Mundo Freak Confidencial 182 – Aconteceu Comigo 13

Em mais um episódio do nosso tradicional podcast sobre relatos e causos dos ouvintes. Dessa vez vamos descobrir quem é Carmen de Amaro Junior, quem mora na casa de Claudia Janssen, sobre os mistérios da meia noite de Vande Spoth, quem frequenta o espetáculo de Selma Bosch, quem convidou o espectro de Mateus Rigote e quem pegou o sapato de Rafaela Hernandes. 

Nesse Mundo Freak Confidencial, acompanhe os investigadores Andrei FernandesMarcos Keller, Tupá Guerra e Leo Mito dando suas opiniões sobre as histórias contadas nesse episódio. 

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Sobre Andrei Fernandes

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Falando de podcast com muita ousadia, alegria e misantropia. Também autor do livro Kalciferum, chanceler supremo do Freakstão e morador de Setealém.

67 Comentários

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  • hellbolha2

    OLHA, MÃE! TÔ NO ACONTECEU COMIGO!!!

    • Ovo com Fundo Roxo

      Um dia. Um dia…

  • Willi Wonka

    Off topic na moral, mas vcs pretendem falar do filme Mãe! em algum momento? Vi esses dias e tô pirado com tanta alegoria e signos! Se fizessem seria belo e moral, só acho…

  • Aconteceu comigo quando eu tinhas uns 8 ou 9 anos.
    Passei anos com essa lembrança da infância, me assombrando. Era tão surreal que eu acreditava ser minha imaginação, ou algum sonho que me impressionou na época, ao ponto de eu ficar divagando durante o dia, e isso acabar se amalgamando às minhas recordações, feito memória de um fato real.
    Foi quando, ao visitar anos atrás uma avó, no interior do Paraná, e revendo várias tias que eu não via desde a infância, uma delas começa a relembrar fatos de família.
    Para a minha surpresa, ela conta para todos justo o fato que eu não conseguia distinguir da realidade, exatamente como eu me lembrava.
    Na época do fato, eu e minha mãe fomos, juntos com essa tia, visitar um parente distante em uma cidade próxima. Eu era uma criança hiperativa, não conseguia ficar ali naquela roda de conversa entre adultos, sendo a única criança. Resolvi sair para fora da casa, vasculhando o quintal atrás de alguma coisa interessante, alguma peraltice a se fazer. Nada havia a se fazer. Estava entediado, à deriva pelo quintal quando vejo um pequeno portão, separando o terreno da casa do terreno do vizinho. Espiando pelo portão, vejo que é um terreno baldio, e de imediato eu passo por ele. O terreno mostrava indícios de que havia uma casa, ainda havia marcas no chão onde ficavam paredes, pisos, era nítido todo o contorno da construção, que havia sido demolida e o entulho totalmente retirado do terreno, que estava completamente vazio. Continuo a andar durante vários minutos pelo local, tentando identificar a localização da sala, da cozinha, do banheiro, dos quartos. Logo perco o interesse e caminho pelo resto do terreno, sem nada encontrar e acabo retornando ao portão, em direção à casa onde se desenrolava a chata conversa entre adultos.
    Logo ao passar pelo portão e fechá-lo, dou de cara com minha tia, ela paralisando de imediato ao me ver. Havia saído da casa para me procurar, e quando finalmente me encontrou, algo atrás de mim a congelou. Eu me virei de imediato, a poucos passos do portão, e vejo a figura enorme e escura de um cachorro dobermann, rente às grades, olhando fixamente nos meus olhos, sem emitir um único latido.
    Isso ocorreu nos anos 80. Dobermann era uma raça muito visada para segurança, equivalente à agressividade e popularidade do Rottweiler hoje em dia. E para uma criança da minha estatura na época, aquele cão poderia fatalmente acabar com minha vida em questão de segundos. Mas como eu havia escapado milagrosamente do alcance dele, sendo que andei por todo aquele terreno e não o encontrei em lugar algum? Não havia casinha de cachorro, não haviam fezes, não havia onde ele se esconder nem mesmo portões de acesso a outros terrenos. Mas o que mais me assombrou naquele encontro com cão era o silêncio dele, aqueles olhos me paralisando, ignorando a minha tia e olhando fixamente no meu rosto, era algo sobrenatural, algo que eu não conseguia reconhecer de outros cães que eu havia visto na época. Seu porte diante do portão, gigantesco aos meus olhos, ele não mexia um músculo, e eu sequer havia escutado ele chegar até o portão, o que só poderia ser justificado dele ter percorrido uma grande distância a grande velocidade, visto que eu mal fechara o portão, vira minha tia assustada e logo me virando. Eu teria escutado o cachorro se aproximando, escorregando pela terra, tentando me alcançar. Teria ouvido o som das mandíbulas se fechando, quase me mordendo.
    Mas não. Ele surgiu do nada. E essa lembrança acabou se transformando nesse fato fantástico, o qual chegou uma determinada altura da minha vida que parecia imaginação, mas depois de ouvir essa minha velha tia contar essa lembrança, ainda impressionada depois de tanto tempo, eu não consigo fazer nada além de tremer, relembrando daquela criatura assombrosa.

