Mundo Freak Confidencial 169 – Um podcast sobre aquilo ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Desde os tempos mais primórdios, a p00taria esta aí. Ta aí, ta aí.

Nesse Mundo Freak Confidencial, acompanhe as investigadores Andrei FernandesRafael Jacaúna, Ira Croft, Marcos Keller e Nilda Alcarinqüe sentando no sofá da tia para debater sobre a arte mais prazerosa, taboo e misteriosa da humanidade. 

Download do episódio compactado em formato RARClique aqui com o botão direita e selecione “Salvar Link Como“.

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Sobre Andrei Fernandes

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Falando de podcast com muita ousadia, alegria e misantropia. Também autor do livro Kalciferum, chanceler supremo do Freakstão e morador de Setealém.

83 Comentários

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  • Faltou o João do Decrépitos…

  • Henrique Tavares

    WTF esse gif

    • Nyell Quantos

      Ia comentar mais fiquei… semsaberoquedizer….

    • Shrek realista

      Você por aqui.

    • qwertt

      Tokyo gore police

  • CHOCADANEY!!
    ~ tirando a roupa pra ouvir a esse pod…. brinks!

    • Achei que era o único… Sem brinks… Imaginando o Andrei de sunguinha asa-delta segurando uma vara de pescar grossa… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrr… pescador andrei….

  • Eu acho que a série das crianças nascendo do repolho é Família Twist

    https://www.youtube.com/watch?v=aFvujvrE9PE

    • Nilda Alcarinquë

      Isso! Família Twist!
      Meus sobrinhos mais velhos gostavam muito desta série!

      • Eu assistia direto, TV Cultura meio que era minha religião kkk.

        • Helil Neves

          Como sou do Rio, via pela (antiga) TVE :)

    • Não, isso é mais antigo! Minha mãe dizia que tinha me achado num repolho. Eu nasci em 79; XD

      • Mas no caso a Nilda comentou foi sobre ela ter visto na série mesmo, não sobre a origem do mito

        • Helil Neves

          Eu adorava essa bobagem, tava uns meses atrás tentando lembrar como era o nome, valeu por postar isso, essa música é sensacional, tava louco pra ouvir de novo/baixar pro celular!!! ^_^

  • Sthefania Darling

    Esse gif me fez lembrar do famoso ditado ” Buceta de mãe tem dente”

  • Lilium ❤️

  • Sabrina

    GIF perturbador

  • Antonio Pereira

    Eita que é hoje… 3:)

  • Presidente Exumador

    Vou começar a ouvir. Teremos Bonecas humanas?

  • Luis P

    Se não tocar chatuba de mesquita eu nem comemoro.

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô papai, QUE DELÍCIA!

  • Thais Andressa Perez

    Só uma dica:
    Algumas vezes “clique aqui” no “Download do episódio compactado em formato RAR. Clique aqui com o botão direita e selecione “Salvar Link Como“ está com o link do episódio anterior, já aconteceu algumas vezes de eu acabar baixando o arquivo errado.

  • Renato Gomes

    Aaaaah pensei que seria mais SEXUAL o bate papo, falando dos gostos particulares de cada participante e tal. Mas foi muito bacana e bem informativo.
    Seria bacana abordar mais um pouco a sexualidade na era atual. De como esta meio descontrolada, e ao mesmo tempo sendo reprimida. E de casos peculiares como o do próprio Japão, que tem uma sexualidade muito estranha por assim dizer, pois é um dos países onde mais se produz pornografia, em todos os níveis, mas tem se praticado cada vez menos o sexo como ato de reprodução. Sem contar a exploração de fetiches dos mais estranhos possíveis, como forma de liberação ou sei la.

    • ” pensei que seria mais SEXUAL o bate papo(…)” Eu tbm pensei isso quando passaram o tema da pauta. Procuramos focar mais na história, ficou como a Ira comentou no começo do programa, bem formal, rss. Desculpe! A parte do Japão, não lembro agora se colocamos o festival do Pênis na pauta… deixa eu olhar… Colocamos sim! Se você participa do Apoie-se, tem acesso a pauta na integra! :D

      • Acho que ficou na parte que a Nilda disse que não coube no programa.

