Mundo Freak Confidencial 160 – O extraordinário Rancho Skinwalker

Condado de Uintah, Utah. Uma região esquecida, amaldiçoada e semi abandonada até ser recolonizada pelos brancos. Lar de muitos mistérios e lendas, se tornou famosa por guardar uma infinidade de histórias macabras, insólitas e bem malucas. Sejam bem vindos ao Rancho Skinwalker!

Nesse Mundo Freak Confidencial, acompanhe o investigador Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna Lucas Balaminut correndo atrás de lobos a prova de bala, encontrando cachorros com sobretudo, avistando discos voadores, entrando em portais dimensionais e metidos em muitas conspirações malucas na terra do tio Sam. 

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Sobre Andrei Fernandes

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Designer, Ilustrador, aspirante a escritor, blogueiro e freak nas horas vagas!

59 Comentários

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  • Erich Bragança

    Veio no time certinho, tava a fim de saber sobre essa história ai

  • Vanessa Oliveira

    Ouvi mais cedo lá no grupo dos apoiadores. Muito bacana mesmo as histórias e principalmente a Bigelow Aerospace. Certamente se eu fosse bilionária eu faria esse tipo de coisa.
    Fiquei só na esperança de ter link pra ver o rancho no maps, não sei se minha busca tava certa e não consegui ver as coisas que o Lucas comentou.

  • Escudo de Papel

    gostei da teoria do lobo ser um Gangrel, Vampiro a mascara na veia kkkk

  • Dani Medeiros

    Os skinwalkers são bem conhecidos no folclore americano. Bem legal ouvir essa história aqui mas não conhecia essa da fazenda.

  • Renato

    O Rafael Jacaúna reconhece o sobrenome Bigelow do filme “Deuce Bigalow, Gigolô por Acidente”.

  • Wololo

    Esse rancho é uma filial do Projeto Portal.

    Fontes confiáveis me informaram.

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô papai, que delícia!

    Que a força esteja com você!
    Não, pera…

  • Te amo Andrei, casa comigo <3

  • Ia ser legal se uma das pessoas do rancho se chamasse Anakin.

  • Sobre o interessante ponto levantado pelo Rafael e muito bem pontuado pelo Lucas, vou adicionar 20 centavos aqui.

    O Rafael levantou o fato de conhecermos mais casos insólitos dos EUA do que de qualquer lugar do mundo.

    Concordo com tudo o que foi falado, mas acrescento outro ponto: o poder de mídia Norte-americano combinado com a penetração do idioma inglês no mundo. Sabemos mais de coisas de lá por sofremos bem mais influência americana do que de qualquer outro lugar.

    Se existir um “Svobodný svět” (Mundo Freak tcheco), eles devem dizer “nossa, pq a maioria dos casos insólitos acontece na Rússia”?

    • Eu vivo dizendo isso também. To tentando varias um pouco o discurso pra não ficar repetindo a mesma coisa todo episódio, mas é bem isso mesmo.

    • Daniel Cavassani

      Outra coisa pode ser a cultura. Nos EUA, caso acontece algo, isso é amplamente divulgado, as mídias vão monitorar isso para gerar história e consequentemente lucro, a pessoa que relatou o ocorrido também divulga isso e diversos especialistas vão no local. Enquanto no Brasil, caso alguém presencia um suposto avistamento, imediatamente associa ao demônio e corre para orar, ou grita que é o diabo para os vizinhos matarem (RIP ET de Varginha).
      Por isso concordo com Carl Sagan, os aliens atualmente são os demônios da idade média.

  • E se o Chupa-Cabra for um pet dos ETs de Varginha que escapou? E agora, céticos?

  • Momento piada ruim: seria o rancho Skinwalker onde os Skywalkers vão tomar cerveja Skin?

    • BAN

    • Eu deixo o microfone no mute e fico fazendo piada assim enquanto os outros participantes falam, pra passar a vontade hahahahaha

      • adauto alves

        É compreensivo Lucas

  • Comentário sério agora:

    O episódio ficou bem legal e não tinha escutado antes sobre esse rancho e todos esses relatos.

    É muito curioso como há uma relação direta entre esses fatos estranhos com indígenas nos EUA, sendo um ambiente com a presença desse histórico, vira um prato cheio.

    Parece uma coleção de fenômenos estranhos mesmo o local.

    Esse lado do Bigelow é bem interessante, sendo bem possível o negócio de ser uma base de pesquisa. Usar o nome Adamantium na empresa já é algo meio maluco, na minha opinião.