  • Clown

    VOU SAIR CORRENDO PARA BAIXAR AGORA MESMO!

  • Oi a a todos,

    Muito legal o episódio. Só uns comentários:

    1) Sobre os casos que citam suicídio, a situação de suicídio na família deve ser bem difícil mesmo.
    A parte dos umbrais no espiritismo é mais uma questão consciencial do que punições externas. Como a pessoa está em um sofrimento gigantesco para ver o suicídio como saída, o que ocorre é que esse sofrimento não cessa e daí ele continua presente com o acréscimo da confusão pela morte, além de que no mundo espiritual, como em processos de projeção da consciência, as sensações são mais intensas, e como todo o sofrimento que levou ao sentimento não se extinguiu, o Espírito exterioriza tal sofrimento.
    As descrições do meio espírita e tal, são generalizações de algumas narrativas de Espíritos de sua situação específica. Ao estudar com calma os textos do Kardec, fica claro que as descrições trazidos pelos Espíritos são exteriorizações do sofrimento interno e o foto do diálogo com Espíritos que passaram pelo suicídio é tentar ajudar a lidar com esse sofrimento e seguir em frente. Infelizmente, o meio espírita fez um bom reducionismo culposo desses relatos. As descrições são bem amplas e variadas, ao fazer uma redução fenomenológica nos diversos casos, o que fica mesmo é uma continuidade do sofrimento anterior, só isso, e que em alguns casos se exterioriza na forma como o Espírito visualiza seu entorno.
    Que as famílias possam ficar em paz com a situação!

    2) Confesso que ao escutar as histórias do seu Leocádio, e a etimologia do nome, já lembrei disso aqui:

    https://uploads.disquscdn.com/images/c9d4607276e91b7d914b58edcf4cc7d482d1df2b5bbb15bf1b99be0cd3675568.jpg

    https://uploads.disquscdn.com/images/24ac3fff596f97776681e977c1bd3faead79fe80e4dda78c7763f68666eef02d.jpg

    https://uploads.disquscdn.com/images/e6072609862a2f35ccfd017f4d98bdad5cb1e67056663b2819226e4a0ca444e9.jpg

    https://www.youtube.com/watch?v=_QzUfOWtbEo

    https://www.youtube.com/watch?v=9PUGtZlHd1g

    3) O Teatro de São Caetano tem umas histórias bizarras mesmo. Pessoalmente, já tive experiência de estar dando aula e alguém entrar na sala, atravessando a parede, e ver minha aula, e depois ir embora.
    A explicação do Leonardo, que dialoga com a metapsíquica ou parapsicologia, acaba funcionando bem, até porque o Teatro é um local visto como de liberdade e tudo o mais, aí junta pensamentos mesmo. Além da própria ideia que durante os ensaios e atividades, entra e sai tanta gente que nunca se tem certeza de quem está no local.

    4) Sobre esse caso da senhora e tal, das coisas estranhas, ceifador; o mais importante é que a pessoa esteja bem agora, e com sofrimento da pessoa de cama e tal, ter passado é o essencial.

