Ponto G 26 – As princesas da Disney

Em algum momento de nossas vidas, junto de nossos pais, tios ou avós, ou ainda na primeira infância, na escola infantil, entramos em contato com o mundo mágico de príncipes, princesas e criaturas fantásticas. Querendo ou não, lemos sobre as princesas. E estamos também, através da cultura pop, sempre expostos a elas (quem não se lembra das inúmeras listas de “como seriam as Princesas da Disney se …”?)

Ira Croft, Juliana Ponzilacqua e Tupá Guerra não só falam sobre as princesas, sobre suas histórias, mas também contam sobre suas verdadeiras origens e, é claro, sobre as suas princesas favoritas!

Deixe-se levar pela magia dos contos de fadas (adaptadas do Universo Disney) e dessas mulheres que são, para muitas, ainda exemplos de como ser (ou não! ;) ).

 

>>> Clique aqui e escute o programa anterior: Ponto G 25 – Lili Elbe <<<

#MULHERESPODCASTERS

Neste programa temos a participação da podcaster Marcela Ponce de Leon, produtora do podcast Baseado em Fatos Surreais. O programa reúne histórias de mulheres como nós compartilhadas com empatia, intimidade e leveza. Onde o assunto é a VIDA e o detalhe o SURREAL

Conheça esse programa, feito por #mulherespodcasters, compartilhe e ajude a divulgar o trabalho feminino na mídia podcast.

Playlist

Lee Maddeford – Le petit Jardin with Les Gauchers Orchestra
Quantum Jazz – If I can’t dance it’s not my revolution
Tri Tachyon – Little Lily Swing
Revolution Void – Someone Else’s Memories
Kevin MacLeod – AcidJazz
Jazz at Mladost Club – Kurina Blues
Beat Culture – Midori
Manuele Atzemi – Little Star

Créditos

Apresentação: Ira Croft, Juliana Ponzilacqua e Tupá Guerra
Pesquisa e pauta: Tupá Guerra
Edição: Kyuu
Direção de arte: Andrei Fernandes
Locução: Dani Freitas
Direção geral: Iracroft

Sobre Iracroft

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Nascida no planeta Blastófila Blasmóide, viajou pela Terra do Nunca para hoje escrever sobre seus sonhos.

9 Comentários

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  • Luis Felipe Papillon

    De fato, a Ariel é o pior modelo de princesa. Ela faz inferno na vida de todo mundo pra correr atrás de macho, troca o maior dom que ela tem que foi a voz pra poder ir atras dele, chega lá o cara vê que ela é muda e rejeita ela, e ela ainda insiste com o ele. Agora as musica e personagens do desenho são lindos, e a Ursula é uma drag maravilhosa, gostaria muito de ver um filme contando a história dela.

    • Ira Croft

      Ursula <3

  • Muito legal o episódio e as discussões sobre as personagens. Muito legal escutar o ponto de vista de vocês sobre o tema.

    Só queria comentar minhas impressões infantis dos desenhos. Como homem, nascido em 1984, era praxe publicamente não assumir que gostava desses desenhos, e era legal assistir algo que você não se visse na protagonista, pelo gênero. Não dava para se identificar com os príncipes também. Eu gostava e não tinha vergonha disso, as princesas não eram minhas favoritas – gostava mais da Wendy e achava a Nala muito legal. Sempre assistia quando passava, e gostava das músicas em geral. Gostava da versão em disco e umas versões que meu pai contava também.

    Pergunta a Tupá: a versão em filme da Princesa e a Ervilha era com a Liza Minelli? Se sim, pé a versão do Conto de Fadas que passava na cultura, que era minha versão preferida dos contos.

    1 – Branca de neve: foi o primeiro que assisti, meu pai levou ao cinema que passou, por algum motivo. Lembro de ser bem pequeno, talvez tivesse uns 6 anos. A morte da bruxa era pesado para mim. E adorava as músicas e gostava de brincar de: Eu vou, eu vou, para casa agora eu vou… Tenho uma lembrança especial de sair do cinema cantando isso com meus pais. Na adolescência, esse desenho me deixava melancólico, via a Bruxa nas meninas e mulheres se cobrando pela beleza e sempre pensava nisso, inclusive, por achar a Rainha Má linda.

    Bizarramente, por causa da Branca de Neve acabei assistindo o “Histórias que as babás não contavam” no SBT, mas isso é outra história…

    Pergunta a Juliana: será que a comparação com a Branca de Neve não despertou seu interesse pela Bruxaria e tal???