    Parabéns a todos pelo trabalho de pesquisa e discussão no episódio!

    Tiago

  • AzBats

    Parabéns pelo episódio. Foi um dos episódios mais intrigantes já produzidos pela equipe do Mundo Freak e um dos mais descontraídos, pelo visto, para gravar. O ritmo do episódio fluiu muito bem. Chega a ser bizarra a quantidade e variedade de fenômenos ocorridos numa mesma área. A localidade parece ser digna de um encontro de Arquivo X com o desenho do Scooby Doo. Continuem produzindo episódios como esse. Boa tarde e obrigado pelo episódio.

  • Gregori Maus

    Reitero aqui minha admiração pela genialidade do Rafael, que por inúmeras vezes esteve com a razão e antes mesmo de sua opinião ser avaliada já serviu de chacota pelo Andrei. Um exemplo disto foi neste episódio, no tangente ao termo “sobrenatural”. Ora, o sobrenatural é algo que transcende a natureza, e de modo geral, discos voadores e alienígenas (com raras exceções) são entendidos como seres que NATURALMENTE evoluíram e desenvolveram suas tecnologias. O fato de você Andrei não acreditar na existência deles, não os torna sobrenaturais.
    Fica a dica. ;-)

    • Os alienígenas são entendidos como naturais por quem quiser entender assim, né. Por que pra muita gente, discos voadores e alienígenas (da forma descrita por esses casos) é sobrenatural. Essas raras exceções que você cita, ao meu ver, não são exceções. Você talvez pense assim por causa das fontes de informação que está acostumado, ou talvez por qualquer outro motivo. Na minha visão pessoal, a forma com que muitos programas sensacionalistas (como Alienígenas do Passado) tratam esse tema cai na categoria de sobrenatural.

      Conheço várias pessoas que acreditam que fantasmas e espíritos fazem parte da natureza, só não entendemos como. Tem gente que acredita que projeção astral é possível e é uma habilidade que pode ser alcançada atravez de algum tipo de evolução. Usando a lógica que você apresentou de que algo que faz parte da natureza não é sobrenatural, fantasmas, espíritos e projeção astral fariam parte do natural, não do sobrenatural, e a classificação suportamente errônia seria fruto da ignorância humana.

      A verdade é que não existe um limite lógico entre natural e sobrenatural, essa definição é puramente categórica. Logo, toda tentativa de divisão rígida para com temas desse tipo será sempre arbitrária. Cada um divide como quiser. O Rafael não inclue alienígenas em sobrenatural; o Andrei inclue. Nenhum dos dois está necessariamente errado. Assim como o fato do Andrei não acreditar em alienígenas não os torna sobrenaturais, o fato de você, Gregori, acreditar neles não os torna naturais. Discutir por categorização arbitrária é besteira. Vale mais a pena a gente discutir os assuntos em si do que essa categorização.

      • Gregori Maus

        Lucas, meu comentário era 80% zoação com Andrei e 20% sério. Mas assim, concordo com você em vários pontos, principalmente sobre a arbitrariedade da categorização, porém vale ressaltar o seguinte: dentro do naturalismo filosófico (que rege basicamente todo o pensamento científico atual), somente causas naturais são necessárias para gerar vida e informação (não me pergunte-me como) , sendo assim, seres alienígenas seriam invariavelmente seres naturais.
        Mas se analisarmos o conceito de “natural” de uma forma histórica, percebemos que vários fenômenos antes considerados “sobrenaturais” hoje estão dentro da categoria de natural, o que nos faz pensar que o “sobrenatural” nada mais é do que o “natural” que ainda não foi entendido e explicado (o que remete aos espíritos e fantasmas que mencionaste). Sim, o fato de crer ou não em aliens não os torna naturais e nem sobrenaturais, o que quis dizer no meu comentário anterior, é que se você tiver o naturalismo filosófico como base de seu pensamento (o que me parece ser a cosmovisão que o Andrei possui) e acreditar na existência de seres outros planetas (mesmo que não acredite que eles nos visitam) , por motivos de coerência, você deve considerá-los seres naturais.

        E não esquenta, gosto de todos vocês. Por isso esse podcast é o meu preferido nas interwebs!

        Abração!

