Mundo Freak Confidencial 179 – Seja bem vindo a Setealém e aos lugares do meio

Relatos de lugares estranhos que não deveriam existir muitas vezes  desafiam a nossa noção de realidade e mundo paralelos que são comuns na ficção, mostram-se cada vez mais reais à medida que surgem relatos de pessoas que tiveram algum tipo de contato com um local misterioso chamado Setealém.

Nesse Mundo Freak Confidencial, acompanhe os investigadores Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna e Marcos Keller pegando um ônibus para essa região misteriosa e a muitas outras. 

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Sobre Andrei Fernandes

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Falando de podcast com muita ousadia, alegria e misantropia. Também autor do livro Kalciferum, chanceler supremo do Freakstão e morador de Setealém.

128 Comentários

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  • Lais Palma

    Quase morri do coração -_-

  • Ow Andrei, eu não participei desse programa. Quem particiou foi o Keller.
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    • Guilherme

      Rsrsrsrs

    • Karen Lima

      Muito suspeito isso

  • Lais Palma

    que porra é aquela que apareceu na capa? Oo eu tava olhando para o munitor ao lado e quando vi quase caguei tijolos morri. Eu não to ficando louca não né? kkkk

    • Felix Maciel

      Po, faz tempo que não leio essa de cagar tijolos. hohaeouhaeua

    • Tarscíla Gil

      Eu vi também.

  • Kenzo Okamura

    Rapaz do céu, quase morri do coração.

    • Rafa Santayana

      Toda vez que passo pelo seu comentario me lembro da musica do molejo… nao sei por que.kkk

  • Carol G.

    cacto no cu de que fez essa capa.

  • Eduardo Waschow Romani

    Vão tomar no cool com essa capa, amo vcs <3

  • Ricardo Cidade

    Esse promete!

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô PAPAI, QUE DELÍCIA!!!

    Coisa nova, completamente, mistério, delícia total.

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    CARALHO, SUSTO DA PORRA com essa capa, marejei os olhos aqui quando subi de novo.
    POHA!

  • Ricardo Cidade

    Rafael, gênio! #setealéménosso

  • Vinícius Antonio Cavalcanti Ma

    eu adoro ver esse relatos e histórias, de pessoas que por um momento tiveram a realidade “Quebrada”, algo que sempre vejo em comum em histórias desse tipo, são essa sensação de confusão mental, “Masoqueéisso!?”, Nunca me ocorreu de experimentar tal fato, não acordado pelo menos, mas por vezes quando sonho me vejo andando por minha cidade e de repente estou em ruas, salas, ou prédios que não existem.

  • Carlito Alves

    Sobre o Yuri Gagarin ele não falou isso não foi a propaganda comunista que inseriu isso depois.

  • Que podcast foda, os últimos 3 estão fantásticos, mas esse está muito foda pqp.

  • Edmilson_Junior

    Ouvi o cast e me vieram a cabeça vários relatos de missing time e de quebra na matrix que já li, os meus não contam pq sou distraído mesmo.

  • Rafa Santayana

    Otimo episodio. Senhores, já pararam pra pensar que os aviões do voo 19, que sumiu no triângulo das bermudas, poderia ter ido para SeteAlem? As ultimas palavras dos pilotos foram “estamos em aguas completamente desconhecidas” ” avistei uma ilha que nao consigo identificar” Esse universo paralelo é realmente facinante. Existem relatos de pessoas que se perderam dobrando a esquina e estavam completamente perdidas. Como se fosse um local diferente de onde estavam com pessoas que vestiam trajes diferentes e passado algum tempo, voltaram para a rua normal que conheciam. Como explicar relatos reais, por mais que sejam experiencias anedoticas, de pessoas que viram outros universos paralelos parecidos. Bom, de qualquer forma , queria contribuir com a discussão. Adoro o trabalho de vocês, começei a ouvir a mais ou menos dois meses e digo que é meu podcast numero 1. Andrei você é foda hosteando. Sou beleaver do time do Rafael e acredito em alienigenas, tive uma experiencia de 1 grau junto com minha namorada. Entao sem mais delongas. Um beijo pra vocês todos.

    • Rafa Santayana

      Vem fazer um mundo freak em porto alegre!! Se precisarem de lugar pra ficar dou um jeito. Haha

  • Leandro S. Sales

    Agora faz sentido a história da cidade perdida da amazônia kk

  • Agatha Gonçalves

    Nossa, se eu fosse mãe da menininha ficaria em pânico!

  • Carlos Xavier

    puta merda, já ouvi falar disso… mas pode ser meu cérebro trollando. Espero que sim! ahuuhahua

  • Luis WF

    Adoro esses contos e historinhas desse tipo, Mas fiquei preocupado com uma galerinha considerando como “Fatos Reais”, gente… gente…
    – Cresci lendo contos e livros de Fairy Tales, e sim, o Fantástico brilha aos olhos, e essa é a graça, sem compromisso com a realidade. :)

    • Rafa Santayana

      Nao fique preocupado nao. A realidade é subversiva para cada ponto de vista. O que é real? Todo mundo diz que uma garrafa é uma garrafa e você da credito? Mas o que ela, a outra pessoa, viu foi a mesma coisa que você?schoppenhauer aborda bem o tema da persepçao humana com base em experiencias visuais, no qual nenguem vê a mesma coisa. Partindo desse fato psicologico, o real é relativo o que passa pelo fino espectro de luz captado pelos olhos é o uma fração do todo. Não sabemos dizer ao certo se a pessoa esta vendo a mesma coisa que eu. Por tanto seu cetico(kkk) acredito que deva dar uma chance para o imaginario e o outro lado do mundo. Libere sua mente.kkkk

      • Acho que você confundiu um pouco os termos e a forma com que Schoppenhauer aborda os mesmos. O real não é relativo ao que passa pelo fino espectro de captação humana. O real é intangível. A percepção individual e subjetiva do real é que é relativa ao que passa pelo nosso filtro de percepção. Adoro quando trazem Schoppenhauer pra conversa, mas infelizmente a galera confunde um pouco as bolas. A idéia não é dizer que tudo é subjetivo, então não podemos saber o que é realidade e o que é fruta da nossa percepção limitada; a idéia é saber diferenciar as diferenças entre nossas várias formas de percepção para que, comparando elas, possamos chegar mais perto do real.

