MFC 151 – O efeito Missing Time

O que é o tempo? Eu não sei. Sério, não sei mesmo, mas acho que sei. A ciência diz que sabe, mas aí é aquilo né. Quantic yaba yaba. Mas nesse episódios vamos falar sobre quando o tempo “dá ruim” com os sujeitos tudo. Que apesar de não sabermos, acho que temos uma pista, ou não. Enfim, escuta aí esse episódio de Missing Time e tire suas próprias conclusões.

Nesse Mundo Freak Confidencial, acompanhe os investigadores Andrei Fernandes, Lucas Balaminut e Tupá Guerra teorizando sobre as loucuras do tempo.

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Sobre Andrei Fernandes

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Falando de podcast com muita ousadia, alegria e misantropia. Também autor do livro Kalciferum, chanceler supremo do Freakstão e morador de Setealém.

34 Comentários

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  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    ô papai, que delícia…mais cedo hoje.

  • A Tupa tá nesse ep. Que liiiindooo <3

    • Tupa Guerra

      To de vooooolta!!!

  • A capa ficou bem maneira

  • Marcelo SEP

    Aaahhh… Só uma hora de cast? ;(

  • Marcelo SEP

    Lucas e Tupá!!! Meu Deus, quanta fofura envolvida!!! <3 S2

  • Bem legal o episódio.

    Essa questão do tempo tira umas boas noites de sono. Gosto de trabalhar, como filósofo, o pensamento sobre tempo de Henri Bergson e sua relação intrínseca com a memória, o tempo enquanto fluxo que pode ser distendido, aqui é o tempo apreendido pela consciência e não o tempo relativo da física.

    As referências antigas, no recorde grego romano, está em Cronos derrotando Caos, seu pai, e depois passando a devorar seus filhos, até que Zeus irrompe e o derrota. A primeira ideia propõe a metáfora de que o Tempo venceu o Caos inicial e deu fluxo ao universal, porém, como consequência o Tempo devora todos seus filhos, o cosmo como um todo, sendo os deuses aqueles que vencem o tempo e tornam-se imortais. Curiosamente o termo grego que diferencia homens e deuses é imortal, para o último, e mortal, para aquele.

    Trabalhar isso em Agostinho é bem interessante também, inclusive por ter sido o filósofo que inaugurou o problema de pensar o que é o tempo no Ocidente. Ele que pergunta sobre o que é o tempo, o porque de saber o que ele é até o momento em que necessita explicá-lo a alguém.

    A relação entre memória e tempo para pensar a música é extremamente frutífera também.

    Estes fenômenos descritos são estranhas, não tenho uma posição muito clara sobre eles. Nos casos de ausência de memória são mais aterrorizantes, pois a nossa percepção da passagem do tempo se dá exatamente através da memória, isso que acho assustador, essa possibilidade de sentir um tempo que passou mas sem saber o que ocorreu ali. A mim, os que o indivíduo apresenta memória, é curioso pois esta em conjunto com o relógio reforçam a ideia de que houve efetiva passagem de tempo para o indivíduo que vivenciou a experiência, mas por se lembrar não me assusta muito, pessoalmente.

    Cheguei a vivenciar ausências. Por exemplo, estava conversando com uns amigos e de repente pareceu que eu fiquei catatônico olhando ao nada por alguns minutos e depois voltei como se nada tivesse ocorrido. Na minha percepção só olhei para um ponto qualquer por algum motivo que hoje não recordo, mas meus amigos ficaram me chamando e tal… Não desapareci nem nada, só fiquei psicologicamente ausente mesmo. Mas não percebi essa ausência de maneira nenhuma, só acreditando nos meus amigos ao olhar o relógio, pois coincidentemente tinha olhado antes de ficar ausente. Virou uma certa piada após o susto deles, pois eu não bebo nada alcoólico e nem uso nada, porém eles bebendo e tal, e eu que fico ausente…

    Já desmaiei por problemas cardíacos aos 13 anos e a sensação de ausência descrita acima é parecida com o desmaio, o qual difere do sono por exemplo.

    Lembro de um filme antigo sobre Missing Time, que ao longo do filme se descobre que um avião que passou por esse fenômeno foi abduzido e daí ocorreu uma série de coisas, as quais não me recordo…

    Tudo de bom a todos,

  • flavio

    bom dia Andrei, o zipado do episodio 151 ta com erro
    arruma ai por favor pa nois baixa

  • Felipe Pinheiro

    É impressão minha ou o segundo caso lembra algumas características da operação prato?

  • Zlad Bigode Espacial

    Uma teoria da conspiração que eu formulei ouvindo esse mfc, antigamente era fácil verificar verificar se ocorreu com você um evento de Missing Time pelo fato de a maioria das pessoas possuíam algum relógio consigo durante o evento, hoje em dia e mais difícil devido que quase todo mundo vê a hora pelo celular e não usa mais relógio de pulso.
    Com isso podemos afirmar que as grandes corporações querem garantir que não haja registro desses eventos na população em geral,agora qualquer cético vai afirmar que o celular ficou sem bateria ou o horário esta errado.