        • Yep. Vale ainda ressaltar que, dentro do mesmo pensamento científico atual, pra ser natural, precisa de uma descrição de como aquilo se dá atrávez da natureza. Simplesmente afirmar que existe não é suficiente. Caso contrário, poderíamos afirmar que qualquer coisa é natural atravez de somente causa naturais, o que incluiria fantasmas. Pelos mesmos motivos de coerência que você aponta, fantasmas poderiam ser deveriam ser considerados naturais. Tá vendo o problema? O problema não está em incluir ou excluir alienígenas na categoria de sobrenatural, mas em usar a categoria em si. Quem sabe um dia eu não consiga discutir naturalismo e categorização mais a fundo em um MFC?

          Eu tenho um amigo biólogo que uma vez me disse o seguinte: “se eu tivesse acesso à todos os exemplares de todos os seres vivos que já existiram, eu não conseguiria criar classificações de espécies pois seria impossível dizer onde uma espécie termina e a outra acaba. Ou eu classificaria cada ser vivo que já existiu como uma específica individual, ou eu classificaria todos os seres vivos como pertencentes à uma única especíe. Qualquer outra classificação seria arbitrária e ilógica.”

          Eu ouvi isso quando eu tinha uns 16 anos, e me fez mudar a forma com que encaro classificações. A gente tem sempre que lembrar que elas ajudam a entender o mundo, mas também podem atrapalhar, e a natureza (ou mundo real, como queira) não liga pra elas hahahaha.

          Um prazer conversar contigo,

          Grande abraço :)

          • Gregori Maus

            Falou tudo (ou quase tudo, hehehe)! Também tenho “problemas” com as classificações e geralmente não as uso de forma categórica em uma conversa, porém me vali de “licença zoeirética” no primeiro comentário. Apesar de breve, foi uma conversa prazerosa a que tivemos.

            Abração!

  • Nyell Quantos

    Jacaúna sem coleira…

  • Aqualad/Muleque-Piranha

    ooopa

    nem ouvi o episódio
    e já não consigo dormir

  • Paulinho Quinzekg

    Galera nada a ver, mas .357 Magnum refere-se à munição e não à arma em si. Vários revólveres, por exemplo, fabricados por várias empresas diferentes “calçam” o calibre .357 Magnum, como a Colt, Smith & Wesson, Ruger e até a nossa Taurus.
    Dirty Harry usava um revólver calibre .44 Magnum que alimentava a câmara de seu icônico Smith & Wesson modelo 29.
    http://www.imfdb.org/wiki/Smith_%26_Wesson_Model_29

    Abraços!

    • Eu achei que o Jacaúna tivesse dito só “Magnum”, e aqui a gente chama qualquer pistola feita pela Auto Mag Corporation de Magnum, incluindo a Auto Mag do Dirty Harry.

  • Carolina Rocha

    Queria deixar um comentário sobre o ponto levantado pelo Rafael no começo do cast, sobre conhecermos mais casos sobrenaturais dos Estados Unidos do que qualquer outro lugar do mundo.

    Além do que já foi dito pelo Lucas e pelo Igor aqui no post, eu acho que também temos que levar em conta a questão religiosa (olha só a polêmica vindo).

    Do meu ponto de vista, o Brasil tem a religião como algo muito forte e muitas pessoas não acreditam em alienígenas, por exemplo, porque não existe esse conceito em sua religião (Católica, Evangélica). Alguns mitos são explicados pelo preconceito com outras religiões (como falar pejorativamente da macumba quando pensamos em Umbanda e/ou Candomblé) e outros acabam sendo mais regionais, como o próprio Rafael disse. Além disso, nossa própria cultura mitológica (o folclore) não é tão reconhecida e enaltecida, então muitos casos que podem acontecer eventualmente não terão o foco necessário.

    Nos Estados Unidos isso pode mudar pelos pontos que o Lucas e o Igor citaram (inclusive acredito que isso da imprensa é um ponto fortíssimo), mas fiquei na dúvida sobre como os norte-americanos enxergam essa mitologia e como eles misturam isso (caso seja esse o fato) com a religião predominante de lá, que acredito ser também o Cristianismo (me corrijam qualquer coisa). O que existe na cultura dos EUA que possibilita que tantas pessoas acreditem no sobrenatural quando existem essas questões religiosas?

    Não sei se me fiz entender, se foi meio idiota ou se ofendi alguém. Qualquer coisa, desculpa! É meu primeiro comentário. Hahahaha. E adorei o episódio, parabéns para a equipe mais uma vez! :)

    • Pelo contrário, Carolina; os pontos que eu levantei corroboram o que você disse. Como eu disse no episódio, é justamente o pensamento de colono cristão, entrenhado na cultura americana, que influencia tantos americanos à pensarem em qualquer cultura nativa ou exterior de forma mística, tenebrosa, negativa, pejorativa e menor – da mesma forma preconceituosa com que Umbanda é tratada no Brasil, como você bem mencionou. Quer ver outro exemplo disso? A maneira pejorativa com que americanos tratam a cultura trazida pelos escravos Haitianos, como o “voodoo”.