    Só esses pontos mesmo.

    Tudo de bom a todos e parabéns por mais este episódio!

    Tiago de Lima Castro

  • Sobre suicídio, deixo o excelente vídeo do Nerdologia sobre o assunto. Assistam:

    https://youtu.be/gJBlY3opAVU

    • Ovo com Fundo Roxo

      O ato em si já é muito triste, mas a história por trás costuma ser pior. Daí acaba rendendo “boas” histórias. Difícil.

  • Nyell Quantos

    Vim aqui só ouvir a Dr Guerra…

  • Douglas Melo

    minha serie preferida do mfc, so perde pros eps q vcs pegam um caso/assunto so e vao fundo nele.
    Esse ep salvou meu dia

  • A cidade que “cria lobisomens” é Joanópolis – SP

  • Clown

    Agoooora sim, vamos lá!

    Estou sempre por perto de vocês e não há um dia se quer que eu não ouça Mundo Freak. Resido em Santo André, mas estou pernando todos os dias por São Paulo adentro. Seja no estúdio fotográfico em que trabalho ou para onde quer que eu vá, levo vocês comigo. Já disse isso para o Andrei e para o Lucas em inbox, mas gostaria de ressaltar publicamente o quanto esse trabalho tem o poder de mudar a vida de muitos com suas diversas intenções. Isso tudo é fascinante.

    Sobre essa série? Ah, queridos, eu realmente piro nessa série! Recentemente fiz uma maratona “Aconteceu Comigo” e foi sensacional ouvir todos os episódios. Imersivo em novas vibrações e encantado em absorver cada vez mais conhecimento do mundo sobrenatural, senti-me forrado de novos horizontes para explorar. Ainda mais interessante é perceber que esse sentimento só é fortalecido há cada novidade de vocês.

    É muito bacana ver a evolução de vocês ao longo dos anos em suas narrativas, em como comentam respeitosamente os relatos e como tentam se aprofundar nos causos. Destaco o desejo de desbravar as minúcias do mago Keller, esse que muito respeito. Com meus estudos sobre o paranormal ao longo dos anos, identifico nele uma sensibilidade absurda e percepção apurada; essas que só atuam assim em quem realmente muito entregou para sua evolução, elevação e mutação. Mesmo seguindo a magia, inclina-se sempre para compreender qualquer segmento.

    Interpretar o que os ouvintes viveram é muito legal, pessoal, afinal, traz uma aproximação mais intimista, concede espaço para o oculto ser melhor compreendido e, é claro, oferece conforto e vivacidade para suas experiências.

    Sobre o episódio? Assim como o Leo Mitocôndria e a Rafaela Hernandes, compartilho de uma experiência muito intensa sobre uma despedida do mundo carnal, o que me fez encontrar grande identificação. Além disso, interessantíssimos os relatos da Selma Bosch no teatro em que trabalha. As coincidências foram de arrepiar!

    Por fim, mas não menos importante: congratulations, Doutora Guerra!

    Nem preciso dizer “parabéns” de novo para todos vocês, não é mesmo?

    Um grande abraço e um beijo para todos!

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô papai, que delícia.

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Teatro era o Fantasma da Ópera.

  • Adoro ouvir os relatos do Aconteceu Comigo!
    Já fiz aulas de teatro e nunca vi um fantasma/sombra. Confesso que senti um arrepio durante esse relato!
    Parabéns pelo magnífico trabalho!
    Parabéns à drª Guerra pelo doutorado!!

  • a_penalva

    Caralhoooooooo que sensação mais estranha aconteceu comigo ouvindo a primeira e a ultima historia !!
    Na primeira historia:
    Primeiro veio um medo irracional, tipo tinha algo me incomodando mesmo, geralmente qdo isso acontece comigo eu fico encostada em algo e melhora, dessa vez não aconteceu… assim q me encostei na parede tive a sensação que alguém estava me olhando e a medida que vcs falavam da historia tive mta vontade de chorar, não uma dor que era minha , mas sei lá … as lagrimas simplesmente cariam e dai melhorou
    Na ultima historia:
    O medo apareceu dnv, não sei bem se é medo , mas uma sensação bem estranha msm , logo depois vieram as lagrimas dnv e agora meu corpo ta mto cansado, mas mto cansado msm , to bocejando demais… Já rezei pai nosso, ave maria, pra meu anjo e vou rezar pra são jorge !
    Desculpa os erros de português , mas sei lá… tipo eu acabei de acorda e to com a sensação q não dorme nada ! Q porra foi essa ?? Primeira vez q tenho essa sensação escutando o mundo freak.