        • Renato Gomes

          Eu gostei muito do lance “historia” que foi usado no podcast. Ficou uma aula mesmo, mas com um teor muito elegante por assim dizer. Foi bem informativo e divertido. Quem sabe um dia não se grava algo mais “picante” do tema.

          • No grupo dos pauteiros rendeu muita piada com picância. ahahahaha Não sei, quem sabe um dia o @Andreizilla:disqus não consegue entrevistar a Bruna Surfistinha? Seria muito massa! Ela deve ter altas histórias para contar. :D

    • Ira Croft

      queria, mas não me deixaram, rs

  • Carlito Alves

    Já tirei a roupa bora ouvir agora.

  • Cussa

    Deixando um comentário que passou totalmente em branco no cast. A doutora em História Medieval Eleanor Janega, que também é professora assistente na Queen Mary University em Londres, escreveu um texto sobre o “padrão de sexo” hoje ser Pênis na Vagina.

    “Ela apresenta que os padres (que tinham voto de celibato) definiam o que poderia ser feito e o que faria você ir para o céu ou para o inferno. Como eles não podiam se divertir, logo ninguém podia. Então sexo só era permitido se:
    a) eram um homem e uma mulher; b) eram casados; e c) estavam tentando engravidar.
    Qualquer coisa que fugisse disso era considerado “sodomia”.

    Hoje em dia, quando se escuta a palavra “sodomia”, o que vem à mente é “sexo gay”; provavelmente, sexo anal entre dois homens cis, para ser mais específico. Isso só acontece porque qualquer tipo de sexo entre dois homens cis é, por definição, sodomia, já que ninguém vai engravidar com isso. Acontece que sodomia é, literalmente, qualquer coisa que duas pessoas fazem apenas por prazer sem a possibilidade de gerar um bebê.

    Ou seja, estão na lista o sexo oral, a masturbação mútua, bolinação, pegação e todas essas outras maneiras maravilhosas de sexo que todo mundo gosta tanto de fazer. Tudo proibido porque essas atividades nunca engravidaram ninguém, e o único motivo válido para se fazer sexo era fazer filhinho. Também era proibido fazer sexo quando a mulher estava menstruando, ou grávida, ou amamentando, pelas mesmas razões.

    Mesmo quando duas pessoas casadas faziam sexo com a intenção de engravidar ainda havia uma porção de regras a serem seguidas. Nada de sexo durante a quaresma. Nem um mês antes do Natal. Nem durante a Páscoa. Nem às quartas, quintas, sextas, sábados ou domingos. Nem durante o dia. E nada de tirar toda a roupa. Posições, só papai-e-mamãe. E sem beijo na boca.

    E quem era pego se divertindo durante o sexo, ou admitisse que se divertiu (ou seja, que havia praticado sodomia) poderia ser punido.”

    Logo, é totalmente compreensível porquê hoje os tabus da sociedade encontram-se enraizados de tal forma que qualquer coisa que fuja do famoso papai e mamãe já é taxado de pervertido. O mais legal é a galera que diz que não segue os conceitos cristãos falando de que isso ou aquilo é pervertido… hehehe

    Fontes:
    Blog da Doutora: https://goingmedievalblog.wordpress.com/2017/08/02/the-history-of-penis-in-vagina-as-default-sex-at-bish/
    Texto que ela escreveu: http://www.bishuk.com/sex/history-penis-vagina-default-sex/
    Tradução que eu encontrei: http://ladobi.uol.com.br/2017/08/penis-vagina-sexo-padrao/

    PS: não tirei a roupa porque estou ouvindo no trabalho…

    • Caramba! Que comentário Maravilhoso!!! Agora, estou chocada: “(…) Nem às quartas, quintas, sextas, sábados ou domingos. (…)” Então sexo só de segunda e terça? Nossa! ahahaha trágico, trágico!