    2 – Cinderela: gostava do nome Gata Borralheira. Os ratinhos são incríveis. Eu ficava com uma mistura de tristeza e ódio em relação a esse desenho, por causa das “irmãs” dela. E achava o príncipe babaca por só reconhecê-la por causa do sapato de cristal, rsrsrs. A fada madrinha era bem simpática, e toda a coisa da abóbora e tal, eu achava legal.

    3 – Bela adormecida: essa eu tinha dificuldade de entender, achava muito maluco tudo. Mas preferia uma outra versão. Por achar maluco, ficava tentando interpretar, a questão do Destino e tal. Gostava da música. Na verdade, o beijo nela dormindo me incomodava muito. Gostei muito da adaptação de Malévola.

    4 – A Bela e a Fera: eu gosto muito desse, reconheço as críticas, mas gosto do lance do amor com a feiura e tal, como a Ira comentou. Tinha uma série com o Ron Pearlman e a Linda Hamilton – eu era meio apaixonado por ela, tanto por essa série como pelo Terminator II.O desenho me impactou muito por três coisas: identificava-me com a solidão da Fera, do modo como se via através de sua sombra e não de sua luz, sentir-se amaldiçoado e um peso a todos a sua volta, eu me identificava com isso, por questões que não ao caso; o Gastão era o padrão misógino de macho alfa que eu não queria ser; a heroína da estória ser a Bela, que salva a todos com sacrifício, inteligência e amor. Era incrível vê-la salvando toda a situação por olhar o diferente, por ter a empatia como sua própria força. Ao me identificar com a Fera e não ser o salvador, mas sim ser salvo pela Bela, fez-me pensar muito quando vi, isso foi muito marcante aos 7 ou 8 anos – afinal, adorava heróis, brincava só disso praticamente, ser tirado desse paradigma enquanto assistia o filme, e ainda ser salvo pela empatia,amor e inteligência, foi uma experiência marcante ao assistir a primeira vez –. Por muito tempo, brincava de fera rsrsrsrs. Ainda tenho mania de me colocar dentro dos filmes, até hoje. E as músicas, a dança dos dois é linda demais.

    Não vi a nova versão, mas tem uma francesa de 2014 que é bem legal, e tenho loucura de ver a do Jean Cocteau.

    5 – Pocahontas: não gostava muito do final, mas achava o desenho lindo, e choro ainda hoje com a música dela na natureza. A questão indígena é complexa mesmo, meu irmão faz um trabalho interessante com indígenas, mas fico só com as impressões infantis. Achava ela linda, e gostava da sabedoria dela e tal, por isso achava o final ruim.

    6 – Mulan: Essa é incrível, e fico feliz da minha irmã menor, gostar do desenho. Assisti mais de uma vez.

    Os demais consegui assistir com espírito infantil, e gostei dos rumos da Mérida, as irmãs em Frozen. Mas aí já é outra cabeça assistindo.

    Tudo de bom a vocês!

  • Carolina G.

    Amei o programa de paixão! Mas já espero o próximo sobre personagens femininas da Disney que, embora não sejam princesas, roubaram a cena. Sim, quero um programa sobre a Esmeralda, Kidagakash, Jane, e principalmente Mégara <3 Continuem com o ótimo trabalho meninas, parabéns mesmo.

    • Ira Croft

      Essa era a intenção falar delas como elas são, como elas encantam e como queremos. Elas, apensar de contradições, não merecem serem tratadas como as “vilãs” da nossa sociedade. E claro, vem sim o programa das vilãs e as sidekicks da Disney. <3

  • MULAN, DONA DO MEU KOO! ♥
    Amo tanto a Mulan que, com 20 anos na cara, eu chorei por não conseguir tirar foto na Disney. hahaha

    • Ira Croft

      nhóóóóó totalmente justificável

  • Gabriela Rodriguez

    Oi meninas,

    Acompanho vocês a uns meses e ADORO o programa e vocês estão de parabens pelo excelente trabalho! Ao ouvir esse programa me lembrei da minha monografia, me formei em jornalismo no meio do ano passado e fiz minha monografia fazendo uma avaliação das princesas da Disney de acordo com o papel feminino na epoca em que os filmes foram para o cinema e fazendo um paralelo com a história do feminismo, se chama: A REESTRUTURAÇÃO DO PAPEL FEMININO NOS CONTOS DE FADA DA DISNEY. Gostaria de passar por vocês, se quiserem ler

    beijos