Mundo Freak Confidencial 146 – O sombrio folclore nacional 2

Lendas, mitos, sussurros na escuridão. Entenda um pouco da nossa cultura através dos olhos das histórias populares, que muitas vezes atravessam gerações e se modificam, mas permanecem com um mesmo passado sangrento e cruel por onde passam.

Nesse Mundo Freak Confidencial, acompanhe os investigadores Andrei Fernandes, Ira Croft, Andriolli Costa (Colecionador de Sacis) e Rodnei Buchemi (Melhores do Mundo) invadindo a mata (após pedir licença) para tratar com seres além da nossa compreensão.

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Sobre Andrei Fernandes

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Falando de podcast com muita ousadia, alegria e misantropia. Também autor do livro Kalciferum, chanceler supremo do Freakstão e morador de Setealém.

36 Comentários

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  • Quando eu era pequeno, minha vó me meteu medo do Chico Doce

    • Andriolli

      HAha, como é o Chico Doce?

      • Sir Jones Kast, Ph.D.

        [2]

      • Uma entidade que bate em criança desobediente. De acordo com Dona Toninha, senhora minha avó, ele a Espada de São Jorge (planta, googleia aí) ou sinto pr abater na bunda das crianças.

        • Andriolli

          Espada de são jorge é um clássico da surra

    • Felipe Barbosa

      Caramba, por um segundo eu li “Quando eu era pequeno, minha vó me meteu o DEDO no CÚ Doce”. Foi mal. Fiquei influenciado pelo “guspe” do saci.

    • Gregori Maus

      Chico Doce não é a puliça ?

    • Sir Jones Kast, Ph.D.

      E teve diabetes até hoje

  • ah, retomamos o assunto! Os ouvintes vão ficar doidinhos de felicidade quando acordarem!

  • Quem?

    OOOOORRRHHHHH PAPAAAAAAAAAAAAAAAIIII!!
    Oh benino Buchemi gravou!! Melhor convidado… até q o host. =D

    • Jacarepaguá – Avatar da Treta

      Verdade! Que vire regra… oh benino e o cara dos Sacis tbm é show.

    • Singham Eterno

      Bom comentário, amigo. Parabéns.

      Mann bhanwar uthe, tann sihar uthe
      Jab khabar uthe ke aawe, Singham.

    • Sir Jones Kast, Ph.D.

      Ôh Benino ReDisney BuXemí se faz presente.

  • Gui P

    Excelente episódio como sempre, parabéns!
    O enfoque foi perfeito e o tema é certamente fascinante.

    É interessante notar que o estudo do folclore nacional com suas lendas e criaturas possui intrínseca correlação, a meu ver, com o estudo dos elementais.

    Dentro da Teosofia e da ordens Rosacrucianas, assim como nas religiões Espírita e espiritualistas o tema possui uma arena de pesquisa bastante fértil e ativa.

    Existem correntes nessas escolas de pensamento que defendem que muitas das criaturas descritas em nosso folclore (assim como no folclore europeu e de outros locais) são entidades espirituais reais, conhecidas como elementais, que são seres incorpóreos (mas que podem ser vistos por médiuns clarividentes) relacionadas com os elementos da natureza, e que agem na natureza.

    Quando imaginamos elementais, normalmente nos lembramos de seres como fadas, duendes, gnomos, silfos, elfos, sátiros, etc… Mas dentro de uma pesquisa e concepção mais abrangente podemos englobar também na categoria dos elementais criaturas como Boi Tatá, Curupira, Saci etc.

    Isso pode ter correlação também com outro fenômeno espiritual, estudado por correntes esotéricas e espiritualistas, conhecido como Zoantropia.
    Fenômeno que pode ser resumido como a metamorfose perispirítica de entidades humanas desencarnadas, em geral realizada por hipnose no plano astral, por obsessores implacáveis.
    Um exemplo disso é a famosa ‘lenda’ do lobisomem, que é conhecida como um fenômeno espiritual de licantropia. Ou seja, não se trata de uma lenda, mas sim de uma deformação real do perispírito no plano astral, onde a entidade toma feições e características físicas de um lobo, em geral devido à processos de subjugação espiritual por algozes de outras vidas.

    Em todo caso, acredito que ambas correntes de estudo se mesclam, e tanto os seres elementais, assim como as entidades espirituais zoantrópicas estão intimamente relacionadas ao nosso folclore, e seu estudo sério pode descortinar uma gama fascinante de conhecimentos que por hora, ainda sequer imaginamos.

    • Andriolli

      Cara, li um livro Roselis Von Saf da Ordem do Graal na Terra que fala de folclore. É tão viajado que não consegui levar a sério. Tipo, para ela o saci é um curupira, mas que se move tão rápido que as pessoas confundem o pé para trás com redemoinho. Wtf.