      • Cussa Mitre

        Segunda e terça, só penis na vagina, e sem beijo. XD

        Que coisa mais sem graça!!

        • Nilda Alcarinquë

          No livro Cem Anos de Solidão, do Gabo, um dos gêmeos Buendía casa-se com um moça criada num convento. Ela impõe todas estas regras aí pro sexo.
          Achava que era um exagero do autor, mas pelo jeito ele só mostrou como o mundo real pode ser surreal.

          Abraços

          • Eu confundi esse livro com o Cem dias de Solidão do Amir Klink. ahahahha nossa, que doido!

    • Muito legal o comentário.

      Tinha uma coisa com a coberta, parece-me que era incentivado fazer um furo no cobertor, assim ambos não pecavam com a luxúria ao ver o corpo do outro nú…

      • Cussa Mitre

        Apesar de isso ser “amplamente” divulgado, não encontrei nenhum indício disso, exceto uma entrevista do rabino e terapeuta sexual David S. Ribner e da educadora e estudiosa de ética sexual Jeannie Rosenfeld, ambos religiosos, autores do livro “Hora de amar – Guia para intimidade física dos recém- casados”.

        “A desinformação leva muitos casais a colocarem lençóis entre o homem e a mulher durante o ato sexual, com um pequeno buraco no local dos órgãos genitais. A conhecida prática é condenada pelo terapeuta, para o qual, além de não ser prevista na literatura religiosa judaica, impede que os jovens desenvolvam um relacionamento amoroso baseado no toque e no carinho. “Não há ato que seja mundano demais na busca por Deus”, escreve Ribner no guia.”

        FONTE: https://oglobo.globo.com/mundo/manual-basico-de-sexo-para-judeus-ultraortodoxos-8432801

        Além disso, outra referência para esta informação é o site Mundo Estranho, mas que não apresenta nenhum tipo de fonte para tal informação (https://mundoestranho.abril.com.br/historia/como-era-o-sexo-na-idade-media/).

        • Obrigado pela resposta.

          Eu tinha visto isso em um documentário sobre sexualidade, mas nunca vi fontes também.

          Tudo de bom!

    • Lucas Adriano

      Ótimo comentário, alias através do seu post é possível deduzir superficialmente, é claro, que essa serie de regras para a realização do sexo, tenha gerado um padrão nos nascimentos da Europa medieval e por consequência afetado diretamente a dinâmica demográfica e politica da região. Mostrando como o sexo é agente ativo na construção história da sociedade.

    • Júnior Souza

      Que comentário espetacular.
      Aprendi bastante lendo e vou procurar mais a respeito.

  • willia

    Eu sempre fico me perguntando quem na biblia poderia ser irmão de mãe de jesus. Porque se eu não estou enganado a mãe dele se casou, ela pode ter gerado ele virgem, mas para ser casada ela não deixou nosso mundo virgem, ou posso estar errado mesmo rsrsrs.

    • Eita, não entendi: vc ficou em dúvida se Maria teve outro filho além de Jesus ou se Jesus tinha um tio?

      • willia

        A primeira opção. Maria se casou com José, então teoricamente ela não deixou nosso mundo virgem, então possivelmente ela teve mais filhos. Bom não sei se na quela época tinha algum modo de prevenção ou se eles se importavam com isto. É só uma teoria mesmo rs

  • Gregori Maus

    Ceis sabem nada (inocentes), deviam ter chamado a Sara Sheeva, ela que manja desses paranauê.

    Abração!

