Mundo Freak Confidencial 64 – O misterioso evento em Tunguska

Russia, 1908. A maior explosão registrada pelo homem. Relatos falam de uma coluna luminosa, chamas e terror. Ninguém sabe ao certo o que teria causado o misterioso evento em Tunguska , mas uma coisa temos certeza: Algo aconteceu.

Neste Mundo Freak Confidencial nos acompanhe nessa jornada em teorias loucas em que tentamos chegar a uma conclusão final do que teria sido este estrondoso evento. O investigadores Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna e Igor alcantara unem forças para explicar o inexplicável!

Comentado na leitura de feedback

Comentado no Episódio

 

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Sobre Andrei Fernandes

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Falando de podcast com muita ousadia, alegria e misantropia. Também autor do livro Kalciferum, chanceler supremo do Freakstão e morador de Setealém.

284 Comentários

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  • inuyashagui

    Opa! Vamos ver agora se o Stalin achou seu ovni no meio da floresta!

  • Os de casos misteriosos são meus favoritos! Bora ouvir, foda-se estudar hahahah

    • Agatha Gonçalves

      Então cê é desses que deixa os estudos de lado?

      • Eu estudei 40 horas no últimos 3 dias, e ainda tenho que estudar hoje… me da um descancinho né.

        • Agatha Gonçalves

          Estudou pouco, tem que estudar mais.

        • Toma aqui uma motivação pra estudar mais https://www.youtube.com/watch?v=RrqjSSgbwIQ

          • Hahahahahahahahahaha muuuuuuuito bem lembrado. Eu tenho umas playlists de motivação também. Tem de tudo lá, desde soundtrack do Kill Bill até do Rocky.

  • Ouvirei para comentar junto com a família Freak!

    porém já deixo aqui meu xingo: Andrei, seu porta dos fundo sem fechadura , tomei um susto da porra! Num vou falar quando mas conseguiu! ahahahhahah

    • Aslanterna Verde

      Adorei o comentário…. Vou dar um restart no cast… :P

      • tem um outro mistério, uma banda adolescentes latino americana chamada ReComiezando acabou pq seu flautista , que se vestia de amarelo, sumiu! Dizem até que era o filho do presidente hmmmmmmmmmmmm ( ͡°╭͜ʖ╮͡° )

        • Aslanterna Verde

          Vish… Nessas horas eu imagino que outros alienígenas, além dos meus colegas, acompanham a Terra pelas emissões de sinal de TV e rádio, e prezam pelo equilíbrio e bem estar do universo… Sejam quem for, Obrigado!!!

      • Whatsapp do Costinha

        O Pedro anunciou o fim da banda ano passado. Parece que não acompanha os jornais de grande circulação, meu

        • Aslanterna Verde

          Não… Geralmente eles são tão desinformativos que eu pago meu secretário humano (que neste momento redige esse comentário transcrevendo minhas palavras) para separar as notícias que encontra na internet para mim. Mas ele é meio relapso. Porém não é má pessoa, e talvez até tenha me poupado de lembrar que essa banda existia…
          E também… Algumas notícias são coloridas demais e acabam por causar interferência destrutiva nas ondas energéticas dos meus poderes…. Nada muito problemático, mas é chato. :D

          • Whatsapp do Costinha

            Chato quando isso acontece

  • Aslanterna Verde

    Puutz, a história no início me lembrou a música do Live e do Dead (Guardiões de Hexas e Novas, de Bucky)….

    “De repente um belo clarão, e uma luz caiu do ceu…”

    https://www.youtube.com/watch?v=rJ7aXs3mEEc

    • Romullo

      What TF! Parece uma vizinha aqu, que cantarola enquanto varre a casa! Hehehe!

      • Aslanterna Verde

        Podia ser pior, você poderia morar ao lado duma igreja, onde as fiéis soltam o gogó como concorrentes de uma versão gospel de Ídolos . Em compensação, isso acaba com o problema dos ratos na vizinhança (mas os gatos tbm podem fugir com o barulho)…

    • Vitor Urubatan

      Nossa cara! Nostalgia total!!

      • Aslanterna Verde

        Sou um leão com memória de elefante… :P

  • Aslanterna Verde

    Num Anti-Mundo Freak, teríamos um Andrei siberiano, de monóculo, discutindo com seriedade as propriedades astronômicas que levaram ao sol nascer de manhã num dia comum da interiorana cidade de São Paulo…

    • e o anti-Jacauna ? seria um anti-drogas ?

      • Aslanterna Verde

        Me pergunto se esse comentário é sobre a lenda folclórica do pessoal de humanas e seu amor por viagens herbológicas transcedentais… Não digo nada… :P

  • Romullo

    Comentando antes de escutar! Esse caso é um dos meus favoritos!

  • Crisis Vieira

    Tsc tsc…. a resposta é obvia povo.

    Foi a nave do ET Bilu que chegou na terra, depois ele consertou ela e veio para nossas terras tupiniquins.

  • Whatsapp do Costinha

    Ashtar mexeu tanto com o Andrei, que o episódio continua sendo 63

    #WeAreAshtar

  • Whatsapp do Costinha

    A culpa foi do Tesla. Próximo.

  • Vitor Urubatan

    Rsss sexta-feira finalmente chegou.
    Bora ouvir.

  • Whatsapp do Costinha

    Foi culpa do PT

  • Whatsapp do Costinha

    Testemunha do evento relatado no cast 64: Leonid. Presidente da URSS em 64: Leonid. Coincidência? Acho que não

  • Vitor Urubatan

    Caracaaaaaa hoje quero ser believer e acreditar que Lilith e Adão caíram na nossa Terra nesse evento de Tunguska.
    E que a Rússia está por trás do experimento EVA e não o Japão.

    • Agatha Gonçalves

      Mano, vai dormir, melhor …
      Minha teoria do centro da terra é bem mais loka hahahaa

      • Vitor Urubatan

        Rsss a teoria é muito boa.
        Mas o que deveria ser? Seres Inter terrenos?

        • Agatha Gonçalves

          IIISSOOOO! Deve ter acontecido alguma coisa no centro da terra ocasionando na explosão.

          • Vitor Urubatan

            Talvez eles tenham descoberto a bomba atômica antes da gente aqui da superfície.
            Apesar que haveriam rastros de radiação nas redondezas.
            A não ser que tenha usado uma bomba diferente da atômica. Enfim…

          • Agatha Gonçalves

            Não deve ser atômica. Foi com isso que eles foram extintos.

          • Vitor Urubatan

            Puts ai sim!

          • Agatha Gonçalves

            Gostou da minha teoria, né?

            Mor loka hahahahha

          • Vitor Urubatan

            Rsss sim, sim. É uma teoria válida também. Por que não? Rsss

          • Agatha Gonçalves

            Que viagem hahahahaha

  • Whatsapp do Costinha

    Como assim a bomba de Hiroshima caiu no chão? Ela foi detonada a 580 metros de altura. Relativamente perto, mas não no chão

  • Whatsapp do Costinha

    Bombas de vácuo não causam um efeito parecido com explosão nuclear, sem a radiação?

  • Whatsapp do Costinha

    Devia ter tirado print. Mas ficou muito tempo como 63

    • O Andrei tá muito loko… depois do 60 ele errou a numeração de todos os posts! kkkkkk

      • Vitor Urubatan

        Rsss podes crer.

      • Aslanterna Verde

        Deve ter voltado de uma festa boliviana…

    • VO TIRA PRINT DA MINHA MAO NA TUA CARA RAPA

      • Whatsapp do Costinha

        Você não faria isso com um colega boliviano

    • Aslanterna Verde
      • Whatsapp do Costinha

        Juro que li Netflix

        • Aslanterna Verde

          E eu agora li assim (e por um segundo pensei: “como eu iria responder Netflix?”)

  • Whatsapp do Costinha

    Tesla conheceu Zeus, no século 19. Anotem

  • Whatsapp do Costinha

    Se tiver podcast de Tesla, quero participar

    • Tem dois paragrafos para justificar. Se me convencer tá dentro

      3…2..1… GO

      • Whatsapp do Costinha

        Sou fã desse maluco. E estou estudando pra ser engenheiro eletricista.

      • ATAQUE DE OPORTUNIDADE!

        Nascido na Sérvia em 1943, Nikola Tesla foi um engenheiro elétrico, engenheiro mecânico, e físico. Mais importante, ele era um inventor futurista revolucionário e suas idéias definiram o mundo moderno. Mais conhecido por suas contribuições ao sistema de abastecimento elétrico americano, ele desenvolveu aplicações pioneiras em rádio, raio-x, transmissão e geração de eletricidade. Suas famosas invensões, como a Corrente Alternada (AC) e a Bobina Tesla, eram tão diferentes e bizarras pra sua época que eram consideradas como mágica, ficção, coisa de outro mundo – terreno fértil pra todo tipo de teoria da conspiração.

        Todavia, Tesla foi uma figura conturbada, controversa, idealista e problemática. Sua paixão pela ciência, curiosidade profunda e capacidade de resolver problemas complexos eram contrapostos pela total falta de habilidades de gestão, incapacidade de promover suas invenções, e problemas psicológicos severos. Este talvez tenha definido o estereótipo de gênio maluco explorado exaustivamente nas revistas pulp, filmes e livros de ficção que vieram a seguir.

  • Vitor Urubatan

    Rsss excelente trabalho mais uma vez. Parabéns a todos os envolvidos.

    Bom acho que a teoria do corpo celeste é a mais válida. Já que é provável que este objeto não suportou a força da pressão atmosférica a ponto de explodir antes de tocar o chão. Provavelmente por não ser um objeto tão grande. Talvez se fosse não estivéssemos aqui para contar história.

    Mas o que realmente gostaria que tivesse acontecido é a queda de dois seres alienígenas gigantes nos quais caíram na Terra depois de uma árdua batalha no cosmos rssss.

  • Vitor Urubatan

    Valeu Ira, depois do seu depoimento sinto-me totalmente ganhador do livro.

    • Ira Croft

      =3 você já está no meu <3 continue assim e virá muita coisa ainda :)

  • Muito bom mas olha ai, imagine que na verdade essa explosão foi uma bomba encontrada no futuro e que ia explodi e nossos descendentes decidirão enviar para uma área inabitada no passado para não causar dano a terra do futuro superlotada….

    • Whatsapp do Costinha

      Estilo DC Um Milhão com o Vadal Savage?

  • Jonathan First

    Aqui está resposta

    • Vitor Urubatan

      Certo! Agora essa é a mais maneira de todas.

    • Paulo Vinicius

      vc ta dizendo que eu ajudei no evento tunguska????

      e eu sempre culpando o tesla…

  • Mauricio Gustavo Webber Mendes

    Não só na Russia. Dia 30/07/2015 uma cometa/meteoro passou por Porto Alegre, visto também na Argentina e Uruguai.

    https://www.youtube.com/watch?v=G4t0KlmSI-o

  • Sra.Marocas

    Minino, não tenho a menor ideia sobre o que parece menos impossivel e mais provavel.

  • Whatsapp do Costinha

    Três palavras para explicar: Samurai Deeper Kyo

  • Fala Freaks! :D

    Excelentes como sempre.

    Andrei, corre lá arrumar :p ( “a gente vai deixar imagens da torre de tesla nos links….” )

    Vlws Flws o/

  • Whatsapp do Costinha

    Andrei: UA significa Unidade Astronômica. Isso equivale à distância entre o Sol e a Terra, aproximadamente 150 milhões de km ou 8 minutos-luz

    • Vitor Urubatan

      Caraca oito minutos na velocidade da luz para chegar no sol. Cara mesmo a estrela mais próxima está absurdamente longe.

      • Whatsapp do Costinha

        E tem Proxima Centauri, a segunda mais próxima que tá a 4 anos-luz

        • Vitor Urubatan

          Mas tem alguma planeta habitável lá?

          • Whatsapp do Costinha

            Nenhum planeta, habitável ou não.

          • Vitor Urubatan

            Eu li uma matéria uns meses atrás a respeito de um planeta habitável que estava cerca de 11 anos luz daqui.
            Apesar de ainda ser longe pra cacete, a distância é até razoável. Compara a coisas que estão a milhares ou milhões de anos luz de onde estamos.

          • Whatsapp do Costinha

            Sim. Mas, de acordo com o que a gente conhece, o cara demoraria mais de 11 anos para chegar aqui (e 11 pra voltar). Isso se não encontrar um atalho. Até onde sabemos, matéria não viaja acima ou na velocidade da luz. Mas sempre existe a possibilidade de eles serem seres de pura energia, como aquele ser incorpóreo em Fresno

          • Vitor Urubatan

            Acredito na possibilidade de existir alguma forma de viajar no espaço “burlando” as leis da física como as conhecemos hoje.
            Talvez não tenhamos em mãos no momento todo o conhecimento da ciência que diz respeito ao espaço sideral.

            Ainda sim, existem os aerólitos nos quais permitem Chapolin viajar de um planeta para o outro sem qualquer dificuldade.

