Mundo Freak Confidencial 147 – O mercado negro dos Snuff Movies

Um mercado oculto, uma indústria suja e consumidores doentios. Snuff Movies são os filmes onde mortes são encomendadas e distribuídos. Por muitos anos a possibilidade desse tipo de produto rondando as áreas undergrounds foi sugerida por diversas autoridades, mas nunca comprovadas. Até agora.

Nesse Mundo Freak Confidencial, acompanhe os investigadores Andrei Fernandes, Marcos Keller e Lucas Balaminut investigam a origem de um dos mitos mais cruéis da humanidade, para saber o que é real e o que é ficção. Será que tudo tem um preço?

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Sobre Andrei Fernandes

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Designer, Ilustrador, aspirante a escritor, blogueiro e freak nas horas vagas!

63 Comentários

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  • Nyell Quantos

    NÃO CREIO!

  • Nyell Quantos

    Senhor Andrei, mal posso ver seus movimentos.

  • MEDO!

  • FHC

    CADE AS FOTO DE GATINHO PRA ME ACALMAR?

    • Nyell Quantos

      Deixa bob esponja no Alt+Tab

  • Luis P

    Tá em 5 min e já tenho a img do cast.
    é PESADÂOOOOOOOOOOOOOO
    http://img.ibxk.com.br/ns/rexposta/2016/05/25/25064319115005.jpg?watermark=neaki

  • Bah…to mal. Ep. pesadão esse.
    Vou ali ver vídeos de filhotes de catioros pra ficar mais de boa.

  • Nyell Quantos

    O keller e o Balaminut falando que sexo não é igual a filmes pornos, eles estão fazendo errado só pode!

    • Marcos Keller

      é que a gente ta fazendo sozinho, ou um com o outro só.

    • HAHAHAHAHA aqueles que querem pagar de transão ne

    • Ricardo Sedano

      Aquele momento que bate a dúvida se foi ironia ou não…

  • Débora Dalmolin

    Então, existe uma tendência a dessensibilização da humanidade do ser ou seja, será cada vez mais comum, se as coisas seguirem no ritmo que estão, que mais e mais pessoas procurem esse tipo de coisa porque essas midias viciam e a tendencia é que tu procures coisas cada vez mais fortes porque chega um momento que o convencional já não satisfaz. Existe uma tendência a desmoralização, ao individualismo de maneira desumana, existe atualmente a aceitação da tortura em nome de uma falsa sensação de segurança, então esses vídeos são só uma prévia do que a humanidade sempre fez por baixo dos panos. Na história ali, foi citada a França, mas há relatos de que durante a ditadura militar aqui do Brasil, durante as torturas e assassinatos – que muitas pessoas defendem atualmente e acham aceitável porque eram crimes de guerra, desconsiderando a humanidade do torturado- que as pessoas que assistiam as sessões se masturbavam e instigavam o aumento do nível da tortura. É um assunto bem delicado.

    • Tudo isso sempre existiu. Nada é novidade. E sempre vai existir. A diferença é como escolhemos lidar com esse comportamento.

      • Débora Dalmolin

        Sim, deixei isso implícito no meu comentário, mas a ideia é que com o aumento da informação comece um processo de humanização e não o contrário que é o que esta acontecendo.

        • Eu discordo que é o contrário que está acontecendo; em uma escala de tempo de pelo menos 100 anos, a impunidade e o processo de justificativa desses atos se tornaram consideravelmente menores. Ainda estamos muito longe do ideal; mas se consideramor o Sul do EUA, por exemplo, onde negros, homossexuais e muitos estrangeiros asiáticos eram linchados, segregados e humilhados publicamente, temos avançado bastante. Nos anos 70, a impunidade governamental e a justificativa nacionalista foram novamente postas em cheque com o escândalo do MK Ultra, que resultou na total reformulação do FBI. Forças internacionais de monitoramente do mercado negro nunca foram tão grandes e eficazes. Aqui vale a pena ler um pouco do trabalho intenso da Interpol e outras forças-tarefas de países europeus especificamente. No setor bélico, poucos países conseguem justificar conflitos internacionais sem repreensão populacional; os conflitos agoras são locais, entre forças militares específicas, e de proporções muito menores, além de serem muito menos frequentementes, que antigamente. Temos evoluindo também em direitos humanos e condições básicas nas regiões de maior pobreza, que tradicionalmente são fontes dos snuffs.

