Mundo Freak Confidencial 161 – Quem são os Deuses Americanos?

Escrito por Neil Gaiman, autor inglês famoso pelos roteiros nos quadrinhos, Deuses Americanos passou desapercebido por muitas pessoas até a série de TV ser produzida pelo canal Starz. Na trama, diversos deuses antigos (e novos) andam com a gente e brigam pelo poder de nossa audiência. 

Nesse Mundo Freak Confidencial, acompanhe o investigador Andrei Fernandes, Ira Croft, Marcos Keller e Juliana Ponzilacqua descobrindo quem são os verdadeiros deuses americanos. 

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Sobre Andrei Fernandes

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Falando de podcast com muita ousadia, alegria e misantropia. Também autor do livro Kalciferum, chanceler supremo do Freakstão e morador de Setealém.

54 Comentários

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  • Rodrigo M

    O começo ficou mt bom kkkk

  • Moah Oliveira

    Primeiramente quero agradecer pelo podcast. Tá maravilindo. Mas quero discordar de um ponto:
    -Ira disse que queriam sexualizar a Laura a todo momento. Na minha opinião, em nenhum momento achei isso. Pelo contrário,notei que eles mostraram mais o lado nojento de se andar como um cadáver ambulante por ai. Na parte do acidente,quando o tórax dela abre,aquela cena pra mim foi bem repulsiva,mas eu gostei porque pareceu eles dizendo: ó,não é porque ela tá morta que é invencível,que tá tudo tri de boas,que não tem problema nenhum. Pelo contrário,ela tá bem mais ”frágil”,digamos assim.
    Ao longo do seriado,tu percebe o corpo dela ficando pior,o cheiro também e as moscas na volta dela se acumulando. Não sei onde que tem sexualidade nisso.

    De resto,amei a série e estou amando o livro. Quero dar um destaque para a cena de uma das irmãs que está no terraço observando as estrelas(que não é exatamente como no livro) cheia de coisas na volta. Achei aquela cena tri mágica e tão bonita.
    Acho que é isso,continuem como o ótimo trabalho e um beijo especial para a Ju porque sim. <3

    • Ira Croft

      Eu não disse que queriam sexualizar a garota, foi o Andrei, eu concordei com o exagero nisso, porque eu não gosto dessa atriz (falei isso no programa) e prefiro a personagem do livro, que tem o aparato da decomposição.

  • Willi Wonka

    Não ouvi ainda, mas só pelo tema quero dizer que amo vocês.

  • Felipe Barbosa

    Deuses são reais se acredita neles

  • Gutemberg Nascimento

    Mas Vulcan não é Vulcanos (Hefesto) e não Ares?

    • Moah Oliveira

      Fiquei com a impressão que ele era Hefesto mesmo. Até deu uma espada que ele mesmo forjou para o Odin.

    • Marcos Keller

      É o Hefesto sim hein

    • Gilson Passos

      É Hefesto sim, tanto que ele forja as balas na caldeira.

    • Desculpe a vacilada. Tem toda a razão. Eu não conhecia o nome romano pelo qual é conhecido o Hefesto (Vulcan) então parti do pressuposto que seria um deus belicoso tipo Ares/Marte. Faz mais sentido ainda.

      • Gutemberg Nascimento

        Haha a principio eu pensei ser Ares tbm

    • Helil Neves

      O engano não foi tão sério assim se você levar em conta o que o Del Debbio diz. Ele localiza Hefesto em Geburah, tal qual Ares. A pegada é outra mas a esfera é a mesma.

  • Fenrir
    • nome

      São artes da Angela Chen (instagram: angchenart) Procurem postagens de outubro/novembro de 2015 para ver outros personagens.

    • Júnior Souza

      Excelente. Essa da Bilquis eu já tinha visto.
      Muito inteligente isso.

  • DAAMMMNNNN Não quero tomar Spoiler (pois estou vendo a série, mas tb não queria perder o episódio do MFC…

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô papai, que delícia!

  • Auryo Jotha

    Concordo que depois dos 3 primeiros episódios a série fica muito arrastada. A história da “noiva cadáver” é interessante por causa do segundo ponto de vista da relação dela com o Shadow, mas ficar um episódio inteiro olhando para a cara de desgosto daquela mulher foi desnecessário, em uns 15 minutos já dava pra pegar a ideia. Enfim… Quando a série volta a ficar boa lá no oitavo episódio, a temporada bizarramente acaba… aquele “cliff-hang” ficou mais para um “coito interrompido”. ¯_(ツ)_/¯

    P.S.: “Eu vou dizer uma coisa que você vai querer me machucar, mas o que eu vou dizer… tem que ser dito: Deuses são reais se acredita neles” kkkkkkkkkkk ou melhor huehuehuehue Brazilian Gods

  • Luiz H. Ramos luizhramos

    Conheci o Podcast faz pouco tempo, e AMO as criticas do Marcos Keller, cast passado pegou todos os reaças criticando Tatcher, Ronald Reagan e etc, nesse já deu direto na espinha dos Liberteen falando do “Mercado”, esse papo de mercado se auto regular é uma baboseira sem tamanho, e finalmente achei alguém que consegue sintetizar esse meu sentimento.