          • Whatsapp do Costinha

            Por isso fiz a ressalva de que, com o conhecemos hoje, é impossível. A nossa própria biologia não permite isso

          • Vitor Urubatan

            Tem um filme que curto bastante. Já é velho, mas tem um conceito interessante sobre essa parada de viajar no espaço.
            O nome do filme é Event Horizon ou Enigma do Horizonte. A nave não anda todo trajeto do ponto A ao ponto B. Ela simplesmente dobra o espaço entre os dois pontos e atingi seu objetivo praticamente sem tempo algum.

            Sei que há milhões de obras baseadas nessa teoria de criar um tipo de buraco de minhoca para atravessar longas distâncias.
            Mas o legal do filme é que os tripulantes da nave ficam pirados por conta dessa travessia brusca. O que os deixam insanos dada ao evento que acabaram de presenciar.
            Rsss é a parada que mencionou, talvez nem biologicamente, nem psicologicamente estejamos preparados para qualquer coisa do tipo.

          • Whatsapp do Costinha

            Psicologicamente, já provamos isso. Tem várias doenças que só atacam astronautas (Mão Esquerda de Deus, Visão Geral…). Mas, tendo em vista o mais simples de entender para nós, um buraco de minhoca, seria o mais provável. Enigma do Horizonte é aquele que eles viajam pro inferno, né?

          • Vitor Urubatan

            Bom não fica explícito que viajam para o inferno. Essa é a conclusão que os caras que irão resgatar chegam. Mas eu acredito na vertente que os sanidade dos tripulantes foi abalada por conta do evento extraordinário que testemunharam. Afinal de contas dobrar o espaço não é qualquer coisa.

            Mas mencionou a respeito de “Mão esquerda de Deus e Visão Geral” que parada é essa?

          • Whatsapp do Costinha

            Mão Esquerda de Deus: dá em astronautas e pilotos de grande altitude. Sensação de que uma mão invisível está empurrando a nave para baixo.
            Visão geral: Quando você vê a Terra como um todo e toma ciência de como você é em perspectiva.

            Tem outras doenças. Mas eu não lembro agora

          • Vitor Urubatan

            Que bizarro hahaha! Caraca velho eu nunca ouvi falar disso!
            A sensação de uma mão empurrando a nave para baixo é sinistro!

            Eu tinha visto um documentário há anos atrás a respeito de uma possível missão tripulada para marte. E um dos tópicos da discussão era o preparo psicológico dos astronautas. Já que viajar durante 2~3 anos (Não me recordo ao certo do tempo) para ficar em marte sem um tempo determinado para voltar, demandaria um psicológico tipo Buda iluminado por Ashtar.

          • Whatsapp do Costinha

            Se pra viajar pra Estação Espacial Internacional, já deu treta…

      • Só a Lua já está bem longe. Se pidesse colocar todos os planetas do nosso sistema em uma fila, não preencheria a distância entre a Terra e Lua.

        • Vitor Urubatan

          MENTIRA?!!?!
          É sério isso????

          • O espaço é extremamente vácuo.

            A Terra tem 6.371 km em diâmetro. A distância média entre Terra e Lua é aproximadamente 384.472 km. Cabem mais de 60 Terras entre a Terra e a Lua.

            Agora imagina entra a Terra e o Sol. Agora imagina entre o Sol e a estrela mais próxima. Agora imagina entre nossa galáxia e uma outra? Se for parar pra pensar em termos realtivos: a densidade da matéria no espaço é menor que a de uma poeira num quarto escuro vazio.

          • Vitor Urubatan

            Rsss o espaço é algo real e horrivelmente fantástico.
            É bizarro ter a noção de que nós somos seres vivos nos quais são muito menores a qualquer dessas proporções absurdas. Mas mesmo assim, conseguimos discutir isso.
            Apesar de não entendermos como precisão o espaço, nós conseguimos falar sobre o assunto.

          • Somos feitos de matéria. Nós não “estamos” no universo, nós somos o universo olhand pra sí mesmo, de dentro pra… dentro!

          • Vitor Urubatan

            Rsss legal a frase.
            Tu mostrou aquela imagem dos planetinhas alinhados. Isso lembrou um desenho em 3D antigasso que passava (Em algum canal aberto) no domingo. Que haviam vários planetas e cada qual tinha uma raça diferente.
            Eu curtia demais aquele desenho.

          • Descobre o nome xD

          • Vitor Urubatan

            Lembrei aqui, o desenho se chamava Guerreiros das Sombras (Acho que inglês era Shadow Riders ou War Planets, não sei bem):

            O desenho era legal pois o planeta frio a civilização era toda de gelo e talz. O planeta vulcânico os seres eram envolvidos por chamas em seus corpos.

            Os caras do planeta mais rochoso tinham a pela feita de minérios e talz.

            E era foda pois eles viviam em guerra, mas no meio da história precisam se unir para derrotar um mal maior e talz.

            Apesar de ser um desenho para criança, personagens morriam. Tinha perdas e pelo fato da história ser linear tinha tramas que ia se desenvolvendo. Eu achava foda demais esse desenho.

          • Vitor Urubatan

            Aqui algumas imagens.

          • Cara, eu já vi esse desenho, é da finada Mainframe Entertainment, com o mesmo designer que fez ReBoot

            https://en.wikipedia.org/wiki/ReBoot https://uploads.disquscdn.com/images/17025fb006a98db87defac72a7cf7df5ff44ea515aea99fc3be26c95773774a5.jpg

          • Vitor Urubatan

            Não reconheço esses personagens.
            Será uma continuação?

          • Não, outro desenho. Passava no SBT, e a Pizza Hut tinha uma promoção que dava fitas em VHS dos episódios do desenho.

          • Vitor Urubatan

            Ah manja!
            O que eu assistia era outro. Mas cara é muito parecido. Até o carinha verde ali, tem o mesmo estilo do protagonista do GUERREIROS DA SOMBRAS!

          • Sim, foi o que eu disse: desenho diferente, mesmo designer.

          • Vitor Urubatan

            Rss sim sim, acabei me confundindo.

          • Aslanterna Verde

            Se fosse mais próximo, o pessoal iria se empanturrar de tanto queijo!!!

        • Vitor Urubatan

          Caraca velho fiz as contas aqui. E a distância entre a lua e a Terra por poucos milhares de quilômetros não abrigaria em fila todos os planetas do sistema solar.

          Minha ignorância mais uma vez permitiu a surpresa de proporção entre as coisas.

      • Henrique Tavares

        http://joshworth.com/dev/pixelspace/pixelspace_solarsystem.html

        Esse é até o momento a melhor emulação do Vórtice da Perspectiva Total, pra termos ciência da minusculosidade dos objetos e a distância entre eles na imensidão do espaço.

  • Agatha Gonçalves

    Teoriiiias e teorias, bora ouvir :D

  • Agatha Gonçalves

    Sinceramente eu não tenho a mínima ideia do que possa ser, se nem as pessoas que estudam isso sabem, quem sou eu hahaha

    Minha teoria é que ouve alguma coisa no centro da terra que ocasionou em uma explosão (já que é uma explosão, tem que ter uma luz, consequentemente as pessoas viram aquele túnel de luz), fazendo com que um vento muito forte passasse pelas árvores as deixando daquela forma. FIM! ahhahah Viagem né :p

    Parabéns pelo cast …

    Beijos

    Que Ashtar fique com vocês :)

    • Henrique Tavares

      Mas se viesse do centro da terra não teria deixado marcas? Se não me engano, as árvores derrubadas apontavam para um epicentro da explosão que não deixou marcas ou crateras…

      • Agatha Gonçalves

        Sinceramente eu acho que se tivesse vindo do centro da terra não, pois ele teve que passar por camadas e só alguns “buraquinhos” deixaram as luzes passar…
        Mas é só mais uma teoria viajada, então nem leve muito em consideração haha

  • Pq tem a imagem de ashtar sheran na imagem da vitrine?

    • Vitor Urubatan

      Rsss é uma mensagem subliminar anunciando um cast só do próprio Ashtar.

      • Vish… The treta has been planted

        • Vitor Urubatan

          Rsss não está aqui quem falou.

    • Whatsapp do Costinha

      Porque ele merece

    • Romullo

      É um Rafashtar! hehehe! Percebi só agora! :)
      Galera para mim o Rafael é o mais equilibrado!Ele na verdade tem mostrado entender realmente o papel da ciência com suas limitações e capacidades!Parabéns Rafael!
      Rafael uma arma eletromagnética agindo a distância em princípio é sim possível! Hora certas camadas da atmosfera são reflexivas para ondas eletromagnéticas.
      Muitos técnicas de guerra eletrônica são baseadas justamente no uso da própria atmosfera!

      Muitos conceitos hoje pops hoje até em neurociência o Tesla chegou a explorar.

      Façam com muito carinho um podcast sobre Dr. Tesla deveria ser uma série sobre ele. Iria ficar massa séries assim sobre figuras freaks históricas com grandes contribuições na ciência e por suas idela visionárias ou excêntricas.
      Seriam os perfis confidenciais!

      Alguns caras Dr. Fermi, Dr. Teller, Dr Cray, Dr. Dysson

  • Andreia Alves

    O pessoal ficou doido quando você leu o meu email. Eu não contei nada para eles! ahahaha
    Vieram confirmar comigo se era mesmo eu.
    Fiz me de estúpida e falei: Eu? Vocês têm noção que existem milhentas Andreia Alves por aí?
    Ahahaha Brigada Mundo Freak
    Beijinhos e abraços desde Portugal
    Andy.

  • Pra mim fica a dúvida:

    Alguém virou Super Saiyajin ou virou um Titã?

    Hahaha zueira a parte, uma coluna de luz ou fogo pode significar três coisas:

    1. Uma explosão não direcionada, como uma granada e, após a explosão, a fumaça quente sobe deixando um rastro de fumaça encandecente. Isso acontece com qualquer explosão grande o suficiente, como uma bomba atômica. Mas pra isso, precisaria de combustível sufiente pra tamanha explosão e, assumindo que não tinha bomba atômica na época, seria uma quantidade monstruosa de combustível (pólvora, gasolina, gás). Tamanha quantidade de combustível deixariam evidências óbvias. Logo, podemos desconsiderar essa hipótese.

    2. Uma explosão direcionada, como uma turbina de foguete. Temos aqui a possibilidade de algo que apontou a explosão pro chão (e a fonte da energia subiu) ou algo que apontou a explosão pra cima (e a fonte de energia fica no chão ou no subsolo). A hipótese de uma explosão direcionada vinda do chão pra cima cai no mesmo problema da hipótese da explosão não direcionada: os vestígios dos combustíveis seriam óbvios. Mas na hipótese de uma explosão direcionada pra baixo, não teríamos como saber a fonte se ela subiu e foi embora. (Aliens? Testes secretos de foguetes?)

    3. Um meteoro combina muito bem com o clarão no céu, que pode ser o meteoro se espatifando na atmosfera, ou pedaços dele se espatifando – grandes meteoros se quebram em pedaços e esses podem quebrar em mais pedaços. Mas também deixaria vestígios mais claros, como crateras e concentração de materiais em resíduos diferentes da concentração de materiais no solo.

    Como a energia da explosão se espalhou pela superfície mas não deixou cratera, eu acho mais provável a hipótese de algo que subiu, estilo foguete, doque meteoros, pois as árvores caídas combinam muito mais com uma explosão controlada apontada pra baixo doque com impacto, especialmente pels falta de crateras.

    FIM.

    • Vitor Urubatan

      Pow cara boa observação.
      Mas considerando ser um teste de foguetes ou algo do tipo. Não teria naquela época algo mensurado em 10 megatons como é geralmente explicado. Ou teria?
      O fato é que se houvesse em posse da grande União Soviética uma arma tão poderosa, veríamos isso nos vestígios que sucederam as guerras.
      Quando se trata de russos, não duvido que seriam capazes de largar uma bomba dessas no meio do caminho. Para tropas inimigas irem todos para os ares.
      MAS!! Vai saber rsss.

      • Agatha Gonçalves

        Meu, ainda acho que minha teoria do centro da terra bem mais legal hahhahah

        O lance de não ter vestígios que é intrigante.

        • Tem sim, as milhares de árvores caídas mostram que a energia se espalahou pela superfície, de forma perpendicular a ela, mas não se focou em ir de encontro em direção a chão (ou veríamos cratera).

          • Agatha Gonçalves

            Que se espalhou, mas não deixou nenhum vestígio.

          • Como não? Tá tudo derrubado! Rs. Imagine que você vai em uma floresta e encontra todas as árvores caídas em uma posição que aponta para um epicentro. Aí você olha pra essa devastação e diz: “deixou nenhum vestígio”. Hahahah xD

          • Agatha Gonçalves

            O que eu quis dizer foi: O que derrubou.
            Que derrubou, eu sei, mas o que causou isso?

            Sacou?

