Ponto G 22 – Mulher Maravilha

DCnauta ou não, falar sobre a Mulher Maravilha é nossa obrigação! Símbolo de força e justiça, a Mulher Maravilha é uma das personagens que mais representa o #girlpower atualmente.

Aperte o play e embarque nesse programa junto com Iracroft, Juliana Ponzilacqua e a convidada especial, Débora Albuquerque, do podcast Bolsa Nerd.

>>> Clique aqui e escute o programa anterior: Ponto G 21 – Wangari Muta Maathai <<<

 

#MULHERESPODCASTERS

Citamos no programa o podcast Ilha Themyscira, um projeto de faculdade feito por mulheres sobre comunicação na mídia podcast. O programa é formado pelas Deusas Ártemis, Atena, Héstia, Íris e Selene, que oferecem um panorama de como funciona a cabeça das mulheres.

Playlist

6th Sense – The kid Daytona
Boss Bass – State of Guanabara
Broke for Free – Living in Reverse
Ash on Dust – Diaspora
Dr Wylie – Robot Love
Foniqz – Smudj

Créditos:

Apresentação: Ira Croft, Juliana Ponzilacqua e Débora Albuquerque
Pesquisa e pauta:  Débora Albuquerque e Ira Croft
Edição: Kyuu
Direção de arte: Andrei Fernandes
Locução: Dani Freitas
Direção geral: Iracroft

Sobre Iracroft

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Nascida no planeta Blastófila Blasmóide, viajou pela Terra do Nunca para hoje escrever sobre seus sonhos.

10 Comentários

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comentários

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô papai, que delícia.

    • Juliana P.

      ô papai, gostou do cast? você curte a WW?

      • Sir Jones Kast, Ph.D.

        Ô minha prinspa, gosto sim da Mulé-magavilha. Apesar de ser Marvete da gema, não deixo de admirar e gostar da Diana, nome o qual pretendo dar a uma próxima filha que tiver, por causa dela.
        Só não gosto do padrão americano de cores da vestimentas dela, mas já virou clássico, então aceito.

        • Juliana P.

          hahaha!
          como disse no programa, eu “devo” ser mais marvete, porque conheço mais o universo marvel do que o dc. mas a mulé maravilha é A mulé maravilha! <3

          • Sir Jones Kast, Ph.D.

            ‘Xonei quando disse isso, ser mais Marvete. <3
            =)
            E Mulé Maravilhas são vocês, minha fulôr e todas àquelas que fazem parte da minha vida (filhas, mãe, vós, irmãs, colaboradoras, amigas, amantes…)

  • Olá a todos,

    Muito legal o episódio! Tanta por passarem pelas diversas fases da e as reflexões finais sobre ela hoje, e sobre mulheres quadrinistas.

    Teve uma informação que discordo um pouco. Parece-me que a primeira versão dela era para ser uma heroína feminista mesmo, além do autor consultar suas cônjuges sobre os roteiros, consultava a professora Alice Freeman Palmer e a sufragista Margaret Sanger. O primeiro desenhista a sexualizava bastante mesmo, até a roupa dele inicial foi uma adaptação de roupas de dominatrix da época, até porque o roteirista queria divulgar também as ideias de poliamor,dominatrix, e outras coisitas más (Além do poliamor, o Marston curtia ser dominado, levar umas laçadas e chicotadas, e jogos sexuais de ficar submisso a suas cônjuges)…

    Quando ele foi substituído, tanto por falecer, mas provavelmente logo ocorreria devido a fortes críticas dizendo que as meninas que a liam ou virariam lésbicas ou “não obedeceriam seus maridos com uma mulher de bem deve fazer” (sic), iria levá-lo a substituição. O novo teve ordens explícitas dela ficar mais “feminina” e começou com a palhaçada de ficar mais submissa efetivamente. A Elizabeth Marston brigou com bastante gana para seguirem a proposta inicial, afinal, a personagem também era dela, já que sugeriu a parte do amor, justiça e tal.

    Acho bem legal que tudo o George Pérez fez com a Mulher Maravilha foi só possível por na época quem Mandava na DC era a Jenette Kahn que desde 1976 brigava para ela voltar as origens. Com o olhar de uma mulher forte como ela que a Mulher Maravilha voltou ao posto que sempre devia.

    E que mulher a Jenette Kahn (O ruim é ouvir a voz do Capitão Kirk ao ler o nome dela…), afinal coordenou toda a revitalização da DC no final dos 70, 80, 90… Ela que fundou a Vertigo e colocou a Karen Berger – outra mulher maravilhosa – para gerir os títulos dela…

    Muito legal o episódio.

    Parabéns por mais este belo trabalho!

    Tudo de bom vocês!

    • Débora De Albuquerque Teixeira

      Sim, a Mulher Maravilha tem uma história ligada ao feminismo mas também ao fetichismo, o Marston era assim, mas ele teve muita visão com a personagem, porém ela também sofreu os efeitos de sua época, os anos 60-80 eram muito ruins para as personagens femininas, um exemplo é a Lois Lane na HQ dela, que era machismo puro, a própria Mulher Maravilha não escapou dos esteriótipos e foi se tornando apenas uma sombra do que era. Felizmente veio a crise nas infinitas terras e o George Perez assumiu, ele tinha uma visão muito boa e clara da Mulher Maravilha, que é uma das melhores até hoje. Pouca gente sabe escrever a WW bem, mas o Perez soube, a fase dele com a heroína era de muitas camadas pra personagem e pro feminismo.

      • Estou adorando reler essa fase do Perez.
        Na parte do fetichismo ,talvez – corrija-me se estiver falando besteira por favor – na mente do Marston, poderia ser uma forma de empoderamento feminino, no sentido de passar a ter uma posição de domínio na sexualidade, e sobre sua própria. Mas pode ser viagem minha…

        Muito obrigado pela resposta!

        • Débora De Albuquerque Teixeira

          Oi Tiago, eu realmente não saberia dizer… a verdade é que o Marston era um feminista para a sua época, mas os conceitos dele de feminismo já não se encaixam com os atuais, então sobre o fetichismo, ser pra ele uma forma de empoderamento, eu realmente não sei dizer.

  • Jefferson

    Mt Bom o Cast. Sou novo no programa mais vejo que ele tem uma qualidade incrível!!!Vou Fazer uma maratona ja