    • Gostei do termo Liberteen, parece se adequar aos reaçaboys.

      • Andrei Miranda

        Fala meu xará. Na verdade Liberteen é um termo “pejorativo” para os liberais, bem contrario de reaça que é para os conservadores.

        • Fala meu xará (2). A maioria dos liberias brasileiros que conheço são reaças. Afinal, apesar de manterem um discurso “liberal” raso, se aliam com vários traços de direita conservadora (e as vezes ultradireita ou altright).

          • Luiz H. Ramos luizhramos

            BOA ANDREI FERNANDES! HAHHAHA, só tem reaça no Brasil, e esse ai provavelmente se queimou.

          • Andrei Miranda

            Calma ai gente, só achei que o Andrei não tinha confundindo o termo, meu comentário foi etimológico e não politico, então desconsiderei desvios ideologicos em geral.

          • MAS GENTE CALMA hahaha. Vamos continuar mantendo o MFC um terreno freepolitik ou vira loucura. Só respondi o que eu achava, não foi um ataque. vamos dar as mãos e cantar cumbaia

          • Andrei Miranda

            ♪ Cumbaia Senhor, Cumbaia ♪. Pois é, que gratuito.

          • Bovver

            Freepolitik??? Todo podcast tem um ataque a direita e ao liberalismo. Para ser freepolitik está muito longe.

          • ihhh pistolou perdeu

          • Luiz H. Ramos luizhramos

            Quem acha ruim que não escute, assim é até bom, seleciona os ouvintes, leia meu comentário original novamente!

          • Bovver

            Selecionar os ouvintes? Desculpa não sabia que era exclusiva para ouvintes super sábios, detentores da verdade universal e que preferem se fechar em guetos. Mas blz. Só coloquei que para ser um podcast do jeito falado pelo Andrei está muito longe……..Eu preferiria que a parte politica não fizesse parte do podcast, mas……

  • Andrei Miranda

    Normalmente eu acho a maioria das series meio corridas demais, então eu achei que a adaptação está em um ritmo agradavel, Mas estou ciente que sou um ponto fora da curva,

  • Os casts de vocês sobre temas pop sempre trazem um novo olhar sobre as coisas, sempre cheio de curiosidades. Por isso sou fã desse cast <3

  • Teikerize

    <3 Citações sarcásticas ao Big Wolf <3
    <3 Keller <3
    <3 Sexta fera <3
    <3 Fui <3
    (edit) <3 Loki = Sérgio Malandro <3

  • Carol G.

    D E U S E S S A O R E A I S S E A C R E D I T A N E L E S

  • Lou Bloom

    Muito bom o podcast, mas eu não poderia discordar mais de vocês quanto à primeira temporada da série (eu não li o livro).

    São 8 episódios onde a trama praticamente não anda (o clímax do finale foi uma revelação que já tinham feito no 5º episódio), as críticas sociais são esfregadas na sua cara sem sutileza alguma, grande parte dos diálogos não soam naturais e são expositivos em excesso, e não mantém uma coesão narrativa (o que não é necessariamente ruim, mas me pareceu mais uma escolha de estilo que não leva a lugar nenhum).

    Os únicos episodios que eu realmente gostei foram os dois “fillers”, principalmente o da Laura. Ela é uma personagem infinitamente mais interessante que o Shadow (protagonista mais sem graça da TV), o Craig Zobel é MUITO melhor diretor que o David Slade, então as insuportáveis escolhas estéticas do Bryan Fuller são utilizadas apenas quando deveriam, principalmente o slow motion (que em outros episódios é totalmente desnecessário e usado apenas como uma escolha estética, neste ele é utilizado apenas em momentos pontuais), e a Emily Browning se provou uma ótima atriz, tanto como Laura quanto como Essie. Aliás, a dupla dela com o Sweeney é o único motivo por eu ter chegado até o 8º episódio.

    Eu não costumo utilizar essa expressão, mas essa série é a definição de “style over substance”! As escolhas estéticas recebem muito mais atenção do que a narrativa, influenciando bastante o ritmo.

    PS: o Bryan Fuller é o Zack Snyder da TV! Não consegue contar uma estória de maneira coesa, usa o slow motion em excesso e tem a sutileza de um elefante.

    • Apesar dos três primeiros episódios me agradarem não tenho como discordar de você não. Sobre mim, eu falei que o exagero e coisas jogadas na cara me incomodaram na série. E como isso destoa do livro, esse sim, que é menos piegas e mais sutil.

  • Matanui

    É importante ressaltar que essa arvore começa no ano 1500 antes de cristo, mas nós homo sapiens estamos aqui a mais de 300 mil anos e sempre tivemos religiões, são não tínhamos esse nome e não temos muitos registros, mas acho interessante ver que tudo indica que no “começo”, mesmo com tantas tribos espalhadas pelo mundo, o mundo todo acreditava quase que na mesma coisa e conforme o tempo passa, mais vamos nos separando, até que a globalização tenta unir novamente e esse ciclo é representado em várias religiões. Do pó viemos e ao pó retornaremos. “O Todo é Mente; o Universo é mental.”

