MFC 157 – Vampyrismo

Admirados hoje em dia e temidos na antiguidade, o mito do vampiro se estende até qualquer lugar em que a noite toca. Sedutores, poderosos, cruéis ou discretos, a identidade dessa criatura é misteriosa e mexe com todos os nossos temores mais primais.

Nesse Mundo Freak Confidencial, acompanhe o investigador Andrei Fernandes entrevistando o vampiro* Lord A (Rede Vamp) sobre a origem do mito, as referências culturais e o cenário do vampirismo underground de São Paulo e do Mundo. 

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Sobre Andrei Fernandes

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Designer, Ilustrador, aspirante a escritor, blogueiro e freak nas horas vagas!

36 Comentários

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comentários

  • Marcelo Grisa

    Com esse fundo preto, o botão “Incorporar” tem todo um novo sentido, sabem? :v

  • Zlad Bigode Espacial

    Cara eu detesto vampiros, eu continuo não gostando mas não posso deixar de dizer como esse cast foi legal e interessante, eu adorei o entrevistado e o tema tudo foi show de bola.

    E obrigado pelo ótimo conteúdo..

    • Gosto de ler comentários assim! Yeahhh!!! Fazer uma pessoa que não gosta do tema ouví-lo e achar legal o material apresentado me dá um orgulho danado de participar das pautas! :D Faz todo o trabalho de equipe brilhar!

      • Zlad Bigode Espacial

        Vocês fazem um trabalho sensacional e sempre trazem um ótimo conteúdo, e independente do tema eu sempre escuto seja o Ponto G ou Mundo Freak . Vocês são F-O-D-A-S pra caramba.

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô papai, que delícia.

  • Petrus Augusto

    Caramba, que epi interessante da porra!! Muito bom mesmo!! Vlw Andrei!
    Assim como um colega falou abaixo, eu não sou lá muito fã de vampiros e tal, mas, pqp, que cast foda!!

  • Nyell Quantos

    Excelente! mudou completamente a minha visão sobre o vampirismo, mas oque me fez pensar e algo que eu não avia levado em consideração até então, é o quão recente é isso tudo.

  • Teikerize

    Só eu to achando a voz do Lord A parecida com a do Ney Latorraca? Ou será que eu estou querendo ver o Conde Vladmir Polanski ? ;D

  • Aqualad/Muleque-Piranha

    proponho que simpatizantes de vampiros passem a ser chamados “simpatiVampis”

  • Aqualad/Muleque-Piranha

    adendo
    sobre comunidades vampiricas
    https://www.youtube.com/watch?v=iXpxnxAL62A

  • Alexandre Gomes

    Gostei muito do podcast. O meu interesse por rampíros é bem comum, no sentido de gosto mas não sou fã boy, contudo Lord A é bem carismático e fala bastante bem. Me deixou um pouco mais curioso sobre o assunto.

  • San Ramon

    programa excelente. Acho que eu já li um livro dele, mas é bacana descobrir as pessoas por trás de alguns sites e livros que a gente vai estudando ao longo da Senda..

  • Stephan

    Entrevista boa dessas a gente até ignora o “Alemãos”.

  • A voz do Lord A pessoalmente é ainda mais bonita, gente. Já ouvi. Adorei o programa, excelente entrevista! :D Só faltou falar dos projetos bacanas que o Lord A ajuda, como de arrecadar ração para animais necessitados. :) Tô ouvindo de novo com minha mãe, que tbm adora o Lord A. Ah, conhecemos num freakout, gente.

    • Ricardo Sedano

      Sério?? Eu achava que a gravação tinha ajudado… Que baita sujeito.
      Ele é ouvinte do mundo freak ou só foi parar lá?

      E admito que me deu vontade de ir no baile de mascaras que ele falou. Teve ser uma parada irada e bem diferente.

      • Sim, Lord A. tem voz de veludo mesmo. :D Eu fiquei com vontade de fazer as caminhadas. Deve ser bem legal.

    • Meu deus, tem como ser ainda mais bonita?

  • Ricardo Sedano

    Que cast excelente (mas ainda no aguardo do proibidão)!
    Que baita voz e ritmo de fala tem esse Lord A. Essa construção histórica dos vampiros ao longo do tempo foi muito boa mesmo, gostei muito das informações.