          • Débora Dalmolin

            Lucas, realmente, todos os dados que tu citaste tem ajudado muito a controlar, mas o tu não achas que precisar existir tantos meios para controlar e monitorar isso, inclusive ter um grande mercado de entusiastas mosttra o quão problemática é a situação?

            Se a desumanização não fosse tanta, não precisaria de tanto, mas como é excessivo e o ser humano procura, é necessário um grande movimento contra. Só demonstra que as pessoas não realizam mais em grande escala essas atrocidades porque existem essas equipeis, essas leis de amparo e todo o mais, inclusive, em zonas de guerra, muitas torturas ainda são feitas com a desculpa de que em sítio crimes de guerra são tratados com essa punição e é aceito. É verdade que existe um movimento muito forte para que seja revertido, tudo o que falaste ali esta corretissimo, mas ao meu ver só mostra o quão preocupante é tendo em vista que é necessário um esforço tão grande assim de todos os meios. =)

          • Mostrar o quão problemática é a situação é justamente o propósito desse podcast.

            O fato de ser preocupante agora não significa que agora está pior que antes. Você está focando somente nos pontos negativos que corrobaram essa visão, esquecendo todos os positivos que indicam melhora – inclusive em outros problemas. Nenhuma mudança cultural vem sem grande esforço. Aliás, não existe sóm um movimento contra snuffs, mas a quantidade de snuffs vem caindo drasticamente. O movimento a favor também está diminuindo. A diferença é que com alta circulação de informação, você tem mais notícias sobre os mesmos.

          • Débora Dalmolin

            Ok, você pode ver dessa forma =D

    • Lucas Ferreira Seidle

      Bom que você lembrou da Ditadura, lembro das histórias que contavam sobre uma fina camada da elite que financiava e assistia como verdadeiros espetáculos as torturas na época, como a que meu professor, que foi uma das vítimas do periodo, contava a do presidente da Comgás nos anos de chumbo que gostava de tocar piano (a mesma música do carro do gás) frente as torturas, num fetiche bizarro que culminava num estrupo depois da surra das vítimas…

      • lndcruz

        Se eu não me engano existe um documentário sobre isso. Cidadão Boilesen. A dúvida é que por não ter assistido ainda, não sei se bate exatamente com o que teu professor falou…

      • Marcos Keller

        Na história temos o inquisidor Torquemada, que tinha fama de se masturbar e deleitear com as torturas do santo ofício…

      • Débora Dalmolin

        Sim, os fetiches eram dos mais bizarros. Já foram feitos vários experimentos, inclusive artísticos, dando permissão e liberdade de ação às pessoas e é sempre muito impressionante o quanto as pessoas tendem a violência depois de certo ponto. O quanto é excitante para alguns a submissão do ser.

  • Nayanna de Oliveira

    Nunca tinha ouvindo falar desses snuffs movies, mas não me surpreende a existência deles. Como vocês mesmo citaram no episódio, o mundo é cheio de Charles Mansons e seguidores malucos e gente que pratica o mal só porque eles podem. Achei muito importante vocês trazerem esse assunto a tona, apesar de entender o medo de falar sobre isso: é uma espada de dos legumes, como já diria um amigo meu. Muitas pessoas podem se sentir instigadas a ir atrás dessas coisas, mas é importante que a gente não esteja alheia a esse tipo de conteúdo. Gente que vai atrás disso, chegaria ao conteúdo com ou sem vocês. Não é necessário falar que existe pornô com crianças na internet para incentivar pedófilos a irem atrás deles.

    Acho que, talvez, esse tenha sido um dos episódios mais assustadores do MFC. É impressionante como o sobrenatural não é nada perto da maldade humana.

    (Estou me forçando a começar a comentar nessa joça pra vocês saberem que tem gente desse lado de cá.)

    • “Gente que vai atrás disso, chegaria ao conteúdo com ou sem vocês.”

      Sim, realmente. O nosso receio não é para com essas pessoas, mas sim para com os ouvintes que não iriam atrás disso normalmente, mas que poderuam decidir ir atrás agora que ouvirem sobre. Temos sim responsabilidade sobre o comportamento que influenciamos.

    • AzBats

      Tem dois filmes sobre o tema bem famosos sobre o tema: “8 mm” com o Nicolas Cage e “Videodrome” dirigido pelo David Cronenberg.