    Gente obrigada pelo ótimo trabalho q vcs fizeram ao longo do ano! Boas Festas e que no próximo ano o sucesso de vcs só aumente!!
    bjs

  • Fernando Taglieber

    Ótimo episodio! a alegria da Tupa é muito nítida!
    Obrigado pelo programa.

  • Luana Iticava

    Aqui no Japão tem um grande número de suicídios mas o proprietário do apartamento é obrigado por lei a falar se alguém morreu no local, é muito comum ter apartamentos ou casas com o preço bem abaixo do normal mas que vem com “colegas” (assombração) de quarto. Eu que estou à procura de um apartamento para alugar me deparei com um lugar assim inclusive que dão até dinheiro para que vc more no local massss por enquanto não quero mandar nenhum caso para o aconteceu comigo.

    • Filha, do jeito que ta foda as coisas eu divido até a geladeira com um fantasma se ele me ajudar a pagar o aluguel.

  • “Detected as spam.” Olha aí o Disqus me trollando!

    • Ovo com Fundo Roxo

      Denunciado.

  • Guilherme Ferreira

    Tava com saudade da Tupá

  • Garota Mágica Kawaii

    Estou escutando o episódio114 sobre MK Ultra e veio na minha cabeça uma coisa…. Não é estranho essa modinha nerd/otaku/geek em tudo que é produto, comercial, novela,filme? Star Wars, Animes, HQs e eventos nerds/geeks já existiam há muito tempo e porque só agora é divulgado?

    • Marcos Keller

      OLHA AI!

  • Ovo com Fundo Roxo

    Típico. Essas almas acabam a casa, atrapalham o trabalho, e depois de derrubar as coisas ainda saem de cena como se nada tivesse acontecido.

  • tonybh

    Tupá me representa, nem ateu e nem atoa kkkkkk =) vlw galera

  • Roman Schossig

    Teatros realmente são lugares com um magnetismo sobrenatural. Todo o teatro tem pelo menos uma história de fantasma.

    Ah, e Sim! Vocês tem mais ouvintes de Mafra. No meu caso, sou nascido em Rio Negro, mas na prática dá na mesma pois as cidades são divididas por uma ponte… E ambas possuem realmente muitas histórias no mínimo esquisitas, como a maldição da cruz do monge, ou o satélite da Nasa que caiu nos arredores décadas atrás.

  • André Vilardo Campos D

    Olá, sou espírita e venho aqui apenas para fazer uma correção sobre a fala do Keller a respeito do suicídio. Segundo a doutrina espírita não é verdade que a pessoa que se matar conscientemente ou inconscientemente vai sofrer o resto dos anos que ela deveria viver até ficar tudo bem. Conforme se mostra nas obras de Kardec, principalmente em um dos 5 livros bases da doutrina, chamado O Céu e o Inferno, no que se trata da morte e do suicídio, cada caso é um caso, a consciência ao passar para o pós vida passa a ser nossa principal Juíza e nos leva ao sofrimento ou a paz de espírito de acordo com as motivações que levaram a pessoa a se suicidar, e leva também em conta outras variantes como as missões que a pessoa tinha em vida, e os bens e males que ela causou. Uma vez que a doutrina se pauta principalmente na lei de causa e efeito e que existe todo um planejamento reencarnatorio para cada um, e nesse planejamento o suicídio nunca é uma possibilidade de final de missão, não se pode dizer que a pessoa que se matar vai ficar 100% bem quando passar para o outro lado, até porquê se ela se matou provávelmente ela encarou alguma coisa em vida que estava a fazendo mal, e o simples fato de morrer não termina essa coisa seja ela qual for na visão da doutrina. No entanto todo sofrimento de qualquer nível pode ser abrandado de acordo com os fatores que já havia dito e com a misericórdia divina, além do fato de que muitos espíritos que passam por um longo tempo de sofrimento ou passar por situações ou visões terríveis demais do outro lado, acabam tendo essas memórias diluídas ou até mesmo enterradas no sub consciente, a partir do momento que são resgatados pelos espíritos superiores, para que elas não se tornem traumas ou atrapalhem por demais o progresso espiritual, de acordo com o grau evolutivo da pessoa. Muito obrigado pelo trabalho de vocês, mundo freak tem os meus dois podcasts favoritos.