        Por exemplo, se nós dois somos capazes de ver diferentes faixas do espectro de luz, nós dois veríamos duas cores diferentes para o mesmo objeto. Todavia, comparando nossas percepções, chegaríamos à conclusão que cor é apenas uma atribuição de percepção e que, na realidade, o objetivo está refletindo luz nas faixas que você percebeu e nas faixas que eu percebi. Logo, unindo nossas visões, podemos saber mais sobre o objeto e quais faixas de luz ele emite, de forma que nos aproximamos (mas nunca chegue) à uma conclusão objetiva sobre o mesmo.

        A subjetividade da nossa capacidade de percepção não é desculpa para darmos brecha pra qualquer explicação, mas sim motivo para termos mais cuidado com as mesmas e buscarmos diferentes percepções, e diferentes formas de medir um evento, para que nós possamos nos aproximar da objetividade ou eliminarmos algumas percepções que são meramente fruto da subjetividade.

        De qualquer forma, agradeço o feedback e a excelente discussão.

        Um abraço! :)

        • Rafa Santayana

          Sim. Eiii lucas, nao deturpe minha noção de realidade. Kkkk

          • hahahahhahahah dsclp :D :D :D

          • Rafa Santayana

            Mas nitzsche ja quebrou schoppenhauer entao vamos deixar assim. Kkk

          • Rafa Santayana

            #dandomargempradiscussão

    • Agatha Gonçalves

      Tem coisas que eu achava que eram contos até acontecer comigo :)

      • Rafa Santayana

        O que aconteceu?

        • Agatha Gonçalves

          Já contei tantas coisas nos comentários do MF Hauhsuhauhs

          • Rafa Santayana

            Desculpe sou novo aqui.kkkk vou procurar. Valeu

          • Estava na conta errada uahsuhaus
            Enfim, depois eu falo algumas coisas :)

          • Rafa Santayana

            Hahaha ok

  • Lucas Hemetério Oliveira

    Uma vez o ônibus que eu peguei para ao trabalho quebrou, eu estava atrasado e com logicamente muita pressa para não levar uma bronca do meu chefe… Ao descer do ônibus eu vi vindo lago atrás um ônibus branco e azul, nunca tinha visto aquela linha de ônibus e tinha comk destino Setealém… Sinalizei ao ônibus e ele parou, nao cheguei a subir no ônibus e perguntei ao motorista se ele passava no meu destino… O motorista tinha olhos amarelados (até imaginei que ele pudesse ter alguma doença de tão estranho) e com uma cara mal encarada nem me respondeu e arrancou com o ônibus… Nunca procurei onde seria esse lugar até escutar aqui no Mundo Freak…

  • Moah Oliveira

    Amei o podcast. Já várias histórias sobre pessoas indo parar momentaneamente em outras dimensões e acho bem loco. Mas não ia querer q rolasse comigo não. :p

  • Matehuos

    “entrar uma esquina e parar em uma outro dimensão” IS THAT A FUCKING JOJO REFERENCE????

    Mas serio, no anime/mangá de jojo’s bizarre adventures part 4 tem uma personagem que é morta por um serial killer e o seu fantasma fica preso numa esquina desejando vingança, as outras vitimas acabam indo parar no mesmo lugar, porem sem a forma humana.
    Quem acessa essa esquina, que fica no centro da cidade, pode acabar ficando preso nela e só consegue sair com a ajuda da fantasma.
    Quando vcs falaram de visitar a cidade e se perder etc, só lembrei desse anime.

    PS: igual no mundofreak, olhar para atras nunca é uma boa ideia.

    • Rafa Santayana

      Relatos da ana, assombrado tem alguns relatos pessoais que mandaram pra ela.

  • Rafa Santayana

    Alguem ja ouviu falar em efeito mandela?

    • Só no funk uashuhaihisuas

    • Rafa Santayana

      Efeito Mandela” é um fenômeno criado após a morte de Nelson Mandela, onde várias pessoas pensavam que ele já havia morrido na década de 80. Mudanças na cultura e história que não estão em sincronia com a lembrança daquele evento é dito como parte do Efeito Mandela.
      É uma teoria, que diz que não existe apenas um universo e sim vários universos, e que de alguma forma, esses universos se conectam. É como se o ser humano estivesse viajando entre estes universos constantemente, e as pessoas tem memórias de coisas que nunca existiram nesse universo, mas que existiram em algum outro universo.
      Se você ainda não ententeu, imagine dois universos, o Universo 1 e o Universo número 2, esses dois universos são iguais mas há mínimos detalhes que são diferentes. Você tem uma memória de algo do Universo 1 e você, sem perceber, viaja para o Universo 2, onde essa coisa é diferente.

      Legal né :)

    • A gente vive mencionando nos episódios. Um exemplo mais recente é a memória coletiva de que a Globo parou a transmissão de Dragon Ball Z, bem quando o Goku se transformaria em SSJ3, pra mostrar o ataque de 11 de Setembro – o que não é verdade.

      Mas tem muita balela que é atribuído ao Efeito Mandela, e a galera usa o termo de forma muito solta. É bom ter um cuidado de verificar todas as facetas de um acontecimento antes de atribuir o efeito ao mesmo.

      • Rafa Santayana

        Nao sei se falsa memoria seria um bom argumento quando se trata de muitas pessoas é basicamente tapar o sol com a peneira. Mas pode ser… mas se desacreditar relatos coletivos de varias pessoas? bom entao vamos desacreditar muitas coisas tambem, a linha desse pensamento é deturpada e facil. Acho eu que o buraco é mais embaixo :)
        Seu cetico ateu satanista. Kkkk

        • Considere que memórias não são fixas, elas mudam de acordo com a nossa percepção de eventos passados. Quando temos veículos de divulgação em massa tão eficiente, não é tão incrível que memórias se moldem e se alinhem de acordo com uma mensagem. Voltando ao exemplo de Dragon Ball, muitos memes que divulgavam essa falsa memória circularam na internet por muito tempo; esses memes mostravam exatamente a hora que o Goku se transforma e um corte para a chamada do atentado. Essa mensagem foi repetida e reforçada inúmeras vezes, até que se misturasse com as memórias de muitos.