  • Marcelo SEP

    Pesado, eim…

    • Sir Jones Kast, Ph.D.

      Verdade, pesado para escutar na Páscoa.
      =(

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô papai, que delícia…e não é o ovo de chocolate.

  • Carlito Alves

    sobre o Guinea Pig tem um canal que fala sobre ele achei bem legal o video,
    https://www.youtube.com/watch?v=fXVZXj6Tlpk

  • Mais do que nunca, agradecemos aos pauteremos que sofreram muito pra materializar esse episódio.

  • FHC

    Junta esse episódio com o do MK Ultra que dá pra curtir a fossa legal.

  • A parte que eu achei que cortariam, ficou.

  • Lucas Ferreira Seidle

    O EP realmente ficou bem pesado e não tem como ignorar a bad vibe que fica no final. Ainda mais quando você tem experiencias pregressas de ter assistido tais filmes e até hoje não compreender como a crueldade humana pode ser tão grande, tão desproporcional. Confesso que foi bem difícil terminar o cast, as imagens voltando, aquele desconforto sem igual. Mesmo assim parabéns pela forma zelosa que abordaram o assunto e, em principal, para os pauteiros que tiveram de pesquisar sobre, não é fácil falar sobre, não é fácil saber que existe.

  • Lucas Ferreira Seidle

    Quanto a existência desse mercado sempre em países periféricos, não sei se concordo, penso em algo mais global, irrestrito, vide os programas para ser torturado nos EUA que estão se tornando populares entre os endinheirados de lá ou os filmes que misturam snuff e pornografia na Alemanha…

    • Sempre? Sempre não né. Falávamos da propensidade.

      • Bruno

        Cortaram muito o episódio?

    • Ricardo Sedano

      Eu acho que mercado e produção são coisas diferentes… O mercado disso eu tenho a impressão de ser global, o que são em paises periféricos e de legislação mais branda ou com autoridades mais permissivas mediante suborno é a produção deste tipo de conteúdo. Eu entendi assim…

  • lndcruz

    Eu já tinha feito um comentário pelo FB mas agora terminei de escutar o cast. É foda. O Keller comentou lá nos finalmentes sobre o pessoal que “abutreia” os acidentes de trânsito. Bem, recentemente eu presenciei um acidente, a moto do menino (não devia ter nem 15 anos) se chocou contra o ônibus em que eu estava. A razão de eu estar descrevendo o acidente é porque provavelmente eu fui o último a ver o cara vivo, já que ele se chocou basicamente “no meu lugar”, eu fui sorteado com essa visão.

    Me vem na cabeça a arte “Memento Mori”, um assunto que por si já valeria um Podcast, na minha opinião. Eu nunca pensei tanto na vida quanto naquele momento em que vi a morte tão de perto. Eu já perdi pessoas queridas, mas neste caso foi tão aleatório e tão impactante que é totalmente diferente a sensação, é como se a sua distância da pessoa te desse uma “permissão” para por exemplo, ter reflexões sobre sua vida. Aliás, só de ter pensado sobre isso, na época, eu me senti deprimido, sujo, sei lá.

    Eu aposto que todo mundo que estava no ônibus teve sensações parecidas, foi uma reação muito instintiva que eu tive, acho que ninguém escapou dela. Já o pessoal que chegou depois, era carnaval. Eu particularmente me senti revoltado, totalmente incapaz de entender como tinha gente ali dando risada, fazendo piada, etc, enquanto o menino estava lá, morto.

    Eu não sei explicar, talvez nunca vou saber, e isso deve ser pro melhor. Eu reparei no podcast que na falta de uma expressão para se referir aos filmes Snuff, vocês os chamavam de coisas. É isso aí mesmo, tem “coisas” que são só “coisas” e nunca vão deixar de ser.

  • João Ricardo Mesquita

    Confesso que precisei me preparar
    psicológicamente pra ouvir este podcast, e o que tenho a dizer é que
    vocês estão de parabéns pelo trabalho, e que agora eu vou assistir um
    desenho da bárbie pra me purificar dessa bad!

  • Caciano Alison

    Olá freaks.

    Gostaria de dizer que foi um ótimo cast, mesmo sendo um assunto tabu, pesado e bem bad achei necessário, bem abordado, na duração certa e bastante informativo, abordando não só o assunto em pauta como também toda a questão histórica e o vasto pano de fundo que ele possui.

