PlayStation 3 acaba ficando abaixo. Este inclusive é um problema de jogos multiplataformas recorrente, pois como os hardwares são diferentes, um dos consoles acaba sofrendo e sempre perdendo em algum quesito técnico, principalmente em gráficos. Mesmo assim o jogo continua excelente.

Bom, espero que tenham gostado. Estarei de volta no futuro trazendo outros assuntos da indústria dos games. Nos vemos na próxima fase.

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