Mundo Freak Confidencial 149 – E se: As máquinas se rebelassem hoje

Inteligência artificial, consciência artificial, singularidade. Qual é o limite do ser humano como máquina biológica de um autômato fabricado por nós a nossa imagem e semelhança?

Em mais um episódio da série “E se”, tentamos imaginar as circunstâncias que permitiriam que as máquinas pensasse por conta própria e o que aconteceria em seguida. Além de debater na atualidade qual os limites da robótica.

Nesse Mundo Freak Confidencial, acompanhe os investigadores Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna , Lucas Balaminut e Juliana Ponzi descobrindo como acontecerá o fim dos seres humanos.

Download do episódio compactado em formato RAR. Clique aqui com o botão direita e selecione “Salvar Link Como“.

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40 Comentários

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comentários

  • diogenesjup

    Bem que vocês podiam por um player na própria página!
    No Chrome não ta rolando o play, só fazendo o download

    • Moah Oliveira

      Eu to usando de boas aqui.

    • Aqui roda de boa no chrome. Tenta atualizar o navegador ou limpar o cache

    • ctrl+f5 e veja se o flash não travou.

  • Moah Oliveira

    Cês tem que jogar Horizon Zero Dawn. :v

    • Já joguei.

      • Moah Oliveira

        Se aquilo que rolou no jogo acontecesse na vida real,seria tenso.

  • E se a Juliana é uma máquina?

    • Juliana P.

      será??? ;)

  • Zlad Bigode Espacial

    Eu acha que eu era o único que conhecia essa banda,eu to muito feliz !!
    https://www.youtube.com/watch?v=VXa9tXcMhXQ

  • Lipidio Koyza

    tô junto com o Rafael, acredito mais em alien do que nesse lance de robozin brincando de romeu e julieta ! cade as prova?! hehehehe

  • Dentinho,o buldogue gigante
  • Zlad Bigode Espacial

    Gostaria de dar uma sugestão toscamente boa de um filme que discute esse muito bem esse tema mas e de 1970.https://www.youtube.com/watch?v=SmSsXoPxi0M

  • Caio Mizerkowski

    Apresento a vocês: Shitpostbot
    https://www.facebook.com/shitpostbotv2/
    Um bot que faz memes, alguns muito bons, outros nem tanto.

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô papai, que delícia!

    Esse é um dos meus maiores medos, mas é só uma questão de tempo até estarmos extintos por elas…I.A. + nanotecnologia + robótica…

  • Vanei Anderson Heidemann

    Apaguem esse cast. Se alguma IA ouvir tantas dicas de extermínio da humanidade dadas aqui, fudeu!!!

    • SE AI precisar ouvir a gente falando pra saber como exterminar a humanidade, ela não tem nenhuma chance hahaha.

  • Antonio Pereira

    Já estamos sofrendo com isso sem percebermos. As impressoras são dotadas de AI’s bem sutis e sacanas desde sempre. =D

  • Nyell Quantos

    Oque aprendemos com esse cast: não veja filmes com o Jacauna…

  • Philippe Sartin

    Parabéns pelo ótimo programa, muito legal. Eu gostaria de reter a questão da Juliana: “inteligência artificial” é diferente de “consciência artificial”. Esta questão é cara ao filósofo americano John Searle, no qual me baseio. A diferença entre um computador e um cérebro humano é que, basicamente, o computador não possui cultura, ou seja, não possui a capacidade de interpretar subjetivamente um significado partilhado, limitando-se a manipular dados (com uma eficiência muito maior que o ser humano, aliás). O problema, deste ponto de vista, é que entre tal processamento e a mediação semântica (entre homem e homem, ou entre homem e mundo) existe um gap intransponível. Computadores lidam com uma forma mais simplificada de linguagem, necessariamente: a própria criação de uma linguagem manipulável por um computador pressupõe a linguagem humana como limite; em outras palavras, não é possível nos distanciarmos perfeitamente de nossos símbolos para torná-los objetivos ao ponto de poderem ser utilizados por um computador à semelhança do que fazemos.

    • “O computador não possui cultura.” Pelo contrário, o computador SÓ possui cultura. O comportamento de uma AI é definida pelo seu treinamento muito mais que um ser humano é definido por sua exposição social. A diferença é que (ainda) não temos como expor AI ao comportamento humano muito bem. O problema no raciocínio do Searle é achar que cultura é algo especial do ser humano, enquanto a máquina pode ser treinada nela da mesma forma.

      A criação de uma linguagem manipulável por um computador NÃO pressupõe a linguagem humana como limite; pelo contrário, AI gera conjunto de relações semânticas das quais ela usa pra interpretar os dados a qual a expomos. Esse conjunto de relações é tão complexo que não conseguimos compreender. Isso é uma vantagem pois a AI é capaz de fazer previsões de padrões complexos muito melhor que nós. Mas também é uma desvantagem, pois o ficamos sem entender essa semântica de relações. Sabemos que funciona, sem saber o por que.

      A galera tem abandonar o cérebro humano como parâmetro. AI não precisa ser *como* o cérebro humano, ela pode muito bem ser diferente. Ainda não temos AI com capacidade de abstração complexa. As inteligências que montamos são muito mais especializadas. Essa é a diferença que resta entre humanos e máquina. Mas pra tarefas específicas, humanos já foram ultrapassados.

