Ponto G 03 – Anne Frank e seu diário

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Anne Frank é uma daquelas personalidades que veio ao mundo para mudar a história de muita gente. Aprisionada pela Segunda Guerra e vivendo os conflitos de uma puberdade contida em um pequeno anexo, esta menina transferiu para as páginas do seu diário todas as emoções e esperanças para uma posteridade que entendesse o valor da vida.

Ira CroftJuliana Ponzilaqua e Tupa Guerra debatem nesse programa a referência literária do livro O Diário de Anne Frank e como a sua vida oprimida e eximida pela guerra tornou-se um exemplo de fé, confiança e humanidade.

Seja bem-vindo ao Ponto G, um podcast sobre mulheres para todos os gêneros.

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Nascida no planeta Blastófila Blasmóide, viajou pela Terra do Nunca para hoje escrever sobre seus sonhos.

18 Comentários

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comentários

  • Juliana P.

    Livro que eu citei no podcast:
    http://www.eusou.com/premium/cronicas.asp?det=1329

    Desejo uma boa leitura – esse livro é fantástico! <3

  • Adorei o cast meninas.
    Eu conheço a história da Anne Frank, mas eu nunca li o livro (não sei porq), mas colocarei na minha lista. Meu sonho é conhece o museu, deve ser um clima bem pesado, mas mesmo assim acho que vale a pena.

    Parabéns Kyuu, pela edição.

    Beijooos

    • Ira Croft

      Sim, conhecer esse museu e sentir tudo isso <3 :´)

  • Parabéns pelo episódio!

    Não tive coragem de ler esse diário ainda. Essa história mostra o quão o real pode ser pior que a imaginação de qualquer escritor. Ler ainda o ponto de vista de uma criança é algo muito forte. Tentei começar, mas ainda não dá. Cheguei a ler uma parte, mas parei, talvez em um momento em que a vida esteja mais tranquila.

    Nesse tema, prefiro ler análises racionais, pois algo tão pessoal quanto o diário é muito difícil. Por exemplo, o que a Hannah Arendt escreveu sobre o período, por mais denso que seja, e difícil de dirigir algumas partes de sua tese, pela clareza com que o avalia, como ela escreve um pouco exterior, pelo esforço racional, contra ela mesma, de analisar a situação, eu consigo digerir a leitura. Esse diário não consegui seguir em frente, a doçura e capacidade da Anne de falar sobre o que ocorria consigo é fantástico, mas muito forte.

    Só um comentário sobre o Cast, como não teve apresentação inicial, ficou difícil de relacionar nome a vozes. Se fosse a primeira vez que ouvisse, iria ficar um pouco confuso em relação a isso.

    Parabéns pelo trabalho e tudo de bom!

    • Ira Croft

      Muito legal seu ponto de vista, e sim esse diário é muito mais emocional do que profundo pois além de se uma criança foi escrito por tempo e ambiente limitado, o que não compete uma análise. Mas não fique triste, tem muito programa pela frente para falarmos de diversos pontos de vista. :)

      As apresentações estão sendo bem sucintas mesmo, a ideia é destacar a personalidade do programa, mas vamos no atentar para nos apresentarmos melhor. ;)

  • Mais um programa lindo!*-*
    Sempre ouvi falar de Anne Frank, mas nunca conferi o livro. Agora vai pro topo da lista. Assim como Três Filhas da China.

    • Ira Croft

      Faça esse favor a si, leia. :)

  • Thais Fernanda

    Adorei o temaa! Mas eu gostaria de deixar algumas pequenas críticas sobre o modelo desse novo podcast. Seria legal, na minha opinião, se a conversa fosse mais fluída, percebi que há alguns momentos de silêncio que pontua uma pauta, mas o assunto que é discutido depois poderia facilmente ser interligado com o de antes com a conversa em si, fazendo os ouvintes se conectarem mais com vocês e com o próprio tema. Sinto também que em algumas partes que você leram sobre a vida da personagem podia se falado mais naturalmente também, porque fica um pouquinho robótico.
    Espero ter contribuído de alguma forma.
    Gosto muito do trabalho de vocês. Continuem tocando a vida das pessoas com essas vozes!
    Mil beijos meninas!