    Assim… caso ele queira falar, acho que seria muito legal um cast sobre essa espiritualidade vampirica pois parece ser algo tão interessante e a forma como ele apresentou isso quebrou um preconceito que eu teria caso alguém me falasse disso antes.

  • Ricardo Sedano

    Um outro ponto foi que depois dele ter dito sobre o sangue não ser propriamente sangue mas uma metáfora para a essa vontade ou energia de vida (ou algo assim, novamente minha memória me trai) me veio a cabeça foi a quantidade de expressões que temos com sangue nesse sentido.

    Nos esportes um jogador sem vontade é um jogador sem sangue. Aquele que tem muita vontade, da o sangue pelo time.
    Também nas expressões para representar algo que você é ou não é, com por exemplo “não tenho sangue de barata”.

    Isso pode não ter nada haver? Provavelmente. Mas me fez pensar xD

    • Acho que tem tudo a ver. Principalmente se colocarmos que existem vampiros que não se alimentam de sangue, mas de energia espiritual ou força vital. É sempre uma metáfora, porque não expandir para outras formas?

  • Kadu Freitas

    Sempre preferi a personificação lupina do que a dos vampiros… mas nunca pensei que pudesse ver uma abordagem dessa forma…foi realmente incrível.

    Gostaria de pontuar algumas coisas… não sou historiador e apesar de estudar muito história na minha especialização, a parte que estudo é mais contemporânea, então não tenho respaldo científico para falar. O que tenho são apenas impressões se uma viagem.

    Estive na Colômbia há dois meses atrás. Como amante da história, faço sempre questão de ver museus e conhecer a cultura histórica do lugar.

    O primeiro ponto é quanto à inquisição. Lá em Cartagena das Índias há um sufocante museu da inquisição. (foi o 3º museu das Américas a condenar mais pessoas).
    Era praticamente impossível não estar em algum grupo passível de condenação à inquisição. Forasteiros em geral, culto a práticas diferentes do cristianismo…judaísmo, islamismo… tudo era passível de condenação à Inquisição. Mas, logicamente, essas condenações não eram feitas ao acaso. Ao contrário do que se comentou (que quem era condenado era o cara humilde do meio do mato), na verdade uma grande parte dos condenados eram pessoas de posses. A morte não era a única condenação…haviam as torturas e, muito usada, o repasse dos bens à Santa Igreja como forma de pagar pelas heresias (???)…

    Um segundo ponto é sobre o comentário do entrevistado sobre ter conhecido um casal de senhores colombianos que reconheceram nele o aspecto do morcego…
    Estive em um museu do ouro impressionante em Bogotá que explica um pouco disso… as civilizações pré-colombianas possuíam realmente um teor religioso xamanista. Eles acreditavam que podiam extrair poderes expeciais de alguns animais com os quais assumiam arquétipos. Isso incluía tentar mudar ao máximo sua forma física para se assemelhar ao animal… hábitos estavam incluídos. Um dos arquétipos era do morcego. O sacerdote morcego, com o intuito de adquirir os poderes do morcego adquiria hábitos noturnos, dormia de cabeça para baixo, usava uma peça de ouro que dolorosamente prendia o nariz pressionado de forma a deformar o nariz para parecer o de um morcego e, em alguns casos, bebiam sangue (apesar de não terem mencionado nada sobre sangue humano).

    Gostei muito desse episódio por mostrar um pouco da história de uma forma muito mais plausível. Como em diversas lendas, as crenças moldam visões unilaterais de algo que não se entede e transformam por vezes em “mal”. A religião tende sempre a conduzir a uma visão maniqueísta e mais uma vez, um episódio do mundo freak quebra isso.