    • Ira Croft

      noooooosssa, melhor sugestão hahahaha

      • Gregori Maus

        Fica pra próxima, ou quem sabe em uma segunda parte do Ponto G sobre princesas da Disney… ;-)

        • Ira Croft

          hehehehehe princesas da Sara Sheeva

  • Eduardo Francis

    Primeiro comentário que faço: parabéns pelo programa, Freaks! Sou fã do Rafael Jacaúna e me identifico muito com ele. Inclusive sou professor nas terras do Norte, Belford Roxo.
    Sobre o programa tenho a dizer que, como cristão criado numa família cristã, sempre tive muita liberdade para conversar sobre sexo, prevenção, doenças e tudo o mais relacionado com a Arte de Vênus. Porém nunca me senti à vontade justamente pela religiosidade e pela questão do pecado.
    No demais, um abraço a todos e sim, é o demônio. Ahahahaahahahaa XD

    • Vc teve uma educação cristã bem aberta. Que bom! :D E comente mais vezes, é sempre bem-vindo! Dúvida: Belford-Roxo p mim é como uma cidade de Faroeste graças aos comentários do Jacaúna. Essa imagem é real? rs

  • Um podcast sobre sexo onde pode falar pica e rola, mas não pode falar xereca e buceta.
    ¯_(ツ)_/¯

    • Você tem razão. Na edição relâmpago acabei cortando o que eu achei mais “agressivo” na fala. Talvez isso já diga muita coisa sobre como a sociedade nos educa.

      • Agressivo foi ouvir blip no meio do podcast, das formas de censurar um conteúdo em áudio talvez essa seja a mais irritante.
        Aliás foi algo que realmente me surpreendeu, já que a qualidade de edição nos podcasts do Mundo Freak é sempre de alto nível fiquei até sem graça com aquele agudo furando meu ouvido 2 vezes.
        Mas a crítica fica aí, pois, fora esse detalhe, o episódio foi muito divertido e informativo, curioso pela edição explorando o Kama Sutra, hindu, e o Campos Perfumados, árabe.
        Obrigado.

    • Tbm estranhei isso e sofri com o beep.

  • Socorro,vcs chegaram a falar mesmo do anjo Gabriel safado ou eu perdi quando tava lavando o cabelo?? Queria saber mais sobre o assunto

  • Murilo Staveski

    A família brasileira não apóia esse cast.

    • Não são o publico alvo, não tem problema. A não ser que o coloquemos num alvo, mas daí é outro problema. rs

  • NapoliThanos de Regata

    Vou cobrir minhas orelhinhas pra não escutar esse cast imoral

  • Douglas Rainho

    Acho que foi a Nilda que comentou sobre a proibição que o Rabino diz da ejaculação, até citando como um “pecado” (não lembro o termo usado) e isso me lembrou bastante algo similar na medicina chinesa.

    Dentro da medicina chinesa nosso corpo é movido pelo Qi Verdadeiro que é a união do Qi Torácico (Qi do Ar + Qi dos Alimentos) e o Qi da Essência. O Qi dos Alimentos e do Ar é renovado pela alimentação e pela respiração, já o Qi da Essência seria algo limitado, criado e definido no momento da concepção na união dos gametas masculinos e femininos. Em tudo gastamos o Qi e quando um dos outros está deficiente, gastamos mais do Qi da Essência, porém pela sua finitude, quando acaba, já era, fim!

    Uma das formas que eles dizem que se gasta muito da essência é por meio da Ejaculação e do Orgasmo feminino, devido a ambos estarem ligados com a energia da reprodução e por consequência atrelados energeticamente aos Rins, local em que está albergada a essência.

    Existe até uma conta que se faz para saber a frequência ideal de sexo que se pode fazer, segue a mesma: Idade / 5 = QTD de dias de intervalo entre a prática sexual (incluindo masturbação).

    Então uma pessoa de 20 anos poderia fazer sexo a cada 4 dias, uma pessoa de 30 anos faria a cada 6 dias e uma pessoa de 40 anos faria a cada 8 dias. Contudo, convenhamos que ninguém consegue seguir essa regra… rs…

  • Olá a todos!

    Ficou bem legal o episódio. Esse é um tema bem interessante.

    Ri com a Nilda comentando “ao contrário do que pensam, velhos também fazem sexo” ahhahahaha. É curioso como a associação do sexo com reprodução gera essa ideia, afinal, se não vai reproduzir para quê ficar transando?