    • Valeu pelo comentário André, obrigado pela adição.

    • Marcos Keller

      thanks! :D

    • Douglas Rainho

      Obrigado @andrvilardocamposd:disqus , entrei para comentar justamente isso.

  • Escudo de Papel

    sdds comentarios MdM

  • Dessabelle

    Alguem já ouviu falar desse caso: “guarapiranga reservoir mutilation”, eu fui ver um video no youtube chamado “The Body on the Reservoir”, quando o cara falou Brasil eu fui procurar pra ver o que era, já que não tinha ouvido falar disso. Coisa mais capirotesca…

    • Rodrigo Yabiku

      esse é aquele dos corpos encontrados com os rostos (ou os olhos, não lembro) “comidos” perto da represa do guarapiranga em SP?

  • mrigote

    Obrigado por lerem o meu relato, enviei já algum tempo e, confesso que foi um pouco tenso voltar à essa história.

    Mas vamos que vamos, ainda tenho muitos relatos sobre aquela casa, mas preciso reunir forças para contá-los aqui, quem sabe um dia.

    Acredito que vão gostar da história das telhas arrancadas do telhado.

    Abs e continuem com esse trabalho espetacular.

    Vlw pessoal!

  • Filipe Bortoletto

    Essa história do teatro arrepiou ahaha

  • Esse relato do lobzomem está tão bem escrito que parece até um conto do lima barreto, parabéns para o escritor.

  • IGOR AZRAK

    Ou teve causos repetidos ou muito parecido com algum que eu já ouvi no Mundo Freak.. tenho que ouvir novamente para lembrar.

  • Luciano Rodrigues

    Este comentário não é sobre este episódio exclusivamente e pode soar chato.
    Sou ouvinte por diversão , assino e admiro o podcast de vcs e admiro como o Andrei conduz o podcast, só acho interessante quando ouço alguns comentários de alguns “céticos” e EPNs (especialistas de porra nenhuma) quando se referem a algo que permeia a fé cristã seja com desdém, ou mesmo tirando sarro de coisas que estão na Bíblia, e que são de grande valor aos cristãos e sua fé, pois tudo está no domínio da fé (ou se tem ou não tem).
    Outra coisa que é risível é encarar os cristão como uma coisa só, sejam católicos, protestantes, tudo no mesmo saco do Edir Macedo ou outros do gênero, de forma simplista e burra.

    Ouço alguns (nem todos do cast claro…) se empolgar ao falar de imbecilidades ridículas, mão peluda, chupa cabra, Stan Romanek como supostas verdades, com brilho nos olhos, mas quando o assunto permeia algo bíblico, de forma totalmente sem conhecer, partem pra graça e desdén.
    Ser cético quanto a fé Cristã não quer dizer ser imbecil quanto ao resto.
    Acho no mínimo bobo o sujeito desdenhar de Cristo, ressureição, milagres vistos por milhares e acreditar na carochinha, brincar de bruxinha, Ouija e fazer uma “macumbinha”.
    Por fim, quem se acha esperto, o picas das galáxias, não deveria desdenhar de quem tem fé em Cristo , já que é tão demasiado sua superioridade (né?) . Continue com seu Daime, seu Stan Romanek, mão peluda, Gasparzinho, mas não desdenhe da fé de outros. Afinal quem ouve por diversão e curiosidade o podcast não têm voz para se defender.