          A moral da história é que não da pra confiar em memória. Existem inúmeros casos de assassinatos antigos no EUA para quais pessoas foram condenadas de acordo com relatos de testemunhas, mas hoje com técnicas de DNA descobrimos que o condenado é inocente. Muita gente acaba criando uma falsa memória sem perceber. Inúmeros papers de psicologia mostram o quão mutável é a nossa memória. Tem experimento, alías, que conseguiu induzir o Efeito Mandela em um grupo de até 20 pessoas.

          A moral é que: não podemos confiar na memória tanto assim. Por isso eu peço cuidado com evidência anedótica quase todo episódio que participo.

          • Rafa Santayana

            Cara sempre vai ter alguem pra dizer que eles foram expostos a alguma coisa e que os relatos nao batem. A ideia é que no final tudo é jogado no lixo e a experiencia nao vai passar de bobagens de loucos… sei muito bem o que o medo faz com as pessoas e como fazem pra desacreditar.É muito facil. Isso acontece na ufologia o tempo todo e no history destorcem os fatos para corroborar provas. Invertendo o processo de realidade do fato. A primeira coisa que se deve fazer é gerar duvida, não vou entrar em discussão politica mas tanto a midia quanto as redes sociais fazem isso o tempo todo. Enquanto vao distorcendo os fatos até modificar a imagem inicial do mesmo crime(vide o caso do jovem brasileiro traficante na indonesia) . Concordo que experiencia anedotica deve ser vista com cautela. Mas as vezes deve-se ver, se teu cientista, nao esta só querendo alguma verbinha do governo, para financiamento de outros projetos….
            Passei do ponto um pouco. Liguei pensamentos.

      • Rafa Santayana

        Cara nao sei se a internet no brasil era tao forte naquela epoca. Ah ja que esta falando quero aproveitar pra dizer adoro teu trabalho. E sim continuo dando mais credibilidade a uma memoria coletiva do que a opiniao de um grupo de cientistas tentando explicar o fato que nao vivenciaram. Sou do time dos beleavers.kkkk

  • Thayane Victoriano

    “O Ônibus pra Setealém passa aqui por Belford Roxo…” socorro então ele passa aqui por Nova iguaçu também? 😂😂

  • Gregori Maus

    Muito bom o episódio! Para comprar lá nessa cidade tem que pedir o cartão aqui: https://www.cetelem.com.br/ . ;-)

  • Fernando Manoel

    Eu simplesmente amo a trilha sonora de Bloodborne, adoro ouvir o podcast com essas músicas maravilhosas, parabéns para o editor que tem um ótimo gosto. rs

    • Marcos Keller

      O editor Andrei ta tentando Platinar o Bloodborne

  • Felix Maciel

    Dizem que se vc bater naquele tamborzinho 69 vezes vc vai para Sete Harém, if you know what I mean ( ͡~ ͜ʖ ͡°)

  • Felix Maciel

    Parabéns pelo episódio, fantástico como sempre.
    Queria ouvir mais sobre as cidades de baixo.
    Lembrei de um conto do Stephen King, O Atalho Da Sra Todd. Nele uma mulher que adora dirigir “corta caminho” por outras dimensões. É um conto muito bacana, se acharem vale super a pena ler. Tá no livro “Tripulação de Esqueletos” que é um dos apanhados de contos dele.

    • Eu gosto das coletâneas do King, algum conto sempre me surpreende pela objetividade que ele consegue em poucas páginas, ao contrário dos livros dele.
      Outro conto do escritor que é sensacional, sobre realidades alternadas em um mesmo plano; Crouch End. Deve estar rankeado como o trabalho mais lovecraftiano dele, superando até mesmo O Nevoeiro.

  • Fran Mazzarotto

    Excelente episódio, como sempre. ❤️
    Lembrei de um caso que vcs leram no episódio ao vivo do aconteceu comigo, o do moço que entrou no carro pra ir na farmácia pq tava com dor de dente e acabou dirigindo pra um lugar aleatório longe pra burro, teve efeito de missing time e tals…. Lembram disso?
    Tenho que escutar a história novamente pra lembrar dos detalhes mas será que esse caso não encaixa um pouco no Setealem?! Será que ele não achou um dos portais, entrou, passou por lá e saiu por um outro portal que levou ele pra um lugar muito mais longe do local inicial?

  • Aqualad/Muleque-Piranha

    Não sou nenhum especialista em Hakim Bei
    mas
    acho que se deve usar o conceito de “zona autônoma temporária” com (mais) cuidado.
    um questão de rigor conceitual

    ultimamente muitos conceitos da sociologia/filosofia/etc viraram carne de vaca na internet e perderam completamente o sentido.

  • Bruno Kaleo

    Olá, Freaks!
    Em uma escala beliver, eu diria que estou no equilíbrio, com uma leve predisposição para o lado cético da força. Apesar disso, venho trazer aqui as minhas teorias e devaneios sobre o excelente episódio abordando o setealém.
    Cada relato me levou a pensar em uma possibilidade diferente. O primeiro (do ônibus) me trouxe a sensação de que o setealém seria um plano espiritual pós vida. Cada cultura tem a mitologia de passagem que merece: guerreiros levados pelas valquírias ao valhala na mitologia nórdica; Caronte, o barqueiro, fazendo a travessia dos recém mortos para o Hades na mitologia grega; e um busão lotado levando os brasileirinhos para o setealém.
    O relato da garotinha (o meu preferido), tirando a questão temporal, me fez lembrar um pouco o mundo invertido de stranger things, só que mais suave. Na segunda temporada, há vários momentos em que o Will Bayers, tal qual a garota do relato, é transportado para o mundo invertido num piscar de olhos, simples assim, sem mais nem menos. O que me faz pensar o seguinte: No seriado, essa capacidade de transitar entre os planos só se manifesta no Will após ele ter tido contato com seres do outro lado. Será que a garota não interagiu de alguma forma com um residente do setealém no nosso plano antes de poder transitar entre os dois lugares?!
    O relato do primo dos anos oitenta é o mais raso e vago na minha opinião. Mas ainda assim, me lembrou o Cassino Lótus na saga de Percy Jackson: um lugar onde o tempo parece nunca passar e do qual ninguém quer sair. A questão de como chegar lá permanece uma incógnita, bem como o modo que o relator conseguiu sair de lá.
    E finalmente o relato do tambor. Este me trouxe a cabeça o famigerado filme do Constantine, com Keanu Reeves. O filme apresenta um conceito de que o céu e o inferno coexistem na terra, porém em dimensões diferentes. Em dado momento do filme, Constantine usa um gato preto como ponte entre essas dimensões, o levando ao inferno temporariamente. O tambor faz o paralelo tupiniquim para essa passagem. Seria, então, essa tal “seita” citada no relato, na verdade, uma escola de magos ocultistas demonólogos brazucas?!
    No mais, continuem o ótimo trabalho e não olhem para trás.