      Agradeço o comentário, seja muito bem vinda!
      Adoramos feedback e participação dos ouvintes!

      Volte sempre e um abraço :D

      • Carolina Rocha

        Oie! :D

        Entendo. Mas a impressão que eu tenho (que pode ser totalmente errada) é que nos EUA não existe muito essa visão preconceituosa, que eles dão mais veracidade aos fatos sobrenaturais… É isso mesmo ou estou viajando? Hahaha

        Obrigada por me explicar isso, acredito que você tenha bastante propriedade pra falar sobre.

        • Olá Carolina! Tudo bem contigo? Boa semaninha pra você!

          • Carolina Rocha

            Boa semana, Lucas! Obrigada pelos comentários!

        • Carol, do pouco que já conversei com uns amigos que moram lá não é muito bem assim. Lá tem como predominância o cristão protestante e é tão ou mais reacionário quanto a culturas diferentes quanto aqui. Tanto que lá é o berço dessas maluquices como Cientologia, terra plana, anti-vacinação, globalismo, reptilianos e por aí vai.

          Na minha opinião, que não dei muito no episódio já que ele ficou bem grande, é que como somos banhados pelo entretenimento norte-americano, pode ficar mais perceptível isso. Aí achamos que o que rola lá é mais normal ou divulgado que aqui. Mas temos nossa cota de lendas urbanas e mitos modernos também. Um salve para o chupa cu de goianinha.

          • Carolina Rocha

            Perfeito, Andrei! Realmente existe essa influência muito forte, tanto que eu jurava que eles botavam mesmo fé em muitos mais casos sobrenaturais do que aqui! Hahahaha. Obrigada por esclarecer! :)

  • El Luchador

    Excelente episódio! Conversa completinha sobre o tema.
    Parabéns! Estavam empolgados.

  • Moah Oliveira

    Esse lugar é tão Night Vale.

  • WSRK

    Caraca! Conheço o caso por alto, mas aposto que vai ser uma viagem muito boa.
    Ansioso pra ouvir esse episódio! (mas não tenho coragem de ouvir agora de noite kkkk)

  • Saints Fall

    Eu adoro esses temas, mas fico com pena pq em meio a tantos relatos que podem ter de fato acontecido todos perdem a credibilidade por conta de um ou outro mais bizarro que as vezes foi pilha de alguém querendo pegar carona na fama do lugar…

    Basta que um ultrapasse o limiar do “plausível” que ai todos os outros se perdem rsrsrs não da nem pra contra argumentar, mas é realmente uma pena.

    O relato do lobo, numa região onde tinha grande incidência de índios ainda estava no status de “beleza, interessante”.
    O relato do possível pé grande também ainda esta no status de “beleza, ainda interessante”.
    Ai os cachorros fumantes de sobretudo já foi pro “ué? perai…”

    Mas um ótimo podcast, descontraído e gostoso de ouvir, como sempre.

    Eu na minha posição de I want to believer – se é que isso existe, sempre curto esses episódios mais insolitos.

    Keep up with the great job!

    • Teu primeiro parágrafo descreve quase tudo relaiconado à Ufologia. Quando tu começa a dar crédito pra um ufólogo, ele lança um vídeo de bonecão estilo ET Bilu. Quando tu começa a dar crédito pra um caso, vem lendas de cachorro de sobretudo. E por aí vai. Haha assim fica difícil.

      • Saints Fall

        Exatamente Lucas, um dos poucos que vai na contramão dessa “tendência” e acho que deveria ser um exemplo a ser seguido por todos esses caras que julgam ter realmente vivido uma experiencia reveladora é o Carlos Alberto Machado.
        O cara é realmente um investigador, tenho o livro dele e alem de bem documentado ele é bem pé no chão (ainda mais se colocado ao lado de caras tipo o Stan Romanek que tem até documentário no Netflix).
        Se todo ufólogo fosse moderado ou pelo menos sensato que nem ele talvez a gente pudesse dar um pouco mais de crédito… até lá é na base de bonecões e after effects pra angariar malucos que nem a gente rsrsrs

        • Concordo. Aliás, a galera tem que entender que colocar documentário no Netflix, ou música no Spotify, não é tão difícil assim. Qualquer pessoa com um mínimo de experiência em edição de vídeo e uma graninha pra torrar consegue colocar qualquer coisa nos serviços de stream, tanto é que o “documentário” do Romanek é feito nas coxas, por amadores, e tá lá no Netflix. Existem inúmeras distribuidoras que fazem isso por um preço relativamente baixo, como Quiver e Distribber. É só pagar e seguir as regras de conteúdo.