    • Ira Croft

      Obrigada Thais, pelo seu ótimo feedback, levaremos em consideração sua opinião e deixo aqui a minha. :) Nosso programa é justamente para fugir dos padrões tradicionais nerdcast, em que as pessoas estão acostumadas, o tipo bate-papo/mesa de bar, nosso foco é informar e esclarecer, embutimos nossas opiniões entre o roteiro porque queremos que as pessoas sejam informadas e não ouvintes do que “achamos”. No programa 2 apresentamos todas as participantes do projeto focando na especialidade de cada uma para planejar e produzir os programas. Aos poucos queremos cada vez mais profissionalizar e fazer o melhor para que os ouvintes sintam-se bem com a nossa proposta. <3

  • Gharcia

    Quarta-feira, 14 de setembro de 2016. 20:00

    Anne Frank. Quando na minha adolescência esse livro chegou, foi como uma bomba.
    Infelizmente, dotado de um pouco de criatividade, eu podia ligar pontos. Fazer paralelos.

    Uma história de uma menina presa era uma história de uma pessoa contida.

    Criado somente por mulheres, na escola, meu círculo era só de meninas. Com todas as historias que vcs bem conhecem. Várias. Talvez mais do q eu poderia suportar. Seguimos.

    Não demorou pra ver que Anne Frank era alguém presa e tolhida pelos horrores de uma guerra. Se escondendo pra não morrer. Anotando cada aflição pra tentar eternizar sua existência. Eu relacionei facilmente a muita menina presa. Afinal eu tinha acesso às dezenas de diários das meninas. E via alguma coisa em comum.

    Atrás das máscaras e cobranças sociais. Violências. Agressões. Abusos. Estupros. E pequenas privações. Como tomar sorvete. Todas presas. Todas sob uma mesma violência silente que as prendem. Trabalhar, rir alto, não usar sutiã, não andar a noite e não beber. Privações.

    Talvez eu não estivesse pronto pra revisitar Anne Frank. Não com essa lua cheia. Agora turva. Com a emoção escorrendo pela face. Como essas letras.

    Tupa Guerra. Adoro seu nome.

    Grato pelo episódio emocionante. Vou ver Mulan. Uma esperança entrou pela janela e estou me desfazendo com essa emoção. Preciso de um abraço da parceira e dormir. O amanhã precisa ser melhor.

    Abraços e sucesso.

  • Homem Que Não é Possível

    Na minha opinião, no meio de uma guerra, no meio do genocídio de uma etnia, a minha preocupação nem passa perto dos animais de estimação.
    Na verdade eu acho o conceito de animal de estimação absurdo, lugar de animal é na natureza ou no estômago.

    • Ironcable

      Você é fake né? Só pode ser , por que não pode ser possível que exista alguém com essa mentalidade tão imbecil , por isso que você se diz Homem que não é possível , você é um lixo , eu nem sei como você consegue comentar sendo que é um monte de bosta , suma daqui , um podcast tão massa , tão diversificado e vem um boçal igual você que não entende merda nenhuma , vai se fode

      • Homem Que Não é Possível

        Realmente, respeito pela opinião dos outros passou longe!
        Quando não se tem argumentos usa-se o insulto, mas não se preocupe, não sou tão mal educado para te responder a altura.

  • Jessica Torlezi

    Muito lindo o cast! Foi curto, queria maaaais!! Parabéns meninas (e menino Kyuu) <3

    • Ira Croft

      Queremos deixar aquele gostinho para voltarem, hehehe

  • Caciano Alison

    Lindo e tocante. Também li o livro durante a infância/aborrecência sendo um dos nossos paradidáticos. Segunda guerra… na verdade guerras sempre deixam marcas horríveis, a história está aí para mostrar isso, mas quando se é lido pelo ponto de vista de uma criança, tudo se torna mais assustador. Sobre a palavra ter poder, acho que uma das frase “ditados” que mais digo e mais acredito. Achei o cast bom, bem compacto e na medida certo. Sempre quando se fala de fatos e eventos históricos temos que tomar cuidado para não se alongar e deixar o que era pra ser interessante chato, mas isso não ocorreu. Em uma questão técnica, estou gostando dos cast mas sinto falta de trilhas sonoras, ou um começo e um fim mais marcante, embora o pouco tempo de cast. Sobre a união de cast e fundo musical gostaria de deixar uma dica, referência não sei ao certo como chamar.@ira_croft:disqus Existe o “cast” que eu acompanhava, não sei ao certo se chamo de cast ou “áudio cast telenovelado” chamado EscribaCafé, deixarei o link no final da postagem, que faz uma união de sonoridade com narrativa de forma sublime. Sei que é um trabalho imenso, e requer tempo e tudo isso, mas sempre quando escuto um cast mais histórico me lembro da imersão que ele consegue dar com a forma que ele faz. Então achei válido dar a dica. Estou amando os cast, já terminei de escutar todos mas só agora estou comentando. Parabéns e continuem esse trabalho lindo!

    LINK
    https://escribacafe.com/