  • Grant Moore

    Sete além, sete cidades do além.

    • Marcos Keller

      nosso lar

  • João Guilherme Pianezzola de O

    Crítica:

    Eu amei esse podcast, mas devo reconhecer que um ponto de me deixou desconfortável: me entristece o fato de que uma boa parte desse episódio foi cortado para, ao invés de ser preenchido com mais relatos interessantes, dar lugar a uma introdução recheada de uma crítica social foda que para os olhares de uma boa parcela do público, deve soar desnecessária e tem se tornado cada vez mais recorrente por aqui, pelo menos segundo a minha percepção.
    Não quero dar um ar de isentão dizendo que “eu não me importo com isso, mas…”. É claro que eu me importo. O próprio ato de escrever esse comentário revela isso e acho que isso possa servir de uma crítica construtiva e verdadeira, porque eu gosto pra caramba que vocês.
    Porém, o podcast é do Andrei, e reconheço que ele tem todo o direito de fazer o c*ralho que quiser com ele, mas talvez tornar o Mundo Freak de volta mais Freak possa até encher mais o bolso dos envolvidos, já que recomendei o MFC pra diversos amigos e obti a resposta “pô, o tema é até legal, mas aquele pessoal é meio maluco e esquedista, né?”. E restava eu olhar de volta pro sujeito com um asceno de cabeça e triste com o mesmo por ele não ter 1% de bolas pra escutar e consumir algo fora do seu escopo político.
    Enfim, amei o tema em si. O programa teve um ar de Aconteceu Comigo com uma temática verdadeiramente misteriosa, porque eu nunca na vida tinha ouvido falar de Setealém e nem desse conceito. O episódio acabou e eu fiquei com um ar de “COMO ASSIM? FOI TÃO CURTINHO!” e realmente desejo um outro episódio repleto de mais relatos sobre o tema.
    Por fim, é isso. Não me apedrejem. Beijos na bunda.

    • Obrigado pelo comentário

    • Marcos Keller
      • Adriane Jrg

        eu pelo contrário, adouro o Keller, e mais ainda por ser esquerdão com bom humor e sem cagação de regra <3

      • entrei aqui só pra curtir esse video

        • Fabiana Amaral

          é dois XD

    • Comentário foda cara. Quem dera toda crítica fosse bacana como a tua :)

      Agradeço.

    • Thiciana Sasse

      Eu já deixei de indicar o MFC pelo mesmo motivo. Acredito no direito de todo mundo de defender o que acredita, mas quando começa a crítica aberta a algum lado a coisa fica realmente desconfortável. Em geral o podcast tem muito sucesso em não levantar bandeiras em matéria de crenças e religião mas de vez em quando escorrega na questão ideológica. Eu não gosto do Keller menos por ele ser esquerdão. Em geral todo mundo que participa do MFC é muito inteligente e ponderado. Mas poxa vida gente, nem todo conservador é o escroto que pintam por aí. Juro que sou gente fina! Concordo com o colega aqui. Eu ia dizer a mim mesma de novo que não me importo, mas é isso aí mesmo. Abração.

    • Felix Maciel

      Fiquei querendo mais relatos também :)

    • André Mendes Garcia

      Entrei para comentar por outro motivo, mas essa discussão me chamou atenção. Não é saudável isolar e ignorar assuntos que discordam de você, isso só a um extremismo exagerado. E o pessoal do cast não ofendeu ninguem que tenha pensamento neoliberal ou conservador, só apresentam fatos e argumentos que vão contras essas ideias e é assim que se constroem boas discussões. Alem de ser relevantes ao assunto. Sempre enxerguei as obras de fantasia nesta temática, principalmente Lugar Nenhum, como uma metafora para a população das grandes cidades que vivem a margem desta sociedade. No proprio lugar nenhum, fica fácil relacionar os personagens a moradores de rua, sem contar que eles habitam os esgotos e locais abandonados. E para quem acha fascinante existir uma cidade paralela as grandes cidades, eles apresentaram cidades paralelas reais e concretas.

      • João Guilherme Pianezzola de O

        Eu sei que não é saudável me isolar e ignorar assuntos que discordam de mim. Mencionei isso no meu comentário, inclusive.

    • Eu acredito na existência de lugares do meio como sendo constructos de uma consciência coletiva, algum tipo de egrégora que possa transubstanciar nossa realidade negada e converter-se em planos redesenhados.
      Separatismo é um exemplo. O Sul É O Meu País. Nesse caso, muitos já habitam lá, em coração e mente. Se baseiam nessa habitação virtual para defender o separatismo. Acreditam que a separação física irá trazer mais benefícios do que prejuízos, e esse conceito, essa construção de um mito acaba se consolidando como um lugar do meio, no caso uma distopia.

      • João Guilherme Pianezzola de O

        “Se baseiam nessa habitação virtual para defender o separatismo.” Na verdade não, se baseiam na realidade (argumentos éticos e econômicos) ao invés de algum motivo místico mesmo. Sua percepção de um fenômeno não altera o fenômeno em si.

        • Eu já fui a favor do separatismo, da pena de morte e do porte de armas. Mas nessa época eu ainda morava com meus pais, não ajudava em casa e gastava todo meu dinheiro com cocaína.
          Só quando eu saí de casa, só quando eu comecei a pagar as minhas próprias contas é que a gigantesca ficha caiu. Todas aquelas toneladas de metal acabaram com minhas convicções de pseudo-sociólogo comentarista de internet, arrancou dos meus ossos todos aqueles filamentos de discursos vazios e ideologias, substituindo-os por uma musculatura mais condizente com a realidade; nem direita nem esquerda, somente a anarquia irá nos salvar.

    • Erich B.

      “COMO ASSIM? FOI TÃO CURTINHO!” –> também fiquei com essa sensação.

