Mundo Freak Confidencial 38 – Quadros Amaldiçoados

Fala freaks!

Tenho um quadro aqui para você. Um quadro de muita angustia e tristeza. Eles são estranhos, sombrios e por diversas vezes perturbadores. Será que a alma é presa ao se fazer um quadro com ela? Hoje falaremos dos quadros mais amaldiçoados que são conhecidos por aí. Divulgado pelos que sobreviveram e os que não, bem, um dia seus quadros serão encontrados.

O investigador Andrei convida o freak Gau e o Coiso Guizaum (Grande Coisa) para bater um papo e dar altos fricotes durante o episódio. Não olhem para trás.

Comentado no Episódio

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– FREAK OUT 3.0 – O RETORNO! VENHA CONFRATERNIZAR COM A GENTE!

– Quadro das Crianças que choram;

Quadro 1 – Rosto do Demônio;
Quadro 2 (1) (2);
Quadro 3 – Criança de maria chiquinha;

– Quadro de Bill Stoneham;

Imagem;
Detalhes em zoom só pra você não dormir: (1),(2),(3),(4);

– Notícia do Quadro amaldiçoado brasileiro;

– O Homem angustiado;

– Vênus no Espelho;

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Sobre Andrei Fernandes

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Falando de podcast com muita ousadia, alegria e misantropia. Também autor do livro Kalciferum, chanceler supremo do Freakstão e morador de Setealém.

47 Comentários

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  • Dyego Mendonça Oliveira

    Não saiu no feed ainda :/

  • Lucas Balaminut

    Me lembrou muito o quadro do palhaço triste do The Sims.

  • Marcelo Ames

    Caras, esse tipo de cast ficaria muito bacana sendo uma Livestream a noite hein? Assim dava pra mostrar os quadros enquanto falam sobre eles e a galera poderia interagir na hora também =] Excelente cast como sempre!

  • Lucas Balaminut

    PS: eu ri da piada do flango pela primeira vez e tive que parar tudo aqui no trabalho porque estava tendo ataque de risos hahahahahaa

  • Ashtar Sheran

    Pinturas deixam minha cútis mais radiante!

    <3

    Beijos de luz!

    • Esses leitores do MdM…

    • Senhor da luz, desculpe as brincadeiras.

    • Augusto Schoof

      Estas cheirando?

    • Alisson Orowics

      achoquetacheirando! auhauhahu

  • Acho que isto explica muita coisa:
    noticias.r7.com/hora-7/fotos/de-arrepiar-os-cabelos-imagens-assustadoras-mostram-britanicos-posando-para-fotos-depois-de-mortos-06022015#!/foto/10 – http://noticias.r7.com/hora-7/fotos/de-arrepiar-os-cabelos-imagens-assustadoras-mostram-britanicos-posando-para-fotos-depois-de-mortos-06022015#!/foto/10

    • Meus avós têm fotos assim com uma tia minha que morreu em 1971.

    • João Lucas dos Santos

      Caraca, cara…
      Que perturbador.
      Parei de ver na terceira.

      • Não me agradou muito tb não.. principalmente por ter crianças..

        Em 10 de fevereiro de 2015 15:17, Disqus escreveu:

  • Ricardo A. Santos

    Olá novos Caça-Fantasmas da internet. Vou tecer meus comentário céticos (ou nem tanto) sobre o podcast:
    1) Acredito que o primeiro caso seja uma mentira do tabloide. Jornais ingleses costumam ser sensacionalistas, só para vender mais jornais ele deve ter inventado essa história em cima desses quadros assustadores.

    2) Os outros casos meu lado Beliver, acha que esses eventos pode ter sido causado por uma Tulpa.

    3) Já que o Andrei vê Doctor Who agora, em um Spinoff dá série: Aventuras da Sarah Jane. Tem um episódio que a Monalisa ganha vida e sai para atirarando nos outros em um museu.