  • WSRK

    Excelente podcast!!

    (gostaria de sugerir Stan Romanek)

    • Obrigado.

      (E cara, por que você quer fazer isso com a gente?)

      • WSRK

        hehehehe que droga, né? Vou dar uma força no apoia-se pra dar um gás.. mas é uma tarefa meio ingrata, né? auhauahahu

        Po, a interação de vcs 3 é muito boa!

        • hahaha a gente tá aqui pra conversar sobre as coisas que a gente acha legal mesmo! :)

  • Ovo com Fundo Roxo

    Cidadezinhas de 500 mil habitantes. A capital Paraibana tem 500 mil h :/

    A densidade na Paraíba é realmente muito baixa, pois ocorre a mesma coisa, porém com cidades de 10 mil habitantes. Ou seriam vilarejos?

    • Cidadezinhas de 500 habitantes, e não 500 *mil*.

      • Ovo com Fundo Roxo

        Ah, beleza. Não, realmente não temos cidades de 500 habitantes. Só distritos :p

        Se forem isolados, esses lugarejos americanos devem ser bem bucólicos mesmo.

        • Tem uma a cada 5 minutos de estrada, sem exagerar. A galera aqui não liga de pegar estrada, qualquer viagem de menos de 1 hora é pouco incovênio. Assim eles podem morar nesses lugares mais afastados, até por que o fato de ser inóspito significa que o terreno é barato, então eles podem ter um terreno grande, com casa grande, piscina, lago, barco, plantação, etc – como uma chácara ou um pequeno sítio. Isso é muito comum aqui.

          • Ovo com Fundo Roxo

            Daí já não entendo novamente :D

            Se a diferença é de 5 min, dá o que? 8km? Isso não tão é longe, Lucas. Parece mais a continuação de uma região metropolitana.

            Mesmo cidades pequenas brasileiras tem esses bairros mais afastados, com algum aspecto rural. E cidades com menos de 10 km de distância não são tão isoladas assim. Dá até pra namorar na cidade vizinha.

          • Ovo, não sou eu quem define como funcionam as divisões de distritos e sub distritos. Eu só estou te comunicando. Tu acha que eu não sei que tem bairros afastados das cidades gandes? Chicago, por exemplo, tem bairro afastado até uma hora e meia de viagem do centro.

            Não é sobre esses bairros que me refito. As cidadezinhas que to te falando geralmente não são continuações metropolitanas, até por que a economia delas giram em torno de algo regional e não tem nenhuma metrópole por perto. Você tá tentando enquadrar a demografia amerinaca no que você conhece do Brasil. Isso não vai funcionar.

            Eu sei que é diferente, mas acho que se eu der um exemplo, você vai entender melhor. No link abaixo, lhe apresento Charleston, que fica mais ou menos no centro de Illinois. Sua economia gira em torno de uma pequena universidade estadual chamada Eastern Illinois University. A cidade tem 20 mil habitantes, sendo que destes, 10 mil são estudantes. É a grande metrópole num raio de 1 hora de viagem de carro. Em torno de Charleston, você encontra:

            . Hugo, Camargo, e Patterson Springs – economia delas gira em torno de uma usina processadora de milho.

            . Hugo e Hindsburu – economia baseada na distribuição de gás propano regional.

            . Embarrass – economia gira em torno da manuntenção e exploração dos lagos locais pra turismo e água.

            . Ashmore – venda de aparelhos, equipamentos e automóveis pra cultivo e plantação.

            . Diona – economia baseada em uma granja.

            . Campbell – economia gira em torno de turismo (sobre o Lincoln e a época dele) e pequenas plantações locais.

            . Loxa – economia baseada no aeroporto local, usado principalmente pelos fazendeiros.