    Enquanto escutava pontuei no bloco de notas algumas observações de assuntos comentados.

    – A morte do ator Brandon Lee não foi nem um pouco “acidental” como é tratado até hoje, como uma tragédia e não um ator premeditado. Talvez nunca seja tratado assim, o assunto é longo mas basta estuda-lo um pouco e ele torna-se mais sombrio, na aspecto humano da coisa.

    – Sim, eu assistiu Faces da Morte com meus irmãos mais velhos, na época eu deveria ter um 8 a 9 anos acho. Pesquisei muito, e embora tenham se provados fakes, muitos dos vídeos de animais eram reais, talvez por isso me chocavam. Família saudável.

    – O teatro Grand Guignol é citado e bem presente na 2° temporada de Penny Dreadful, assim como o cinema snuff é um dos temas da 4° temporada de American Horror Story – FreakShow.

    – Sobre o vídeos dos jovens citados no cast, a algum tempo atrás assisti a um vídeo estrangeiro onde um grupo de jovens matava um mendigo e filmam tudo de forma caseira. Pelas as descrições dadas por vcs acredito ser produto dos mesmo jovens doentios.

    -@lucasbahamut:disqus @KoboldKeller:disqus e andrei, que n consegui marcar, tenho uma história meio perturbadora, pelo menos pra mim sobre algo que aconteceu no meu ensino médio, remetendo um pouco ao assunto. Não gostaria de conta-la em aberto mas se for do interesse de vcs posso mandar inbox ou de outra forma.

    ABRAÇO A TODOS E EXCELENTE CAST!

    • Manda na inbox. Usa um codinome :)

      • Caciano Alison

        Super desculpa a demora. N sei se vcs vão ler mas vamos lá, vou deixar em aberto mesmo porque assim quem ver pode refletir tbm. Talvez hoje as pessoas estejam acostumadas a violência e todas as bizarrices desse meio, embora eu sempre estive lendo e assistindo sobre, mas quando vc vê algo de perto é um pouco diferente.

        Durante o 1°ano do ensino média tivemos a visita de um aluno bem peculiar, no qual levou 4 meses pra trocar uma palavra com qualquer outro aluno, respondia os professores de forma monossilábica e metia medo nos mais corajosos e briguentos da escola, extremamente inteligente e ante social.

        Em um dia com apenas 5 alunos em sala, por conta de ser véspera de um feriado, ele pediu meu caderno para ver meus desenhos, e logo começamos uma amizade quase sem palavras, por conta disso os professores me encarregaram de fazer sempre os trabalhos com ele já que ninguém mais queria, mesmo com as tentativas fracassadas dos professores de interação entre ele e escola em sí.

        Com um determinado trabalho em mãos ele me chamou para ir a sua casa, assim eu fiz, nesse dia foi que vi que tinha algo errado com ele. Chegando la conheci a sua mãe que já estava de saída, ela me deixou bem a vontade me colocando no céu, o que me assustou, já que ela parecia mais desesperada e nervosa do que feliz com a minha chegada.

        Após fazermos o trabalho em seu quarto de clima pesado ele perguntou se eu gostava de terror, e após descobrir esse meu amor ele começou a colocar filmes em VHS originais e falar dos mesmo com muita propriedade. Falando que adoraria pegar um pé de cabra e abrir a cabeça de professor X, eu ria falando que todos queriam o mesmo, até olhar pra ele e ver que o mesmo REALMENTE queria isso, o olhar dele para a televisão assustava.

        Vários filmes foram sendo colocados e ele apontava as vítimas e personagens como pessoas da nossa sala e falando porque eles deveriam morrer, que um incêndio caia como uma luva pra nossa escola, mas eu n ficasse com medo porque ele me ligaria antes para eu faltar, ele parecia brincar pela primeira vez, mas sinceramente n sabia no que pensar.

        Foi ai que ele perguntou se eu sabia o que era Snuffs, e eu disse que sim mas nunca havia assistido, e logo ele tirou uma caralhada de FITAS e foi colocando e me falando sobre, depois faces da morte e por ai ladeira abaixo. Ele estava bem empolgado e falando mais e mais, como nunca, eu apenas deixava ele conduzir mas achando meio estranho, n pelo o gosto do mesmo, mas a reação e a expressão dele sobre os assuntos.