    Penso que o problema dos discursos sobre sexo ao longo da história vêm da antiga relação entre sexo e procriação. Hoje podemos pensar em sexo separado da procriação devido a superpopulação mundial como aos avanços médicos e dos métodos anticoncepcionais serem mais acessíveis. Pensar sobre sexo, podendo afastá-lo da procriação, criou uma ruptura no modo de pensar sobre ele.

    Antes o sexo estava envolto nas preocupações com a procriação e manutenção da espécie, ou mesmo de determinado povo. Com a média pessoas vivendo menos, muitas gravidezes não conseguindo chegar ao fim, alta mortalidade no parte, principalmente o primeiro, alta taxa de mortalidade infantil, e dependendo da época. Com as dificuldades todas de sobrevivência humana, a institucionalização do sexo acabou sendo visto como uma necessidade, e nisso as mulheres que mais perderam.

    Como e religião e política se separaram em alguns locais específicos de um tempo para cá, sua proibição para enfatizar o aspecto reprodutivo, ou mesmo torná-lo um ato divino, acaba sendo uma consequência. A ideia da Bíblia enfatizar o “crescei e multiplicai-vos”, que basicamente é: façam muito sexo, mas lembrem de fazer penetração vaginal, quanto mais melhor… Ou mesmo os hábitos de vestimenta, como no caso de algumas leituras do Corão, em que o casal sé se desnudar no momento do ato sexual visa aumentar o tesão entre ambos, pois como a nudez é rara, aumenta a curiosidade por ela e pelo ato sexual consequente.

    Pessoalmente, penso que os discursos religiosos podem colocar um peso grande sobre ele. Se proíbe, as pessoas dão um jeito de fazer escondido, criando a relação de culpa e pecado, e do próprio gozo de pecar em si mesmo. Se trato o orgasmo como uma espécie de conexão com o divino e tal, também é uma pressão, afinal, se não gozar significa que não entrou em contato com as divindades e tal… Por mais que ambos sejam uma resposta a necessidade de manutenção da espécie, os excessos em ambas as posturas acabam criando uma obrigação perigosa. Tornar ambos os discursos com uma certa leveza, talvez evite os excessos psicológicos das duas posturas.

    Hoje há muito a medicalização do sexo, em expressões como: faz bem a saúde tal. Mais que as religiões, a medicalização de tudo tem produzido dos discursos mais perversos e gerados de ansiedade, e coisas do gênero. Numa visão leve de que o sexo faz bem a saúde e tal, é até interessante. Mas tendo a ver a uma moralização do sexo muito pior com a medicina, afinal, o discurso eiva de seu aspecto científico para se afirmar.

    Sobre a relação entre sexo e obsessão citada, no compreensão espírita, em geral o movimento tem essa visão que os excessos ou privações tem cunho de obsessão espiritual. Porém, ao estudar com mais calma e trabalhar com esses processos de obsessão, percebe-se que não é bem assim.

    A obsessão espiritual ela é um processo de sintonia, basicamente. fazer uma analogia com comer: Eu já tenho muita vontade de comer, então me sintonizo com Espíritos que também curtem comer. O que eles farão? É como se fossem amigos que ficassem te incentivando a fazer aquilo que você quer, só isso. Com o tempo, essa “amizade” pode ser tóxica e você vai virando um espécie de fantoche, porém, você continua na situação porque no fundo você ainda gosta de comer. Você acompanhei casos de pessoas com desvios de sexualidade – e no caso não estou falando de orientação, gênero, vontade e tal, mas de casos mais sérios que poderiam levar à violência a outros pessoas -, e nesses casos é preciso insistir também na ajuda psicológica, mas o tratamento de desobsessão não visa somente afastar os obsessores, que estão só reforçando uma certa tendência da pessoa, mas dar auto-estima, acolhimento e força para ela mesma dar conta dessas tendências internas. A ação no caso é mais de ajudá-la a ver que ela pode agir diferente, e que pode ser quem ela quer.

    Os Espíritos exercem alguma influência, mas mesmo que eles se afastam, são questões internas da pessoa que estão em jogo. Já pude acompanhar uns casos bem complicados, os quais por ética não tem como comentar, mas o foco são as dinâmicas internas da pessoa sempre.