    • Oi Luciano, obrigado pelo comentário. Eu entendo a frustração quanto a esse tipo de coisa, mas apesar do MFC não ter uma linha, os integrantes tem visões de mundo destoantes um dos outros e que isso marca de alguma forma, afinal somos nós que gravamos.

      No meu entendimento, existem vários podcasts que compartilham valores cristãos da maneira como você demonstra querer, não faria sentido nos juntarmos a eles e fazer a mesma coisa. Então entendo que as vezes uma certa provocaçãozinha aqui ou acolá possa incomodar. Mas não tem nenhum outro objetivo do que tirar ouvintes do lugar comum. Não com relação a sua fé, que como sempre salientamos, é direito de todos ter a sua, mas com relação a forma como encaramos o mundo que muitas vezes é sedimentada em apenas uma única forma.

      Mas acho um pouco injusto da forma como coloca já que tomamos a liberdade de brincar com várias linhas. No próprio episódio do Romanek, passamos o episódio inteiro questionando tudo o que tem lá, o mesmo com Ashtar Sheran e por aí vai. E acho que qualquer pessoa que verdadeiramente acredite nessas coisas tem todo o direito de ficar chateado, mas acreditamos que precisamos nos levar menos a sério e que isso é a chave para podermos discutir tudo sem recorrer a ataques.

      E poxa, “não ter voz pra se defender” é bem injusto já que por diversas vezes nos retratamos nos comentários ou grupos quando algum ouvinte acha que “passamos do limite”. As vezes não concordarmos, por isso na maioria das vezes jogamos de volta pros ouvintes se estamos certos ou não. Talvez não tenha escutado tanto a gente a ponto de sacar disso.

      Agora, finalizando a resposta polyana que me obrigo a dar, deixo aí uma certa inconsistência no seu comentário: Então você ter a necessidade de diminuir outras coisas porque você se sente sensibilizado por brincadeiras não me parece muito correto. De qualquer forma, nos sentimos livres para desdenhar do que quisermos, já que acredite se quiser, nem todos tem a mesma crença ou visão do mundo que a sua.

      Fique livre para dar o feedback que achar necessário.

      • Luciano Rodrigues

        Sim, entendi seu comentário!
        Entendi que vcs se sentem livres pra desdenhar do que quiser afinal o podcast é de vcs! Só acho que não concordar é uma coisa, desdenhar é outra bem diferente, não é muito digno.
        Já ouvi vários casts de vcs e até hoje nunca havia entrado aqui nos comentários para desdenhar, por mais que nao concordasse com algo ou com qualquer crença seja ela qual fosse, seja em Deus, o Kpta ou o Stan Romanek. Aliás se estou ouvindo este podcast é porque tenho a mente muito aberta para ouvir, mas não me acho no direito de desrespeitar algo que não creio somente por não crer.
        Enfim isso é apenas um desabafo e nada pessoal.

        • Desde o episódio 1 desdenhamos de casos. É a faceta cética do programa, isso tá dentro da sua proposta. Se desdenhar do que você acredita te incomoda, sinto te dizer mas vai continuar se incomodando.

          E vamos demarcar aqui que desdenhar não é debochar. Debochar seria fazer como você fez nesse trecho: “… e acreditar na carochinha, brincar de bruxinha, Ouija e fazer uma “macumbinha”.”

          Em nenhum momento debochamos da fé cristã ou de seus seguidores. Inclusive ha cristão dentro da equipe.

          E não se engane quanto essa resposta, ela não é dada por você ser cristão. Já puxei a orelha de espirita, mago ou seja lá o que for quando noto que a sensibilidade está alta demais pra proposta do podcast.

          • Luciano Rodrigues

            Isso aí, vc falou a verdade, alguns desdenham e vão continuar desdenhando e se isso faz bem pro seu podcast bom pra vc! Afinal você tem que agradar o seu público alvo e de acordo com o tom das respostas aqui respondidas certamente não faço parte. Mas nem se preocupe pois isso não me incomoda em nada! Não pense que perco um segundo do meu bom humor me aborrecendo com isso. Eu não perco nada.
            Deixei aqui minha opinião é continuem obviamente fazendo o que desejar.