  • Aslanterna Verde

    Muito legal o programa (finalmente escutei um MFC na frente do PC!)…

    Querem uma experiência curiosa e assustadora: Baixem uma foto em alta definição do quadro do Bill Stoneham, coloquem em tela cheia, e afastem-se do computador, andando de um lado para o outro devagar, olhando ela e permitindo que o efeito de paralaxe forme algumas impressões. O que podemos ver? O garoto. De suas orbitas surge um pálido e sutil olhar de alguém que é estrangulado. Vazio e morto. Não brinco.
    O interessante é o efeito das mãos atrás. Realmente parece que elas se mexem, ou que adquirem novas posições. O garoto parece morto, a boneca parece viva. Ela parece pedir socorro. Afaste-se e se aproxime da imagem. É fascinante como é perturbadora a sensação.
    Segue a minha viagem: O que interpreto é que a boneca foi uma criança que foi aprisionada numa boneca fantoche, tipo o Sinforoso (ou refeita como uma, através de sua pele, ossos), e que o garoto está a sofrer o mesmo destino. As mãos atrás sugerem que a alma do garoto será oferecida aos demônios, ou almas caídas atrás da janela (uma porta para as trevas?), e que o garoto virá a ser um novo boneco. Mas o mais perturbador é que parece ser tarde. O garoto já tá morto. Não pode fazer nada. Talvez sua alma possa ser salva. Impedido algum ritual. Realmente é bizarro.
    Se tiverem coragem (vale a pena), experimente fazerem o que sugeri. Achei genial o clima tenso que o quadro passa. Se fosse rico, iria criar uma sala de estar alternativa, onde colocaria uma cópia gigante desse quadro, janelas fechadas, luzes fracas, e toda vez que recebesse uma visita indesejada, receberia lá, e a deixaria sozinha por alguns minutos. A cada dia que passa eu fico mais impressionado com as emoções que um artista pode passar com uma arte estática…

    Experimentem… É espantosamente fantástico!!!

  • Fala, Freaks! Ótimo programa, e a trilha sonora estava de arrepiar. Eu particularmente morro de medo desses quadros bizarros, mesmo achando que o ser humano tem mania de sempre encontrar associações entre eventos trágicos e objetos. Mesmo assim eu não teria um desses em casa. Mas vamos lá. Sobre a lenda dos quadros dos meninos que choram, a revista Fortean Times, famosa revista britânica especializada no “freak”, publicou um artigo que detalha as origens dessa lenda. Ela começou com um incêndio, real, na cidade de Rotherham, Inglaterra, no verão de 1985. Acontece que a casa não foi reduzida a cinzas como dizem. Porém, o andar térreo foi sim danificado e
    – aqui nasce o mito – um quadro de uma criança chorando na parede sobreviveu praticamente intacto. Apesar da estranheza, a história seria esquecida, não fossem duas coincidências. A primeira era que o irmão do proprietário da casa, Ron Hall, era um bombeiro. E este irmão ouviu de um outro colega que já havia ocorrido vários casos onde essas bizarras pinturas baratas sobreviveram intactas a incêndios.. Acontece que, como explicou um oficial dos bombeiros, os quadros seriam simplesmente impressos em um cartão de alta densidade, “difícil de queimar”. Reproduzidos em massa, baratos e muito populares, onipresentes como canetas Bic, não seria muito difícil encontrar um deles pendurado em qualquer residência que pegasse fogo em meados dos anos 1980. A segunda casualidade foi que o tablóide Sun viu nesta história cotidiana uma mina de ouro. O jornal já é conhecido por suas histórias sensacionalistas e irreais, e passou a receber e exagerar histórias similares de incêndios, que por sua vez geravam mais e mais histórias. No auge do pânico, o Sun iniciou uma campanha para que os ingleses se desfizessem das imagens malditas. A essa altura, as autoridades em realidade já condenavam o “golpe de publicidade barato” do tablóide, e estavam sendo inundadas por ligações de cidadãos preocupados com a maldição. Dito isso, algo continua indecifrável: como quadros de gosto tão duvidoso fizeram tanto sucesso?
    PS: De onde surgiram as histórias envolvendo o quadro “Vênus ao espelho”? Esse quadro é famosíssimo, sendo a única pintura de um nu feminino do pintor Diego Velásquez que sobreviveu até os dias de hoje. Ele passou por vários proprietários, alguns figuras bem conhecidas, e nada aconteceu a nenhum deles. E caso do homem que a atacou e danificou, ele o fez por ser um militante e no dia anterior um companheiro sufragista havia sido preso. Segundo ele: “Tentei destruir a pintura da mais bela mulher na história da mitologia como um protesto contra o governo por destruir a Sra. Pankhurst, que é a pessoas mais formosa da história moderna.”