        Em dado momento perguntou se eu gostava de tatuagem e eu disse que sim, ele levantou a blusa e me surpreendeu me mostrando uma tatuagem pequena nas costelas, mesmo sendo menor de idade na época. Logo reconheci as duas pessoas feitas de forma minimalista, perguntei se eram os caras da “história” de Columbine, e ele disse que sim, eram os heróis dele, a mãe n sabia da tatuagem nem ninguém só eu e mais dois.

        Era muita informação para um dia só, n sabia como reagir a tudo e apenas sorria ou tentava agir de forma natural. Já a noite, ele perguntou se eu gostava de vídeos caseiros e eu disse que nunca havia visto um. Ele me falou que gravou algo, n lembro se com celular ou aquelas tipo câmeras tekpix. Ele era muito retro com as coisas, mas esse ele havia gravado em um dvd.

        O vídeo era “alguém” seguindo um senhor de uns 40 anos com um faca pela rua. Tinha uma duração de uns 10 minutos, até o senhor pegar um ônibus. A faca era uma dessas como de cortar carne, e durante todo o vídeo notava-se o cuidado para esconde-la das poucas pessoas na rua.

        Eu engoli seco, n sabia o que dizer quando acabou, eu apenas olhei pra ele que me olhava esperando uma resposta, eu perguntou já sabendo da resposta se era ele, e porque ele fez aquilo. Ele apenas respondeu que era legal, que ele achou que eu ia entender, eu perguntei o que ele ia fazer com a faca, mas ele respondeu que nada, era só pra ter adrenalina e meter medo.

        Depois disso conversamos um pouco mais, já era noite e seus pais chegaram, parecendo aliviados ao me ver no quarto rindo, me chamaram pra lanchar e fizeram uma avalanche de perguntas sobre a escola, eu, o filho deles,tudo muito,muito estranho. Depois disso me despedi de todos, eles perguntaram se eu queria carona mas eu disse que ia de ônibus mesmo,eu so queria ir embora. Ele me levou ate o portão, antes de abrir o portão ele disse que,”Eu confio em ti viu!”, eu o tirei a pagado dizendo que era bom mesmo.

        Nunca mais fui na casa dele, ele tbm n me chamou mais depois desse dia, a mãe dele falava comigo quando me via na reunião de pais ou eventos da escola que ele n ia, todos me perguntavam tudo sobre ele, mas eu nunca contei a eles, to contando agora aqui porque n tem motivo de esconder, tbm ninguém o conhece.

        N sei se deveria ter feito algo,enfim ainda hoje lembro disso e sempre vou lembrar, espero que hoje ele esteja bem e nunca tenha feito nada de mal a ninguém. Após a saída do mesmo no final do ano nossa amizade foi embora junto e nunca soube do mesmo, nem fui atrás. Anos depois conheci um cara bem doido, do bem, que falou que me conhecia porque era amigo do fulano e sabia que ele tinha estudado comigo e ele ja tinha falado de mim. Eu nem sabia que ele tinha amigos, mas enfim, ele disse que ele havia se mudado pra outro estado e n sabia mais nada dele, mas enquanto eles eram amigos e ele ia na casa dele tinha na parede um desenho meu feito na página de um caderno que eu havia dado,(eu me lembro do desenho até hoje), e que ele me achava BEM DOIDO!kkkk

        É isso, tem mais detalhes no meio disso tudo mas ficaria mais longo, desculpa o textão e se n foi essas coisas todas, mas foi o que aconteceu e me marcou.Vou anexar como era mais ou menos a tatuagem dele, n foi o único louco a tatuar aquilo.

        https://uploads.disquscdn.com/images/bdc7a17bff63686e6e0801c4c28efaf400c7ba9471acc194661bcec77792dc8f.jpg

  • Parabéns, pessoal! Conseguiram deixar bem light a pauta. (Agora vcs, ouvintes, calculem o peso real da pauta.) Já deixo aqui um unicórnio para quem precisar se reestabelecer. https://uploads.disquscdn.com/images/ebb8266edfa0dc0a0d160d6f86f6d8cb7cb0c4c88c2bc1251163784460943cc1.jpg

  • Branco Dunn
  • Samara Lima

    Esse tipo de coisa não me deixa nem um pouco abalada, não tem nenhum efeito, pra falar a verdade mas tudo que envolve animal me deixa super triste, ver cachorro na rua fode meu dia inteiro