      Sobre questão de ideologia, eu já até acostumei e relevo. Não podemos deixar de ouvir algo legal e que só o mfc faz com qualidade por causa de ideologia.

      É só deixar quieto, discordar no pensamento e relevar.

      Nenhum tipo de “debate” ou comentário aqui vai acabar com isso. Eu inclusive já comentei isso algum tempo atrás. Um considerável número de episódio tem uma “pontada” ou outra do Andrei ou de um participante sobre questão ideológica acerca de conservadores ou liberais.

      Tem hora que é chato, sim, mas mermão, não vai adiantar comprar um debate ou briga sobre isso com ninguém. Quem tem ideia formada, não vai mudar a opinião porque debateu na internet.

      O negócio é o seguinte: abstrai e finge demência. E continua curtindo o conteúdo em si..não vale a pena comprar briga quando assunto é ideologia.

  • Henrique Vieira

    Eu sempre entro pra comentar detalhezinhos né? Foi mal. O Treme-Treme q o Keller falou não era um puteirão rs. Era um prédio residencial que ficava ali no Glicério, perto do Terminal Parque Dom Pedro. Chamava Edificio São Vito e era enorme. Com o abandono da região o prédio virou uma espécia de cortiço mesmo que abrigava todo tipo de gente, inclusive muitas transsexuais que fazem programa por ali. Por um periodo se discutiu reformar e revitalizar o São Vito (era um baita predio, tipo o Copan), mas essa idéia foi abandonada e o prédio foi demolido. Assim como o Copan e o Edificio Master o Treme Treme tb era quase um universo paralelo, uma cidade dentro da cidade.

  • Otávio Augusto

    Eu tenho um relato estranho sobre uma possível ida para Setealém. Precisei ouvir esse programa para perceber isso.
    Foi em 2012, estava no meu segundo período da faculdade, tinha acabado de entrar para o curso de história noturno. Estava ocioso depois de sair cedo de uma aula no início do período. Em um impulso de querer conhecer a faculdade, resolvi sair para dar uma volta e ver o campus. O prédio do meu curso ficava no pé de um morro, mas eu queria saber o que tinha lá em cima. Fui pela rua que dava acesso ao topo do morro, mas essa rua tinha várias entradas que levavam para prédios de outros cursos. Conhecei a entrar em cada uma e dar uma volta em torno dos prédios dos outros cursos, para conhecer o campus. Foi quando no meio do morro cheguei em uma entrada que descia e lá tinha uma rua estreita. Havia muitos prédios de dois andares, um do lado do outro e uma quantidade incomum de carros parados. Achei estranho não ver nenhum segurança ali. Outro ponto que me chamou atenção, foi o fato dos prédios estarem todos apagados e a rua silenciosa. Eu andei aquela rua toda e tentei ver se havia algo atrás dos prédios ou no final dela, mas só uma mata muito fechada e sem claridade alguma. Achei estranho, pois as poucos árvores que dividia um instituto do outro dava para enxergar a luz do prédio debaixo. O escadão que se encontra no lado oposto do morro não estava lá. Sai daquela rua pensando ter descoberto uma nova área da faculdade. Um ano depois me mudei para curso diurno e passei a frequentar a faculdade durante o dia. Um dia descendo aquele mesmo morro, percebi que a pequena rua não estava lá. Estudo nessa faculdade já tem seis anos e nunca mais achei aquela rua. Será que fui em Setealém sem saber?

    • Mano, tu e muito do corajoso isso sim. Mas , sobre o assunto…
      Pode ter sido uma abdução de leve, tu ficou preso num universo simulado enquanto faziam experiencias com teu corpo… … Pensando nisso, segundo a teoria do universo simulado, e se SETEALEM for a saída do universo simulado que vivemos? E quando rola o contato, ele e sempre impedindo que você vá… e quando vai, te mandam de volta… estranho, mas e uma teoria a se analisar…

    • Luciano Milici

      Mande seu relato para o grupo oficial!

  • Eder Benedetti

    Olá Andrei e toda a galera do MFC.
    Me chamo Eder Benedetti, tenho 42 anos e sou um típico pai de familia… até gosto de um suco de laranja, mas a piada acaba aqui.

    Sou um assíduo ouvinte e fã do MFC, cheguei a conhecer vocês pessoalmente no dia 7 de Setembro na gravação do ao vivo do Aconteceu Comigo no Boreau Studio Bar lá no Tatuapé, que foi show de bola!

    Cara, adorei o MFC sobre Setealém e tenho uma história super bizarra que aconteceu comigo há pouco tempo e preciso compartilhar com vocês.

    Sou designer gráfico, moro em Ferraz de Vasconcelos e trabalho em Arujá, ambas cidades do Alto Tietê, cinturão verde de São Paulo… o Marcos Keller certamente conhece bem essas quebradas.

    Minha rotina de segunda a sexta é a seguinte:
    -vou dormir todos os dias às 1:30h, levanto às 5h, saio de casa às 5:30h, tomo o trem para a cidade vizinha de Poá, lá tomo um ônibus às 6h e faço uma viagem de uma hora para a cidade de Arujá. Chegando lá desço em frente à rodoviária no centro da cidade, aguardo 30 minutos e tomo o ônibus fretado pela empresa… vinte minutos depois chego ao meu posto de trabalho…. ufa!….

    Bem, nesse ritmo, sexta-feira já estou só o pó… é difícil acordar e fazer esse percurso todo.

    Na sexta feira, dia 11 de novembro, o sol ainda nem dava sinais de aparecer e tomei o ônibus em Poá, com a motorista gente boa de sempre. Não passei pela catraca e me sentei em um banco individual do lado direito do ônibus, próximo à motorista. Me ajeitei e simplesmente desmaiei. Dormi largado o percurso todo.

    Fui acordado em frente à rodoviária de Arujá pelo motorista: “ei amigo?!! Você desce aqui né? “… pensei comigo, “… ué, cade a motorista?!…. trocou?!
    Totalmente zonzo pedi desculpas, agradeci, passei pela catraca e desci no meu ponto.

    Ainda muito zonzo e deslocado, percebi que o sol já estava bem alto… olhei no relógio do celular e já eram 8:30h! Petrifiquei!!!… como assim?! A viagem de uma hora durou duas horas e meia?!… já me desesperei pensando na advertência que teria se assinar, sem falar na perda do Vale Compra que faria muita falta na compra do fim de mês.