    Parabéns pelo episódio e tudo de bom a todos!

  • Luiz Gustavo

    O assunto sobre sexo não virou tabu, ele sempre foi um tabu. O conservadorismo não está voltando, ele sempre esteve presente em maioria. O que acontece no mundo hoje em dia ao meu ponto de vista, é que por conta de liberais serem mais “pra frente” e falarem sobre tudo, da a impressão errada de que a sociedade liberal tá se tornando maioria.

    • Então, vai depender de qual civilização, comunidade, tribo, posição geográfica no globo terrestre (desculpem, ouvintes terraplanistas, sou esferista – e um pouco esférica tbm) enfim, vai ter um depende muito grande aí para dizer se é tabu e o que tabu, realmente significa para aquela sociedade. Vim só para criar o caos mesmo.

  • Juliana Giacomini

    Oi seus lindos, nunca comento aqui pois sempre escuto o cast no trabalho ou no ônibus e nunca lembro de comentar depois ou porque nunca tenho o que comentar mesmo, mas falou de sexo já tenho muito o que dizer.

    Enquanto vocês falavam da origem da monogamia me veio na cabeça uma das aulas que tive na faculdade, sou formada em biologia e numa das aulas estávamos falando sobre comportamento animal ligado ao sexo, no caso nos mamíferos.

    A grande maioria dos mamíferos, principalmente os primatas, quando a fêmea está no momento de reprodução ela demonstra isso de várias formas, as mamas aumentam consideravelmente, a genitália fica mais inchada e saliente, com mais vascularização e vários outros sinais de que a fêmea está pronta para acasalar. É normal não haver uma monogamia nos mamíferos, a reprodução sempre foi vista como para perpetuação da espécie, então os animais vão cruzar, vai ter a transferência de genes para o filhote e o macho vai ajudar a fêmea, em alguns casos e algumas espécies, na proteção e “criação” daquela cria até eles serem independentes, o que varia de grupos para grupos, pq em algumas espécies o macho vai só senta-lhe a rola no máximo de fêmeas que conseguir e a fêmea que vai ser responsável por fazer o filhote sobreviver até a fase juvenil e ser independente.

    O macho gasta uma grande energia pra cuidar da prole e evitar que outras machos fecundem a fêmea que é “dele” (no caso que gerou o filhote que carrega os genes dele), por isso ele só vai cuidar duma prole que é dele, que ele tenha certeza que os genes são dele, se ele for cruzar com uma fêmea com filhotes de outro macho a probabilidade de ele matar os filhotes que ainda não são independentes da mãe são altíssimas, isso ocorre muito em grupo que ocorre troca de macho alfa.

    Tá, mas e os humanos? Os humanos foram tendo modificações nesse comportamento por um motivo bem sutil, a cria humana é uma das crias que mais demora para ser independente, um “filhote humano” precisa de anos de cuidado para conseguir viver sozinho e isso demanda de um gasto energético absurdo! Sendo assim a espécie humana desenvolveu técnicas. No caso a fêmea desenvolveu, a fêmea humana com o passar do tempo aprendeu a “esconder” sinais do cio para que o macho ficasse sempre próximo, assim ele ficando próximo outro macho não se aproximaria para fecundar ela no período de reprodução e ele não teria que cuidar de uma cria que não tivesse os genes dele e a fêmea teria ajuda e proteção, todos saem ganhando.

    Eu acho a parte de comportamento sexual a coisa mais doida que existe pq é tudo tão mais simples, mas dai a gente tem que meter religião, culturas e mais mil coisas no meio e estragar com tudo, o negócio é ser que nem os bonobos, que fazem sexo até pra resolver conflitos, segundo as más línguas.

    Ah, e vale sempre lembrar, nós somos sim animais viu galera, nós somos tão primatas quanto qualquer outro, não é porque aprendemos a empilhar uns blocos de concreto, usar smartphones ou dirigir carros que somos menos animais que qualquer outro, então não se ofendam com “filhote humano”, “cria” ou “fêmea”, são só termos mesmo.