          • Hahaha sim. A forma como foi derrubado é um vestígio do que derrubou. A falta de cratera é um vestígio do que não derrubou. Sabemos que foi uma força que se espalhou livremente pela superfície por causa da distribuição das árvores. Sabemos que não foi um impacto justamente por causa da falta de foco em forma de esparrame livre. Mas sem uma análise da composição química do solo e das árvores não da pra saber o que causou a liberação de energia.

        • Romullo

          Ei Agatha, existem teorias alternativas que tratam justamente sobre atividades geofísicas. Mas o grande porém para qualquer teora é explicar o padrão da explosão , a energia envolvida no processo.
          A dos bólidos são as que se aprocimam mais , porém não existe solução.
          É lindo esse caso!

          • Agatha Gonçalves

            Realmente não existe solução… É apenas mais uma teoria “viajada”.

      • Sim, eu analisei as evidências apenas mas não quis entrar no contexto histórico pois vamos acabar caindo em especulação: “será que eles não teriam usado isso?”

        Eu também nunca falei em arma russa, essa é uma interpretação sua.

        • Vitor Urubatan

          É verdade foi uma interpretação minha.
          Mas quando penso em russos automaticamente me vem a cabeça aquele maluco do Youtube que tem milhões de armas.

          • Cara, vo te pedir um favor. Tem uma thread de comentários neste post entre eu e Cap. Mike Murphy. Por favor, poderia ler a thread e responder o que você acha, sem bias pro meu lado?

          • Vitor Urubatan

            Rsss claro velho.
            Aconteceu algo? Pow me deixaste preocupado agora!

          • Que nada, só quero confirmar que eu não to maluco, e que o cara tá sendo teimoso mesmo xD

            É nóis.

        • Vitor Urubatan

          Hahaha e acredito que eles teriam usado sim.
          São russos velho!

          Brincadeira, brincadeira. Eu entendo que poderíamos especular razões nas quais não teriam usado.

          • Mas aí você está fazendo várias suposições:

            1. É uma arma.
            2. A arma é russa.
            3. Se for arma russa, deve ser usada.

            Em nenhum momento as evidências apontam pra isso, é pura interpretação. E se não for uma arma? E se não for algo conhecido dos russos? E se for tudo isso, mas por motivos desconhecidos, foi abafado?

          • Vitor Urubatan

            Realmente se considerar essa cadeia de intepretações. Teríamos mais perguntas do que respostas coesas.
            Rss eu estou mais brincando com a discussão, pois eu realmente acredito na possibilidade de ter sido um meteoro ou algo do tipo.

            Mas se fosse uma “arma” poderia ser algo não “humano” que os russos abateram no ar.

          • Arma? Não humana? Foi o Goku soltando um KAMEEEEE….. HAMEEEEE…. HAAAAAA!

          • Vitor Urubatan

            Agora sim leio credibilidade hahaha.

          • Agatha Gonçalves

            Ele colocou uma película protetora no chão para não fazer uma cratera.

          • Hahahahahaahahahahaah esse cabelo hahahahahahahahahahahahahaha Goku SS100

          • Whatsapp do Costinha

            Divo

          • Agatha Gonçalves

            Queria ter um cabelo loiro lindo assim… Totalmente tratado e brilhante, assim como o mestre Ashtar.
            Será que Goku é Ashtar?????? :O

          • Whatsapp do Costinha

            Bills é Ashtar

          • Aslanterna Verde

            Goku Super Rapunzel!!! Isso tá ficando enrolado!!!

          • Agatha Gonçalves

            Lindo, né?

          • Aslanterna Verde

            Me lembrei de um dos chefes de Castlevania -Symphony of the Night…

          • Agatha Gonçalves

            Russos ♥

    • Henrique Tavares

      Se não me engano, há registro de um lago nas proximidades que constataram ser recente, depois do evento, então havia uma especulação de que um destroço teria formado ele, mas não lembro os pormenores da validação disso…

      • Tem até quem diga que o que caiu foi um cometa de gelo e a água do lago veio dele.

  • Mudo minha opinião no cast. Foi, COM CERTEZA, uma cápsula de Kripton trazendo um bebê.

    • Vitor Urubatan

      Rsss acha que engana alguém senhor Anti-Igor Alcântara.

    • Foi o Freeza chegando na Terra em um cápsula esférica!

      • Aslanterna Verde

        Nada… Foi um dos sayajins de baixa classe. O problema é que mandaram o menino para a Rússia, e lá, até os esquilos poderiam devorá-lo… Resultado? Tiveram de mandar outro!!!

        • Seria épica uma história de como seria o universo Dragon Ball se Goku tivesse caído na Rússia, assim como Entre a Foice e o Martelo.

          Lembrando que Freeza foi inspirado nos vendedores imobiliários que, de acordo com as críticas de Toriyama, estavam se aproveitando da classe média e baixa do Japão.

          • Aslanterna Verde

            Ainda acho que se ele tivesse caído na Russia, seria papa de urso rapidinho…. Em DB, mesmo sendo muito forte, as ameaças “do nosso mundo” ainda eram bem perigosas para ele…

          • Tudo depende de um velhinho bondoso que o resgata e cria a criança né. Quem poderia ser esse velhinho na Rússia?

          • Aslanterna Verde

            Poderia ser um Bóris Yelsin da vida… Mas não seria tão bonzinho, e teríamos um Gokukovsky regado a vodka….

  • Pra deixar bem claro:

    Em 1894, ou seja, mais de cem anos atrás, Nikola Tesla conseguiu acender uma lâmpada sem o uso de qualquer cabo de energia, através de um processo chamado indução eletrodinâmica que não é segredo pra ninguém: qualquer aparelho que possua uma antena (como rádios, antenas parabólicas e telefones celulares) usa o mesmo processo pra receber uma quantidade de energia, que depois é interpretada como informação. O que nunca foi feito é a transmissão de uma quantidade de energia do mesmo patamar que uma explosão como a de Tunguska.

    Esse vídeo mostra bem como é feito de forma bem fácil e não misteriosa:

    https://www.youtube.com/watch?v=JSDQMuS2JQo

  • Moacir Siqueira da Silva

    Não venho aqui trazer uma teoria, mas, sim a versão BR do caso; pra isso aqui não virar um testamento vou dividir em dois comentários.
    Tunguska brasileiro, também referido como evento do Curuçá, foi o evento de impacto ocorrido no estado brasileiro do Amazonas no dia 13 de agosto de 1930, análogo ao evento de Tunguska, ocorrido na Sibéria em 1908. O evento foi provavelmente uma queda cósmica ocorrida na região do Rio Curuçá, no município de Atalaia do Norte, Amazonas. À época, ribeirinhos e indígenas da região afirmaram ter visto “bolas de fogo” caindo do céu sobre a margem direita do rio Curuçá…

    • Romullo

      Opa você me fez lembrar desse caso! Se não me engano que documentou o caso foi um padre.

    • Henrique Tavares

      Cara, que massa! Não sabia disso não, vou pesquisar, valeu!

    • Agatha Gonçalves

      Sabia não também!

  • Moacir Siqueira da Silva

    … O fenômeno ficou esquecido por mais de cinquenta anos, tendo sido “reavivado” após o astrônomo inglês Mark E. Bailey ter encontrado, em 1995, um artigo de cientistas russos citando um trabalho anterior de um conhecido geofísico russo, Leonid Kulik (1883-1942), no qual o autor mencionava que, em 1930, teria acontecido, na floresta amazônica, um evento similar ao registrado na região da bacia do rio Tunguska Pedregoso, na Sibéria. Bailey encontrou essa notícia publicada, em tom sensacionalista, numa edição de 1931 do jornal inglês The Daily Telegraph. Ele decidiu então procurar o artigo fonte, que estaria no Vaticano. Com dois estudantes partiu à procura desse artigo nos arquivos do jornal L’Osservatore Romano. Acabou por encontrar, numa edição de 1931 de L’Osservatore, o relato do monge capuchinho Fedele d’Alviano, que visitara a região apenas cinco dias após o ocorrido. Na época, frei Fedele entrevistara diversas pessoas da região, que lhe disseram ter ficado muito assustadas com o ocorrido. Segundo Bailey, o evento do rio Curuçá foi uma das quedas cósmicas mais importantes do século XX. Investigando a data do evento, acredita-se que se trate de um meteorito proveniente da chuva de meteoros das Perseidas, que riscam os céus no mês de agosto e cujo pico máximo é a 12 de agosto).
    Inspirado no artigo de Bailey e baseado em imagens dos satélites LANDSAT, o astrofísico brasileiro Ramiro de la Reza conseguiu identificar um astroblema de 1 km de diâmetro, localizado a sudeste da localidade de Argemiro, nas seguintes coordenadas geográficas: 5° 11 S, 71° 38 W.
    Na primeira semana de junho de 1997, de la Reza liderou uma expedição organizada pela Rede Globo e co-financiada pela ABC-TV da Austrália, até a região onde ocorreu o fenômeno. A suposta cratera realmente foi encontrada, mas no entanto ainda faltam provas que atestem o fato de que ela surgiu a partir do impacto do meteorito relatado em 1930. No entanto um registro do Observatório Sismológico San Calixto em La Paz e interpretado por A. Vega, da mesma instituição, mostrou que aquela cratera poderia ter sido criada na mesma data, sugerindo que o sinal sísmico estaria relacionado ao impacto de um meteorito daquele tamanho. No entanto um grupo mexicano recentemente contestou que a cratera e o registro sísmico estariam relacionados ao evento.
    O governo brasileiro poderia, como fez o governo russo no evento Tunguska, disponibilizar uma equipe qualificada para pesquisar, e, de fato, caracterizar o que pode ter sido o segundo maior evento observado no mundo moderno. Até o momento apenas um missionário religioso e uma pequena expedição financiada pela TV avaliaram o evento.

  • Victor Coutinho

    A hipótese de que mais gostei foi a do Igor. Inclusive continuei divagando por aqui e cheguei à minha própria “conclusão” (meramente especulativa). Esse suposto cometa, ou uma parte dele que entrou na atmosfera terrestre, o que deve ser mais provável, poderia ter explodido perto do solo depois de vir sendo parcialmente derretido enquanto caía (basicamente o que o Igor falou, mas é agora que entra a minha especulação). Os “destroços” de gelo poderiam ser fortes o suficiente para derrubar as árvores e depois evaporarem, sem deixarem vestígios senão os fragmentos de rocha que vcs disseram que foram encontrados. A explosão do pedaço de cometa justificaria o som de pedras caindo que foi relatado, bem como a “cauda” formada pelo derretimento do gelo justificaria a “coluna de fogo” que foi vista. O que fica sem explicação é se o impacto seria mesmo suficiente para “empurrar” as pessoas, como disseram os relatos.
    Ótimo episódio, o Mundo Freak é sempre maravilhoso =)

  • Sensacional!!! a primeira vez que ouvi sobre o evento Tunguska, foi apresentado por ninguém menos que Carl Sagan, no episódio Heaven and Hell de Cosmos, para quem tiver curiosidade de ver, segue o link (adiantem para 2:20): https://www.youtube.com/watch?v=C-SHLyX1HH8, que inclusive traz algumas informações que acabam complementando o cast, como o detalhe no ponto zero as arvores permaneceram na vertical, além é claro, das que estavam em volta e foram achatadas num raio de mais de 20 km em todas as direções a partir do centro e que a onda de choque foi registrada em estações barométricas em várias partes do mundo, e que a poeira da explosão refletia tanta luz solar que dava ser vista de Londres durante a noite, mais de 2 mil km de distância. Além de informações de como era o clima do local e as adversidades de se conduzir expedições para lá.

    O que eu acho? que a ideia do pedaço de cometa é a mais plausível, agora se não foi isso, só pode ter sido Tesla, se tem um ser humano que teria – hipoteticamente – capacidade de algo assim, com certeza seria ele.

    Por que não vimos mais tecnologias do tipo? bom, Tesla era um cara que guardava boa parte de suas invenções na cabeça e não anotava muita coisa, pode ser que ele tenha mantido o segredo apenas na mente, mas indo pro viés da conspiração, porque é mais legal, há pessoas que dizerem que o Haarp seria o resultado dessa tecnologia “aprimorada”, mas nunca saberemos, o fato exite uma torre de Tesla na Russia, que recentemente um drone filmou, vai que o meteoro russo de 2013 não foi um teste sigiloso dessa torre, segue o link:

    https://www.youtube.com/watch?v=pBdM5lSzFEA

    • Sobre Cosmos, muito bem lembrado!

    • Aslanterna Verde

      Claro, a explicação está no cosmos….

      O Evento de Tunguska foi resultado de uma EXPLOSÃO GALÁTICA!!!! HIHIHEHEHAHAHAHA HIHIHEHEHAHAHAHA!!!!

      http://images.uncyc.org/pt/thumb/1/18/Sagamau.jpg/250px-Sagamau.jpg

      • Whatsapp do Costinha

        Explosão Galáctica. Capaz de destruir galáxia com parte do poder. Mas incapaz de rasgar o colant do Sigmund, com TODO o poder

        • Aslanterna Verde

          Existem materiais mais resistentes que os materiais mais resistentes criados desde as eras mitológicas. Penso que se fizessem uma armadura de couro de Seiya, ela seria capaz de resistir até o ataque dos deuses….