  • Gabriel Santos

    Muito foda o cast e o convidado

  • Vitor Caliari Lima

    Boa noite, estava ouvindo o ultimo cast sobre vampirismo, sem querer ofender o convidado (longe de mim, por favor, o cara ajuda em várias instituições, é uma grande pessoa), mas a parte histórica e mitológica, estava cheia de preconceitos, anacronismos e senso comum. Ex: Os gnósticos não foram para a fogueira, o gnosticismo se torna heresia (o não caminho) no século I d.C. ainda. Acerca dos cultos do campo, sugiro procurar a origem do termo pagani (campestre) ligado ao rustici (pessoas do menos esclarecidas, sujas/ignorantes) com o bispo Cesário de Arles. E sobre Hella e Kali, nem comento nada, procurem o NEVE (Núcleo de Estudos Vikings e Escandinavos) no Youtube. Sobre estacas e cultos de volta dos mortos, está pra sair uns artigos bons sobre a deusa grega Hécate. Duvidas, a disposição.

    Links:
    https://www.youtube.com/channel/UCyi7TQJOK1kyIU6e4pRJrUQ (NEVE youtube)
    http://neve2012.blogspot.com.br/
    Peter Brown. A Ascensão do Cristianismo no Ocidente (Livro sobre o Cesário de Arles)
    Elaine Pagels. Evangelhos Genósticos (Sobre o gnosticismo)

    • Aline Brum

      Desculpa a minha ignorância, eu não entendo do assunto… os cátaros foram queimados na França, eles não eram gnósticos tb?

  • Little John

    E também tivemos o Vampiro POP em Novelas. kkk

    • Lisbeth

      Tarcísio Meira foi um vampiro muito foda em O Beijo do Vampiro!

  • Aline Brum

    Olha, eu nunca gostei de vampiro e sempre fui até meio avessa à figura, mas confesso que fiquei encantada com este episódio.
    Convivi um tempo virtualmente com uma galera que se diz pagã há uns anos atrás, e nos últimos tempos tenho percebido que o povo que essa galera criticava e fazia chacota é anos-luz mais sério e comprometido do que quem falava mal. Gostei muito da autenticidade do Lord A e da dedicacão que ele tem por algo que ele ama de verdade. Como disse, não sou fã de vampiros, mas fiquei sim, com curiosidade de conhecer de perto esse universo da cosmovisão vampyrica.
    Estão de parabéns pelo episódio! ;)

  • Sor Lucas

    Ouvir Lord A fez eu voltar à minha adolescência trevosa, foi bizarro, mas mas o programa foi incrível.

    A série Crepúsculo é extremamente mal escrita, como qualquer pessoa de bom senso eu também odeio mas frequentente brinco que gosto só para irritar as pessoas que querem pagar de vampiros góticos trevosos (não é o caso dos participantes). Como o Andrei não fez um bom papel em ser o advogado do Diabo, estou aqui para desempenhar este papel ingrato:

    O principal motivo que leva as pessoas serem haters de Crepúsculo (além da homofobia óvbia da maioria de falar que o Edward é um “viadinho”) é o argumento de que “vampiro de verdade não brilha no Sol”.

    Me surpreende que o Lord A e o Andrei, mesmo com essa grande bagagem literária, não terem se atentado que isso é claramente copiado na cara dura do fucking Drácula de Bram Stoker. Em Drácula, o vampiro ao ser exposto à luz do Sol em Londres e Yorkshire, assume uma jovem mais jovem e sedutora que mexe com os sentimentos de Mina, exatamente o mesmo artifício usado de pela Stephenie Meyer em seus livros.

    Como se não bastasse, no livro todo Drácula faz nada menos que seis aparições em plena luz do dia, o que não só invalida o argumento que “vampiro de verdade não brilha no Sol” como torna óbvio a falta de referência literária de quem quer estufar o peito para determinar o que é ou não vampiro de verdade.

    Obviamente esta crítica não se aplica ao Lord A, que reconhecidamente é um especialista, nem ao Andrei, que eu sei que pesquisou muito já sobre o tema. Eu só odeio essas pessoas babacas que gostam de falar mal de Crepúsculo só porque se acham trevosos fodões.

    Crepúsculo é ruim? É. Crepúsculo é desnecessariamente melodramático? Muito. Crepúsculo parece uma fanfic mal escrita por uma menina 13 anos que está entrando na puberdade? Sim. Mas isso não é desculpa para arrogância e babaquice.

    No mais, parabéns pelo ótimo trabalho, são programas bons como esse que fazem o Mundo Freak serem meu podcast preferido.