    • Ovo com Fundo Roxo

      “acreditar na carochinha, brincar de bruxinha, Ouija e fazer uma “macumbinha”.”

      Eles lhe dão liberdade para fazer brincadeiras com a religião alheia/deles, e esperam essa liberdade da sua religião.

      Perceba que enquanto eles brincam com o cristianismo e outras religiões e crenças, dando a oportunidade de você entrar na brincadeira, em certo ponto você faz “comentários (…) céticos (…) que permeia a fé” alheia “com desdém, ou mesmo tirando sarro de coisas que” estão nas tradições de outras crenças “e que são de grande valor aos” outros povos “e sua fé”.

      Não faço parte do site, mas em nenhum momento eles tentaram impor alguma crença como a verdadeira, já você fez isso, mesmo desejando no fim que eles “continue com seu Daime, seu Stan Romanek, mão peluda, Gasparzinho.”

      Pra encerar: mão peluda.

      • Luciano Rodrigues

        Que fique claro que eu curto muito o Podcast e me divirto com vários deles. Mas com um fã assim como você que só enxerga o que quer fica difícil discutir.
        Enfim, tanto faz!

        • Ovo com Fundo Roxo

          Como ousa? Meu texto ficou ótimo. Aceite meu ponto de vista!!

          • Luciano Rodrigues

            Hahaha digamos que pelo tamanho do seu texto vc trabalhou bastante para tentar me responder! Mas só tem tamanho mesmo! Há

  • Aqualad/Muleque-Piranha

    na hora de gravar Magickando todo mundo é crente

    já no ‘aconteceu comigo’ todo mundo vira cético !

    Crowley ta vendo isso lá do outro lado
    93

  • Willie Liam Nelson Caolho

    Esse lance de ladrão em casa é tenso mesmo.
    Uma vez, por volta de 1996, fizeram o limpa na minha casa, basicamente fiquei com a roupa do corpo, foi traumático e durante muito tempo vi sombras em casa, acordava a noite ouvindo abrir janelas e portas. Ainda é algo que me atormenta.
    Raramente tenho pesadelos mas quando tenho sempre é com ladrão misturadas a situações de terror como não conseguir sair do lugar e ficar sem voz.

  • Carlos Xavier

    SOU DE MAFRA, MDSSSS

  • Carlos Xavier

    Vande Spoth, eu sou de Mafra e conheço um Leocádio, juro! HAHAHAH se tu puder entrar em contato, agradeço!

    • Marcos Keller

      Unindo pessoas.

      • Carlos Xavier

        Felizmente não era o mesmo Leocádio

  • Priscila Benedetti

    Boa tarde à todos. Estava ouvindo os relatos no trem enquanto ia para a cidade de Mogi das cruzes, e tenho que confessar que passei uma certa vergonha , principalmente com os relatos do Teatro. Ficava toda arrepiada do nada. Uma senhora que estava sentada ao meu lado ficava me olhando de rabo de olho , não sabia se ria ou se explicava pra ela .
    Mas teve um comentário do Keller que me chamou a atenção. Qdo estavam falando sobre suicídio e eu concordava plenamente balançando a cabeça, Rsrsrs, ele questionou sobre o ponto de vista espírita. Gostaria só de colocar o que aprendi durante anos de estudo da doutrina. Existe sim o vale dos suicidas, mas todos que estão lá quando se perdoarem ou quando aceitarem a ajuda oferecida pelos irmãos espirituais terão uma nova chance. Ninguém fica em danação eterna. Nós somos o que pensamos e após o desencarne, vamos para onde nosso pensamento(espírito) tem afinidades e se for em lugar ruim, qdo o pensamento mudar ,o espírito pode evoluir e ir para um lugar melhor.
    Só queria explicar isso.
    Parabéns para todos que participaram do relato , sempre muito ouvir .
    Abraços e beijos

  • Luis P

    Caralho eu sou da vila prudente e já ouvi uma história parecida, só que era uma mulher de branco no teto do maluco, vsf vou me mudar daqui kkkkkkkk Essa história do lobisomem me deu um cagaço do caralho, essa parada de escutar o rosnado é amedrontador.