        • Aslanterna Verde

          HIHIHEHEHAHAHAHÁ….

          • Whatsapp do Costinha

            Mudou a cor do cabelo, fudeu

  • Hellbolha

    Olá Andrei, minha estrela ascendente de grande massa composta de matéria escura. Olá Rafael, arauto do grande Ashtar nas Terra que passeia entre as galáxias de sunguinha e com seu patinete prateado. Olá Rafael, grande obliterador de aves pertencentes a família Columbidae.

    Mais um grande episódio entupido de tudo que um bom freak gosta: Teorias plausíveis, não plausíveis ou totalmente toscas, mas muito divertidas. E por falar em teorias toscas, gostaria de expor duas 3 que me ocorreram sobre o acontecido em Tunguska:

    1- Viagem no tempo. E se, assim como é retratado no filme O Exterminador do Futuro, a viagem no tempo gerar um campo eletromagnético que possa causar certo estrago ao redor? No filme, o estrago é pequeno, se resumindo a danificar a parte elétrica de alguns carros ao redor e vitrificar o chão devido a alta temperatura que o micro campo acabava gerando. Porém, e se a viagem fosse feita em um grande transporte tripulado? Os estragos seriam muito maiores, resultando em algo similar ao que foi visto na floresta Russa.

    2- Visitas de seres extra-dimensionais, com os resultados similares ao tópico anterior no momento de sua materialização no nosso plano.

    3- Os Russos e Americanos desenvolveram uma grande rivalidade após a Segunda Guerra Mundial, principalmente durante a corrida espacial. E se o Projeto Filadélfia, executado anos depois pelos americanos, fosse uma tentativa de obter sucesso em um projeto secreto Russo com a mesma finalidade (teleporte) encabeçado por Nikola Tesla, mas que havia falhado e resultou na tal explosão? Ou talvez os Russos tivessem obtido algum sucesso, quem sabe…

    Enfim, foram possibilidades que me ocorreram enquanto ouvia o cast, se bem que ainda acho plausível a possibilidade de ter sido um teste controlado do tal Raio da Morte do Tesla, que ficou horrorizado com os resultados e abandonou o projeto, como o Rafael mesmo disse. Ah, vale lembrar que esse acontecimento serviu de base para a série em quadrinhos Assassins Creed : A Queda, já lançada no Brasil. No mais, ótimo cast e aguardando ansioso pra descobrir qual o tema do próximo episódio que o Igor quase deixa escapar.

    PS: Durante a leitura de comentários percebi quem é que manda com mão de ferro nessa birosca toda. Andrei…

    http://media.tumblr.com/tumblr_mdilplk6r01rpxog6.png

  • Dr. Madeira Jones

    É mais do que óbvio o que aconteceu naquela terça-feira fria de Tunguska…o mais cego é aquela que não quer enxergar…aquilo nada mais foi que..UM PEIDO DE YETI!!!

    MALDITO YETI!!! VOCÊ AINDA SERÁ MEU!!! MEU!! MEEEEEEEU!!! BWHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAhahaha..haha…ha..hehe…ééé…tá quente hoje, né…?

    • kkkkkkkkkk…. tipo assim:
      Estavam lá 3 yetis adolescentes, entediados com o marasmo da floresta siberiana. Dai um olha para o outro e diz: – Cara, você já peidou com um fósforo aceso???
      E pronto, caso de Tunguska resolvido!
      Próximoooooo!!!!!

  • Romullo

    Andrei retira o link (3) de fotos! Meu anitivirus detectou que o arquivo tem código malicioso injetado! Cuidado com isso pois o site pode ser marcado como fonte de infecção!

    • Quando esqueço reclamam, quando colocam reclamam. =P

      • Romullo

        É não é? Hehehehe!
        Mas esse negócio de malware tá cruel!tinha que alertar!

  • Ricardo A. Santos

    Olá Arquivo X dos podcasts ! Eu já estava esperando uma teoria maluca do Igor, mas não foi dessa vez que ele deixou de ser um cético kk. vamos a rodada de teoria malucas:

    1- A teoria do cometa ou meteoro é bem provável. Mas fazendo uma teoria meio maluca, poderia ter sido uma grande explosão de gás natural. Aquela região é rica em gás natural, poderia ter havido uma explosão em um bolsão de gás natural que provocou o tremor de terra. E um pouco dessa explosão ter se dispersado para fora da terra e feito essa onda de destruição. Isso também explicaria a sensação de calor que a testemunha sentiu. Os efeitos luminosos vistos podem ser do fogo de dispersando.

    2- É pouco provável que seja um experimento do exército por causa da época. Se eles tivessem algo assim, a Rússia teria ganhado a guerra contra o Japão em anos posteriores.

    3- Essa teoria de que os alienígenas estão nos defendendo é meio que as pessoas depositando fé em uma nova divindade. É muito difícil uma pessoa ser totalmente ateia, em não ter fé em nada, ás vezes elas precisam depositar sua fé em algo mais plausível para ela. E e esses alienígenas protetores da Terra parece ser o caso.

    • Henrique Tavares

      Essa teoria do gás é interessante. Mas como uma grande quantidade teria vazado sem danificar o solo?

      • Ricardo A. Santos

        Como as fotos estão preto e branco fica difícil definir se o solo não foi danificado e se o centro da explosão foi no bolsão de gás, o que teria provocado o tremor, o foco maior de destruição estaria debaixo do solo. Claro que isso é só uma teoria !

    • Buhguul

      seria estranho que o gás natural por mágica saisse da Terra bem devagarzinho para não deixar nenhum sinal na terra e quando tivesse gás suficiente para uma explosão digna de bomba atômica, o gás magicamente se auto explodisse

  • Romullo

    O Tesla é na verdade engenheiro elétrico é era sérvio! Na verda o império era autriaco mas não o Tesla.
    Sinceramente a hipótese de cometa é a menos provável entre as que consideram bólidos. Mais fácil ter sido o Tesla com seu raio da morte do que um cometa! hehehehehe
    A explosão não foi no solo!
    Um cometa é em sua grande maioria gelo, como explicar a detonação do mesmo em atmosfera inferior como foi o caso. Quanto maior fosse maior seria a resistência da atmosfera sobre o mesmo e um objeto feito em sua grande maioria de gelo e em alta velocidade não teria estrutura para atingir a baixa atmosfera. O bólido tem que ter estrutura rochosa, sendo um meteoro ou fragmento de asteróide ou a não ser que se mude as definições de cometas e meteoros( é na verdade um estudo em aberto a natureza desses bólidos).

    Usar nuvens noctilucentes como fato indicativo para cometa é questionável ou até para um bólido do tipo asteróide. Fonte: http://meetingorganizer.copernicus.org/EPSC2010/EPSC2010-428-5.pdf

    • Sobre o Tesla foi mais ou menos o que falei. Não lembrava exatamente o país, mas sabia que era do Império Austríaco.

      Obrigado por detalhar mais a informação.

  • A maior parte do tempo ouvimos os believers se perdendo numa viagem ou outra e os céticos ficam loucos. Agora, quando os céticos viagem na sua própria mediocridade eu acho o máximo.
    Não sei quem foi aí no cast, não decorei os nomes, mas teve um sujeito aí falando que seria um absurdo, uma raça de inteligência superior atravessar o universo para deixar a nave cair aqui!
    PUTAQUEMEPARIU! né queridão! Quer dizer que não pode acontecer um acidente, um contratempo, uma falha mecânica/quântica/”humana”, um cálculo errado, uma manobra equivocada… e por aí vai. É muito bom ver, céticos, que se sentem seres superiores, falando esse tipo de merda, tal como algum believer mais maluco.

    • Só é besteira se vc pensar com a mente humana. Mas se pensar em uma civilização BILHÕES de anos superior, é algo bem plausível imaginar que os equipamentos teriam um sistema super avançado de prevenção e correção de erros. Sem isso, seria impossível viajarem milhares de anos luz de sua origem.

      • Vejamos.
        Por mais avançada que seja essa civilização/espécie e suas tecnologias, JAMAIS,
        eles irão reduzir riscos à zero. Ainda mais tendo em conta o escopo de variáveis
        que o Universo, ou até mesmo, o Multiverso tem. Os riscos tendem ao infinito se
        aproximando de zero. Por mais perfeita que fosse esse sistema de prevenção de
        falhas, mitigação de riscos e planos automáticos de ação preventiva/corretiva,
        esses seres altamente evoluídos só teriam mapeado uma fração ínfima de
        probabilidades. Para ter controle total dos riscos e abranger de fato todo o
        escopo, eles não viajariam pelo espaço, eles seriam a própria Fonte Criadora.

      • Espia meu comentário logo acima.

    • O fato do cara dar a opinião dele não quer dizer que ele está tentando parecer superior.

      Falar em quântica fora do contexto de física de partículas… é complicado em. Rs.

      • O fato do cara dar a opinião dele e EU ACHAR QUE ELE SE SENTE O SUPERIOR, é a minha impressão, a minha opinião. E cada um pode ter a opinião ou impressão que quiser, certo! Igual você, que vem aqui pagar de descolado, me mandado ir tomar shake. E outra, o que eu falo, o que você fala, até mesmo o que os físicos que dedicam suas vidas a estudar a Quântica, até momento, pouca coisa saiu do achismo.

        • Cara, você não tomou o milkshake =P

          Relaxa aí cara, ninguém tá querendo tretar nem se achar superior, muito menos pagar de nada. Ambiente de amigos. xD

          • Resposta mais completa até hoje. Muito bom.

            Apenas colaborando um pouco: A Mecânica Quântica não é achismo não senhor. Ela possui equações e cálculos que conseguem prever comportamentos da particícula com uma precisão de mais de 20 casas decimais.

            Eu repito: PRECISÃO DE MAIS DE 20 CASAS DECIMAIS !

            Nada, absolutamente nada na ciência tem uma precisão matemática tão gigantesca quanto a mecânica quântica. Ela já é hoje em dia uma teoria madura, provada, aceita e, como bem disse o Lucas, aplicada em tecnologias do nosso dia-a-dia, especialmente em equipamentos de diagnóstico por imagem.

          • E o que eu disse foi: “pouca coisa saiu do achismo”
            E de fato é isso. E o tema do comentário original nem entrava nesse assunto, a questão era ‘colocações céticas’ que eu não concordava. Apenas, citei a palavra ‘quântica’ usada num contexto de possível tecnologia usada por uma espécie mais avançada. Sinceramente, não entendi porque você enveredou pra tudo isso…

            Não preciso que você cite tudo que você achou, também sei pesquisar.

          • Hahaha eu não “achei” isso tudo, são canais de divulgação que eu acompanho a bastante tempo, só compilei o que era relevante. Cara, você tem toda informação do mundo a sua frente mostrando que saímos do achismo a quase um século. Quer acreditar que ainda é achismo, mesmo o modelo padrão completamente embasado em evidências impíricas a 20 casa decimais, e seus resultados claramente moldando o mundo moderno? Vai fundo. Mas vai ciente de que é crença sua, sem respaldo científico nenhum. Isso por que eu nem sitei os avanços na química de materiais… faz um favor, escuta pelo menos os episódios do SciCast e do Dragões de Garagem que eu linkei.

            Sinceramente, eu não sei por que você não entendeu por que eu enveredei pra tudo isso… eu enumerei os 3 motivos pro comentário de forma explícita e direta, logo no início.

          • Parece que você lê bastante, mas sua interpretação de texto precisa melhorar um pouco. Eu disse que muita coisa é achismo. Logo, alguma coisa é certeza, e aceito como fato, apesar de eu mesmo não poder provar nada disso. Devemos estudar muita coisa parecida, muitas fontes iguais, provavelmente, mas assim como não sou totalmente believer, também não sou totalmente cético. Só acho que as vezes você viaja muito na maionese, porque não estou colocando nenhum ponto pra você ou outra pessoa aprovar. E é ‘citei’. Edita isso aí.

          • Nope, nãoestou te interpretando errado. Você deixou seu ponto bem explícito:

            “até mesmo o que os físicos que dedicam suas vidas a estudar a Quântica, até momento, pouca coisa saiu do achismo”.

            Para. Para que tá feio.

          • Falou o cara que tem problemas com lógica. Pouca coisa saiu do achismo, ou muita coisa ainda é achismo, ou pouca coisa é fato científico . . . Continua aí na sua missão, de comentar todos os comentários, foi o que restou pra sua vida.