    Aceitei minha derrota, relaxei e me dirigi ao ponto de ônibus atrás da rodoviária de onde sai o ônibus circular municipal chamado PL que sairia em cinco minutos e que passa em frente à empresa onde trabalho… ao menos eu não perderia meu dia.

    Quando me dirigia ao ponto do PL, reparei que as pessoas que circulavam pela rodoviária estavam um tanto estranhas, digo, diferentes do habitual. A grande maioria tinha traços indígenas muito marcados e andavam em grupos de três a cinco pessoas… mas mal conversavam entre si.
    Outra coisa estranha era a quantidade de cães que perambulavam pela rodoviária… sempre tem uns seis ou sete cães que circulam por lá, os quais conheço bem, mas nesse dia havia no mínimo o dobro disso. Cheguei a pensar que havia alguma cadela no cio ali por perto, mas não pareceu isso pois os cães não estavam em bando como sempre, eles estavam espalhados e um tanto tristonhos.

    Cheguei ao ponto e o ônibus já estava ligado, prestes a sair.
    Fui passar meu cartão BOM na catraca mas ele não foi aceito, tive que pagar tarifa em dinheiro mesmo. Sentei em um banco ao lado da porta de desembarque e o ônibus saiu em seguida.

    Apesar de tentar entender o que havia acontecido, ainda estava um tanto sonolento e no chacoalhar do ônibus acabei por cochilar um pouco, mas foi coisa rápida, não durou nem um minuto.

    Desci no ponto próximo à empresa e comecei a empreender uma caminhada de cinco minutos até a portaria.

    O dia havia ficado nublado desde que sai da rodoviária. Acendi um cigarro e fui.

    Inesperadamente começou a passar por mim, se dirigindo para a empresa, os fretados da empresa que são ao todo sete, e entre eles estava aquele que eu tomo todo o dia na rodoviária.
    Fiquei muito confuso pois os fretados chegam à empresa levando o pessoal que entram às 8h e ficam lá parados aguardando o pessoal do turno da noite e saem de lá pelas 9h.

    Sem entender nada, peguei meu celular para ver as horas…. e estava marcando 7:50h!!!… quase engoli o cigarro.
    Mas que diabos estava acontecendo afinal?!

    Sinceramente, fiquei chocado nos primeiros 10 segundos mas logo em seguida fui invadido pelo alívio de, afinal de contas, não estar atrasado e não perder o Vale Compras do fim do mês… a vida de zumbi assalariado acabou falando mais alto e na minha cabeça acabei arranjando uma justificativa qualquer para explicar o ocorrido, como o fato do cansaço acumulado da semana ter feito eu me confundir com os horários. Foi uma justificativa bem confortável para mim.

    Mas após ouvir esse episódio sobre Setealém, comecei a me questionar mais profundamente sobre o ocorrido…. será que eu vislumbrei Setealém?!… será que o lugar onde estive era Setealém?! Confesso que só agora me sinto um tanto perturbado pelo ocorrido.

    Abraços a todos e até mais!

    Eder Benedetti

  • Rui Mitcom

    Qual a track list desse episódio ?

  • Douglas Melo

    Primeira metade me lembrou do meu tempo de oliver queen pobre, quando eu era obcecado em “salvar” a cidade
    Nessa epoca aconteceu a treta q eu mandei no missong time e como meu primeiro email de aconteceu comigo. Como bom rockista fui beber cantina e corote na praca com os amigos, indo na casa de cada um antes pra juntar a galera. Depois de buscar o ultimo amiguinho, comecamos a andar para a praca, a meia hora de distancia. Eram uns 3 quarteiroes reto, dar a volta em uma rotatoria com uma igreja, mais uns 3 quarteiroes e virar a esquerda depois do bar 24h. Chegamos a rotatoria, demos a volta e andamos meia hora em linha reta mas o bar não aparecia.depois de uma hora andando em linha reta pra ver se chegavamos em algum lugar conhecido, chegamos de novo na rotatoria, mas pelo lado oposto ao que a gente tinha ido, e ja eram 2 da manha. Voltamos pra casa do ultimo amigo e dormimos la mesmo, e o pior, sóbrios.

    Ouvi falar sobre setealem no site dominios fantasticos na epoca do orkut, mas n dei atencao entao nem sei se e a mesma lenda. Alias, e lenda urbana, creepypasta, hosx ou so contos medmo?

  • Lucas Adriano

    Sendo pertinente ao tema discutido recomento a ótima serie animada japonesa YamiShibai, em especial o episodio 5 da 1º temporada. Tenho certeza que vão repensar o uso do elevador.

  • Adam Duarte

    Putz, que sensacional! Abri o podcast pra ouvir uma conversa sobre um tema sinistro e tal, porém, de repente, me deparo com uma discussão extremamente pertinente (e assertiva) sobre urbanismo e ocupação de espaços públicos! Sou formado em arquitetura e urbanismo e, cara, vcs conseguiram passar muito bem alguns conceitos importantes sobre a relação cidade x moradores que tanto vi no curso!
    Tá, agr posso continuar ouvindo o cast (tô no comecinho ainda, mas já se tornou um dos meus preferidos só por essa filosofada de vcs haha)!

  • Mega

    Nunca tinha ouvido falar nisso, e olha, que foda! Pena ter ficado curto o ep. Mas enfim, parabéns!

  • Darth Zveiter

    mandei um email para o ACONTECEU COMIGO já faz meses ,na epoca nem sabia desse setealem ,mas pensando melhor meu relato talvez se encaixe nesse negocio de mundos paralelos. apesar deu achar muita viagem ,acredito mais em assombração msm

  • Thiciana Sasse

    Parabéns pelo programa! adorei o tema e os relatos. Aproveito para indicar um livro que segue essa premissa de cidade do meio, é uma fantasia moderna/medieval, se chama Glenraven, é da Mario Zimmer Bradley. Está longe de ser o melhor dela mas é um bom entretenimento. E sobre esses relatos, creio que já ouvi coisa do gênero. Acho que a questão do lugar “entre mundos” está enraizada na cultura popular e nas crenças ao redor do mundo, talvez pela necessidade humada de dar forma a coisas que, em nosso mundo, não conseguimos provar que existem. É como se fosse a explicação mais simples para tudo o que é sobrenatural: Veio de algum lugar que não vemos normalmente, mas que está aqui. Não é o Céu, não é o Inferno, não é outra dimensão. É tipo a versão “inconsciente” do nosso mundo, um lugar onde se guarda todo o tipo de loucura que passa pela cabeça da gente, que não é necessariamente boa ou ruim, mas existe. Acho até algo meio Lovecraftiano também, uma coisa meio que anterior, ancestral. Enfim, ´o tipo de coisa que não precisa existir de verdade pra ser interessante, e, por que não, válida!