    Mas no mais era isso, desculpa se eu falei alguma bobagem, ou não também, a internet tá aqui pra isso.

  • Juliana Giacomini

    Oi gente linda, nunca comento aqui pois sempre escuto o cast no trabalho ou no ônibus e nunca lembro de comentar depois ou porque nunca tenho o que comentar mesmo, mas falou de sexo já tenho muito o que dizer.

    Enquanto vocês falavam da origem da monogamia me veio na cabeça uma das aulas que tive na faculdade, sou formada em biologia e numa das aulas estávamos falando sobre comportamento animal ligado ao sexo, no caso dos mamíferos.

    A grande maioria dos mamíferos, principalmente os primatas, quando a fêmea está no momento de reprodução ela demonstra isso de várias formas, as mamas aumentam consideravelmente, a genitália fica mais inchada e saliente, com mais vascularização e vários outros sinais de que a fêmea está pronta para acasalar. É normal não haver uma monogamia nos mamíferos, a reprodução sempre foi vista como para perpetuação da espécie, então os animais vão cruzar, vai ter a transferência de genes para o filhote e o macho vai ajudar a fêmea, em alguns casos e algumas espécies, na proteção e “criação” daquela cria até eles serem independentes, o que varia de grupos para grupos, pq em algumas espécies o macho vai só senta-lhe a rola no máximo de fêmeas que conseguir e a fêmea que vai ser responsável por fazer o filhote sobreviver até a fase juvenil e ser independente.

    O macho gasta uma grande energia pra cuidar da prole e evitar que outras machos fecundem a fêmea que é “dele” (no caso que gerou o filhote que carrega os genes dele), por isso ele só vai cuidar duma prole que é dele, que ele tenha certeza que os genes são dele, se ele for cruzar com uma fêmea com filhotes de outro macho a probabilidade de ele matar os filhotes que ainda não são independentes da mãe são altíssimas, isso ocorre muito em grupo que ocorre troca de macho alfa.

    Tá, mas e os humanos? Os humanos foram tendo modificações nesse comportamento por um motivo bem sutil, a cria humana é uma das crias que mais demora para ser independente, um “filhote humano” precisa de anos de cuidado para conseguir viver sozinho e isso demanda de um gasto energético absurdo! Sendo assim a espécie humana desenvolveu técnicas. No caso a fêmea desenvolveu, a fêmea humana com o passar do tempo aprendeu a “esconder” sinais do cio para que o macho ficasse sempre próximo, assim ele ficando próximo outro macho não se aproximaria para fecundar ela no período de reprodução e ele não teria que cuidar de uma cria que não tivesse os genes dele e a fêmea teria ajuda e proteção, todos saem ganhando.

    Eu acho a parte de comportamento sexual a coisa mais doida que existe pq é tudo tão mais simples, mas dai a gente tem que meter religião, culturas e mais mil coisas no meio e estragar com tudo, o negócio é ser que nem os bonobos, que fazem sexo até pra resolver conflitos, segundo as más línguas.

    Ah, e vale sempre lembrar, nós somos sim animais viu galera, nós somos tão primatas quanto qualquer outro, não é porque aprendemos a empilhar uns blocos de concreto, usar smartphones ou dirigir carros que somos menos animais que qualquer outro, então não se ofendam com “filhote humano”, “cria” ou “fêmea”, são só termos mesmo.

    Mas no mais era isso, desculpa se eu falei alguma bobagem, ou não também, a internet tá aqui pra isso.

  • Gabrielle Moreira

    Muito bom o episódio. Sobre magia sexual, tem uma cena na HQ Promethea do Alan Moore, que mostra de forma muito bonita e poética o significado do ato, de capa parte do corpo do homem e da mulher, os chacras, enfim… Vale muito a leitura.
    Gosto muito da forma como vcs abordam diversos assuntos. Bj pra todos.
    Ps: só não peço episódio de Promethea pq acho que já deve estar na agenda de vcs
    😉

    • Ira Croft

      Essa HQ é maravilhosa <3

    • Lucas Adriano

      Promethea+Pink Floyd = uma das melhores experiencias na 9ª arte que já tive.