          • Pouca coisa é fato científico? HAHAHAHAHA Uma coisa é não saber que algo existe, outra coisa é negar a existência mesmo quando foi colocado na sua frente.
            Falo asneira e depois ficou sem ter onde enfiar a cara. Pf… quando resolver refutar meus contrapontos muito bem colocados, eu volto aqui. Enquanto só repetir a mesma afirmação feito um maluco, não tem por que continuar.

            Um abraço.

          • Você já deve ter estudado muitos conceitos matemáticos. O conjunto de variáveis a ser percorrida para a Ciência provar, testar, experimentar, documentar, etc. é muito grande, mesmo fixando o escopo, como [Conjunto Terra], é algo gigantesco. E por essa visão, diante dos 100% que é necessário estudar e provar cientificamente, com certeza atingimos uma porcentagem mínima desse todo. Esse é o meu ponto. E outra, meu comentário original, era uma percepção de uma opinião que o Igor falou no cast, ninguém te chamou na conversa, você foi apenas intrometido.

          • Você está no Disqus, aqui qualquer um pode responder. Não vem com essa. Se você queria uma conversa particular, mandava email ou DM no twitter. Sério que este é seu melhor argumento?

            Aqui é públio e todo mundo interage numa boa; aliás, muitas conversas saem maneiríssimas justamente por que vários ouvintes se “intrometem” (ui!). Bom… nem todo mundo interage numa boa, pelo jeito.

            E não, não tem essa de porcentagem mínima. Você não precisa provar tudo sobre o universo pra provar uma hipótese sobre ele. Por exemplo, eu não preciso entender todas as partículas pra provar que o elétron tem carga -1. A mrecânica quântica foi então provando hipótese por hipótese até montar o Modelo Padrão inteiro.

            De novo, seu argumento mostra que
            A) você não leu meu texto
            B) você está de má fé
            C) você está em negação diante de um evidência

            Um dos três, pelo menos, é verdade. A mecânica quântica não provou cientificamente um mínimo, provou coisa pra caraaaaaaaaaamba. O fato de você não saber sobre as provas não faz com que elas não tenham sido descobertas. Não falo de provas matemáticas, mas sim experimentais. Ou você acha que o CERN tem um budget bilhonário anual de sacanagem?

          • Parece que você têm problemas emocionais. Você não está em condições de julgar o que eu sei, o que eu não sei, ou ainda o que eu apenas acho sobre qualquer coisa. Você tá viajando tanto na maionese das interwebs que nem se deu conta, que a mesma ciência que está defendendo é a mesma que eu respeito. Mas você não entendeu isso ao longo dos comentários. Porque o seu modo de ver as coisas, aparentemente, é o mais certo…

          • Problemas emocionais? Hahaha olha esse ad ominem aí. Tudo que eu fiz até agora é apresentar contra argumentos lógicos. Em contra partida, você foge da discussão, talvez por que não tenha mais argumentos? Não sei.

            Em nenhum, nehum momento eu julguei o que você sabe ou não. Essa discussão não é sobre o respeito pela ciência, mas simplesmente testar a hipótese: os ciência está no achismo sobre mecância quântica? De acordo com o seus comentários, sim. De acordo comigo, não.

            Eu dei as evidências que provam meu ponto. Também o sustentei de maneira lógica. Até agora você não fez nenhum dos dois. Antes de me atacar pessoalmente, pesso que se atenha a discussão (feito um Vulcano).

            E lembre-se: toda tentativa de se auto-afirmar diminuindo os outros revela uma necessidade de reconhecimento/aceitação; ao tentar me diminuir, ou diminuir qualquer outra pessoa, você acaba paradoxalmente mostrando sua própria carência.

            Antes que volte a bater na tecla do emocional, eu escrevi cada comentário com um sorriso no rosto, e meus amigos aqui em volta estão rolando de rir com a conversa. xD

          • Como disse antes, muita viagem desnecessária e muito prolixo. Não sou eu quem comento todos os comentários do site. E sim você julgou, porque é o que fazemos, julgamos e classificamos a todo tempo. Não joguei nenhum hipótese, nenhum artigo, apenas uma visão pessoal. E não tenho que te apresentar evidências de nada, porque não estou tentando provar nada, a minha opinião é a minha opinião e me basta.

            Tem que ter foco, foca na sua vida. Você acha mesmo que eu alterei meu humor, por toda essa bobagem, pra mim é como se nem tivesse acontecido. Tudo que você falou pra mim é irrelevante, pois na qualidade de cético ou believer, eu mesmo procuro minhas respostas. Se elas me satisfazem, é um assunto meu.

          • Longo? Sim. É um assunto extenso. Prolíxo? Não.
            Viagem? Nope. Nada do que eu falei é viagem, tenho que linkar os papers também? Aqueles premiadíssimos? A maioria dos últimos Nobels de física estão relacionados… advinha com o que?

            Ou seja, “não vou olhar pras evidências, mesmo de baixo do meu nariz, por que são contrárias ao que quero acreditar.”

            Ok, Iwan Tobelieve, ok. Paro por aqui. Case closed.

          • Você quer uma medalha?

            Nunca te pedi informação alguma.

          • E? Eu não to aqui por que você quer. Eu to aqui por que quero (e por que eu e meus amigos estamos rolando de rir contigo).

            Milk shake de morango. Fica a dica.

          • Idem.

          • Vitor Urubatan

            Rsss senhores, senhores.

            Talvez tenha acontecido um pequeno desvio de entendimento da discussão de vocês.

            Pelo que entendi o @capmurphy2020:disqus quis dizer (Corrija-me se eu estiver enganado cara) com o termo “achismo” é que muitas descobertas científicas vêm do exercício de imaginação dos caras. Que realizam a ideia da teoria para depois pesquisarem e chagarem a uma conclusão mais exata daquela observação.

            Já o @lucasbalaminut:disqus apresentou que muita coisa na mecânica quântica é real. Já é ciência, mas por ser algo diferente do nosso dia a dia. Ou seja por ser algo extremamente divergente do nosso conceito de realidade acaba parecendo que aquilo é algo intangível ou irreal.

            Mas concordo contigo capitão do laboratório submarino 2021 que mesmo uma civilização inteligente e antiga pode cometer erros. Aliás se fizermos um exercício de imaginação talvez não fosse nem culpa dos caras a tantas variáveis rsss que fica difícil imaginar além disso.

            E discordo um pouco a respeito da galera querer ser superior. Pelo menos no Mundo Freak eu não vejo isso. Sempre acho válido as discussões por mais diferentes ou malucas que sejam. No fim das contas o maneiro é justamente imaginarmos as paradas.
            Como algum cientista maluco imaginou alguma teoria rsss.

          • Interpretação de texto impecável Sr. Ubiratan. Muito obrigado. Apenas uma pequena correção, Sealab2020, porque no 2021 eles ficaram loucos. O laboratório desandou, rs.

          • Vitor Urubatan

            Eita eu jurava que tu eras o desandado.
            Rsss foi mal, foi mal.

          • hehe, diboa. Mas quando eu desandar eu mudo para Capitão Hazel “Hank” Murphy.

          • Vitor Urubatan

            Tem seis anos ainda para isso acontecer.

          • É verdade, e a partir de 2021 será só loucura! rs

          • Romullo

            Vocês fizeram um espantalho do que o cara falou. Em nenhum momento ele falou em ciência ser achismo.

            Eu tenho um conhecimento básico de quântica de uma graduação em física e fiquei curioso que essa história de comportamento com precisão de 20 casas decimais !

          • Certeza? Nas palavras dele mesmo: “E outra, o que eu falo, o que você fala, até mesmo o que os físicos que dedicam suas vidas a estudar a Quântica, até momento, pouca coisa saiu do achismo.”

            Sobre as 20 casas decimais eu também fiquei curioso com o comentário do Igor Alcantra. Pesquisando, achei um press release enorme da divulgação acadêmica america:

            Physics Through the 1990s, da National Academy Press, Washington D.C. página 82

            https://books.google.com/books?id=-5cUzWtdq30C&printsec=frontcover#v=onepage&q&f=false

          • Romullo

            Em termos até dos fundamentos da quântica ainda é um campo aberto. Então de maneira vulgar ainda é o dito achismo.

            O problema de hoje em dia é que transformaram divulgação científica em propaganda distanciando todos da realidade em ciéncia. Isso não difere da canalice de alguns místicos que falam em quântica sem nem saberem o que é um operador hermitiano, espaço de hilbert, observáveis compatíveis o maquinário elementar da teoria.

            Vou olhar sua citação.

          • Vale apenas ler o comentário grande que eu escrevi logo acima. Nele, eu mesmo fix a distinção entre o que é científico e os aproveitadores canalhas, além de deixar um link de um professor famosa da University of Nottingham falando sobre o assunto.

            Não confuda os assuntos, não é disso que estamos falando. Não tratamos da pseudociência, mas da ciência em sí.

            Aliás, me permite fazer uma distinção: o fato de ser um campo aberto não significa que as coisas já provadas estão no achismo. O Modelo Padrão, por exemplo, é totalmente respaldado experimentalmente. O que fica no achismo é a interpretação dos fenômenos quânticos, mas isso fica pra filosofia, não pra ciência.

          • ROMULLO

            Macho, agora eu é que vou te perguntar, tu leu o que eu escrevi ? Tu já vai fazer outro espantalho?Hoje em dia é o expediente mais usado. PQP!

            Onde foi que eu escrevi que coisas provadas estão no achismo?

            Qual a conexão desse seu exemplo do modelo padrão com sua frase logo anterior?

            Não é apenas a dita ” interpretação dos fenômenos quânticos ” que fica no achismo, esse mal entedido é fruto dessa maldita propaganda cientificista , que chamam de divulgação científica. As ditas “interpretações” possuem repercursões no próprio maquinário matemático que fundamenta a teoria. Como fonte indico para você um texto descente de divulgação, Teoria e Interpretações da Mecânica Quântica de Neson Pinto Neto.

            Outra coisa, aquela tua fonte physics throught é desconexa . Quero enteder essa de “comportamento com precisão de 20 casas decimais” o que o cara tá chamando de comportamento?

            Outro ponto pseudociência quem faz não é um mistico,parapsicólogo, religioso,u um dito ufólogo ou mesmo um picareta qualquer usando argumentação cientificista para te vender algo. Pseudociência só quem pode fazer é um cientista. É a maior desgraça para qualquer cientista ser pego fazendo pseudociência.

            Repito o que existe hoje em dia não é divulgação científica e sim muita propaganda e o lamentável e ver muitos nomes da ciência fazendo isso.

          • Romullo

            Encerro minha partipação nesse tópico. Cansei de confundir os assuntos! :D

          • Acredito que faltou poder interpretativo para você. A frase do Modelo Padrão é justamente um exemplo de que física quântica não é baseada em achismo, mas respaldada esperimentalmente. Isso ficou bem claro.

            Nós não discutíamos pseudociência, nós discutíamos se ciência de verdade é achismo ou não. Você mudou de assunto.

            Agora sobre:

            “Pseudociência só quem pode fazer é um cientista.”

            Hahahaha cara… não. Pseudociência é qualquer método que diz ser ciência sem realmente usar o método científico, independente de quem faz. Claro, se um cientista faz pseudociência, é extremamente vergonho, mas este erro não é limitado ao cientista.

            Recomendo: “O Mundo Assombrado pelos Demônios”, do Carl Sagan. O que mais tem espalhado pela internet são exemplos de pessoas não cientistas fazendo pseudociência. Já ouviu falar do grupo da Terra Plana? Então…

          • Romullo

            Cara eu felizmente nunca perdi meu tempo lendo Carl Sagan e não vai ser hoje e nem amanhã. Já te falei que o mais comum hoje em dia é propaganda e não divulgação científica, dispenso o seu scicast.

            Meu caro eu sei o que é método científico e não aprendi isso com propaganda.

            Nossa quanto respaldo experimental o modelo padrão tem. Uma colcha de retalhos. Quero saber do achismo desse modelo para explicar a oscilação de massa do neutrino e que tal o graviton?
            Isso e resultado de muita propaganda de chavões que virou a divulgação científica.

            E repito novamente, pseudociência só quem pode fazer é cientista.

            A seguir foram meus posts, leia quantas vezes precisar até perceber que teu poder interpretativo distorce as palavras alheias,faz construções que ninguém escreveu e depois as refuta e sai bancando o sabidão.
            Fico por aqui mesmo, estou cagando e andando por notoriedade.

            1)Vocês fizeram um espantalho do que o cara falou. Em nenhum momento ele falou em ciência ser achismo.

            Eu tenho um conhecimento básico de quântica de uma graduação em física e fiquei curioso que essa história de comportamento com precisão de 20 casas decimais !

            2)Em termos até dos fundamentos da quântica ainda é um campo aberto. Então de maneira vulgar ainda é o dito achismo.

            O problema de hoje em dia é que transformaram divulgação científica em propaganda distanciando todos da realidade em ciéncia. Isso não difere da canalice de alguns místicos que falam em quântica sem nem saberem o que é um operador hermitiano, espaço de hilbert, observáveis compatíveis o maquinário elementar da teoria.