    • Thiciana Sasse

      Marion Zimmer Bradley. Corrigindo!
      (hobbits imundos arrancaram a tecla N, quando escrevo rápido acabo errando)

    • Obrigado pela recomendação, Thiciane!

  • Por isso que eu adoro o MFC. Eu nunca tinha ouvido falar de Setealém, que conceito fantástico. Parabéns para o programa, muito bom.

  • Débora Dalmolin

    ADOREI esse episódio, achei que poderiam haver mais relatos pois, como li em outros comentários, o episódio pareceu muito curto, mas isso de tão bom que o assunto é né hehehe Apesar do episódio ser fantástico eu não me surpreendi, nunca tinha ouvido falar disso, mas o assunto me pareceu extremamente familiar. Sabes aqueles assuntos que tu escuta pela primeira vez, mas não te parece novidade? Foi legal ter um nome para dar a esse local que me causa familiaridade, mas que jamais fui e jamais ouvi o nome. Abração ao pessoal, amo as referências históricas e políticas do Marcus Keller e os comentários do Andrei, os questionamentos como moderador também são muito legais, o ceticismo compreensivo do Lucas e as coincidências mais believers do mundo do Jacauna haahaha, sem contar as meninas que amo-as muito, embora nesse elas não tenham participado. Beijão a todos e obrigada pelo ótimo trabalho!!!!

    • “Ceticismo compreensivo” hahaha adorei o termo! Muito obrigado pelo feedback Débora :D

      • Débora Dalmolin

        Ahahhaha que bom que gostaste, foi um elogio!

  • Lukas Aguiar

    adorei o podcast.
    o unico problema q foi meio rapido mas espero mais com audiodramas assim.
    boa sorte ae com tudo!

  • muito bom o programa, manos… Parabens!

    Não sei se foi comentado e eu passei baido, pq ouvi no carro e entrei agora aqui pra comentar:

    A historia da menina que ficou 7 dias em Setealém…. Será que anjos da guarda, ou mesmo batalhas espirituais entre anjos e demonios que só é visto por pessoas com “dons” especiais, não poderiam ser, pura e simplesmente, TRETAS entre gente de Setealém que gosta d’agente aqui com quem não gosta?

    Eu SEMPRE, repito SEMPRE faço trajetos diferente para ir nos lugares que sempre vou, e agora estou bolado de acabar caindo em Setealém

    valeu, galera :)

  • André Mendes Garcia

    Uma hq sobre o tema é Midnight nation do JM Straczynski. Não é uma obra-prima, mas diverte.

  • Vanguard O ESTIVADOR

    Eu tenho essas lembranças de quando eu era pequeno, devia ter meus 5 anos de idade e lembro de brincar com uma prima minha em um campo de mato alto, e no meio do campo tinha uma casa de madeira.

    Minha prima tinha cabelos longos, olhos castanhos, era morena e usava um vestidinho simples com estampa com varias frutas e só me lembro do apelido dela que era “Libélula”. Lembro de ter ficado uma tarde toda brincando de esconde-esconde com ela e minha irmã. Só que minhas lembranças acabam quando chega o final de tarde, a gente se reunindo na frente da casa de madeira, uma casa rustica, pintada de branco mas a tinta estava descascando, uma grande porta de madeira com uma maçaneta de cobre já com sinais de corrosão e um barulho alto de batidas de dentro para fora.

    Nesta parte é que acaba as lembranças, o som de alguém batendo com força a porta como se quisesse sair e nós 3 parados na frente observando.

    Uma vez chegue na minha mãe e perguntei sobre a prima Libélula e a tal casa, ela disse que a gente nunca teve uma prima chamada Libélula mas se lembra de uma casa com aquelas características. A casa pertenceu a algum parente e ela foi destruída em um incêndio e a unica vitima foi uma garotinha.

    Minha mãe também tem casos parecidos. Acontecia muito quando eu era criança de encontrar a minha mãe no primeiro andar de casa parada no meio do corredor de casa olhando para o nada e quando falava com ela ela voltava a si e continuava fazendo oq estava fazendo. Depois de anos em uma conversa com ela (já adulto) ela me falou q quando isso ocorria era como se ela fosse transportada para outro lugar, escuro e com coisas estranhas com seres flutuantes e coisas q ela não conseguia descrever e disse também q só voltava quando alguém a chamava (nos, meu pai ou minha avó).

  • Ótimo tema esse Podcast freaks! como sempre, deixei pra ouvir enquanto trabalho de madrugada

    Esse tema me lembrou um pouco um conceito bem forte em Doctor Who; a tecnologia alienígena de filtros de percepção. Na série várias vezes eles explicam que diversas raças extraterrestres usam em seus esconderijos um campo de percepção que a maioria dos humanos distraídos simplesmente não consegue não ignorar (e nosso mecanismo natural para manter a sanidade mental também opta por não querer pensar nisso), rendendo algumas cenas interessantes como o personagem passar durante anos no mesmo caminho pro trabalho e nunca ter percebido que determinada casa ou até mesmo a pessoa morar durante anos na casa e ignorar completamente que havia uma porta a mais no corredor.

    Em um episódio específico no final da nona temporada, “Face The Raven”, o doutor e seus amigos estão procurando uma “vila alienígena” em Londres. eles sabem qual a quadra e endereço, mas devem passar várias e várias vezes pra anotar em que ponto eles ficaram distraídos. ao encontrar, é só olhar a mesma rua em um ângulo diferente do habitual para perceber que o beco era simplesmente muito maior do que eles sempre pensaram.