    • Ricardo Sedano

      Po… Sério que não te deixa abalada saber que pessoas sequestram as outras torturam e matam só para gerar lucro com isso? Ou então que uma atriz ou ator sai de casa para trabalhar e é morta pq um diretor ou produtor quer que algo seja real? Acho tão grave quanto maltratar animais…

      • Samara Lima

        Acho que é a banalização, tem tantos vídeos no facebook que são snuff movies.
        Tem vários canais no youtube tipo Rob Dyke e a Cayleigh Elise que é só falam de casos assim, programas do ID também. Eu sinto empatia pelas vítimas, mas a situação não me choca

      • Samara Lima

        Acho que é a banalização, tem tantos vídeos no facebook que são snuff movies.
        Tem vários canais no youtube tipo Rob Dyke e a Cayleigh Elise que só falam de casos assim, programas do ID também. Eu sinto empatia pelas vítimas, mas a situação não me choca.

        • Ricardo Sedano

          Um ano depois, desculpa. Mas entendi seu ponto e inclusive o que mais me choca é a forma banal que tratamos esse tipo de assunto…

        • Ricardo Sedano

          Meu mouse ficou maluco e enviei sem querer a última… Mas a forma banal que tratamos esse tipo de assunot é o que mais me choca e causa incomodo… Não deveria mesmo ser assim :(

    • Cachorros > Humanos

  • Samara Lima

    Pra quem tá desanimado, olhem esse vídeo de cachorrinhos cortando franjinha
    https://www.youtube.com/watch?v=Zyw-rZm0rm8

  • Ricardo Sedano

    Parabéns pela abordagem que deram a um tema tão denso. Gostei bastante do podcast, arrisco dizer que foi meu preferido do MF. Você conseguiram passar bem o conteúdo de uma maneira a mostrar todo o problema que é isso mas sem tornar impossível ou chocante ouvir. Acho que é um bom modo das pessoas se alertarem para isso, conhecerem o que é e principalmente NÃO IREM ATRÁS POIS GERA O INTERESSE E O MERCADO.

  • Raphael Lamour

    Apesar do excesso de avisos com o medo de incentivar atitudes negativas, acho que não precisa de tanta defensiva. Discutir sobre crimes é não é incentivar a praticar ou consumir, não tem outro jeito à não ser ter maturidade p falar dos fatos.

    Não gostei do medo de vocês de falar sobre os vídeos e detalhes. Gostaria de saber mais, muitos filmes fake e true não foram comentados e nem comentaram as fontes das informações.

    Espero uma parte dois sobre lado negro da natureza humana. abraço

    • Concordo que nenhum assunto deve ser taboo, tanto que tratamos deste. O problema é esperar que todos os milhares de ouvintes vão ter a mesma maturidade de entender que não é pra sair atrás de snuff por aí, especialmente quando lidamos com ouvintes ainda muito jovens. O nosso medo é instigar a curiosidade. E no seu próprio comentário dá pra perceber que, mesmo a gente tendo todo o cuidado, você ficou curioso. Agora imagina os ouvintes que ficaram curiosos e foram atrás de baixar snuffs? Por NOSSA causa, eles procuraram materiais ilegais e, dando audiência pra criminosos.

      Não deixe a vontade de saber mais obscurecer seu julgamento. Seria muito inocente da nossa parte agir como se não temos influência nos nossos ouvintes. Temos consciência de nossa responsbailidade.

  • João Lucas dos Santos

    Olha, eu não comento muito por aqui. Geralmente dou o meu pageview, baixo o episodio e ouço pelo medo mas confesso que estou me sentido mal por conta desse episodio.

    parabéns pelo trabalho.

    Att,

  • El monge νεκρομαντεῖον

    Rapaz, hj tem o Bestgore que é o antro na net onde se vê violência extrema em vídeos. No causo do Luka. M ele matava gatos e postava na net, acho dava pra ter pego ele. Há sites brs que falam dessas coisas de uma forma séria, como o oaprendizverde etc. Por fim, quem curte ver essas paradas são pessoas que tem um humor semelhante ao do Sicko do lolhehehe ou pior. Acho que só passei a ter empatia pelas pessoas ao ver o quão doloroso pode ser o fim de uma vida. Há um sentimento de miséria coletiva nisso tudo, pedagógico. Vida de médico não deve ser fácil.