            Ainda tem Timothy, Hutton, Oilfield, Westfield, Doyles, Cleone, Clarckville, Lerna, Janesville, Toledo, Johnston, Trilla, Bushton, Radin, e Greenup. Todas essas, e as que citei anteriormente, tem menos de 1000 habitantes e estão entre 5 e 15 minutos de viagem de carro, partindo de Charleston. Cada uma tem sua história, sua prefeitura, suas leis municipais, e sua própria economia. Claro, elas conversam muito entre si, até por estarem tão próximas e serem especializadas. Quando precisam de hospital, vão pro hospital que fica entre Charleston e Matton, por exemplo. Mas elas não estão perto de uma grande área urbana, nem dependem de uma.

            https://www.google.com/maps/place/Charleston,+IL+61920/@39.4900132,-88.2342863,13z/data=!3m1!4b1!4m5!3m4!1s0x88731d5ca60b168b:0x349051f4a9157c80!8m2!3d39.4961458!4d-88.1761521

          • Ovo com Fundo Roxo

            Exatamente por ser bastante habitada, eu não consigo considerá-la isolada. Talvez regiões do centro-oeste americano, mas não essa região do Illinois. Infelizmente, pesa o fato de eu ter crescido em uma área assim, mas não vejo muita diferença dessas comunidades mais afastadas, porém bastante habitadas e coladas umas nas outras, de áreas mais afastadas de uma região metropolitana, por exemplo.

            Claro, têm aquele aspecto mais rural, não são tão movimentadas quanto um bairro de uma grande cidade, mesmo assim, esse tipo de lugar possui trânsito diário de pessoas e mercadorias, muitas vezes de pessoas de fora. Novos ares, por assim dizer. Ao contrário de outras regiões.

            Apresento-lhe, por exemplo, Conceição. Localizada no extremo oeste do Estado da Paraíba, Conceição em si deve possuir entorno de 15 mil habitantes. Nada está a menos de 30 km de Conceição. Até algumas comunidades de Conceição estão a mais de 30 km. Por algum motivo, o Google Maps não informa que o nome da cidade é Conceição, mas dá para localizar pelo Aeroporto:

            https://www.google.com/maps/place/Aeroporto+de+Concei%C3%A7%C3%A3o/@-7.6204399,-38.5785818,12z/data=!4m13!1m7!3m6!1s0x7a6c8c16aac7359:0x4905da95eedc15df!2zQ29uY2Vpw6fDo28gLSBQQiwgQnJhc2ls!3b1!8m2!3d-7.5534945!4d-38.5039794!3m4!1s0x0:0xa0062c5fabf73f31!8m2!3d-7.558403!4d-38.4969842?hl=pt-BR

            Não faço a menor ideia de qual é a economia da cidade, além das prováveis Pecuária, Agricultura e Mineração. Mesmo assim, apesar de isolada, Conceição ainda tem algum movimento, pois uma das estradas estaduais é o contato direto entre áreas importantes da Paraíba e Pernambuco. Tem algum fluxo de trânsito, mercadorias, ônibus regulares, não lembro se tem linha férrea. Já outras cidades, meu amigo. Contramão é pouco.

            OBS: Você precisa ensinar o povo de Ashmore sobre proporção do corpo humano, pois apareceu a foto de outra estátua de Lincoln que só tem tronco e braço.

            OBS2: Meio intrometido, mas como anda o clima nas terra do Tio Sam? Essas confusões políticas ainda estão restritas ao noticiário e internet, ou vem alcançado algum aspecto do dia a dia?

          • Mas Ovo, eu nunca disse que essas áreas são completamente isoladas. Pelo contrário, eu acabei de dizer que elas conversam entre si. A diferença de um bairro afastado de Chicago e as cidadezinhas em torno de Charleston são exatamente as que eu apontei.

            Os bairros de Chicago são administrados pela prefeitura de Chicago, seguem as leis municipais de Chicago, caem no distrito eleitoral de Chicago, depende de negócios em Chicago pra movimentar sua economia, tem transportes diretos de trem pra ir e voltar de Chicago, pagam imposto pra Chicago, etc.

            As cidadezinhas que mostrei tem prefeituras próprias, leis municipais próprios, distrito eleitoral semi-próprio, economia própria, não tem transporte direto dedicado pra lugar nenhuma, pagam imposto pro próprio município, etc. Ao contrário do que você disse, elas não são bem habitadas. Várias das que eu citei não chegam nem a 500 habitantes, quem dera 1000, e nem demarcação de blocos tem. Mas é claro que elas possuem trânsito diário de pessoas e mercadorias, muitas vezes de pessoas de fora; elas são cidades! Seria muito difícil elas serem cidades sem isso. Acho que só pegando a estrada por aqui pra entender a diferença.