  • Noctowl, o Pokémon Ciclone

    Mano o Kama Sutra é muito de boa, até minha vó tem uma cópia em casa, em dois volumes, é bem tranquilo.

  • Helil Neves

    Oi de novo, Andrei; o MFC mal começa e já nos surpreende soltando uma das músicas de “A Montanha Sagrada”, do Jodorowsky. Vocês conseguiram mesmo me surpreender, rsrsrs…

    Essa história do repolho é bem difundida, pelo menos pro americanos, tanto quanto a da cegonha. É possível encontrar referência à isso em muitas obras, não só a que a Nilda citou. O mesmo vale para as abelhas e tal.

    A Ira logo em seguida comenta sobre o herói japonês que nasceu do pêssego (Momotarō – momo = pêssego, tarō = garoto). Ele é tão popular no Japão quanto o Son Goku (o macaco, não o cara de Dragon Ball, heheheh). Existem muitas adaptações audiovisuais sobre esse personagem, desde as que contam sua história até às participações especiais em outras histórias. Sua participação no anime “Urusei Yatsura”, por exemplo, é uma tiração de sarro e tanto com o coitado.

    Uma das adaptações mais recentes, “Momo Kyun Sword” (2014), se encaixa bem no MFC da vez por ser um ecchi leve, onde Momoko é uma garota com dotes bem grandes. Não cheguei a ver o anime completo, então não vou recomendar. Fica para o tamanho da curiosidade da galera.

    Esse negócio do MFC anterior ser sobre filmes malditos, mais notadamente os de terror, me fez pensar que uma coisa legal de se elaborar é a relação entre o sexo e terror. Essa dobradinha não é aleatória, ela existe desde sempre. Taí o decote da Elsa Lanchester em “The Bride of Frankenstein” que não me deixa mentir (logo no início do filme, quando ela faz a própria Mary Shelley. A censura fez o desfavor de cortar os planos mais próximos do decote, mas existem ainda fotos still que provam a intenção do diretor James Whale – homossexual assumido, só pra deixar claro).

    Isso poderia dar um bom assunto para vocês, não sei se um programa inteiro, mas dá o que falar. É só você refletir que os cenobitas sadomasô do Clive Barker (“Hellraiser”) não são gratuitos. Vão muito além do mero exploitation, é um casamento psicológico rolando na tela.

    Por fim, Andrei, eu gostaria de aproveitar para pedir que outro comentário meu fosse tirado da caixa de SPAM. Foi no MFC 157 sobre Vampyrismo. Deixei lá os dados sobre um livro muito bacana sobre o assunto, de pesquisadores nacionais. Só não trata sobre a tal Cosmovisão Vampyrica, mas vale a pena dar uma procurada pelos sebos. Se for possível tirar do SPAM ficarei muito agradecido :)

    Abraços, antes que fique grande demais (opa) e vá parar no SPAM, rsrsrs

  • marcus

    Oi! Queria sugerir fazerem um episódio sobre American Horror Story, ou sobre algumas das histórias reais que inspiraram as temporadas. Abraço!

  • Matheus Rehem

    Tem um programa de TV de canal aberto lá na Noruega que mostra de forma aberta sobre a explicação da puberdade para quem está passando por ela, falando sobre sexualidade também. O que fez este programar ter um murmurinho é porque mostra exemplos de genitálias, com a apresentadora encostando em de alguns atores(mas só encostando, nada de algo estimulativo sexual). Enfim, vejam vocês mesmos, eu achei interessante a forma que é abordado, não sei em qual horário passa, mas com um mínimo de maturidade dá para ver como não sendo algo do tinhoso querendo comer crianças em todos os sentidos.
    Chama-se Pubertet, se não me engano tem no YouTube disponível

  • Rony Motta

    Amei a explicação dos Incubbus e Sucubus!!! Podcast incrivel! <3