      Com todo respeito ao Searle, mas os pressupostos nos quais ele se baseia estão equivocados. Eu vejo o oposto destes já acontecendo nos meios de pesquisa, que aliás estão atrasados em relação ao desenvolvimento privado.

      • Philippe Sartin

        Acho que o Searle devia ficar bravo comigo Lucas, e não com você, por que eu é que não tenho competência para explicar direito o ponto dele (não sou filósofo, apenas historiador). O livro citado, de qualquer forma, contém as respostas aos argumentos que você levantou, alguns dos quais, se me lembro bem, são propostos pelos autores do subtítulo. O Searle não é nenhuma unanimidade, longe disso. O que eu acho que não soube explicar direito é que o argumento do quarto chinês não serve para dizer que uma inteligência artificial bastante eficiente, ou mesmo superior, com linguagem própria e complexidade inextricável seja impossível a partir de modelos computacionais; mas que, ao contrário, é a metáfora computacional que não se aplica ao cérebro humano, assim como essa “cultura” que você mencionou não basta para compreender a cultura humana, que não se reduz a “treinamento” e “exposição”. E quando eu falava do limite da linguagem humana, eu quis dizer o mesmo que você disse: é uma linguagem necessariamente diferente da humana, pois é impossível retirar-se do círculo da linguagem para saber o que ela é e, assim, replicá-la. Se dou um conceito de linguagem o faço por meio da linguagem. Era esse o ponto. Enfim, eu definitivamente nada entendo de AI, só quis colocar uma nota de rodapé, pensando na questão da consciência. Eu não sei se um robô teria consciência, ou subjetividade, escreveria um poema ou se calaria diante “do que não se pode falar”.

        • Respostas essas que tem 2 décadas de atraso. Foi mal, mas quando o pressuposto não se sustenta, não adianta argumentar em cima dele. Eu não vou trazer pro podcast uma analogia que não reflete as características da AI hoje.

          Aliás, eu acho que você está subestimando a complexidade das relações que uma AI gera após ser treinada. Podemos treinar a AI em mais informação do que milhares de humanos seriam capazes de absorver em milhares de anos. E isso seria pequeno perto do que um super computador com rede neural consegue. AI que fazem poemas eram novidade em 2008, quase uma década atrás. E não to falando em pegar palavras aleatórias e combiná-las. To falando em análise literária e expressão, essa que os literários se debatem pra interpretar dada a natureza tão diferente.

          Mas claro, vale a discussão.

          • Philippe Sartin

            Me desculpe então. Como eu disse, eu não entendo nada de AI e tenho a impressão que estamos falando de duas coisas diferentes.

  • Philippe Sartin

    [II]

    Eis o argumento de Searle, a famosa anedota do “Quarto Chinês”:
    “Imagine que você execute as etapas de um programa elaborado para responder perguntas em um idioma que você não compreende. Eu não entendo chinês, então imagino que estou trancado em uma sala cheia de caixas com símbolos chineses (a base de dados), recebo uma pequena quantidade de símbolos chineses (perguntas em chinês), e, então procuro em um manual (o programa) o que deveria fazer. Realizo algumas operações com símbolos de acordo com regras (i.e., eu executo as etapas do programa) e entrego uma pequena quantidade de símbolos (respostas às perguntas) aos que se encontram fora do quarto. Eu sou um computador executando um programa para responder perguntas em chinês, mas ao mesmo tempo não compreendo uma palavra de chinês. Este é o cerne da questão: se eu não entendo chinês nem ao executar um programa de computador para se entender chinês, tampouco qualquer outro computador digital entende, pois nenhum computador digital tem algo que eu não tenha”, SEARLE, John. O mistério da consciência. Discussões com Daniel C. Dennet e David Chalmers. São Paulo: Paz e Terta, 1998, p. 38.

    Pensei que em algum momento ela seria mencionada, então fica aqui como rodapé…

    • Infelizmente, AIs não funcionam como programadas de computador simples. Esse analogia está longe de está correto para programas que rodamos nos computadores de casa, por exemplo, mas passa longe de AIs baseadas em redes neurais.

      A gente pode criar uma AI pra entender Chinês sem nunca ter dado à ela um manual de Chinês nem nenhuma informação sobre nenhuma língua.

  • Rodrigo Rodrigues

    Qual o anime com os clones que ele comenta? quero ver .-.

    • Gantz, mas não tem no anime essa parte, só no mangá.

      • Rodrigo Rodrigues

        Valeu :D vou dar uma olhada.

      • Débora Dalmolin

        Não só os clones, como a máquina e os alienígenas. Mangá super MFC hehehe

  • flavio

    Download do episódio compactado 149 em formato RAR.
    esta com o arquivo do epsodio anterior

  • Fenrir

    O fim vai começar quando as maquinas aprenderem a mentir. A maior arma do ser humano vai se virar contra ele.

  • Super Suporte

    teste

  • lehiboupelerin

    A todo momento em que se começava a elucubrar sobre o que aconteceria quando um robô tomasse consciência eu começava a rodar esse vídeo na cabeça.

    https://www.youtube.com/watch?v=jPiUN8fb3Og

  • Débora Dalmolin

    Não é sobre as máquinas é só uma sugestão, um link =D, mas assista GATTACA, filme, no momento em que vocês falam sobre as máquinas serem preconceituosas entre outras coisas, já existe essa possibilidade para biologia, isso é um pouquinho assustador. hehehe