            Vou olhar sua citação.

            3)Macho, agora eu é que vou te perguntar, tu leu o que eu escrevi ? Tu já vai fazer outro espantalho?Hoje em dia é o expediente mais usado. PQP!

            Onde foi que eu escrevi que coisas provadas estão no achismo?

            Qual a conexão desse seu exemplo do modelo padrão com sua frase logo anterior?

            Não é apenas a dita ” interpretação dos fenômenos quânticos ” que fica no achismo, esse mal entedido é fruto dessa maldita propaganda cientificista , que chamam de divulgação científica. As ditas “interpretações” possuem repercursões no próprio maquinário matemático que fundamenta a teoria. Como fonte indico para você um texto descente de divulgação, Teoria e Interpretações da Mecânica Quântica de Neson Pinto Neto.

            Outra coisa, aquela tua fonte physics throught é desconexa . Quero enteder essa de “comportamento com precisão de 20 casas decimais” o que o cara tá chamando de comportamento?

            Outro ponto pseudociência quem faz não é um mistico,parapsicólogo, religioso,u um dito ufólogo ou mesmo um picareta qualquer usando argumentação cientificista para te vender algo. Pseudociência só quem pode fazer é um cientista. É a maior desgraça para qualquer cientista ser pego fazendo pseudociência.

            Repito o que existe hoje em dia não é divulgação científica e sim muita propaganda e o lamentável e ver muitos nomes da ciência fazendo isso.

          • 1. Já foi explicado.
            2. Já foi explicado.
            3. Também já foi explicado. Em nenhum momento eu disse que você falou que coisas provadas estão no achismo. Eu fiz só uma distinção. Você não leu o meu comentário antes de responder né?

            Chega.

        • Infelizmente é uma prática comum a pessoa não conseguir rebater com coerência os argumentos da outra e, como única forma de defesa, acusar o interlocutor de arrogante.

          Não sou arrogante e nem fui arrogante ao expressar minha opinião. Como sempre, estou aberto a ouvir o outro lado, desde que venha com evidências plausíveis e o faça com educação.

    • Buhguul

      lembro que eu vi uma história sobre reptilianos dizendo que as primeiras naves que vieram pra cá caíram por causa do campo magnético esquisito da Terra, que zuava com todos os sistemas deles.

      preciso achar achar essa história

      • pois é, independente da raça inteligente que visite a Terra, os caras não são perfeitos, só usam uma tecnologia mais avançada, ainda assim, não estão livres de falhas e intempéries pelo caminho.

  • Whatsapp do Costinha

    Eu ainda acrrdito na bomba de vácuo

    • Agatha Gonçalves

      Tô começando a achar que é o mesmo tipo de estudo utilizando para fazer com que o Homem Formiga ficasse daquele tamanho.
      Houve a explosão e então alguém foi e atirou com uma arma que é da mesma tecnologia que ele e do nada tudo vuuupt … SUMIU oooooohh!

      • Whatsapp do Costinha

        Se foi o Hank Pym, é justificado. Ele sempre faz merda

        • Agatha Gonçalves

          Tadinho, não fala assim dele… Ele é pequenininhooo

          • Whatsapp do Costinha

            Mas fez merda. Criou o Ultron, bateu na mulher, fez o clone psicopata do Thor…

          • Agatha Gonçalves

            Ok ok, pode ter sido ele então.

          • Whatsapp do Costinha

            Uma pena que não exploraram ele até agora

  • Whatsapp do Costinha

    Nós voltamos a falar de aliens, mesmo?

    • Agatha Gonçalves

      Eu não!

      • Eu sim o/

        Ashtar foravá!

        • Agatha Gonçalves

          Ashtar não é alien, é um deus, mestre dos mestres ♥

          • Whatsapp do Costinha

            Ele é o dois. Igual o Thor

          • Agatha Gonçalves

            COMO ASSSIIIIMMM???

          • Whatsapp do Costinha

            Deus e alien

          • Putz, gáfe minha. Ashtar, seu loirão dos cabelos de supernova e olhos de galáxias azuis, perdoa nóis!

            Se eu chamar 3 vezes, será que ele vem?

            ASHTAR!

            ASHTAR!

            ASHTAR!

          • Agatha Gonçalves

            Ele não é São Longuinho para chamar 3 vezes e do nada aparecer as coisas ahahhaha

          • Não é São Longuinho, mas vem da Estrela de Betelgeuse, e você sabe o que acontece pode acontecer né… hahahaha

          • Agatha Gonçalves

            Confesso que fui no google ver o que era a estrela Betelgeuse hahahaha

          • A estrela mais brilhante do céu xD

            Busque agora Beetlejuice

          • Agatha Gonçalves

            ahahahhaha
            Ele é demais ♥

        • Whatsapp do Costinha

          Mais um fiel

      • Whatsapp do Costinha

        Parece que aliens são uma constante aqui. E o Mundo Freak é um grande continuum que nos arrasta para lá

        • Agatha Gonçalves

          Sempre voltamos para o mesmo assunto hahaha

  • Bizarro

    Eu confio na teoria de algum corpo celeste caindo em Tunguska. Parece o mais plausível na minha opinião. Partindo pro lado dos quadrinhos, pra quem se interessar, no universo Ultimate da Marvel, há uma historia chamada Pesadelo Supremo que usa esse evento como pano de fundo, eu gosto bastante.

    • Whatsapp do Costinha

      Eu também acredito nisso. O foda é não haverem vestígios

  • Whatsapp do Costinha

    Publico ou não o encontro de Tesla com um deus grego?

    • Vitor Urubatan

      Manda haver cara.
      Se for tão bom quanto aquele esquema do barco fantasma lá!

      • Whatsapp do Costinha

        Mais ou menos…

        • Vitor Urubatan

          Bora postar então filho.

          • Whatsapp do Costinha

            Feito. Mas parece que deram uns erros nas quebras de linhas

          • Vitor Urubatan

            Velho tu escreves muito, muito bem!
            Rsss curti demais seu texto cara! Parabéns!
            Queria ver mais desses mini contos ai. Tu fizera agora é?

          • Whatsapp do Costinha

            Esse é antigo. O que me deixa feliz é que dois meus serão publicados. Um pela Andross e outro pela Buriti

          • Vitor Urubatan

            São sites estes?

          • Whatsapp do Costinha
          • Vitor Urubatan

            Cara parabéns! Eu jamais poderia esperar tal coisa de alguém com o nick @whatsappdocostinha:disqus rsss.
            Mas é sério velho, muito bacana seus textos. Quando publicarem avisa ai cara, farei questão de ir lá prestigiar de alguma forma.

            Obs: Lendo textos como o seu e de outras pessoas que escrevem bem, eu só concretizo que eu só escrevo por hobby mesmo hahaha!

          • Whatsapp do Costinha

            Valeu. Se for rápido, vou considerar como presente de aniversário. Se demorarem, vai ficar como de casamento, mesmo

          • Whatsapp do Costinha

            Eu também, cara. Só que o hobby tá ficando sério. Um dia, virar um super hobby

    • Fiquei mega curioso

      • Whatsapp do Costinha

        tá aí

  • Whatsapp do Costinha

    Estudos Sobre Irradiação de Correntes de Alta Tensão

    Por mais inacreditáveis que pareçam, os eventos descritos nessas páginas são todos verdadeiros. Deixei para relatá-los após certificar-me de que eles não mais se repeteriam e de que eu os presenciei em sua totalidade. Agora, percebo que essa decisão foi reflexo de meu próprio egocentrismo, auxiliado por uma memória quase prodigiosa mas, nem por isso, mais confiável. Ela fez-me, por exemplo, esquecer-me que, o que diferencia um louco de um cientista é a qualidade dos registros experimentais.

    Como já relatei em outras ocasiões, Claude é um ótimo companheiro de boemia. Como não costumo me arriscar frequentemente em tais atividades sociais, tenho um metabolismo um tanto quanto desacostumado ao álcool. Claude, no outro extremo, é, impressionantemente, imune às propriedades dele. Pelo contrário, meu amigo costuma reclamar junto ao dono do estabelecimento que a bebida está muito branda para seu paladar.

    Pois bem, dia 10 de maio, estávamos voltando de uma noite animada no café. Felizmente, minha memória está me traindo agora, pois não me recordo agora as amenidades que estávamos discutindo. Certamente, eu estava externando meu desprezo por aquela horrível mulher gorda que nos atendia. Por Deus! Ela trabalha com o público!

    Enfim, nessa dita noite, Claude comentou sobre o tempo. Que conversa mais trivial para um artista! Mesmo sabendo que ele não possuía uma formação privilegiada como a minha, eu esperava um diálogo menos previsível. Mas ele comentou algo interessante: mesmo quando o tempo se apresentava desfavorável a qualquer incursão por alguma taverna, nunca chovia durante nossas noites de bebedeira. Comentei com ele que isso era, realmente, peculiar. Mas não era um evento fatástico ou digno de nota. Apenas uma feliz coincidência.

    “Não é coincidência, se é causado por alguém”. Essas palavras ainda me assombram. Causados? Causados por quem? Será que, por acaso, um simples artista teria, em sua posse, uma máquina tão fantástica? Mais fantástica do que minha fértil imaginação poderia conceber. A simples ideia me causava humilação.

    Perguntei quem seria o prodigioso causador desse incrível fenômeno. Seria ele? Para meu divertimento, ele assentiu. E como ele faria isso? Algum dispositivo de refrigeração, capaz de acelerar a condensação? O tão falado iodeto de prata, capaz de aglutinar a umidade atmosférica num ponto? Mesmo ébrio daquela maneira, sua resposta me supreendeu. Claude o controlava com sua própria vontade!

    Ora, a vontade humana, realmente, é capaz de grandes prodígios. Mas modificar, nem que seja um sopro apenas, no mundo, sem o auxílio de ferramenta alguma, é uma sandice. Estamos na aurora da era da eletricidade. E, meu próprio amigo, me falando de algum tipo de feitiçaria era uma ofensa pessoal!

    Então, Claude me disse que, assim que dobrássemos a próxima esquina, começaria a chover. E, de fato, isso ocorreu. Repliquei, dizendo que isso era apenas coincidência ou que ele havia observado o céu e arriscou um palpite. Mas como “não é coincidência, se é causado por alguém”, meu amigo anunciou a parada da chuva, imediatamente antes disso ocorrer. Poderia ser uma nuvem, mas eu estava tentando convencer a mim mesmo.

    “Como isso é possível?”, disse eu à porta de casa. Ele me pediu para entrar para explicar. Parcialmente crédulo, entrei em minha residência depois dele. Qual não foi minha surpresa a ver a casa totalmente iluminada, como um salão de festas?

    Ele então me explicou: Ele tinha esse tipo de controle sobre o tempo, mas não é como se pudesse convocar borrascas ou ventos cortantes. Apenas aquelas chuvas benfazejas, que fazem a vida brotar nos campos. Talvez a única força destrutiva que estivesse sob seu poder fossem as descargas elétricas, como aquela que ele usou para acender todas as lâmpadas da casa. Claude teve de se controlar para não sobrecarregar o circuito da iluminação, segundo ele mesmo.

    Logicamente, quis saber a origem de tão formidáveis dons. Claude disse que ficaria feliz em saber também, tendo em vista que eles surgiram, inexplicavelmente, a cerca de 5 anos.

    Nessa época, ele morva em Marselha. Numa noite, ele sentiu uma enorme força dentro de si, como se quisesse explodir. Como qualquer homem sensato, ele tentou conter essa fúria crescente. Correu até uma das únicas casas vazias da cidade. Pôs-se no centro dela. E gritou, com toda a força necessária. Então, sentiu o cheiro de madeira queimada. Abriu os olhos e viu: estava envolto em algum tipo de luz forte mas, mesmo assim, sem emitir calor nenhum. Ao menos para ele. Estava no meio de um incêndio.

    Ele era a fonte. Não sentia o calor e não era consumido pelo fogo. Mas tudo à sua volta, sim. Olhou para si próprio. Suas roupas haviam se transmutado em uma túnica branca e longa. Estava também mais alto e mais forte. Podia sentir-se melhor, apesar de estar destruindo tudo. Quis parar com isso. E parou. O fogo continuou, segundo ele. Mas suas chamas cessaram. E sua aparência voltou ao normal. Ele, então, começou a sentir o calor do fogo. Correu para casa, como se corresse do inferno. Talvez, realmente fosse.

    Não conseguiu dormir naquela noite. Deitava e acordava. Quando levantou-se da primeira vez, viu as luzes da casa brilharem fortemente. Para, depois, estilhaçarem-se. Da segunda, viu a chuva repentina surgir e desaparecer à sua janela. Passou a noite tentando controlá-la. Pela manhã, estava feliz com o resultado. Dormiu pouco e mal naquele dia.

    Acordou disposto a saber o que teria causado aquilo. Se consultou com o padre local. Aquele dia foi marcado pela sua excomunhão. Resolveu parar de pedir ajuda. Estava determinado a descobrir sozinho.