    • Verdade.

    • Gregori Maus

      Interessante mesmo. Existe uma tese do escritor Don Richardson no qual ele estudou vários povos ao redor do mundo e sintetizou o que ele chama de
      Fator Melquisedeque. Uma leitura muito válida sobre este assunto.

  • Richelly Italo

    Eu tive que voltar pra ouvir o início, ficou muito engraçado.

  • Douglas Rainho

    Não sei, tô com sentimentos conflitantes com esse episódio.
    De um lado, gostei pois introduz ao leigo a forma de criação de entidades (deuses, divindades e afins) e por outro não sei se a manifestação dos participantes me agradou. Sinceramente to naquele limbo do estranhamento.

    Bom, de fato é que Deuses Americanos mostra a necessidade da crença humana, como procuramos substituir “antigos deuses” pela nossa vida. Vivencio isso em minha vida pessoal com os cientistas, que endeusam a ciência e esquecem que sua missão é investigar, refutar e estar aberto a possibilidades.

    Bom, vou tentar ouvir mais uma vez para ver o que me causou esse incomodo, se eu conseguir descobrir, volto para deixar minha opinião.

    • Mande o feedback se achar o incomodo, sabe que estamos aqui pra isso.

    • Ira Croft

      Inevitavelmente brincamos demais e isso pode ter incomodado sim, não queríamos fazer um programa sobre o filme ou o livro (análise), mas um bate papo de espectadores.

  • Gleyson do Nascimento Gama

    Olá Freaks, primeiramente parabéns pelo cast mundo freak, em segundo lugar gostaria de sugerir um assunto para ser abordado em alguma pauta de um programa futuro.

    Desde
    o ano passado ouço falar sobre um assunto relacionado ao apocalipse ou
    ufologia datado para 23/09/2017, ou seja em exatos 2 meses. O tema
    aborda astronomia, astrologia e de certa forma está contextualizada pelo
    livro apocalipse da Bíblia.

    Segue alguns links relacionados ao assunto:

    1 – http://www.oarrebatamento.net/os-estudos-mais-recentes/2017-o-unico-grande-sinal.html
    2 – http://www.extraterrestreonline.com.br/2017/05/23-de-setembro-de-2017-sera-o-grande.html
    3 – https://www.youtube.com/watch?v=I-J55NAbHoE

  • Marcelo Marzola Duarte

    Li texto; engraçado talvez eu tenha assistido filmes do Clint Eastwood demais; mas quando ele usa o termo “sobrevivência” e “merecimento”…..Esses termos nunca dão certo juntos….Quando vc começa a pensar quem merece ou não sobreviver…..Bom esse pensamento das religiões reveladas….uma religião natural….ao meu ver….lida mais com fato de que nós ja estamos aki e pra onde agente pode ir pra depois disso. Um Cristão está numa estrada, um pagão está numa floresta, metaforicamente falando.

  • Ana Souza

    quando eu fumava, se o cigarro caisse no chão, eu deixava pq “o santo pediu”, e acendia outro… até que um dia eu só tinha um cigarro e mais nenhum puto no bolso no meio da madrugada…. caiu no chão, mas me desculpei, peguei e voltei a fumar porque, quando a farinha é pouca, meu pirão primeiro!! huahuahuauhuah

  • Adriano Rodrigues

    Bem divertido esse podcast. Fala sobre crenças e como nós tomamos como verdade aquilo que nos é repetido com mais frequência.

    Nesse aspecto que o Andrei falou, sobre o que é o presidente, a instituição democrática, o Estado moderno, etc. Só me lembrei da conversa do Varys com o Tyrion no Game of Thrones (livro), onde um rei, um sumo sacerdote e um rico comerciante tentam convencer o povo a seguir um deles. Aí ele pergunta: “Onde está o poder?” pro Tyrion. Tyrion não responde, então o Varys diz: “O poder está onde você acredita que ele está”.

  • Ouvindo novamente o episódio.

    Ficou muito legal toda a discussão.

    O conceito da obra é muito interessante, quase uma aplicação do mundos das ideias platônico em uma leitura nominalista, ou seja, conceitos ao serem pensados existem após serem pensados, aplicado aos deuses. É curioso como esse tema é quase uma obsessão do Gaiman.

    O capítulo mais bonito, para mim, é quando descreve os deuses africanos, só achei ruim a tradução não utilizar as grafias presentes na umbanda e no candomblé, como usar shangô ao invés de Xangô. A beleza da escrita do Gaiman é muito maior ao descrever esses deuses, o que achei muito interessante.

    Muito legal o episódio!

    PS: O Keller falando que o cristianismo usurpou datas, só me faz vir a mente o seguinte:

    https://www.youtube.com/watch?v=bPr6YHonwYo

    Tudo de bom!

    Tiago de Lima Castro

  • welder junior

    Caralho meu irmão. A galera só sabe reclamar puta que pariu. Se a mulher só existe no roteiro pra ser salva, reclamam. Se a mulher salva, reclamam também viu. Alô, kd a lógica? Ou é só vontade de reclamar de tudo?

  • deuses são reais se acredita neles