  • Richard Aléxis

    Cara, essa história da pessoa na plateia, vivenciei exatamente isso uma vez. Era criança, entrei no meu quarto e a luz estava queimada, vi alguém que pensei ser meu irmão sentado na cama, entrei de fininho pra dar um susto nele, cheguei bem perto e dei um tapa nas costas dele, minha mão atravessou a silhueta e ela sumiu, obviamente não era meu irmão! Foi bizarro!

  • marcus

    “A não ser que seja uma coisa assim que eu já imagine que seja charlatão, tipo pastor assim… Eu geralmente vou acreditar que seja verdade.”

  • Douglas Rainho

    A sugestão do Leo sobre ter um “profissional” para avaliar a “energia” do local já é usada por algumas construtoras. Porém, neste caso, não são religiosos ou espiritualista que são contratados. Isso fica a cargo dos praticantes de Radiestesia e Radiônica (muitos com conhecimento de Feng Shui também).

    O Radiestesista analisa toda a estrutura “vibracional” do local e diz o que pode ter de errado e como corrigir o mesmo. Sem exorcismos, sem defumações e sem rezas. Usa-se da própria radiestesia ou da radiônica para preparar o local para a nova família ou para a nova empresa.

  • Digo Freitas

    Fala, galera! Parabéns pelo programa, estou começando a ouvir os podcasts de vocês há poucos dias e gostando bastante.
    Sobre esse episódio, eu ouvi enquanto desenhava, sozinho em casa. Irmão casou, pai faleceu, mãe viajando. Então, quando não estou com a namorada, fico na casa noite adentro ouvindo podcast alto só pra me fazer companhia. Os vizinhos já tinham ido dormir, tudo silencioso, e eu fiquei tenso com as histórias sombrias de vocês para ser sincero. Nada que me assustasse mais do que a época que ouvia passos no sótão, em cima do meu quarto, e era só um monte de ratos malditos que infestaram lá, mas fiquei.
    PORÉM hoje de manhã estava ainda sozinho, escovando os dentes para ir trabalhar como sempre. Gosto de sair vagando pela casa enquanto faço isso, para pensar nas coisas que fiz ou preciso fazer no curto prazo. Nessa caminhada, passei pela corredor e olhei de relance para a sala. No canto, ao fundo, fica encostado o violão que o meu pai ficava tentando tocar sem saber. Ninguém mexe nele porque ninguém da família sabe tocar, então fica lá empoeirando esperando alguma visita vir arriscar um acorde. Enfim, naquele momento que olhei para ele, ouvi um som. Um som de uma corda de violão sendo puxada e solta rapidamente, que ecoou pela casa.
    Lembrei na hora do dia em que o meu pai faleceu e o portão automático da casa abriu sozinho. Pra variar, só estava eu por lá. O controle estava sobre uma mesa, naquela mesma sala, e simplesmente acionou sem eu ver. Só soube depois porque um vizinho avisou que a casa estava aberta. Fechei-o. Minutos depois meu tio veio me avisar que meu pai havia morrido no hospital.
    Vocês falaram bastante sobre sugestão e é bem possível que eu tenha sido sugestionado a ouvir barulhos na casa… Mas meu ouvido é bastante apurado e tenho certeza que ouvi uma nota saindo aquela hora. Meu corpo ficou duro com o susto e me arrepiei inteiro, mas lembrando do episódio e para extravasar o medo, gritei para o que quer que fosse ali mexendo no violão fosse embora, que não era bem-vindo. E não ouvi mais nada.
    A minha casa, como sempre afirmou uma tia minha, era de uma bruxa/cigana/candomblé/etc, e mesmo antes de saber disso sempre tive algumas sensações estranhas lá, mas nada que prejudicasse nossa convivência familiar. Um dia, se lembrar de mais casos estranhos de lá, conto para vocês.
    Acho que nunca mais vou esquecer isso, porque com certeza foi a coisa mais sobrenatural que já aconteceu comigo. Culpa do podcast? Nunca saberei.
    Forte abraço!