  • Vitor Urubatan

    Ouvindo o cast…

  • Bruno Oliveira

    Muito bom o episódio. É a primeira vez que comento, mas já ouço a algum tempo.
    Achei o tema interessante. Sempre achei esses quadros de pessoas bem perturbadores, parece que a própria pessoa está ali nos observando. Quando eu era pequeno tinha um quadro em casa, pintado pela madrinha do meu irmão, que retratava um palhaço e, o mais estranho dessa pintura, não dava pra saber se o palhaço estava rindo ou chorando. Esse quadro ficou um bom tempo na sala e, de tanto eu e meu irmão falarmos pra minha mãe tirar o quadro da parede, de um dia pro outro ele sumiu e nunca mais foi visto em casa. Mas até hoje a imagem daquele maldito palhaço está na minha cabeça.

    PS: também quero ouvir o episódio sobre vampiros.

  • rubber&soul

    Em relação ao quadro do Bill Stoneham:

    1. Acho que o que faz o quadro do artista ser tão desconfortável par mim é o fato da testa do menino ser GI-GAN-TE.

    2. Bill Stoneham pintou uma continuação do quadro em 2004 chamada “Resistance at the Threshold “, que mostra os personagens descritos no quadro original 40 anos mais velhos (por algum motivo o menino virou o Jeff Bridges em “Bravura Indômita). Uma segunda continuação do quadro foi pintada em 2012 chamada “Threshold of Revelation”.

    http://stonehamstudios.com/paintings/Hands%20series/resistance-at-the-threshold-lg.jpg

    http://stonehamstudios.com/paintings/Hands%20series/Threshold-of-Revelation-lg.jpg

    Não são tão assustadoras como a original, mas são pinturas muito maneiras.

    Sou ouvinte nova, mas curto bastante o podcast! Continuem com o ótimo trabalho! :D

  • Mauricio Gustavo Webber Mendes

    Caralho, minha tia tinha um quadro desses, quando criança eu olhava para o quadro sempre me sentia mal.

  • Henrique Tavares

    Esse tema me lembra a minha dungeon favorita de todos os tempos do Zelda: o Templo da Floresta no Ocarina. Não sou de anglicismos, mas “eerie” é a palavra perfeita para descrever o marcante clima nevoento daquele castelo abandonado, principalmente pelo fato de lutarmos contra inimigos que se escondem em quadros. O destaque é para os quadros da sala do Phanton Ganon, com aquele caminho macabro cercado de árvores secas pelo qual ele vem cavalgando. Apesar de ser sombrio, não é algo perturbador, e eu até gosto bastante da sensação que me dá. Fica a foto aí http://www.zeldadungeon.net/wp-content/uploads/2013/01/pg1.jpg

    • Henrique Tavares

      Aaah, perturbador, lembrando agora, era o desenho bordado de um palhaço que ficava bem na saída do meu quarto quando era criança. Aquilo sim dava medo de ver. Não ia no banheiro à noite para não ter que encontrar com ele na volta.

    • João Lucas dos Santos

      Saudades…
      :(

  • Vitor Urubatan

    Rsss bem legal o cast.
    Engraçado que vi todos os links de quadros antes de ouvir o cast. E o quadro (3) da garotinha só me pareceu uma arte mal feita com problemas claros de anatomia.

    Mas depois de ouvir os comentários de vocês minha leitura do quadro mudou completamente por um instante! Caraca que coisa macabra cara! Há duas coisas que não se devem misturar com sobrenatural que é mulheres e crianças! Porque isso meu irmão é o extremo do mal hahaha!

    Bom, quero acreditar que o “artista” desenhou mal e ponto rsss.
    Vou indicar o cast para uns camaradas que curtem todos esses assuntos bizarros ai.

    • Lucas Balaminut

      Lembro de ter visto esse quadro 3 em um email de corrente, uns 12 anos atrás. Muito bizarro né.

      • Vitor Urubatan

        Essa maldita moda de e-mails correntes.
        Acabou isso não acabou? Eu não recebo mais a anos.

        • Lucas Balaminut

          Infelizmente, ele descobriu minha tia, que luta bravamente pra manter as correntes vivas, especialmente as de oração ou as com hoax. O pior, ela uso o mesmo email pra mandar corrents e pra falar de coisas sérias, dificultando filtrar o spam.