  • asd

    o ufólogo françês Jacques Valle, em seu livro “Dimensions”, faz um apanhado de vários mitos ao longo da história e diversas culturas, apontando similaridades entre esses mitos e os casos modernos de UFOs… um dos temas recorrentes na mitologia humana são esses seres pequenos que entram em contato com humanos, às vezes pacificamente, as vezes resultando em abduções e até encontro sexuais… a descrição do Curupira me pareceu dessa mesma categoria tão antiga…

    • Andriolli

      O Paulo de Carvalho neto tem um livro assim também. Chama “O Povo do Espaço”

  • Philippe Sartin

    Aqui em Goiás não se fala de Curupira, mas de Caipora – pelo menos é a lenda mais recorrente. Eu sempre ouvi histórias de caipora roubando fumo e açúcar no mato, geralmente dos homens que saiam tropeando, ou levando gado de uma fazenda pra outra; são histórias que ouço desde a infância, de parentes mais velhos, da minha avó e dos meus tios. Margear uma capoeira ou atravessar a mata sem açúcar era pedir pra apanhar. Não há muito tempo ouvi uma história, de uma pessoa muito próxima, e bastante assustada, de um sujeito que parou bêbado pra urinar na beira de um córrego e tomou uma surra de alguma coisa invisível, que o levou para uma moita de taboca. “Caipora mora em tabocal”, disse o sujeito, um tanto arregalado. “Pra cevar caipora basta botar açúcar na taboca”.
    Cara, como eu gosto de ouvir essas coisas.

    • Andriolli

      Essa do açúcar foi novidade pra mim! Bah, muito legal. Valeu, Philippe!

  • Muito bom o episódio!

    Boitatá é bem interessante. Bem legal as abordagens.

    Eu gosto do mito do Curupira, acho que tem muito potencial para contos de terror, afinal, perder-se em mata é complicado. O Kurupi é assustador, um filme dele seria proibido para menores de 25 anos.

    Acho a ideia do Mapinguari como advindo da preguiça gigante, ou outros animais gigantes instintos, bem factível.

    O que acho mais curioso da Coca portuguesa e espanhola, é ser representado também por uma abóbora cortada em forma de rosto com uma vela dentro. Não sei se a origem é a mesma da britânica, já li alguém relacionando que possivelmente seria, ou se é somente uma assimilação mais moderna.

    Tudo de bom a todos!

  • Paulo Libardi

    Se o Curupira fizer Moonwalk, ele vai pra frente ou pra trás?

    • Sir Jones Kast, Ph.D.

      Dá um bug no mundo

  • Sir Jones Kast, Ph.D.

    Ô PAPAI, QUE DELÍCIA!!!

  • A boy has no name

    Parabens ao sacisologo, fala muito bem e trouxe um conhecimento bem pautado
    ainda mais por citar a gloriosa Mococa-sp cidade de minha familia, e por lá pelo menos na minha familia rolava muito historia de lobisomen,
    minha bisavó contava que ela e meu bisavô se escondiam dentro de casa nas noites de lobisomen e varias vezes escutavam algo tentando arrombar a porta com arranhões porem altos e uma das vezes ele conseguiu entrar, ele e os irmão dele conseguiram bater no lobisomen com pedaços de madeira, porém ele fugiu, no dia seguinte contam que foram no hospitalzinho verificar e tinha um homem da cidade muito machucado que havia sido espancado,kkkk

    sou bem cetico em relação a tudo isso, porém acho que vale contar a história pois serviu no tema e na cidade kkk

  • Anderson Barboza Ferreira

    Mais um episódio muito bom do Mundo Freak. O conteúdo do Andriolli só engrandece mais o programa. Andriolli parabéns meu amigo.

    • Andriolli

      Sempre um prazer, Anderson! Abração!

  • Gabriel Batista

    Olá freaks, escutando o episódio me surgiu uma dúvida, lenda urbana seria um tipo de folclore?

    • Não consideraria, apesar de terem semelhanças.

    • Andriolli

      Haha, sim, Gabriel, seria. Lembrando: folclore são modos de sentir, pensar e agir peculiares a um grupo, materializados em mitos, lendas, mas também na culinária, no sotaque, nas expressões, em tudo que diz sobre a expressão popular. Então a lenda urbana é uma lenda (episódio fantástico ligado a um espaço e lugar, com tempo indefinido) centrada em ambiente urbano. Folclore, portanto. Assim como tem autores que consideram grafite, frases de parachoque de caminhão, etc. também como formas de folclore urbano.

  • Débora Dalmolin

    Meu avô falava desde sempre que só deve ter medo dos espíritos da natureza aqueles que entram em seu território com as intenções de tomar seu território, com intenções de ganancia. Porque para a natureza é natural compartilhar, não abusar. =D Ele falava muito isso em relação aos pescadores que sumiam nas lagoas por pescar mais do que o que precisavam.

    • Andriolli

      <3

  • …temos personagens bem sinistros sim,tem uma entidade que não lembro o nome com um rosto parecido com um Equus caballus fantasmagórico,acho que os relatos era de uma área florestal aqui em Belo Horizonte,e não andava em quatro patas e sim de forma bípede,no lugar de patas,braços largos com mãos fortes envolventes,pescoço longo que lembra uma girafa,pernas também parecidas com humanas e animal mas longas e finas,ele em sua forma ameaçadora gigante é simplesmente um pesadelo,lembro disso quando eu era Morte Pivete alguns comentários,depois silenciou esse assunto sinistraralho bunitim,…

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  • George Cardillo Gregorio

    Muito bom o programa!!

  • Danilo Araujo

    caralho mano como assim o boi tata e um dragão

  • Fabricio Shi

    Sensacional, conheci agora pelas minhas pesquisas sobre o folclore nacional devido a um projeto meu e de um amigo meu, esse cast enriqueceu minha mente. Muito obrigado.