  • Laura Hofmann

    O episódio sobre Setealém veio bem em um fim de semana em que visualizei as questões abordadas no início do programa de forma muito nítida.
    Vim fazer uma prova no Rio de Janeiro, sendo que moro em Petrópolis. No dia anterior resolvi fazer um aulão de véspera que ocorreira em um hotel anexo ao Santo Dumont. A vista é simplesmente maravilhosa. Eu conseguia ver parte da Marina da Glória até a Praia de Botafogo de onde estava sentada e ao me levantar visualizar o Pão de Açúcar e a Urca.
    No final do curso fui pegaro o ônibus para a Penha, onde um amigo mora com a família, pois a prova seria na Zona Norte, já no dia seguinte. Em um minuto estava olhando aquela vista maravilhosa e no outro em um ônibus lotado na Avenida Brasil. Fui conversando com um garoto que trabalha na Urca e que mora na Penha. Ele leva mais tempo para ir do trabalho para casa e vice versa do que eu para ir de Petrópolis até a Zona Sul, ainda que eu o faça de ônibus.
    No dia seguinte fui fazer a prova em outro bairro, Marechal Hermes, no subúrbio. Fui de Über e a distância era imensa. O mais chocante foi perceber que para sair de lá teria que me virar, porque até então nem sabia que ônibus pegar. (no momento estou aguardando o início da prova)
    Fato é que essa distância é muito bizarra, e não falo da distância física. É quase um mundo paralelo. E isso ficou claro quando entrei na sala de aula: em uma parede estava um desenho lindo misturado com uma letra de música que eu adoro da cantora Tov Lo, chamada Habits. Pena que não posso fotografar. É que está claro para mim o quão cruel é o paradoxo de se morar numa das cidades mais maravilhosas do mundo que também contém tanta miséria e abandono e em um canto uma adolescente com os mesmos gostos e desejos que eu, capaz de traduzir em imagens uma letra tão querida por mim nas paredes de uma escola abandonada de subúrbio. Algo triste, mas ao mesmo tempo cada parede rabiscada é uma memória do quanto o desejo de se comunicar vai se impor, vai ocupar seu espaço, algo que também foi citado no podcast.
    Creio que Setealém é uma daquelas brisas que surge no inconsciente da sociedade exatamente por vivermos cercadas por estes paradoxos.

  • Eu não conhecia esse mito de Setealém, surreal demais a eventualidade de planos paralelos coexistirem simultaneamente. Isso é recorrente na cultura pop, e lá eu vejo como isso é tecido como válvulas de escape da nossa própria realidade, construindo ora universos utópicos onde possamos descarregar nossas frustrações, ou em realidades alternativas distópicas, onde no caso seria uma forma de se constatar “olha como tudo poderia ser pior do que já está!” Os próprios video games são experiências de usuário focadas em imersões desse porte, principalmente com o advento das realidades virtuais.
    Acho que Setealém seria uma analogia de tudo isso, dessa dimensão fora de nosso alcance físico, mas dentro de nossas férteis e febris elocubrações.
    E sobre as incidentais reflexões sociais, que acabaram gerando certo atrito aqui nos comentários, acho normal em qualquer colóquio, relacionado a obras de cunho reflexivo como Lugar Nenhum do Neil Gaiman, surgir a transparência política de cada um, e no caso dos podcasts que ouvi até agora, em nenhum deles me senti sendo doutrinado à esquerda ou à direita.
    Acho que precisamos relembrar que temos nossos filtros, nossa própria opinião, e que ficar exposto à opinião dos outros não vai nos lobotomizar.

    • Valeu pelo comentário. Eu desconhecia o lance de Lugar Nenhum dito pelo Keller, mas não duvido tendo em vista o tipo de pessoa que é o Gaiman. Mas é importante salientar que não é porque não vemos ou entendemos certo contexto, que ele não está lá. E concordando com você, todo mundo é adulto, tem senso crítico e consegue pensar por conta própria. Esse tipo de conspiração sobre doutrinação é coisa de gente pequena que não gosta de ser questionada.

      Sobre a válvula de escape. Não podemos esquecer das distopias, recurso popular usado na ficção científica a mais de 100 anos para criticar e exaltar problemas sociais. Imagina você o cara é fã de histórias sobre outras dimensões, ou seja, ficção científica e ignora completamente o contexto em que ela foi criada? Não dá. Quer dizer, até dá, mas é um modo frio e raso de enxergar o todo.

  • Doctor Globo Whoral

    Ninguém falou do menino do Acre, que supostamente teria sido abduzido para um meandro da realidade.

  • Doctor Globo Whoral

    Outro tópico legal de se falar nesses episódio seriam as cidades “escondidas” em games como os três Bioshocks; também Eureka da série do Syfy. Além disso, lugares em que compartilham o mesmo espaço, como a teoria de que encontros de multiversos fariam pontes entre esses lugares.

  • Doctor Globo Whoral

    E por último espaços de quatro dimensões, como esse vídeo de um movimento de um cubo de 4 dimensões. https://www.youtube.com/watch?v=t-WyreE9ZkI.

  • Ana Da Rocha Kurata

    Amei o tema! Principalmente porque como paulista que mora no centro da capital vivo com a sensação de que Setealem é logo ali
    Muito do que foi dito sobre “cidades de baixo” me remete a situações peculiares q nunca parei pra pensar sobre, situações que nos tiram da rotina cinzenta

  • Gin-san

    Isso tem em Jojo!!!

  • Adriano Rodrigues

    Muito bom o programa. Minha história preferida foi a do tambor.

  • Luciano Milici

    Mãe, eu fui citado no Mundo Freak!

  • Augusto Marcusso

    BATE NA MINHA CARA COM ESSA TRILHA DE BLOODBORNE!!!

  • Bia Tomas

    Que episódio foda.
    Esse foi um dos meus preferidos esse ano. Desde a primeira parte de introdução é indicações de livros (todos devidamente anotados) até o pequeno “aconteceu comigo especial de setealem”.

    Fazendo o contraponto das críticas que eu li, eu adoro quando o Keller ou qualquer outro participante expõe questões políticas e sociais, dá mais corpo ao episódio além de só mostrar a parte sobrenatural que já é esperado.

    Mais uma vez, parabéns pelo episódio sensacional

    (Keller um beijo <3)

  • Murilo Barbante

    Qual é a música que está tocando de fundo no primeiro relato do setealém (por volta de 43 minutos do áudio)? Gostei do episódio. Abraço