          • Vitor Urubatan

            Hahaha a quantidade de tias, mães e avós que são alvos dessas paradas.
            O pior é quando alguns acreditam fielmente nos absurdos da pseudociência misturada a coisas nosenses. Rsss quantas vezes vi em reuniões familiares assuntos do tipo sendo debatidos.

          • Lucas Balaminut

            Hahaha “debatidos” né. Quando eu vejo que a pessoa tem a cabeça aberta pra opiniões, eu passo alguns artigos, quem sabe um podcast. Mas a maioria vem com a cabeça formada, e não importa quantas vezes eu prove que ela está errada, não vai acreditar. Aliás, quanto melhor e mais estruturado é meu argumento contrário ao delas, menos inteligente é a resposta dessas pessoas. Aí eu nem tento.

            Mas nem precisa de tias, mães e avós. Nos comentários do Nerdologia, me chamaram de ignorante por elogiar o vídeo alertando sobre astrologia. Nos do MeioBit, me chamaram de infantil e gay pois eu não uso relógio. No Twitter, me chamaram de ignorante e analfabeto por eleogiar Interstellar.

            O mais bizarro é que foram doutores ou pessoas inteligentes em geral. x_x
            Quando o cara chega na ignorância, eu respiro fundo e penso: “Don’t feed the trolls”

          • Vitor Urubatan

            Rsss isso se chama internet. É difícil achar uma galera razoável para discutir e trocar uma ideia. A maioria tem medo de ouvir uma opinião contrária. Talvez porque tenham insegurança das próprias ideias.
            Mas dessa galera que você mencionou, eu duvido que a metade teria a manha de falar isso na cara. Com a mesma ênfase e força.
            A internet para mim é o mundo dos personas das pessoas.

          • Lucas Balaminut

            “A internet para mim é o mundo dos personas das pessoas.”

            Muito bem colocado, vou sempre lembrar disso.

          • Vitor Urubatan

            Cara! Como tu faz isso? De pegar algo que a pessoa falou e colocar no texto. Com esse travessão vertical do lado.

          • Lucas Balaminut

            Hahaha o Disqus permite algumas tags de html. Coloque qualquer um dessas tags abixo entre um , sem espaços, para iniciar aquele formato, depois coloque essa mesma tag entre para finalizar o formato.

            a: ancora

            s: strike trhough

            b: bold

            u: underline

            i: itálico

            p: parágrafo, observe que adicionou uma linha acima

            blockquote:

            citações em blocos longos (a que usei anteriormente)

            pre:
            permite formato unusual, acho que o Disqus só permite o atributo de width, que tranca seu texto com uma scroll bar…………………………………….

          • Vitor Urubatan

            Pow foda!
            Uma vez tive que Ctlr C e Cltr V em todo o tópico da pessoa para discutir o assunto. Maior trabalho!

            E também uso o – para pular uma linha hahaha! Olha só o que a noobisse não faz. Damos um jeito na bagaça!

          • Lucas Balaminut

            Hahaha magina, é noobando que se aprende.
            Essa página aqui tem várias:

            https://help.disqus.com/customer/portal/articles/466253-what-html-tags-are-allowed-within-comments

            Seus texto ficarão um chuchu

  • Nilda Alcarinquë

    Olás!

    Por muito tempo ter um quadro destes foi moda aqui na periferia. Isso nos idos da déc. de 80.
    Lembro de que na família tivemos o do garotinho (quadro 2) e o da menina de maria chiquinha. Nunca me incomodaram, nunca achei nada demais e era melhor do que olhar para parede vazia. Aliás, até gostava do quadro da menina de maria chiquinha.

    Aí um dia minha madrasta começou a falar que os quadros eram amaldiçoados, coisa do demônio, e nunca descobri de onde tiraram esta idéia. Talvez o saudoso jornal Notícias Populares tenha reproduzido as reportagens inglesas, alguém comentou com minha madrasta ou algum parente (comprar jornais não era costume na família), e o estrago foi feito.
    Tiraram os quadros da parede e ficamos sem enfeites na casa por um bom tempo.
    Muito triste o que este jornais sensacionalistas fazem com a decoração de uma casa…

    abraços

    PS: impressão minha ou neste episódio ninguém foi cético?