  • Helil Neves

    Olá, Andrei; alô Mundo Freak. Infelizmente só consegui comentar agora (e pior: digitando pelo celular).

    Pois bem, existe um livro nacional muito bacana, apesar de não tocar na cosmovisão vampírica. O livro chama-se “Voivode – estudos sobre vampiros”, da Editora Pandemonium.

    Ele foi organizado pelo Cid Vale Ferreira, e é dividido em três partes.

    A primeira chama-se “Vampiro, Demasiado Vampiro”, e traz artigos de:

    Marco A.C. Moraes (Um Retrato em Mosaico; O Erotismo do Vampiro),
    Shirlei Massapust (Raízes Judaicas do Vampirismo; Vampirismo Luso-Brasileiro),
    Henrique Marques Samyn (Vampirismo no Vodou Haitiano; Êxtases Vampíricos da Alma Expressionista),
    Cid Vale Ferreira (Alicerces da Ficção Vampírica; Drácula e o Duplo),
    Carlos Primati (“Drácula Sugou Minha Carreira!”),
    Carlos Thomaz Albornoz (O Vampiro no Cinema Oriental),
    Laura Cánepa (Vampirismo Psíquico)
    e José Octávio Stevaux Galvão (A Atual Subcultura Vampírica).

    A segunda parte chama-se “O Sono da Razão Engendra Vampiros”, e traz documentos históricos antigos:

    “Sobre o Cruel Tirano Voivode Draculya”, Anônimo (1488);
    “Decisão Final da Corte”, Theodaz Szirmai de Szulyo (1611);
    “Visum et Repertum”, Johannes Fluchinger (1732);
    “Lettres Juives”, Marquês d’Argens (1736);
    “Dissertazione sopra i Vampiri”, Giuseppe Davanzati (1744);
    Traité sur les Apparitions…”, Augustin Calmet (1746);
    “Vampiros e Brucolacos”, Geronymo Feyjoò (1753);
    “Magia Artificial”, Pedro Norberto de Aucourt e Padilha (1759);
    “Vampiros”, Voltaire (1764);
    “Vampiros e Carniçais”, Anônimo (1871);
    “A Superstição”, Silveiras Nemo (1877);
    “O Monstro de Dusseldorf” (1930);
    “Eu Gosto de Interpretar Drácula”, Bela Lugosi (1935).

    A terceira parte chama-se “Do Vampirismo como uma das Belas-Artes”, e traz poemas, contos, uma história em quadrinhos e uma lista de 100 filmes, tudo amparado por um texto introdutório cada um, explicando a natureza da obra em questão:

    “Treze Obras Vampíricas: Vultos Sinistros e Sangrias na Poesia Brasileira”, Silva Alvarenga, Pethion de Villar, Casimiro de Abreu, Castro Alves, Cruz e Souza, Augusto dos Anjos etc. ;
    “Octávio e Branca”, João Cardoso de Menezes e Souza (1849);
    “O Estrangeiro Vampiro”, Gomes Leal (1897);
    “O Convidado de Drácula”, Bram Stoker (1914);
    “Como Se Faz Uma Estória de Terror”, Rubens Francisco Lucchetti e Nico Rosso (1968);
    “Mulher Satânica”, Rubens Francisco Lucchetti, (1970);
    “100 Filmes de Vampiro”, Carlos Primati.

    O livro ainda conta com a arte de Victor-Hugo Borges e um prefácio de José Mojica Marins (o que é engraçado, porque o Mojica não gosta de vampiros, rsrsrs).

    Infelizmente um livro bacana desses encontra-se fora de catálogo. O lançamento foi em 2003. Quem conseguir esbarrar com um aconselho a comprar no ato. Eu tenho o meu autografado da época.

  • Popiqueste show, informativo e divertido.

    Uma recomendação bacana é o gibi recente da DC Comics: Eu, Vampiro, que aborda tanto o vampiro monstro quanto o sedutor, uma literatura interessante, onde ele vai alem de se tornar morcego e chupar pescoços.

  • Rafael Rigon Maier

    Olá, apenas passando para agradecer pelo maravilhoso episódio, pelo tema executado magistralmente e tb pela trilha do Demon’s souls.