  • Jeff Aizen

    O primeiro caso real que comentaram da cidade Dnepropetrovsk, acompanhei mais o menos na época , e ate hoje sai coisas sobre. Eles realmente iam ser pagos por alguma pessoa para fazer os vídeos, teoricamente ate hoje não descobriram quem era. antes das mortes das pessoas, eles gravaram várias mortes de animais , que muito provavelmente todos aqui já devem ter visto fotos, pelo Orkut na época. de gatos enforcados cachorros etc. Eu vi o vídeo do idoso na moto deles, que estava ate voltando de uma cirurgia recente, e não teve como reagir, eles chegaram a matar ate uma mulher gravida. Como o Andre comentou, eu acho que na ukrania não era comum ter coisas do tipo, por isso a policia demorou pra agir. tanto que o caso vazou para outros países, pra só dai então a policia em conjunto com outros policias europeias pegarem eles.

    Outro fato interessante é que antes pegaram um garoto inocente e o torturaram pensando ser o real assassino (pois o mesmo tinha comprado um celular de uma vitimo das mãos dos próprios assassinos, sem saber. eles vendiam os itens das vitimas), e somente da segunda vez pegaram os reais . os 3 garotos estão presos. Os dois que matavam nos videos pegaram prisão perpetua e o que filmava pegou 15 anos.

    Existe um documentário espanhol bem mais recente, onde vão atras deles na prisão porem foi negado, ninguém consegue ver eles mais, à ate teorias que foram mortos.

    No documentário eles pegam dvds com varias mortes do trio de assassinos. na internet só sé acha o video do idoso da moto. que não recomendo pra ninguém ver, mesmo eu acostumado a ver essas coisas não curti e nunca irei esquecer, da muito ódio ver tudo aquilo e não poder fazer nada .

  • Ademar Santana

    Cara que massa!

    Nunca tinha ouvido falar no termo snuff movies, e só agora entendi uma referência. Se não me engano, na 4° temporada de American Horror Story a personagem da Jessica Lange que era dona do circo de freaks se revelou sendo uma ao longo da trama.

    Eu amo a série e nessa temporada em especial eu não entendia o comportamento da personagem que tratava as aberrações como filhos, mas não exitava em vendê-los ou torturá-los física ou psicologicamente.

    A sua personalidade foi exposta quando no desenrolar da história ela revela que teve as duas pernas amputadas em um snuff. Ela era uma dominatrix que atuava torturando militares alemães durante a primeira guerra(se não me engano) e que praticava as mais bizarras torturas com os caras nesse esquema consentimento deles ou morte surpresa. Entendi a referência!

    Muito bom o episódio, não consegui ouvir ontem a noite pois já beiravam as 3 da madruga e esperei o novo amanhecer pra dormir tranks.

    Vlw

  • Caramba, que falta de respeito com seu próprio público alvo, nos tratando como crianças. 32 minutos de podcast e até agora só desculpas pelo que vão discutir, como se as pessoas não fossem capazes de discernir o mostrado da opinião pessoal de vocês. E mesmo que tivessem opiniões polêmicas, que medo todo é esse de tratar um tema tão comum na sociedade que é a violência?
    Sério, parece que estou assistindo um programa destinado a crianças, pq nem adolescentes precisam de tantos panos quentes assim com temas de morte e crueldade. Ou é uma vontade tão grande de transmitir que são sensíveis que acaba ficando até cafona de se ouvir…

    Em alguns episódios sempre que surge um tema um pouquinho mais polêmico o Andrei vêm com “panos quentes” demais, como se fosse ser processado ou julgado e sentenciado por qualquer “vírgula” de opinião própria que ele emita. Mas nesse ta demais, com os três participantes dando desculpas a todo instante… Pra um tema que deveria ser pesado e nos deixar pensativos, foi até então o mais enfadonho que já ouvi de vocês.

    Fica aqui minha crítica pra tratarem menos seu público como bebês incapazes de julgar as informações passadas.

  • Buliçoso

    Na primeira temporada de preacher tem uma cena em que o personagem her star covesa em uma sala de cinema improvisada , logo ele sai e passa por um cartaz do que revela ser uma exibição de snuff movie.
    Em geral fica a dica se caso nos deparemos com talmaterial tem que denunciar.