  • Na sala de um antigo vizinho tinha um quadro enorme de uma santa, muito grande mesmo. A imagem tinha um olhar penetrante e era feito de uma forma que parecia que ela estava olhando diretamente nos seus olhos seja qual for o ponto da sala, que também era enorme.

    Assustava muito a turma.

  • Farao

    Minha tia tinha um desses quadros de crianças tristes na casa da praia. Quando era criança falaram para mim que o artista fez pacto com o demo e que se virasse o quadro a meia-noite, aparecia a imagem do capeta. Pronto! Tudo o que precisava para uma criança ficar com medo.

    Numa noite, os adultos saíram e fiquei sozinho. Claro que fui dormir com todas as luzes acessas. Só que eu ficava em um quarto de hóspedes no corredor, não longe do quadro. Não deu outra, o medo era tão grande, que cheguei a ver a sombra menino do quadro projetada na parede do corredor.

    Em outra ocasião, o quadro já estava na garagem. Outra vez sozinho, escuto um barulho na porta fechada que ligava a cozinha à garagem, como se alguém quisesse entrar. Não deu outra, fui para fora da casa. Quando minha mãe chegou na casa, abriu a porta e era só o gato que estava preso na garagem.

  • Agatha Gonçalves

    Virei fã. Uma medrosa, porém curiosa fã de vocês.
    Nunca vi um quadro desses, porém a minha vó tinha um quadro de um santo (Não lembro o nome do santo, mas o quadro era muito colorido) que sempre me deu muito medo. Minha vó falava que ele nos protegia, porém eu não conseguia dormir no mesmo quarto que ele.
    Pode ser uma coisa de uma criança, mas pode não ser haha
    Nunca se sabe né :)

    Vocês estão de parabéns, adorei o podcast.

    :*

    • Seja bem vinda. Espero que goste dos outros =)

      • Agatha Gonçalves

        Já estou terminando a minha maratona :)

  • Daniel Mendonça

    Puta merda, bem na hora da descrição deste quadro maldito do Bill Stoneham deu um pau over no computador aqui, tela azul e o diabo!

    E olha que eu nem tava olhando o quadro!

  • Fala pessoal! Até que enfim um assunto que eu posso “adicionar” algo. Aliás, pensei que só tinha acontecido comigo, apesar que meu caso é um pouco diferente.

    Perto da minha casa, tinha uma casa (agora transformaram em uma sala comercial) e no pátio tinha tipo um quiosque. A cerca era aquelas de arrame trançado, então dava para olhar o patio de boa (o pátio fica ao lado da casa, pois o terreno era grande e quem caminhava na calçada “acompanhava” o terreno). Pois bem, nesse quiosque, que dava para ver de fora da cerca, tinha um quadro de um bebê. Mas não era um bebê horripilante ou assustador, era um bebê bonito, do estereótipo bebê fofinho loirinho de olho azul. O problema era que ele chorava “sangue”.

    Bem, até hoje eu não sei o que acontecia. A questão é que eu sempre passava na frente da casa e algumas vezes o quadro estava normal, outra vezes ele estava com as lagrimas de sangue. Acho provável que o dono da casa colocava algo para sacanear (é a melhor explicação), mas como tinha uns 10 anos na época, era tenso! Ah, e não era só eu que via o ocorrido. Amigos também foram testemunhas do “fenômeno”. Ai já sabe né, surgiam explicações das mais loucas para o fato ahahah

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

  • Rafael Crasto

    Faaala galera… Adorei o cast… principamente pela trilha sonora… sinistra demais!!!! Quandros com crianças e imagens bizarras malucas são muitos fodas… Alguém pode me dizer qual o nome da música que toca do ínicio do cast até os 25:30 minutos??? Achei muito sinistro também a música do Labirinto de Fauno na versão “Caixa de Música”…

  • Sim, essa sou eu comentando em podcasts antigos, afinal, estou fazendo uma maratona desde o início do cast. Mais uma vez parabéns pelo trabalho!
    Bom, na casa dos meus pais tem um quadro que minha avó pintou quando minha mãe estava grávida, o quadro é uma visão de como eu seria, e no caso, além de ser um quadro de uma criança com roupas antigas, a mesma ainda está se olhando no espelho. (espelho de verdade) então você se vê no espelho também enquanto olha o quadro. Devo dizer que sempre me incomodei um pouco com aquele quadro. (e ele ainda existe)