Preview

[Preview] Elder Scrolls V: Skyrim

Estamos a menos de um mês do lançamento deste game, e a cada imagem, vídeo ou texto sobre ele mostra o quão grandioso ele está prometendo ser. Eu, que nunca joguei um jogo sequer dessa série, estou coçando para comprar o Oblivion (o 4° jogo da série) para depois poder joga-lo, explorar o mundo de Skyrim, combater monstros existentes somente em nossas imaginações e o melhor de tudo, matar DRAGÕES!

Para começar essa prévia, vamos partir do principio, a empresa que está por trás do game, a Bethesda Softworks. 

Uma empresa criada em 1986 por Christopher Weaver, desenvolveu jogos para DOS, Windows, Atari e outras plataformas, da lista que pesquisei percebi que joguei quase nenhum jogo deles, muitos de esporte, alguns do Exterminador do Futuro, Call of Cthulhu, Star Trek, mais novos temos Brink e RAGE, mas duas séries são o grande sucesso dessa empresa. Fallout (depois de ter sido comprado da Interplay Entertainment, ou seja, a partir do 3 que eu recomendo a todos jogarem) e Elder Scrolls que começou em 1994.

Convenhamos que com tudo isso dá para ver que é uma empresa forte e que provavelmente nos entregará um jogo, no mínimo, muito bom.

Trailers

Agora voltando ao jogo, começaremos com o trailer de quando foi anunciado a data de lançamento, no Spike Video Game Awards, em 11 de dezembro de 2010:

 

Um simples trailer de anúncio, não? Errado! Dá para notar que eles conseguem fazer com que algo simples exploda no seu cérebro, e não digo somente pelos efeitos visuais, mesmo sendo detalhado, eles conseguem passar com as cores e os efeitos, como a baforada do dragão, que parece ser algo simples (não digo simples de deve ser fácil fazer, mas sim, a aparência usada, parece uma animação com papel e pedra). Achei a música, combinando perfeitamente com o trailer. E a história que o narrador conta, o modo como ele conta, a entonação, e a agressividade conforme vai ficando tenso, muito bom mesmo, só por esse trailer eu já fiquei muito animado.

Continuando, vamos ao segundo trailer, que data do dia 24 de fevereiro de 2011 no GameTrailers:

 

Neste trailer, vemos o que foi mostrado no primeiro e adicionando muitas cenas sobre o game, da parte do mundo, batalhas, magias e etc., algo que realmente impressiona graficamente. Mas não é só isso que faz um jogo ser bom, a história dele também tem que ser importante (aparentemente, com o que foi mostrado, acredito que seja).

 

Jogabilidade 

Lógico que não tem como falar sobre a jogabilidade de um jogo sem tê-lo jogado, e não, eu ainda não joguei, porém estarei fazendo uma análise com base no que foi divulgado.

O jogo segue um modo de história não-linear. Como disse antes, eu nunca joguei um jogo desse série, mas minhas pesquisas revelam algo tradicional da série, se for algo parecido com Fallout 3 acredito que deva ser bem interessante, dar a liberdade ao jogador de fazer o que quiser, andar por todo o mundo criado do jogo, sem se preocupar com a quest principal é interessante (tirando em GTA, não consigo gostar daquele jogo).

Quanto as quests, algo que me chamou a atenção foi o sistema Radiant Story, não sei se tinha nos outros jogos, mas esse sistema irá alterar as quests conforme as ações do jogador, influenciando tanto nos personagens quanto nos objetivos. O que me fará jogar várias vezes , já que será um jogo diferente cada vez.

As quests não completadas também afetarão o jogo, ao voltar ao NPC que lhe entregou a quest incompleta, o mesmo poderá requisitar favores ou algum treinamento em skills. Esse ponto precisarei ver como ficou, tenho minhas dúvidas quanto a esse sistema de “troca” de quest. E continuando nos NPCs, muitos poderão acompanhar o personagem, ajudando em combate. Só ESPERO que tenham uma boa AI, já que no mercado hoje em dia você encontra dezenas de jogos com uma “AI BURRA” te seguindo.

E você ainda poderá casar com algum NPC, isso já não faz muita diferença para mim, só vai fazer se influenciar diretamente na história do jogo.

O jogador também poderá entrar em facções, tendo quests especificas desses grupos, e a economia das cidades poderá ser influenciada pelo jogador, estimulando por fazer trabalhos, ou dificultando, sabotando prédios comerciais, o que pode deixar o jogo bem divertido em alguns momentos.

Na parte de criação de personagens basicamente começa igual a muitos RPGs de hoje em dia, escolhe a raça, sexo, detalhes e toda aquela perfumaria (não que seja ruim, mas acho que perde muito tempo, as vezes faço de qualquer jeito). Não há mais classes em Skyrim, foi substituído por um sistema de 18 habilidades, divididos em combate, magia e stealth, e treinando essas habilidades que farão o nível aumentar. Ao aumentar você poderá escolher uma perk dentro dessas habilidades. Interessante esse sistema, pois você não ficará preso as habilidades de uma classe especifica, poderá gerar uns combos interessantes das habilidades, fazendo com que o jogo fique cada vez mais diversificado quanto as possibilidades do que se pode fazer dentro dele.