    Encontrou outro edifício desocupado. Levou um espelho consigo. Encostou a mesa de jantar na parede e apoiou o espelho em cima dela. Deixou sua fúria explodir novamente. Porém, o vidro e a prata derreteram em virtude do calor. Claude não poderia ver seu rosto no líquido borbulhante. Então teve outra ideia. Convocou uma chuva concentrada por sobre a casa. A água escorreu pela chaminé. Pôde ver seu rosto, em meio às chamas, refletido no espelho d’água que invadiu o cômodo. Era o rosto de um homem idoso, com longos cabelos e barbas brancas. Mas ele não possuia nenhuma ruga, mancha senil ou qualquer marca de envelhecimento. Meu amigo reconheceu aquele rosto de pinturas, esculturas e ilustrações em livros: era Zeus Olímpico!

    Talvez, ele fosse um enviado do deus. Ou talvez, fosse o próprio espírito do Xênio, querendo um corpo novo. Não deu atenção a isso, por um tempo. Com os anos, passou a controlar as transmutações. Não dependia mais da raiva. Controlava também a eletricidade dos raios e os sons de trovão. Ficava amigo facilmente dos governantes. Zeus, afinal, era a representação do poder.

    Reparei, sem que ele me dissesse, das constantes e variadas companhias femininas que o cercavam. Indaguei, então, ao fim desse relato fantástico, o porque dessa revelação. Por que agora? E ele me disse que tentara pedir ajuda e fora excomungado. Disse que tentara resolver sua situação, e vivera atormentado pela dúvida. Nunca confiara em ninguém até agora. Segundo Claude, apesar de todos os meus preconceitos e meu complexo de Deus, eu era bem aberto ao novo. Eu, realmente, abraçava o incomum e o estranho. Claude confiava em mim para estudá-lo e, talvez, entender melhor sua condição.

    Meu pequeno laboratório, nos fundos da casa, não poderia comportar um experimento desse porte. Eu testaria os limites do poder de um deus! Eu precisaria, no mínimo, de um galpão. Por sorte, eles eram fáceis de se encontrar. E ninguém negaria oa aluguel a um engenheiro eletricista, como eu. O proprietário devia pensar que tipos de experiências tresloucadas eu realizaria lá. Ele não poderia imaginar.

    A gaiola foi um empreendimento mais difícil. Era necessário achar um metalúrgico disposto e habilidoso o suficiente para tal feito: construir uma gaiola de Faraday de forma ovóide e sem emendas grossieras. Uma embalagem grande o suficiente para conter um homem. Foram duas semanas de dedicação exclusiva da fundição para terminá-la. Me custou muito dinheiro. Mas isso já não importava.

    A gaiola tinha uma superfície lisa, por dentro e por fora. Até mesmo a pequena abertura, encaixava-se bem e ficava quase imperceptível. Isso eliminaria os pequenos arcos voltáicos que poderiam atrapalhar as medições. Os aparelhos também estavam funcionando perfeitamente; calibrados e sem experimentar interferências. Uma corrente de 150 quilovolts percorreria as paredes externas do invólucro assim que Claude adentrasse nele. De certo, a cidade iria perceber esse redirecionamento de energia. O potencial elétrico do lado de dentro seria nulo. Estava tudo preparado.

    Fato raro, meu amigo acordou cedo naquele dia. Estava vestido de maneira elegante, como se fosse à algum jantar de um patrocinador qualquer. Dispensou a cadeira e ficou de pé dentro do ovo de cobre. Uma pancada forte em sua parede ecoou pelo galpão, demonstrando que ele estava tão preparado quanto eu.

    Eu olhava para os ponteiros dos multímetros. Corrente e tensão do sistema estavam apresentando valores próximos aos nominais. Então começou. O estrondo da transfiguração ribombou como um trovão a meus ouvidos. Eu não pude conseguir bons resultados. Os mostradores chegavam a 150 quilowatts de potência e 250 kilovolts de tensão. Num piscar de olhos, eles chegaram ao limite e lá ficaram. Logo, o cheiro de queimado demonstrou que eu havia perdido o equipamento. O barulho da eletricidade cortando o ar ficava mais intenso. A tensão interna elevava-se assomborsamente. A gaiola já não era mais proteção. Gaiola que, apesar da condutividade altíssima, derretia-se à minha frente. E, então, tudo parou.

    Claude percebera que passara dos limites, quando viu a casca de cobre se fundindo diante de seus olhos. Ele voltou ao normal e encontrou-me escondido atrás da bancada. Depois de certificar-se de minha integridade física, perguntou se poderíamos repetir o experimento. Tive de explicar que não existia, no mundo, estrutura capaz de conter e mesurar a enorme carga de energia que ele despendia. Já que não poderíamos testar os limites, teríamos de nos focar em outros aspectos.

    Nos custou um dia todo para fazer a limpeza e preparar para os próximos testes. No dia seguinte, testaríamos o controle e a concentração de Zeus. Sobre a mesa estava um frágil cadáver de rã. Esse seria nosso objeto de estudo. Pedi a Claude que usasse o mínimo de energia que conseguisse dispender. Menos até da que usara para iluminar minha casa. Respirou profundamente e aproximou um dedo do peito da rã, gerando um pequeno arco. Ela convulsionou por sobre a mesa. A expressão de satisfação era evidente em nossos rostos.

    Expliquei a ele que os músculos se movem sob a influência de impulsos elétricos minúsculos. Para controlar melhor os movimentos, era necessário diminuir a corrente e aumentar o controle. A eletricidade é, por natureza, uma força incontrolável. Mas Zeus era soberano no domínio dessa força. E, após um dia todo de treino, ele controlava os membros do animal a seu bel-prazer.

    No dia seguinte, a rã mudou de posição, contraiu e relaxou as pernas com tanta maestria e coordenação que ela cruzou o chão aos saltos, tal qual estivesse viva novamente. O artista parecia entender de anatomia. A eletricidade, finalmente, era uma extensão de seu ser. Depois de semanas de prática, não havia perda de corrente num circuito alimentado por ele. Um fio de cobre não se aquecia com a excitação de elétrons. Tentamos com outros materiais, com o passar do tempo. Mesmo isolantes, eram capaz de conduzir o fluxo, sem gerar perdas. Claude era um regente e cada elétron era um músico em sua orquestra.

    Foi imaginando as possibilidades e os usos dessa eletricidade, que ele me informou que queria finalizar os estudos. Me disse que não via propósito nisso. Não havia lugar em que pudesse libertar-se por completo. E reanimar cadáveres não lhe era atraente. Aparentemente, a minha arte não era bela a ele. Ele estava mais atraído por outro aspecto de sua natureza divina. Era uma mulher. Eu sabia. Zeus era, acima de tudo, um incontrolável.

    Paula era seu nome. Ele a conhecera a algum tempo. E, agora, ela voltava à sua terra: México. Claude decidiu acompanhá-la. Nossos estudos não revelaram a origem ou os fins de suas habilidades. E isso já não era importante para ele. Me despedi dele, sabendo que não mais o veria.

    Os resultados podiam não lhe servir de nada. Mas, a mim, eles teriam um fim prodigioso. Por Deus, ele fez uma rã morta saltar! Tudo seria aproveitado. De certo, em poucos anos, os primeiros resultados práticos seriam notados. Mas, em uma coisa, eu teria de concordar com meu companheiro: a Europa já me cansava. No próximo ano, 1884, parto para os Estados Unidos. Acho bom conhecer meu empregador, Thomas Alva Edison.

  • Whatsapp do Costinha

    Estudos Sobre Irradiação De Correntes De Alta Tensão

    Por mais inacreditáveis que pareçam, os eventos descritos nessas páginas são
    todos verdadeiros. Deixei para relatá-los após certificar-me de que eles
    não mais se repeteriam e de que eu os presenciei em sua totalidade.
    Agora, percebo que essa decisão foi reflexo de meu próprio egocentrismo,
    auxiliado por uma memória quase prodigiosa mas, nem por isso, mais
    confiável. Ela fez-me, por exemplo, esquecer-me que, o que diferencia um
    louco de um cientista é a qualidade dos registros experimentais.

    Como
    já relatei em outras ocasiões, Claude é um ótimo companheiro de boemia.
    Como não costumo me arriscar frequentemente em tais atividades sociais,
    tenho um metabolismo um tanto quanto desacostumado ao álcool. Claude,
    no outro extremo, é, impressionantemente, imune às propriedades dele.
    Pelo contrário, meu amigo costuma reclamar junto ao dono do
    estabelecimento que a bebida está muito branda para seu paladar.

    Pois
    bem, dia 10 de maio, estávamos voltando de uma noite animada no café.
    Felizmente, minha memória está me traindo agora, pois não me recordo
    agora as amenidades que estávamos discutindo. Certamente, eu estava
    externando meu desprezo por aquela horrível mulher gorda que nos
    atendia. Por Deus! Ela trabalha com o público!

    Enfim, nessa dita
    noite, Claude comentou sobre o tempo. Que conversa mais trivial para um
    artista! Mesmo sabendo que ele não possuía uma formação privilegiada
    como a minha, eu esperava um diálogo menos previsível. Mas ele comentou
    algo interessante: mesmo quando o tempo se apresentava desfavorável a
    qualquer incursão por alguma taverna, nunca chovia durante nossas noites
    de bebedeira. Comentei com ele que isso era, realmente, peculiar. Mas
    não era um evento fatástico ou digno de nota. Apenas uma feliz
    coincidência.

    “Não é coincidência, se é causado por alguém”. Essas
    palavras ainda me assombram. Causados? Causados por quem? Será que, por
    acaso, um simples artista teria, em sua posse, uma máquina tão
    fantástica? Mais fantástica do que minha fértil imaginação poderia
    conceber. A simples ideia me causava humilação.

    Perguntei quem
    seria o prodigioso causador desse incrível fenômeno. Seria ele? Para meu
    divertimento, ele assentiu. E como ele faria isso? Algum dispositivo de
    refrigeração, capaz de acelerar a condensação? O tão falado iodeto de
    prata, capaz de aglutinar a umidade atmosférica num ponto? Mesmo ébrio
    daquela maneira, sua resposta me supreendeu. Claude o controlava com sua
    própria vontade!

    Ora, a vontade humana, realmente, é capaz de
    grandes prodígios. Mas modificar, nem que seja um sopro apenas, no
    mundo, sem o auxílio de ferramenta alguma, é uma sandice. Estamos na
    aurora da era da eletricidade. E, meu próprio amigo, me falando de algum
    tipo de feitiçaria era uma ofensa pessoal!

    Então, Claude me disse
    que, assim que dobrássemos a próxima esquina, começaria a chover. E, de
    fato, isso ocorreu. Repliquei, dizendo que isso era apenas coincidência
    ou que ele havia observado o céu e arriscou um palpite. Mas como “não é
    coincidência, se é causado por alguém”, meu amigo anunciou a parada da
    chuva, imediatamente antes disso ocorrer. Poderia ser uma nuvem, mas eu
    estava tentando convencer a mim mesmo.

    “Como isso é possível?”,
    disse eu à porta de casa. Ele me pediu para entrar para explicar.
    Parcialmente crédulo, entrei em minha residência depois dele. Qual não
    foi minha surpresa a ver a casa totalmente iluminada, como um salão de
    festas?

    Ele então me explicou: Ele tinha esse tipo de controle
    sobre o tempo, mas não é como se pudesse convocar borrascas ou ventos
    cortantes. Apenas aquelas chuvas benfazejas, que fazem a vida brotar nos
    campos. Talvez a única força destrutiva que estivesse sob seu poder
    fossem as descargas elétricas, como aquela que ele usou para acender
    todas as lâmpadas da casa. Claude teve de se controlar para não
    sobrecarregar o circuito da iluminação, segundo ele mesmo.

    Logicamente,
    quis saber a origem de tão formidáveis dons. Claude disse que ficaria
    feliz em saber também, tendo em vista que eles surgiram,
    inexplicavelmente, a cerca de 5 anos.

    Nessa época, ele morva em
    Marselha. Numa noite, ele sentiu uma enorme força dentro de si, como se
    quisesse explodir. Como qualquer homem sensato, ele tentou conter essa
    fúria crescente. Correu até uma das únicas casas vazias da cidade.
    Pôs-se no centro dela. E gritou, com toda a força necessária. Então,
    sentiu o cheiro de madeira queimada. Abriu os olhos e viu: estava
    envolto em algum tipo de luz forte mas, mesmo assim, sem emitir calor
    nenhum. Ao menos para ele. Estava no meio de um incêndio.

    Ele era a
    fonte. Não sentia o calor e não era consumido pelo fogo. Mas tudo à sua
    volta, sim. Olhou para si próprio. Suas roupas haviam se transmutado em
    uma túnica branca e longa. Estava também mais alto e mais forte. Podia
    sentir-se melhor, apesar de estar destruindo tudo. Quis parar com isso. E
    parou. O fogo continuou, segundo ele. Mas suas chamas cessaram. E sua
    aparência voltou ao normal. Ele, então, começou a sentir o calor do
    fogo. Correu para casa, como se corresse do inferno. Talvez, realmente
    fosse.