  • Fernanda Mendes

    Tupá voltou <3

  • Gabriela Ferreira Santos

    Faltou o Lucas cantando a abertura de Dragon Ball.

    • Faltou nada, escuta até o final ;)

      • Gabriela Ferreira Santos

        Agora sim. Obrigada!

  • Nyell Quantos

    Avisa o Silmar que o Scicast saiu no site errado!!!

  • Aqualad/Muleque-Piranha

    QUE HORAS SÃO ?

  • Anderson Martins

    muito bom! o/

  • WSRK

    Episódio excelente!!

  • Mundo Freak falando de algo assombroso :D

    Tupá participando em cast onde ela é desnecessária e não agrega nada :(

  • Anderson

    Se fosse pra ser abduzido e ter que ir pra Punta del Este ou a Disney eu jamais iria pra Disney, mil vezes mais Punta del Este, esses ET’s sabem o que é melhor.

  • Marcelo Teixeira

    Fala, Andrei!
    O efeito missing time é algo muito estranho. Me lembrei do caso daqueles dois pescadores, comentado num episódio do MFC, que desapareceram por 3 dias, mas que para eles tinha sido apenas uma única madrugada. Na internet encontrei diversos casos de missing time, inclusive no filme “A Última Profecia”, estrelado por Richard Gere e que também fala sobre “Mothman”, o personagem desvia o caminho por 650 quilômetros, o que seria impossível, pois ele não tinha dirigido mais que 2 horas. Mais um fenômeno inexplicável para digerirmos. Mas como disse a Tupá, tem coisas que a gente só aceita.
    Bom, é isso aí! Mais um ótimo episódio.
    Grande abraço!

    P.S.: Quando vc vai soltar um programa só com as músicas cantadas pelos participantes. O Lucas cantando a música do Dragon Ball foi muito engraçado. Hehehehehe!

  • GusNoal

    O caso da Senhora F. é o mais fácil (e talvez único) de obter uma explicação plausível.
    Pela idade e forma súbita da apresentação do caso, podemos afirmar que esta senhora apresentou um quadro de desorientação tempo/espaço por demência, induzido pela desidratação, que é uma das causas mais comuns de desencadear pioras deste tipo. Demência é uma das principais causas de perda de função cognitiva em idosos, sendo o Mal de Alzheimer um dos seus tipos.
    Temos que levar em consideração que a percepção da passagem do tempo não necessariamente corresponde a passagem real do tempo. Ela pode ter tido a impressão de ter ficado vários dias afastada, devido ao cérebro processar que foram vários dias, quando na verdade passaram-se apenas minutos.
    E isso é relativamente comum. Teria vários casos pra relatar, inclusive de pessoas encontradas vários quilômetros de suas residências pensando que estavam rumando para casa, ou de tentar entrar na casa de desconhecidos achando que era a sua própria. Inclusive idosos que morreram por não encontrar o caminho de casa.
    Que época ocorreu esse caso? O teste que utilizamos pra esse diagnóstico – Mini-Mental – foi validado apenas em 1975. Pra saber se ela teve um delírio por demência teríamos que ter acompanhado a senhora por mais alguns meses. Com certeza mais algum sintoma teria surgido.
    Abraço.

  • Henrique Tavares

    Tenho a impressão de que teve bastante casos em comum com a pauta feita pelos pauteiros que não foram mencionados, hmm…

  • Nayanna de Oliveira

    Não sabia que isso era algo que “existia de verdade”, conheci esse conceito só no Arquivo X. Bacana ouvir todas essas histórias. The truth is out there!

  • Nayanna de Oliveira

    “People assume that time is a strict progression of cause to effect, but *actually* from a non-linear, non-subjective viewpoint – it’s more like a big ball of wibbly wobbly… time-y wimey… stuff.”

    O Doctor já definiu o que é o tempo, gente.

  • Dona Sancha

    olá tudo bem? primeiramente ótimo podcast, porém tomem cuidado na edição ao entrar com a música antes do término da fala, muitas vezes a frase fica perdida ;)

  • Dona Sancha

    Um detalhe importante, é preciso considerar onde esses relatos foram descritos, quem os descreveu, e quando foram descritos. Retomar as origens de relatos sobrenaturais, muitas vezes é uma viagem pela história da imprensa marrom.

    • Oi Dona Sancha. Não sei se já escuta a gente a algum tempo ou se não deixamos claros o suficiente. A maioria desses relatos são imprensa marrom mesmo, tabloide, blogs conspiracionistas ou mesmo fruto de ficção tirado do contexto. Sempre nos preocupamos em deixar isso claro seja afirmando objetivamente ou com ironias sobre a credibilidade do texto. Se não fomos claros o suficientes, my bad :)