As barras de energia, magia e fadiga normalmente estarão ocultas, só aparecerão quando estiverem sendo diminuídas, quando se toma algum dano, solta uma magia e correm por exemplo, até ai nada demais, Castlevania: Lord of Shadows usa um sistema similar, e acho bem confortável ter a tela limpa trazendo essas informações somente quando  necessário.

Armas poderão ser forjadas e poderão ser colocadas uma em cada mão, permitindo o uso de duas armas, e podem ser trocadas através de um menu de acesso rápido de seus itens favoritos. Escudos poderão ser usados para tanto defesa como ataque, assim como arco e flecha que poderá ser utilizado tanto para ataques a longa distância assim como uma arma de defesa quando está em combate corpo-a-corpo, mostrando ainda mais a quantidade de opções de ações que podem ser utilizadas em combate, algo que não vi nos jogos atuais. Tem muito jogo que eu ainda não conferi, pode até ter um sistema com tantas opções, mas que eu me lembre esse é o que mais me mostrou elas.

E para finalizar essa parte, entramos na parte dos dragões, existem muitas raças diferentes de dragões, e uma coisa interessante é que ao matar um você poderá absorver a alma dele, e ter um Grito de Dragão, que nada mais são do que gritos de guerra, mas falados na língua nativa dos dragões. O personagem pode usar esses poderes já que ele é o último Dovahkiin (Nascido de Dragão). Foi falado que haverão vinte gritos de dragão no jogo, se conseguirmos utilizar esses gritos junto com os combos das habilidades, trarão mais opções de jogo, quanto mais informação é liberado sobre o jogo, mais se percebe na quantidade de possibilidades de métodos de combates e ações que irá nos proporcionar durante a jogatina.

 

História

 Aqui eu começo a falar sobre a parte que mais me segura em um jogo, a história:

A história de Skyrim se passa 200 anos depois de Oblivion, ou seja, não tem ligação direta com o anterior. O Império começou a ceder territórios para as nações Élficas, já que não há nenhum herdeiro para o trono do Imperador. Os Blades não tinham quem os defendessem, e aos poucos foram mortos, assassinados, ou se isolaram do resto do mundo. Depois do assassinato do Rei de Skyrim, uma guerra civil irrompe entre as raças nativas Nord – sendo a maioria aqueles que desejavam que Skyrim se separe do Império, e o resto sendo aqueles que desejam que permaneça no Império.

Uma introdução “ok, nada demais”, acredito que com um pouco de conhecimento sobre os outros jogos da série eu poderia falar um pouco mais sobre ela, do que se trata o Império, os Blades e etc, mas como ainda não joguei vamos continuar…

O jogo começa com o personagem do jogador como um prisioneiro desconhecido, no caminho para sua execução. O personagem eventualmente descobre que a guerra civil de Skyrim é o último de vários eventos proféticos preditos pelos Elder Scrolls, que também predizeram o retorno de Alduin, o deus nórdico da destruição. Assumindo a forma de um dragão gigante, Alduin foi profetizado para consumir o mundo com seus servos, os Jills (uma raça de dragões negros). O personagem do jogador é o último dos Dovahkiin (Nascido do Dragão), um caçador de dragões ungido pelos deuses para ajudar a afastar a ameaça que Alduin representa para Skyrim e Tamriel. Ajudando o jogador está Esbern, um dos últimos Blades.

E ai voltamos a parte que mais me empolga nesse jogo (depois da história, lógico), DRAGÕES! Os dragões estão vindo para acabar com o planeta, e você vai ser o único que pode impedir a bagunça, tendo em mente todas as informações que foram apresentadas nesse post até agora quanto a jogabilidade e a quantidade de ações que você poderá utilizar durante as batalhas. Você já pode colocar na sua mente que este será um jogo bem difícil, principalmente em matar os dragões com a melhor combinação de habilidades, o que vai ser bem diferente para cada dragão.

 

Conclusão

 Depois de toda essa análise, acredito que ira agradar quase todos os jogadores que gostem de RPGs, ou seja, tenham paciência com longos periodos sem ação e grande parte de conversa/história, pois acredito que o jogo será assim, apesar da grande quantidade de vídeos de ação que tem sido lançado.

E irá a agradar também nas possibilidades de ações, combinações de habilidades/magias, enfim, no que você poderá fazer dentro do jogo, vai ser algo com poucas limitações, ou seja, horas testando os prováveis inumeros combos possíveis.

E aqueles que gostam bastante de gráfico também não serão deixados para trás, o que foi mostrado em vídeos e nas imagens, mostra que essa parte também foi muito bem trabalhada.

Ou seja, um jogo que foi criado e polido em todos os aspectos, jogabilidade, gráficos e história, está para chegar, aguardem dia 11 de novembro por esse, acredito eu, incrível jogo.

Para mais informações, vídeos e imagens, acessem: http://www.elderscrolls.com/

 

Por Rafael Rataum

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