Resenha

[Recomendação] Ageha – Efeito Borboleta

“Será que a gente vai ser um dos primeiros da classe…? Acho que somos uns dos mais avançadinhos… Nem sei se o que estou prestes a fazer é virtuoso na posição de namorado, mas…”

O sonho de qualquer adolescente é chegar aos ‘por fins’ com sua namorada/namorado, mas e se toda vez que você estivesse próximo de atingir a meta o seu amor morresse e a “fase” fosse reiniciada com novos personagens e loucuras?

Motoki Tateha se vê preso a um experimento, onde existe apenas uma regra: se o amor por Ageha for consumado, correspondido ou negado, ela morrerá e a fase será reiniciada. Em meio a esse plot, nossos queridos personagens passam por loucuras que não devem ter vindo desse mundo.

Koushi Rikudou é especialista em desenhar mulheres em posições provocativas e cheias de curvas, o que é possível ver também em sua obra mais conhecida Excel Saga. Mas não se engane, seus traços são bem versáteis, com emulação de outros autores e páginas de encher os olhos.

Capa japonesa da 1ª edição

Ageha Efeito Borboleta é uma homenagem à toda cultura pop japonesa, cada “fase” da história tem elementos de filmes, mangás e jogos. O roteiro deixa um pouco a desejar, porém é divertidíssimo se atentar em cada detalhe e tentar descobrir as referências (a galera da JBC ajuda às vezes).

Se você curte jogos japoneses, coisas sem sentido e calcinhas, aproveita que Ageha Efeito Borboleta voltou às bancas. Compartilhem o que acharam desse mangá maluco e até a próxima Freaks.

Informações Técnicas

Título Nacional: Ageha – Efeito Borboleta

Título Original: Ageha

Autor: Koushi Rikudou

Editora: JBC

Completo em 2 volumes

Preço: R$ 14,50

Cerca de 200 páginas + 8 coloridas

Dimensões: 13,5 cm x 20,5 cm

Nível de Dificuldade de Leitura: Fácil

Nota Pessoal: 3,6/5,0

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