    Não conseguiu dormir naquela noite. Deitava e acordava.
    Quando levantou-se da primeira vez, viu as luzes da casa brilharem
    fortemente. Para, depois, estilhaçarem-se. Da segunda, viu a chuva
    repentina surgir e desaparecer à sua janela. Passou a noite tentando
    controlá-la. Pela manhã, estava feliz com o resultado. Dormiu pouco e
    mal naquele dia.

    Acordou disposto a saber o que teria causado
    aquilo. Se consultou com o padre local. Aquele dia foi marcado pela sua
    excomunhão. Resolveu parar de pedir ajuda. Estava determinado a
    descobrir sozinho.

    Encontrou outro edifício desocupado. Levou um
    espelho consigo. Encostou a mesa de jantar na parede e apoiou o espelho
    em cima dela. Deixou sua fúria explodir novamente. Porém, o vidro e a
    prata derreteram em virtude do calor. Claude não poderia ver seu rosto
    no líquido borbulhante. Então teve outra ideia. Convocou uma chuva
    concentrada por sobre a casa. A água escorreu pela chaminé. Pôde ver seu
    rosto, em meio às chamas, refletido no espelho d’água que invadiu o
    cômodo. Era o rosto de um homem idoso, com longos cabelos e barbas
    brancas. Mas ele não possuia nenhuma ruga, mancha senil ou qualquer
    marca de envelhecimento. Meu amigo reconheceu aquele rosto de pinturas,
    esculturas e ilustrações em livros: era Zeus Olímpico!

    Talvez, ele
    fosse um enviado do deus. Ou talvez, fosse o próprio espírito do Xênio,
    querendo um corpo novo. Não deu atenção a isso, por um tempo. Com os
    anos, passou a controlar as transmutações. Não dependia mais da raiva.
    Controlava também a eletricidade dos raios e os sons de trovão. Ficava
    amigo facilmente dos governantes. Zeus, afinal, era a representação do
    poder.

    Reparei, sem que ele me dissesse, das constantes e variadas
    companhias femininas que o cercavam. Indaguei, então, ao fim desse
    relato fantástico, o porque dessa revelação. Por que agora? E ele me
    disse que tentara pedir ajuda e fora excomungado. Disse que tentara
    resolver sua situação, e vivera atormentado pela dúvida. Nunca confiara
    em ninguém até agora. Segundo Claude, apesar de todos os meus
    preconceitos e meu complexo de Deus, eu era bem aberto ao novo. Eu,
    realmente, abraçava o incomum e o estranho. Claude confiava em mim para
    estudá-lo e, talvez, entender melhor sua condição.

    Meu pequeno
    laboratório, nos fundos da casa, não poderia comportar um experimento
    desse porte. Eu testaria os limites do poder de um deus! Eu precisaria,
    no mínimo, de um galpão. Por sorte, eles eram fáceis de se encontrar. E
    ninguém negaria oa aluguel a um engenheiro eletricista, como eu. O
    proprietário devia pensar que tipos de experiências tresloucadas eu
    realizaria lá. Ele não poderia imaginar.

    A gaiola foi um
    empreendimento mais difícil. Era necessário achar um metalúrgico
    disposto e habilidoso o suficiente para tal feito: construir uma gaiola
    de Faraday de forma ovóide e sem emendas grossieras. Uma embalagem
    grande o suficiente para conter um homem. Foram duas semanas de
    dedicação exclusiva da fundição para terminá-la. Me custou muito
    dinheiro. Mas isso já não importava.

    A gaiola tinha uma superfície
    lisa, por dentro e por fora. Até mesmo a pequena abertura, encaixava-se
    bem e ficava quase imperceptível. Isso eliminaria os pequenos arcos
    voltáicos que poderiam atrapalhar as medições. Os aparelhos também
    estavam funcionando perfeitamente; calibrados e sem experimentar
    interferências. Uma corrente de 150 quilovolts percorreria as paredes
    externas do invólucro assim que Claude adentrasse nele. De certo, a
    cidade iria perceber esse redirecionamento de energia. O potencial
    elétrico do lado de dentro seria nulo. Estava tudo preparado.

    Fato
    raro, meu amigo acordou cedo naquele dia. Estava vestido de maneira
    elegante, como se fosse à algum jantar de um patrocinador qualquer.
    Dispensou a cadeira e ficou de pé dentro do ovo de cobre. Uma pancada
    forte em sua parede ecoou pelo galpão, demonstrando que ele estava tão
    preparado quanto eu.

    Eu olhava para os ponteiros dos multímetros.
    Corrente e tensão do sistema estavam apresentando valores próximos aos
    nominais. Então começou. O estrondo da transfiguração ribombou como um
    trovão a meus ouvidos. Eu não pude conseguir bons resultados. Os
    mostradores chegavam a 150 quilowatts de potência e 250 kilovolts de
    tensão. Num piscar de olhos, eles chegaram ao limite e lá ficaram. Logo,
    o cheiro de queimado demonstrou que eu havia perdido o equipamento. O
    barulho da eletricidade cortando o ar ficava mais intenso. A tensão
    interna elevava-se assomborsamente. A gaiola já não era mais proteção.
    Gaiola que, apesar da condutividade altíssima, derretia-se à minha
    frente. E, então, tudo parou.

    Claude percebera que passara dos
    limites, quando viu a casca de cobre se fundindo diante de seus olhos.
    Ele voltou ao normal e encontrou-me escondido atrás da bancada. Depois
    de certificar-se de minha integridade física, perguntou se poderíamos
    repetir o experimento. Tive de explicar que não existia, no mundo,
    estrutura capaz de conter e mesurar a enorme carga de energia que ele
    despendia. Já que não poderíamos testar os limites, teríamos de nos
    focar em outros aspectos.

    Nos custou um dia todo para fazer a
    limpeza e preparar para os próximos testes. No dia seguinte, testaríamos
    o controle e a concentração de Zeus. Sobre a mesa estava um frágil
    cadáver de rã. Esse seria nosso objeto de estudo. Pedi a Claude que
    usasse o mínimo de energia que conseguisse dispender. Menos até da que
    usara para iluminar minha casa. Respirou profundamente e aproximou um
    dedo do peito da rã, gerando um pequeno arco. Ela convulsionou por sobre
    a mesa. A expressão de satisfação era evidente em nossos rostos.

    Expliquei
    a ele que os músculos se movem sob a influência de impulsos elétricos
    minúsculos. Para controlar melhor os movimentos, era necessário diminuir
    a corrente e aumentar o controle. A eletricidade é, por natureza, uma
    força incontrolável. Mas Zeus era soberano no domínio dessa força. E,
    após um dia todo de treino, ele controlava os membros do animal a seu
    bel-prazer.

    No dia seguinte, a rã mudou de posição, contraiu e
    relaxou as pernas com tanta maestria e coordenação que ela cruzou o chão
    aos saltos, tal qual estivesse viva novamente. O artista parecia
    entender de anatomia. A eletricidade, finalmente, era uma extensão de
    seu ser. Depois de semanas de prática, não havia perda de corrente num
    circuito alimentado por ele. Um fio de cobre não se aquecia com a
    excitação de elétrons. Tentamos com outros materiais, com o passar do
    tempo. Mesmo isolantes, eram capaz de conduzir o fluxo, sem gerar
    perdas. Claude era um regente e cada elétron era um músico em sua
    orquestra.

    Foi imaginando as possibilidades e os usos dessa
    eletricidade, que ele me informou que queria finalizar os estudos. Me
    disse que não via propósito nisso. Não havia lugar em que pudesse
    libertar-se por completo. E reanimar cadáveres não lhe era atraente.
    Aparentemente, a minha arte não era bela a ele. Ele estava mais atraído
    por outro aspecto de sua natureza divina. Era uma mulher. Eu sabia. Zeus
    era, acima de tudo, um incontrolável.

    Paula era seu nome. Ele a
    conhecera a algum tempo. E, agora, ela voltava à sua terra: México.
    Claude decidiu acompanhá-la. Nossos estudos não revelaram a origem ou os
    fins de suas habilidades. E isso já não era importante para ele. Me
    despedi dele, sabendo que não mais o veria.

    Os resultados podiam
    não lhe servir de nada. Mas, a mim, eles teriam um fim prodigioso. Por
    Deus, ele fez uma rã morta saltar! Tudo seria aproveitado. De certo, em
    poucos anos, os primeiros resultados práticos seriam notados. Mas, em
    uma coisa, eu teria de concordar com meu companheiro: a Europa já me
    cansava. No próximo ano, 1884, parto para os Estados Unidos. Acho bom
    conhecer meu empregador, Thomas Alva Edison.

    • Whatsapp do Costinha

      Agora que vi. Erros de ortografia e pontuação. Aspas desnecessárias. E, pior, escrevi kilovolts em lugar de kilowatts

  • Paulo Neto

    qual a musica q tocou na parte do feedback?

    • Logo acima, nos comentário do FB. O Gui, nosso editor, coloca as trilhas. Veja se é uma delas.

    • Tudo certo Paulo? Só estava postando as trilhas que utilizo durante o episódio. Não colocava a trilha da leitura de e-mails e comentários. Mas já dei um edit no comentário ali em cima com o nome das músicas, ok? Abraço

  • Henrique Tavares

    Parabéns pelo episódio. Tenho um afeto especial pelo Evento Tunguska porque há muitos e muitos anos foi o primeiro caso misterioso que mergulhei na madrugada pesquisando, empolgadíssimo com a falta de chão dos céticos :P

    • Whatsapp do Costinha

      Seu verecdito?

      • Henrique Tavares

        Eu pendo quase completamente para a teoria do bólido (meteoro/cometa/asteroide)

        • Whatsapp do Costinha

          Ok. Alienígenas enviaram meteoros aqui

          • Henrique Tavares

            Forças extraterrenas, que aí todo mundo fica feliz interpretando como quer!

          • Whatsapp do Costinha

            Forças externas, vindas das Plêiades

  • Fala Freaks! Desculpe a sumida aqui da área de comentários, estive envolvido com um projeto que me tomou um pouco de tempo, mas em momento algum deixei de acompanhar vocês!
    Enfim, quanto ao podcast. Como já disse em programas passados, eu sou um grande interessado pela ufologia, e adoro todos os casos misteriosos envoltos nessa temática. Sou louco por achar o “caso definitivo”. Tugunska sempre foi um caso que me interessou, pois é citado em diversos materiais como uma suposta prova de queda alienígena. Infelizmente, depois de escutar o cast e estudar o caso mais a fundo, acho que não foi dessa vez. A teoria do meteorito/asteroide explica perfeitamente o evento, e não há nada no evento que torne essas ideias forçadas. Inclusive, sobre a ausência de uma cratera, em 2007, cientistas da universidade de Bologna identificaram um lago na região de Tugunska que parece ser uma cratera deixada pelo evento. Análises modernas apontaram que o lago teria cerca de 100 anos e materiais encontrados fortaleceriam a tese do meteorito, além de sua localização corresponder ao epicentro do evento.
    Enfim, longos dias e bela noites!

    • Vitor Urubatan

      Projeto? Tu pretendes divulgar na internet a parada?

  • Homem Que Não é Possível

    Finalmente, depois de anos e anos de pesquisa e desenvolvimento finalmente o transportador multiversal está pronto para teste.

    Nosso mundo já está a beira de um colapso, a população chegou a 15 bilhões de seres humanos, não há comida para todos e sobra detritos, se este experimento falhar a humanidade encontrará seu fim…

    A máquina está ligada, o drone está em posição, abre-se o portal! O drone passou!

    O Dr. Paulovisk grita:

    FECHEM O PORTAL! FECHEM O PORTAL!

    Recebemos apenas uma leitura… o drone foi destruído… a análise mostrou átomos constituídos de um núcleo de carga positiva circundado por anti-positrons… o universo alcançado é constituído de anti-matéria… Não é possível salvar a humanidade.

    Instalação de Testes Multiversais, 1908 Tunguzca, Huccia

    • Whatsapp do Costinha

      Caraca! Parabéns

    • Vitor Urubatan

      Excellent!

  • Buhguul

    sei lá o que foi, só sei que tem a ver com aliens

  • Buhguul

    ninguém falou de Arquivo X?

    Tunguska foi o evento que trouxe uma pá de vírus-petróleo que transforma as pessoas em alien para a Terra.

    Tem até um episódio chamado ‘Tunguska’ em alguma temporada

  • OLucasConrado

    A teoria do asteróide não é plausível porque não tem vestígios, mas extraterrestres e Nikola Tesla são mais plausíveis? Quedê os vestígios de naves espaciais? De onde o Tesla tirou tanta energia?

    Gostei da teoria do Igor. A mais plausível de todas.